RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Concurso da Ufal para professor na área de Linguística e Libras inscreve até 1º de junho

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Edital também está disponível na língua de sinais
A Universidade Federal de Alagoas está com inscrições abertas para o concurso público que selecionará professores efetivos para a Faculdade de Letras (Fale), sendo uma vaga para área de estudo Educação e Libras e uma para Linguística. As inscrições devem ser feitas até dia 1º de junho, pelo do site da Copeve.
A processo de seleção será por meio de prova escrita e de títulos. A data prevista para a realização das provas é dia 6 de julho. O horário, local e a data da prova escrita serão divulgados em cronogramas no site da Copeve e no quadro de avisos das respectivas unidades acadêmicas em 22 de maio.
A vaga para professor assistente, na área de Educação e Libras, exige titulação mínima de mestrado; a de adjunto, na área de Linguística, doutorado. A remuneração total para os respectivos cargos é de R$ 5.945,98 e R$ 8.639,50.
As taxas de inscrição custam R$ 148,65 e R$ 215,99 para os cargos respectivos. Para mais informações acesse o edital escrito 33/2015  ou veja o vídeo em Libras .

Fonte: http://www.ufal.edu.br/noticias/2015/05/concurso-da-ufal-para-professor-na-area-de-letras-e-libras-inscreve-ate-6-de-junho

Festa de São João - Salvador / Bahia

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Usando o português ou o recurso da libras, o alfabeto manual, para fazer seu crachá. Adaptação do livro: "Projeto Pitanguá - Português - Alfabetização - 


 https://www.facebook.com/TrabalhandoComAsMaos/photos/a.417453451605853.103901.417437751607423/1013132295371296/?type=1&theater

AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA




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Estou de Luto

UFPI abre vagas para curso de licenciatura em Letras-Libras

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A Universidade Federal do Piauí abriu processo seletivo com 30 vagas no curso de Licenciatura em Letras-Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), oferecido no Centro de Ciências Humanas e Letras, em Teresina, para ingresso no 2º semestre letivo de 2015.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de maio no endereço eletrônico:

 http://copese.ufpi.br/copese/libras2015/index.php

A instituição oferece atendimento especial para pessoas com deficiência visual, auditiva ou motora, basta pedir através de um requerimento no ato da inscrição.

 http://www.surdosol.com.br/ufpi-abre-vagas-para-curso-de-licenciatura-em-letras-libras/

Sábado na #Adai ... nossa #Conferência de #Libras 2015
Todos amigos #Surdos e #ouvintes convidados!!!
Será muito especial!!!


 https://www.facebook.com/SinaisdaAlma/photos/a.649035925155917.1073741833.496911017035076/917628814963292/?type=1&theater

SURDO-MUDO OU SURDO



https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10206449039646025&set=p.10206449039646025&type=1&theater

Educação promove Curso de Libras em Contexto - PR

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O período de inscrições é de 29 de junho a 3 de julho de 2015, em horário comercial
A Secretaria de Educação de São José dos Pinhais, através do Departamento de Educação Especial – Centro de Atendimento Especializado (CAE) Dom Pedro II, realiza para o segundo semestre de 2015 o Curso de Libras em Contexto.
O curso é voltado àqueles que já concluíram o Curso Básico de Libras, principalmente profissionais da Educação, pois os conteúdos abordados contextualizarão os sinais de Libras em situações de conversação, aprofundando o conhecimento da língua, incluindo aspectos gramaticais e variações linguísticas.
O curso será ministrado pelo professor de Libras surdo Thiago de Almeida Santana, no período de 28 de julho a 8 de dezembro de 2015, com carga horária total de 60 horas e certificação.
As aulas acontecerão nas dependências da Câmara de Vereadores todas as terças-feiras, das 18h às 21 h. O período de inscrições é de 29 de junho a 3 de julho de 2015, em horário comercial. Para se inscrever é preciso apresentar o certificado do Curso Básico.
Há uma taxa de contribuição à Associação de Pais e Professores (APP) da Escola de Surdos Ilza Santos, no valor de R$ 50. As vagas são limitadas e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3398-3029.


Fonte: http://www.sjp.pr.gov.br/educacao-promove-curso-de-libras-em-contexto/

Funcionários da Secretaria de Assistência Social recebem treinamento básico de Libras - PR


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Eles estão recebendo treinamento básico da Língua Brasileira de Sinais (Libras) por meio de programa vinculado à Secretaria de Educação, Cultura e Esporte
Trinta funcionários da Secretaria de Assistência Social (SMAS) estão recebendo treinamento básico da Língua Brasileira de Sinais (Libras). A seleção, realizada através Gestão de Pessoas, da Secretaria, inclui funcionários das Proteções Especial e Básica e do Administrativo.
O curso é ofertado pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes (SMECE), por meio do Centro de Atendimento Especializado na Área da Surdez (CAES) há 6 anos, com sede na Escola Municipal Primeiro de Maio, e atende os setores públicos e privados. Segundo a Professora Daniela Liberato “O curso tem como objetivo principal a divulgação e propagação da Cultura Surda e da Linguagem de Sinais”.
A capacitação tem um tempero especial: é a presença de Alunos Instrutores Surdos, que são agentes multiplicadores da Libras e exercem papel fundamental para o sucesso do curso, dando condições aos participantes de entenderem na prática, também, a Cultura Surda. “Suas atividades são amparadas e planejadas por professoras especializadas” diz a professora Maria Claudia Lunardon.
Utilizando a Língua de Sinais, o Aluno Instrutor José  Marcelo Pereira de Miranda (12),  diz: “Gosto de ajudar e me sinto feliz”, demonstrando prazer em servir ao próximo. “Pretendemos que futuramente este trabalho seja conduzido por ex-Alunos Instrutores”, complementa Lunardon.

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Importância do curso
Este momento vivenciado pelos funcionários da Secretaria de Assistência Social tem sido de grande importância para o atendimento direto aos usuários portadores da Surdez, ”Quando não tínhamos o conhecimento muitas vezes precisávamos escrever para nos comunicar, porém nem todos, infelizmente, são alfabetizados e hoje há condições mínimas de comunicação para atender a demanda de Surdos, relata a Assistente Social, do CRAS-Ferraria, Elizandra Lencim.
Sobre o CAES
O Centro de Atendimento Especializado na Área da Surdez – CAES, destina-se ao atendimento de alunos surdos, que em função de sua perda auditiva, comunicam-se e interagem com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura, ideias, valores, principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
A finalidade do CAES é, em contraturno ao da escolarização, o ensino da LIBRAS e da Língua Portuguesa, como segunda língua (na modalidade escrita), para alunos surdos obrigatoriamente desde a educação infantil, conforme o Decreto Federal n°5626/2005.
A proposta do atendimento se faz por uma educação bilingue – Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e da Língua Portuguesa  escrita. Os alunos são agrupados por faixa etária ou nível de escolaridade, visando um maior aproveitamento do conhecimento da língua.
Formação dos professores
Quanto à formação exigida para este trabalho, de professora de apoio pedagógico e intérprete, é de professora bilíngue, ou seja: formação nível superior, curso de graduação em Letras Libras – Bacharelado, pós em educação especial, formação continuada em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, adicionais, certificado de Proficiência em Tradução e Interpretação Libras/Língua Portuguesa do Exame Nacional em Libras – PROLIBRAS/ Mec – Nível Médio, certificado de proficiência em Tradução e Interpretação Libras/Língua Portuguesa expedidos pela SEED/DEEIN/CAS-PR, declaração (intérprete ou apoio pedagógico) da FENEIS-PR (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos).
Serviço
Informações sobre o curso podem ser obtidas com o CAE pelo facebook: Área da Surdez Campo Largo ou pelo telefone: 3292-7447
As informações sobre o CAES foram fornecidas por Agna Poletto – Diretora do Departamento de Educação Especial (SMECE).


Fonte: http://www.campolargo.pr.gov.br/site/noticias/id/1901

Ele é surdo, mas isso não significa que ele não pode ter habilidades loucas.

Ele é surdo, mas isso não significa que ele não pode ter habilidades loucas . Confira este show com as mãos no meio de um jantar elegante. Deve prestar atenção!


 https://www.facebook.com/EnsinoLibras/videos/819750668094140/?pnref=story

Pais temem por fechamento de escola que atende surdos em São Bernardo do Campo / SP

Pais de alunos da escola municipal Neusa Bassetto, localizada no bairro Rudge Ramos, estão temorosos como a informação de que o colégio vai fechar em um breve futuro.
De acordo com eles, a unidade – que antes atendia cerca de 200 alunos especiais-  hoje oferece ensino apenas a 50. A Secretaria de Educação diz que não há vagas mais disponíveis. 


Uma mãe, que procurava atendimento para sua filha na unidade, foi surpreendida com a informação de que a Emebe deixou de atender novos alunos. “Escola só para surdos nós não temos mais. Temos uma que, conforme os anos vão passando, não aceitará mais nenhuma matrícula. Como a Prefeitura do município faz parte da inclusão, esse tipo de escola não comporta mais com que a Administração quer”, disse um funcionário no telefone.
A redação da TV Bernô entrou em contato com a Prefeitura de São Bernardo do Campo e aguarda um posicionamento.

Fonte: http://cotidiano.tvberno.com.br/pais-temem-por-fechamento-de-escola-que-atende-surdos-e-mudos-em-sbc-13471/

Estatuto da Pessoa com Deficiência entrará em vigor em 90 dias; veja o que muda - PIAUÍ

O governador Wellington Dias (PT) sancionou o Estatuto da Pessoa com Deficiência do Estado do Piauí, projeto da então deputada estadual Rejane Dias (PT) aprovado pela Assembleia Legislativa do Piauí no ano passado. A lei, publicada no diário oficial da última sexta-feira (15), tem prazo de 90 dias para entrar em vigor. 


O estatuto possui quase 200 artigos. Entre as várias medidas estão a inclusão de legendas e da linguagem brasileira de sinais (LIBRAS) nas campanhas publicitárias do estado. Além disso, todos os sites do governo deverão ser acessíveis para pessoas com deficiência no prazo de 12 meses. Editoras instaladas no Piauí também deverão atender a demanda com versões em braile e áudio de suas publicações. 
A impressão em braile ou em tamanho de fonte ampliado também deverá ocorrer nas faturas de água, energia elétrica e telefonia. As empresas poderão optar por fazer um cadastro de deficientes visuais. 
Outro ponto que chama a atenção é a obrigatoriedade de se fornecer cadeiras de rodas e veículos motorizados em shoppings e supermercados, para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência, além de caixas de atendimento "exclusivo e prioritário". Os estabelecimentos que não cumprirem tais medidas estarão sujeitos a punições que vão de advertência a multa. 
A nova lei garante ainda critérios de gratuidade em eventos e na inscrição para concurso público, direito à habitação, melhorias no ensino, acessibilidade e saúde, entre outros pontos. 
Alguns artigos foram vetados. Entre eles estão alguns relativos a prevenção e tratamento, estágio, reserva de empregos, e todos relativos a redução da carga horária de trabalho e ao comitê gestor estadual de políticas de inclusão das pessoas com deficiência.

http://cidadeverde.com/estatuto-da-pessoa-com-deficiencia-entrara-em-vigor-em-90-dias-veja-o-que-muda-192798

Hotéis devem melhorar acessibilidade

Ricardo Shimosakai tem projetos eficientes para organizar a acessibilidade na hotelaria, mas é preciso a aceitação do mercado 

Ricardo Shimosakai tem projetos eficientes para organizar a acessibilidade na hotelaria, mas é preciso a aceitação do mercado

De acordo com o IBGE, o Brasil tem 45,6 milhões de pessoas com deficiências. A maioria dessas pessoas estão aptas a viajar e muitas são ótimos turistas em potencial. Mas na hora de escolher um destino, o viajante com deficiência procura locais que estejam prontos para recebê-lo, com estrutura adequada e profissionais preparados a lidar com todas as situações.
A MalaPronta.com, um dos principais canais de reservas online do país, tem procurado reforçar as parcerias com hotéis adaptados e que ofereçam as melhores estruturas para os hóspedes com deficiência. O diretor geral da empresa Turismo Adaptado, Ricardo Shimosakai, que também é consultor em acessibilidade e turismo, aponta dados curiosos, outros preocupantes, e conta que o turista com deficiência representa um ótimo nicho de mercado a ser bem desenvolvido no país.
Segundo Shimosakai, o Brasil vem melhorando muito a estrutura para receber esses turistas e pode ser considerado referência quando em comparação com outros países da América do Sul, mas ainda há muito a ser feito. ”Comparando em relação aos outros países da América do Sul, o Brasil está muito bem, mas em relação à América do Norte, Europa, ainda deixa a desejar”.
O consultor aponta que os hotéis estão cada vez mais preparados para receber o turista com deficiência, mas que a velocidade de adaptação é muito lenta e que a maioria ainda não cumpre a lei que exige acessibilidade. “A Turismo Adaptado está organizando a hotelaria brasileira para o turismo acessível, identificando quais as acessibilidades que o hotel realmente possui, e prestando consultorias para adequá-los”, afirma. Ele lembra que o principal problema é a clareza de informação. “Por exemplo, alguns hotéis dizem que possuem cadeira de banho, que na verdade é uma cadeira de plástico da piscina que colocam embaixo do chuveiro – e a cadeira de banho não é isso. Para não culpar somente o mercado, também falta informação do turista com deficiência, em dizer qual a necessidade dele, para que o local consiga atendê-lo adequadamente. É isso que nós fazemos no agenciamento de viagens, verificando os desejos relacionados ao turismo, e as necessidades relacionados à deficiência, para que ele seja plenamente atendido”, explica Shimosakai.
Além da acessibilidade nos hotéis, é preciso que as cidades também estejam adaptadas em todos os sentidos. “É preciso que o transporte, atrativos turísticos, guias de turismo, restaurantes, enfim, todos os itens que compõem uma viagem sejam acessíveis”, alerta o consultor.
Bons exemplos
Ricardo Shimosakai aponta que há destinos no Brasil que estão muito bem preparados para o turismo adaptado. “Podemos citar Bonito, Foz do Iguaçu, Gramado, Natal, Rio de Janeiro, São Paulo como as cidades mais acessíveis para o turista com deficiência no Brasil”. Os destinos mais procurados são os mesmos buscados pelo turista convencional, afinal o desejo como turista é igual para todos. “Porém nós aconselhamos a pessoa a procurar lugares mais interessantes, mais prontos para recebê-los. Por exemplo, um casal de cegos nos procurou querendo ir para a Amazônia. Eu perguntei qual a razão de escolher a Amazônia, se tinha algo específico no destino, que só poderia conhecer lá, ou se estavam procurando por um destino de natureza. Pois se fosse só por conhecer a natureza, Bonito seria muito mais interessante, mais preparado para recebê-los e no final das contas mais barato, pois eles eram do Rio Grande do Sul”, exemplifica o consultor.
Mas ele lembra que o preconceito ainda existe. “Apesar de o brasileiro ser um povo muito amistoso, ainda há muito desrespeito. A pessoa com deficiência geralmente dá mais valor à forma como é tratada do que propriamente à acessibilidade”, garante. No entanto, ter uma boa estrutura e não ter um pessoal preparado não adianta. “Alguns lugares possuem plataformas elevatórias, mas que precisam ser acionadas por um funcionário. Infelizmente é muito comum que o funcionário não saiba operar o equipamento, sem contar que também a falta de manutenção provoca a inutilização do maquinário”, conta.
Por fim, o consultor em turismo adaptado lembra que “mais do que uma obrigação – pois a acessibilidade está prevista em lei, e quem não a cumpre pode sofrer penalidades – o turismo acessível é muito vantajoso”. Os números não deixam dúvidas: em todo o mundo são mais de um bilhão de pessoas com algum tipo de deficiência. Uma parte significativa delas está apta a viajar. Isso é comprovado em países desenvolvidos, que movimentam bilhões de dólares e euros anualmente com viagens nesse segmento.

 https://turismoadaptado.wordpress.com/2015/05/20/hoteis-devem-melhorar-acessibilidade/

Escolas cobram taxa ilegal para acompanhar crianças com deficiência

Elas obrigam pais de crianças com deficiência a pagar um profissional para acompanhar os meninos na sala de aula

Simone Cruz para profissional de apoio para o aprendizado de sua filha   (Foto: Stefano Martini/ÉPOCA)

Simone Cruz visitou quase uma dezena de escolas para matricular os filhos, Manuela, de 11 anos, e Gabriel, de 8. Manuela tem síndrome de Down. Gabriel tem atraso mental – ainda hoje, não fala. “Tudo é motivo de angústia para o pai de uma criança com deficiência”, diz Simone. Na primeira escola particular, a equipe não se preparou para receber Manuela. Sem estímulos adequados, a menina não teve evolução. “Olhavam para minha filha como se ela fosse uma coitada.” Na segunda, um caso de constrangimento de um aluno com Down – o garoto foi entregue aos pais sujo de urina e fezes – fez Simone desistir da escola. Na terceira, a filha não se adaptou. Agora, os irmãos estudam no Colégio Fernandes Vidal, uma escola de classe média na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Por cinco anos, o custo dos profissionais de cada um dos filhos de Simone era bancado pela escola, como prevê a lei. Com o aumento do número de crianças com deficiência, diz Simone, a coordenação repassou a cobrança de um dos profissionais para Simone – além das duas mensalidades, cerca de R$ 500 cada uma. “Como consumidora, entendo os argumentos da escola. Como mãe, sinto que, ao assumir o custo, é como se a profissional fosse a única responsável pelo desenvolvimento da Manu. Estão dando conteúdo do 1º ano para ela, sendo que a Manu está no 3o.” A escola afirmou desconhecer a lei que obriga a contratar o profissional de apoio. Diz que Simone tem desconto nas mensalidades para custear esse pagamento.
Obrigar pais a contratar um funcionário para acompanhar o filho dentro da escola é contra a lei. Um decreto de 2014 determina aplicação de multa em caso de descumprimento. Das 20 famílias ouvidas para a reportagem, todas foram discriminadas por escolas na busca por vagas – “já alcançamos a cota de deficientes”, ouviu uma mãe. Poucas quiseram se identificar e expor o problema, por medo de o filho sofrer preconceito ou algum tipo de retaliação em sala de aula. Metade teve a oferta da matrícula condicionada à contratação, com recursos próprios, do profissional de apoio. “Não aceitar a matrícula ou negociar a entrada com pagamentos extras são atos discriminatórios e devem ser punidos”, diz Martinha Clarete, diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC). O senador Romário Faria (PSB-RJ) publicou neste ano um projeto de lei (45/2015) que proíbe a já ilegal cobrança de taxa adicional para matrícula de alunos com deficiência. O projeto é um indicativo de que a prática está disseminada em todo o país. Em nota, Romário afirma: “Quem insistir com a prática de cobrar taxas acima da mensalidade deverá ressarcir os valores. O reembolso será o dobro do que foi pago em excesso”.

Infelizmente, são poucos os casos que chegam à Justiça. Do total de famílias entrevistadas, apenas duas acionaram advogados ou defensores e promotores públicos. No Estado de São Paulo, afirma o promotor João Paulo Faustinoni, são raras as denúncias contra escolas particulares. Há pais que temem que o filho sofra algum tipo de represália. Outros, diante de sucessivos nãos na jornada penosa por uma instituição, acabam cedendo às exigências descabidas da instituição que aceita. “Essas práticas são ilegais”, diz. A fiscalização de instituições, admitiu Faustinoni, também é tímida.

Ana Paula dos Anjos fazendo lição com seu filho Arthur (Foto: Stefano Martini/ÉPOCA)
Na prática, pais como Simone pagam a inclusão dos filhos. Depois de nove recusas em instituições de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, Ana Paula dos Anjos topou a exigência ilegal do Centro Integrado de Educação Moderna. Por cinco anos pagou mensalidade duplicada, em torno de R$ 1.600, para Arthur, de 8 anos. “Foi um golpe”, diz. Metade do valor arcava com o profissional de apoio. “Sei que é ilegal, mas quanto mais iria expor meu filho?” O acordo, diz, foi oficializado em um contrato paralelo. “Meu filho não aprende. Socializar é o grande negócio que estão (a escola) fazendo por você. Até hoje é uma guerra”, diz. Há poucas semanas, a escola desistiu da cobrança. “Imagino que vão pensar que exigirei menos sobre a parte pedagógica, mas não.”

Na rede pública, o drama também existe. O atendimento escolar é obrigatório entre 4 e 17 anos ou para os que não tiveram acesso na idade própria. Segundo o MEC, em 2014, foram 707.120 matrículas de alunos com deficiência na rede pública e 179.695 na privada. O valor do repasse do governo para o aluno com deficiência é 20% superior e varia entre os Estados.

De acordo com as resoluções do MEC de 2009, a escola, em parceria com a família, deve avaliar as necessidades individuais do aluno para eliminar qualquer barreira, seja física ou não, que possa prejudicar o aprendizado. É aí que pode surgir a necessidade da contratação de um profissional de apoio, “visando à acessibilidade às comunicações e à atenção aos cuidados pessoais de alimentação, higiene e locomoção”, diz a nota técnica do MEC. O profissional não tem função pedagógica em sala de aula nem substitui o professor. 

A política de educação inclusiva no Brasil é baseada no desenvolvimento individual do aluno, como parte de um grupo maior. Aprender é uma necessidade de qualquer aluno. Os ganhos educacionais somam-se aos sociais, de que cada pessoa tem habilidades e limitações distintas – uma lição para toda a vida. Mas incluir não é colocar todos juntos num mesmo espaço. A inclusão também não depende, apenas, de boa vontade, diz o professor de psicologia e escritor Yves de La Taille, da Universidade de São Paulo. Carece de recursos e de profissionais preparados, de pais ativos com coragem para dizer não às propostas ilegais das escolas e levar os casos à Justiça.

 Kely Cristina Machado, mãe de Maria Fernanda, de 7 anos, teve duas experiências na rede municipal de ensino de Volta Redonda, no Rio. Na primeira, acompanhou a filha cadeirante por quatro meses em aula, porque o profissional de apoio nunca chegou à escola Sergipe. Maria tem uma escoliose tão severa que já passou por 11 cirurgias. “Ela tinha medo de ficar com outras crianças. Dizia que ‘ser especial é ruim’.” Neste ano, Maria retornou para a rede municipal, na Miguel Couto Filho. Desta vez, a recepção da equipe pedagógica foi melhor. “É outra realidade. Maria está feliz.” Mas o profissional de apoio requisitado pela escola ainda não apareceu. Kely acionou a Defensoria Pública. A Secretaria de Educação de Volta Redonda foi procurada diversas vezes. Na primeira, informou que o profissional estava a caminho. Nesse ínterim, Kely foi procurada pela secretaria e orientada a não dar entrevista –  em uma das ligações, é possível ouvir alguém da Pasta gritando o nome da pessoa que contatou Kely. O profissional que acompanhou a filha de Kely por menos de um mês foi recolocado em outra unidade. 

Em São Paulo, o profissional de apoio para o filho de Priscila Aparecida de Assis, Nathan, de 8 anos, chegou há pouco mais de um mês à Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Abrão de Moraes, na Zona Leste. Até então, era Priscila que ajudava o filho. “A escola recebeu meu filho autista com muita disposição.” Procurada, a Secretaria Estadual de Educação informou que “nem todo espaço estará pronto, mas você precisa estar atento para remover as barreiras”.

Há ainda pais que, voluntariamente, pagam o mediador por acreditar que o desenvolvimento da criança será melhor. Nesses casos, não é crime. Outros pagam para não ir à Justiça e expor o filho. Há ainda os que defendem que a família arque com o custo, mesmo quando se trata de uma exigência da escola.

A precariedade no sistema educacional fez surgir uma demanda por profissionais de apoio na rede privada. A auxiliar terapêutica Maria (nome fictício) entrou no ramo há três anos. Um terapeuta infantil indica o trabalho de Maria e outras assistentes para os pais. Para acompanhar um garoto com síndrome de Down por meio período em uma escola particular em São Paulo, recebe R$ 1.500, sem registro. Maria ensina o menino a pegar o material escolar, a escrever o próprio nome em cima do pontilhado que ela faz na página para ajudá-lo, fica com ele em outras atividades nas aulas de que ele não participa. “Não faz sentido ele ficar em uma aula de leitura se não fala nem escreve”, diz. Não é o que preconiza o Ministério da Educação. O relatório semanal de Maria é passado ao terapeuta que atende a criança fora da escola.

Quando o profissional de apoio serve como meio para alcançar conquistas e possibilitar que os alunos de uma mesma classe caminhem juntos, a sociedade ganha. O que não pode é repassar aos pais, seja em forma de cobrança financeira ou fazendo deles acompanhantes em sala de aula, a responsabilidade pelo desenvolvimento educacional. Além de ser um contrassenso, é crime. 

 http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/05/escolas-cobram-taxa-ilegal-para-acompanhar-criancas-com-deficiencia.html

O livro Cinderela Surda é o primeiro livro de literatura infantil do Brasil escrito em língua de sinais


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O livro Cinderela Surda é o primeiro livro de literatura infantil do Brasil escrito em língua de sinais .O livro Cinderela Surda é uma versão do tradicional conto que insere elementos da cultura e identidade surda. Essa releitura inédita da história é acompanhada da escrita dos sinais (SW), ilustrações e uma versão em português. Voltada para o público surdo infantil, a obra é o resultado da pesquisa desenvolvida por Lodenir Becker Karnopp, Caroline Hessel e Fabiano Rosa.
http://www.surdosol.com.br/o-livro-cinderela-surda-e-o-primeiro-livro-de-literatura-infantil-do-brasil-escrito-em-lingua-de-sinais/

Universidade Federal do Piauí terá primeiro professor surdo da instituição

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) nomeou na manhã desta sexta-feira (15), o primeiro professor surdo da Instituição. O Prof. Me. Luiz Claudio Nobrega Ayres será docente do Curso de Letras/LIBRAS do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL). Segundo ele, essa é uma importante conquista para os surdos. 

"Irei mostrar para a Universidade que o deficiente auditivo é capaz de passar em um concurso público, porque antigamente isso era algo muito difícil. As pessoas não acreditavam que o deficiente auditivo fosse capaz de fazer parte desse ambiente acadêmico. Então, dentro de toda essa experiência que eu tive, me esforcei bastante e consegui crescer também no âmbito profissional, conseguindo minhas graduações, meu mestrado", diz.
Ele conta que hoje o deficiente auditivo necessita da comunicação dentro desses ambientes e diz que vai aproveitar essa oportunidade para compartilhar informações. Segundo o professor, a preocupação agora é em relação ao ensino, em que vai buscar incentivar os alunos do curso de LIBRAS e das demais áreas.
Luiz Claudio relembra que na época que entrou na universidade a realidade era muito diferente, com maiores dificuldades e limitações. 
Ele conta que quando começou na universidade não tinha um intérprete, a comunicação era muito difícil e eram os amigos que me ajudavam dentro da sala de aula. Ele era o único surdo dentro de uma sala repleta de ouvintes e diz que foi muito difícil conseguir a minha graduação.
"Até que com a aprovação da Lei de LIBRAS tornou-se necessária a presença de um intérprete dentro da universidade e a complicação se deu porque não haviam profissionais para estarem atuando comigo. Então tive que realizar todo um processo para encontrar esse profissional para estar comigo dentro da universidade, e que fosse capaz de me dar a segurança de que eu estava recebendo o mesmo conhecimento que os demais alunos", relata.
Para o Reitor da UFPI, Prof. Dr. José Arimatéia Dantas Lopes, é um prazer imenso estar dando posse para o primeiro professor portador de deficiência auditiva da Instituição. 
"O curso de Letras/LIBRAS é um dos mais recentes cursos implantados na Universidade. Esse curso nasceu decorrente da crescente demanda e do entendimento do Governo Federal da necessidade de uma maior inclusão social. É um prazer imenso estar hoje dando posse ao nosso primeiro professor com deficiência auditiva que irá com certeza contribuir muito para o crescimento do curso de LIBRAS na UFPI, pois até então nós só tínhamos professores ouvintes", afirmou.


Dentre os objetivos do Prof. Me. Luiz Claudio está o desenvolvimento de projetos na UFPI na área de LIBRAS. "Eu espero desenvolver projetos na Universidade, ampliar esse leque de opções, principalmente, na área de LIBRAS. Pretendo ampliar a questão dos alunos com deficiência auditiva aqui dentro da Instituição, trazer a comunidade portadora de deficiência auditiva para a Universidade e facilitar a comunicação e a divulgação de conhecimento, contribuindo para mudar o pensamento das pessoas em relação ao surdo e aumentando a inserção de outros professores surdo também".
Luiz Claudio Nobrega Ayres é Graduado em Ciências Contábeis (2002 - UNIPÊ); em Matemática (2009 - FSC/ES); em Letras/LIBRAS (2012 - UFSC); Especialista em Educação Especial e LIBRAS (2009 - IEFICAZ); e Mestre em Tradução e Interpretação de LIBRAS (2011 - RINT).

 http://cidadeverde.com/universidade-federal-do-piaui-tera-primeiro-professor-surdo-da-instituicao-192814

Contagem inaugura a primeira Central de Libras da RMBH

Iniciativa vai propiciar a comunicação e a acessibilidade da pessoa deficiente auditiva

Elias Ramos
Contagem foi o primeiro município a ter uma secretaria voltada à pessoa com deficiência e, agora, é primeiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e um dos primeiros no Estado, a ter uma Central de Libras.
A iniciativa da prefeitura, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência, Mobilidade Reduzida e Atenção ao Idoso (Sepedi), em parceria com a Associação dos Surdos de Contagem (ASC), vai possibilitar a inclusão e acessibilidade da pessoa deficiente auditiva ou surda-cega ao fornecer, de forma gratuita, o serviço de interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e/ou outros métodos assemelhados. A Central de Libras funciona na ASC, localizada à rua Riso do Prado, 198, no bairro Eldorado.
Para o vice-prefeito João Guedes, a Central de Libras marca a queda de barreiras na acessibilidade dos deficientes. "Muitos deixam de requerer seus direitos devido à falta de informação, pois não conseguem se comunicar da forma adequada. A central vai ajudar a inseri-los na sociedade".
De acordo com o secretário da Pessoa com Deficiência, Mobilidade Reduzida e Atenção ao Idoso, Hamilton Lara, a central vem atender a uma demanda antiga dos deficientes. Segundo ele, ao assumir a Sepedi um dos objetivos foi levantar as demandas reprimidas para tentar contemplá-las. "Sensibilizamos o prefeito no sentido de conveniar com a ASC, para montar a central e atender, principalmente, os deficientes auditivos do município. Mas não vamos parar por aqui. Nosso objetivo é integrar todas pessoas com deficiência na comunidade".
O presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcelo Lino, destacou a necessidade de prestigiar e dar voz à Língua Brasileira de Sinais, que é a identidade da comunidade surda e como se conhecem e reconhecem. "Hoje estamos dando um passo importante na nossa história, no sentido de consolidar as políticas de atendimento da pessoa com deficiência no município. A central é um espaço que dá autonomia ao surdo e o possibilita usufruir daquilo que lhe é direito. Contagem sai à frente numa atitude inovadora e corajosa".
A história da associação foi lembrada pelo vereador Arnaldo de Oliveira. Ele ressaltou a dedicação e esforço da diretoria e associados que vêm alcançando conquistas e ocupando seu espaço ao longo dos anos. "Hoje a celebração de implantação da Central de Libras é um marco para a administração Carlin Moura em nossa cidade. Parabenizo o empenho de todos que acreditaram, se envolveram e se empenharam para tornar o projeto uma realidade, que vai mudar a vida das pessoas deficientes surdas do nosso município".
O presidente da Associação dos Surdos de Contagem, Daison Andrade, relatou que a sede construída em novembro de 1988 atendeu a uma necessidade de criar um espaço para os surdos se encontrarem e, hoje, ela é uma referência na RMBH. Segundo ele, a associação trabalha para romper essas barreiras de comunicação. "Por vezes, acontece dos pais de um deficiente auditivo rotularem o filho de levado ou indisciplinado por não conseguirem estabelecer uma comunicação direta com ele. Aqui nós orientamos e auxiliamos as famílias a fazerem esta conexão e incentivamos a inserção social destas pessoas", destacou.
"Sinto um grande orgulho de Contagem ser o primeiro município a implantar uma Central de Libras. Precisávamos desta referência. Isso é motivo de muita honra e felicidade para todos nós", afirmou a deficiente auditiva, instrutora de Libras e moradora do bairro Santa Cruz, Marina Teles.
Segundo ela, muitas vezes, os surdos, encontram dificuldades, assinam papéis em bancos sem saber ao certo o que estão assinando. "Ficávamos deduzindo. Agora, com esta possibilidade de comunicação, nós estamos mais tranquilos".
Central de Libras
A central disponibiliza intérpretes, em local e horário, previamente agendados, para acompanhar pessoas deficientes auditivas em hospitais, tribunais, delegacias e outros locais de atendimento público. Além disso, é possível fazer o atendimento virtual, já que o local é equipado com terminais de computador e webcam, o que possibilita a utilização, online, da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
A coordenadora da Central de Libras, Marina Santos Braga, explicou que os interessados em utilizar o serviço devem efetuar o cadastro, gratuito, na associação, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Para o cadastro é necessário apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de endereço, audiologia ou cartão benefício, emitido por um órgão público, ou um documento médico que ateste a deficiência auditiva.
O serviço pode ser solicitado pessoalmente na sede da ASC ou pelos e-mails/skype centraldelibrascontagem1@outlook.com e centraldelibrascontagem2@outlook.com. Caso o deficiente auditivo possua um amigo ou familiar ouvinte para auxiliá-lo, pode efetuar o agendamento também pelo telefone 31 2567-7741. As solicitações de acompanhamento devem ser efetuadas com pelo menos 24 horas de antecedência, para que possamos agendar o intérprete.
Acessibilidade
Além da Central de Libras, a Prefeitura de Contagem, por meio da Sepedi, realiza o Programa Sem Limite que transporta pessoas com deficiência com restrição motora grave para atendimentos médicos, escolas e fisioterapia. São, 25 vans custeadas pelo município que fazem o atendimento a mais de 200 cadeirantes em vulnerabilidade social.
Serviço:
Central de Libras de Contagem
Local: Associação dos Surdos de Contagem (rua Riso do Prado, 198, no bairro Eldorado)
Horário: 8h às 17h – segunda a sexta-feira
Informações: e-mails/skype centraldelibrascontagem1@outlook.com e centraldelibrascontagem2@outlook.com.

Bate-papo em Libras
Dia: sempre às sextas-feiras, às 19h

Local: Associação dos Surdos de Contagem (rua Riso do Prado, 198, no bairro Eldorado)

 http://www.contagem.mg.gov.br/?materia=775889

PROVA ADAPTADA? SIM OU NÃO




9. Como os alunos de inclusão devem ser avaliados?

De acordo com os próprios avanços e nunca mediante critérios comparativos.Os professores devem receber formação para observar e considerar o desenvolvimento individual, mesmo que ele fuja dos critérios previstos para o resto do grupo. Quando o estudante acompanha o ritmo da turma, basta fazer as adaptações, como uma prova em braile para os cegos.

 https://www.facebook.com/AdaptacoesPedagogicasParaEducacaoEspecial/photos/a.150048248482268.33966.150044501815976/492311434255946/?type=1&theater

Livro de catequese para surdos é lançado na Diocese de Limeira

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O livro “Catequese Especial para Surdos: conhecer Jesus”, da Editora Santuário, foi lançado neste sábado (16/05) na Basílica Santuário Santo Antônio de Pádua, em Americana/SP.
O lançamento contou com a presença de uma das autoras do livro, Ir. Marta Maria Barbosa, INSC, que na ocasião falou sobre a alegria de vivenciar o lançamento da obra,” um material que irá proporcionar uma catequese que levará aos surdos conhecer Jesus, tornando-os discípulos missionários junto aos seus irmãos”.
Para Dom Vilson Dias de Oliveira, DC, bispo diocesano de Limeira e referencial da Catequese no regional Sul 1,” a obra deve contribuir para que os surdos tenham participação mais ativa na Igreja, testemunhando sua fé na sociedade”.

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O evento também contou com a presença do Pe. Fabio Evaristo – Diretor da Editora Santuário, Pe. Pedro Leandro Ricardo, Reitor da Basílica, de Daniela Klemp (Pastoral dos Surdos) e dos catequistas do Regional Sul 1 presentes na ocasião.

Marco Antonio Erbeta
Assessoria de Imprensa
Diocese de Limeira

Fonte: http://diocesedelimeira.org.br/livro-de-catequese-para-surdos-e-lancado-na-diocese-de-limeira/

Funcionário surdo de oficina é morto a tiros por não responder a bandido


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 Marcos Paulo da Costa, 38 anos, era surdo e não teria respondido ao criminoso que chegou ao local perguntando pelo proprietário da oficina, em Viamão/RS.
A polícia investiga um cruel assassinato ocorrido na manhã desta terça, em uma oficina mecânica da Rua Amazonas, Bairro Santa Isabel, em Viamão. Marcos Paulo Pinheiro da Costa, 38 anos, foi morto com pelo menos cinco disparos. Ele era funcionário do estabelecimento.
De acordo com testemunhas, o homem era surdo e não conseguiu responder a pelo menos um atirador, que chegou ao local em um carro, por volta das 9h. O criminoso teria perguntado pelo proprietário da oficina, mas o seu suposto alvo havia sido hospitalizado na véspera. Como o funcionário não respondia, acabou alvejado pelos disparos.
O criminoso fugiu em um carro ainda não identificado. O caso é apurado pela Delegacia de Homicídios de Viamão.

Fonte: http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/policia/noticia/2015/05/funcionario-de-oficina-e-morto-a-tiros-em-viamao-4763826.html

Do filme: A Família Bélier

Sinopse e detalhes

Não recomendado para menores de 12 anos.

Paula (Louane Emera) é uma adolescente francesa que enfrenta todas as questões comuns de sua idade: o primeiro amor, os problemas na escola, as brigas com os pais... Mas a sua família tem algo diferente: seu pai (François Damiens), sua mãe (Karin Viard) e o irmão são surdos e mudos. É Paula quem administra a fazenda familiar, e que traduz a linguagem de sinais nas conversas com os vizinhos. Um dia, ela descobre ter o talento para o canto, podendo integrar uma escola prestigiosa em Paris. Mas como abandonar os pais e os irmãos? 

 http://www.adorocinema.com/filmes/filme-214860/

https://www.facebook.com/grahamhill.moura/videos/833787393375563/?pnref=story

Vereadora quer intérprete de Libras em eventos locais

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O objetivo, segundo ela, é exigir que esse profissional esteja em todos os eventos municipais promovidos pela prefeitura e Câmara
GOVERNADOR VALADARES – A vereadora Iracy de Matos (Solidariedade) apresentou durante as reuniões ordinárias do mês de maio, na Câmara de Governador Valadares, dois projetos que visam à inclusão social de pessoas surdas. O primeiro é o projeto de lei 048/2015, que dispõe sobre a disponibilização de tradutor e intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todos os eventos públicos oficiais realizados pelo Poder Executivo.
Além disso, há um projeto de resolução que também tramita na Casa o qual institui no âmbito da Câmara a disponibilização de tradutor e intérprete de Libras nas reuniões ordinárias, extraordinárias, especiais, preparatórias e solenes, bem como nas audiências públicas do poder Legislativo Municipal. Iracy contou que o município não conta diariamente com esse tradutor em eventos públicos. “Atualmente, no município não existe a presença do tradutor e intérprete de Libras nas reuniões e audiências públicas realizadas na Câmara. Nas conferências e nos seminários realizados pelo poder Executivo, muito embora tenha ocorrido a presença desse profissional, não há uma lei que obrigue que isso ocorra sempre. Muitas vezes a ausência desse profissional nesses eventos e reuniões coloca a comunidade surda em situação vexatória, por não compreenderem os assuntos discutidos e nem poderem participar das discussões”, disse.
O objetivo, segundo a parlamentar, é exigir que esse profissional esteja em todos os eventos municipais promovidos pela prefeitura e Câmara. “Os dois projetos têm por objetivo garantir por lei a presença do profissional tradutor e intérprete de Libras durante as conferências e seminários realizados pela administração pública municipal e nas reuniões ordinárias, extraordinárias, especiais, preparatórias e solenes, bem como nas audiências públicas realizadas na Câmara. Dessa forma, ficará assegurado um importante mecanismo de ampliação da inclusão social das pessoas surdas, permitindo que esse segmento possa acompanhar e participar das discussões e decisões políticas em Valadares.”
A vereadora comentou como anda o processo desse projeto na Câmara. “O projeto foi apresentado e passará por três comissões: Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO) e Comissão de Serviços Públicos Municipais (CSPM). Se for aprovado, irá a plenário para ser votado”, explicou, afirmando que espera a aprovação pelos vereadores. “Como se trata de inclusão da pessoa surda, acredito que os projetos de lei contarão com o apoio dos nobres colegas vereadores”, concluiu.

Fonte: http://www.drd.com.br/news.asp?id=50089800034115610000#ixzz3adhysIVt

ATUAÇÃO DO INTÉRPRETE DE LIBRAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE INTEGRAL


OPORTUNIDADE IMPERDÍVEL!
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Mande um e-mail para: eduarda@singularidades.com.br ou ligue para (11) 3035-5445


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Escolas não podem rejeitar alunos com deficiência. Conheça regras

Escolas não podem rejeitar alunos com deficiência. Conheça regras

Você sabia que o gestor escolar que se recusa a matricular um aluno com deficiência pode ser punido com multa de três a 20 salários mínimos? A Lei nº 12.764/2012, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, prevê a punição.
E tem mais: O valor da multa deve ser calculado tomando como base o número de matrículas recusadas pelo gestor, as justificativas apresentadas e a reincidência. A regra está no decreto nº 8.368/2014, que regulamenta a lei.
Nesta semana, a Revista Época fez uma matéria denunciando que a lei é descumprida. Um dos problemas é que nem todas as escolas recusam o aluno, mas obrigam os pais a pagar taxas excedentes. Algumas aceitam que os pais paguem um profissional que vai auxiliar o aluno. Quem tem recursos financeiros, acaba pagando.
Na tentativa de complementar essa regra, o senador Romário apresentou o projeto de Lei nº 45/2015, que proíbe a cobrança de taxa adicional para alunos com deficiência física ou intelectual em escolas particulares. A proposta também estabelece que os pagamentos feitos acima do valor da mensalidade sejam ressarcidos. O reembolso deve ser o dobro do que foi pago em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais.
O projeto determina ainda que as instituições elaborem uma planilha com os custos da manutenção e desenvolvimento do ensino para assegurar que nenhuma taxa extra seja cobrada. As escolas também devem garantir a educação inclusiva no projeto político e pedagógico, com o intuito de atender as necessidades específicas dos alunos e promover adaptações necessárias.
O que diz a lei:
Lei nº 12.764/2012
O gestor escolar, ou autoridade competente, que recusar a matrícula de aluno com transtorno do espectro autista, ou qualquer tipo de deficiência, será punido com multa de 3 (três) a 20 (vinte) salários-mínimos.
Decreto nº 8.368/2014
O valor da multa será calculado tomando-se por base o número de matrículas recusadas pelo gestor, as justificativas apresentadas e a reincidência

http://www.romario.org/news/all/escolas-nao-podem-rejeitar-alunos-com-deficiencia-conheca-regras/

Nunca mais vai usar cotonetes

Com toda certeza essa não é a primeira notícia que você relacionada à esse tema, mas se por um acaso for, preste bem atenção nela. A prática do uso do cotonete esta completamente relacionada a higiene na casa das pessoas do mundo inteiro, porém faz muito desde que os médicos do mundo inteiro estão alertando sobre este procedimento.
As pessoas ao passarem o cotonete no interior do ouvido acreditam que estão contribuindo positivamente para o higiene do corpo, porém não é exatamente isso que está acontecendo. Se você não sabe, a cera, que muitos pensam ser sujeira, é uma camada para revestir nosso ouvido e protege-lo de todos os perigos do dia-a-dia.
Então se você tem esse costume, tome cuidado, pois ao invés de limpar você pode estar desprotegendo seu ouvindo e empurrando cera para o interior dele. Então ao usar o cotonete use sempre somente na parte exterior do ouvido.

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http://quenovidades.com/?p=84

A ATUAÇÃO DE INTÉRPRETES DE LÍNGUA DE SINAIS EM CONTEXTOS MÉDICO-HOSPITALARES E ATENDIMENTOS CLÍNICOS

http://projetointertrad.wix.com/tils

TCESP disponibiliza telefones para portadores de necessidades especiais


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SÃO PAULO – O Tribunal de Contas de Estado de São Paulo (TCESP) instalou 2 (dois) telefones públicos para atender pessoas Portadoras de Necessidades Especiais (PNE). Os equipamentos, disponibilizados no hall de acesso do prédio sede, são direcionados às pessoas com deficiência auditiva ou que utilizam cadeira de rodas.
A medida, segundo o Tribunal de Contas, visa garantir que os usuários tenham acessibilidade ao sistema de telefonia pública, garantindo um modo de se comunicar de forma independente.
Um dos aparelhos instalados, voltado a atender pessoas com deficiências auditivas, permite que o usuário transmita e receba informações por meio de mensagens de texto, que são digitadas em um teclado alfanumérico e visualizadas em uma tela. A transferência de dados acontece em tempo real, semelhante ao que ocorre em ‘chats’ e mensagens de texto.
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O segundo equipamento está disposto à distância de 60 centímetros do solo e tem como finalidade promover acessibilidade aos portadores de necessidades especiais cadeirantes.

Fonte: http://www4.tce.sp.gov.br/6524-tcesp-disponibiliza-telefones-para-portadores-de-necessidades-especiais

Ignorar a perda auditiva pode levar ao isolamento e à depressão


Surdez já afeta mais de 10 milhões de brasileiros, segundo o IBGE.

 Perceber e aceitar a perda auditiva não é uma atitude fácil. Seja jovem ou idoso, a constatação de que já não se ouve bem é sempre ruim. Por isso, é preciso derrubar as barreiras contra o preconceito que os próprios deficientes auditivos têm a respeito do uso de aparelhos auditivos.

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É comum encontrarmos nas ruas pessoas usando óculos, sem problema algum quanto à deficiência visual. No entanto, apenas 40% das pessoas com perda auditiva reconhecem que ouvem mal. A falta de informação quanto à modernidade das próteses auditivas atuais faz com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência.

"Não há demérito algum em usar aparelho auditivo. Atualmente, existem diversos tipos de aparelhos, com tecnologia digital, pequenos e quase imperceptíveis, que não ofendem a vaidade de quem os usa. Alguns ficam até mesmo invisíveis, pois são colocados dentro do canal auditivo. Por que então não fazer uso dessa tecnologia para ouvir melhor, sentindo-se mais confiante para conversar com familiares, amigos e colegas de trabalho? O uso do aparelho contribui para melhorar a autoestima e a qualidade de vida", afirma a fonoaudióloga Isabela Carvalho.
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O que geralmente as pessoas não percebem é que a perda auditiva prejudica também o aspecto psicológico e social. Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A privação sensorial causada pela perda auditiva gera um isolamento social devastador, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

"A família é fundamental no processo de aceitação da perda auditiva e na recuperação, no resgate dos sons, pois o deficiente auditivo que não usa próteses passa a se isolar, primeiramente, da vida social e, depois, dos familiares. Alguns dos sintomas mais comuns na surdez são irritabilidade e agressividade", destaca a fonoaudióloga.
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À medida em que você envelhece, as células ciliadas da orelha interna começam a morrer, mas há pessoas que perdem a audição mais cedo e mais rápido do que outras. Muitos começam a sentir dificuldades para ouvir quando estão na faixa etária dos 30 a 40 anos; e pesquisas revelam que quase a metade da população deficiente auditiva ainda é economicamente ativa.

"Quando a indicação é o uso de aparelho auditivo, alguns se sentem punidos por isso. Infelizmente, muitas vezes, quando a pessoa procura tratamento, o caso já ficou mais grave. Com o decorrer dos anos, a deficiência atinge um estágio mais avançado", explica Isabela Carvalho.
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Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, o melhor é procurar um médico otorrinolaringologista para avaliar a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado dos testes, como o de audiometria, será indicado o tratamento mais adequado. O uso do aparelho auditivo é o suporte necessário nesses casos. 

 http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--220-20150326

Simpósio Caminhos da Inclusão!

Já começou as inscrições do Simpósio Caminhos da Inclusão! São gratuitas e pelo e-mail: jmary@bioqmed.ufrj.br

Não perca essa oportunidade!


 https://www.facebook.com/celib.ufv/photos/a.493506770705124.1073741828.493503420705459/833320976723700/?type=1&theater

Atleta do tênis de mesa conquista duas medalhas no Brasileiro de Surdos


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A atleta da Fundação Municipal de Esporte e Lazer/Associação Itajaiense de Tênis de Mesa, Maria Fernanda Costa, de 13 anos, conquistou duas medalhas no Campeonato Brasileiro de Surdos, no último sábado (16), em Joinville.
A competidora que treina diariamente conquistou o segundo lugar individual e a terceira posição na dupla, quando competiu ao lado de seu parceiro do Rio de Janeiro, Rômulo Inácio, de 24 anos.
De acordo com a treinadora, a atleta era a mais nova da competição, e mesmo com a pouca idade, jogou com garra e determinação contra adversários mais experientes. Nanda, como sua técnica o chama, é surda e possui síndrome de down. Ela enfrentou todos os demais competidores, que eram somente surdos e com idade a partir de 15 anos.
“Maria Fernanda é muito dedicada nos treinos, e possui uma vibração durante os jogos que faz todos que assistem vibrarem junto com ela. Mesmo mais jovem que os adversários, não se assustou em nenhum momento, sendo que em todos os seus jogos ela lutou até o final e jogou de igual para igual”, disse a técnica.
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O próximo desafio da atleta será o Brasileiro de Tênis de Mesa no Rio de Janeiro entre os dias 27 a 31 de maio. Nesta competição, ela disputa a categoria de deficiente intelectual, tanto no individual como na dupla ao lado de sua parceira também síndrome de down Pamela Boell.
___________________
Informações adicionais:
Suéllen Batista – técnica de tênis de mesa
Telefone: (47) 9617-5065

Fonte: http://www.itajai.sc.gov.br/noticia/12016/atleta-do-tenis-de-mesa-conquista-duas-medalhas-no-brasileiro-de-surdos-#.VVoSkflVikp

UFF abre concurso para o ensino de Libras


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As inscrições para concurso de Professor de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) na Universidade Federal Fluminense estão abertas. No Concurso Público, destinado à contratação de Professores Adjuntos para as unidades de Niterói, Campos dos Goytacazes, Macaé e Volta Redonda, os interessados poderão se candidatar entre 30 de abril a 27 de maio de 2015. As inscrições podem ser feitas pelo site www.sistemas.uff.br.
Os candidatos precisam ter graduação em Letras, Pedagogia ou Fonoaudiologia, com certificação de proficiência em Libras (nível superior-MEC) expedida pela PROLIBRAS ou FENEIS, além de Mestrado com pesquisa em Libras. Nessa etapa, a taxa a ser paga é de R$ 170,00.
As vagas oferecidas inicialmente são para as áreas de Finanças (1), Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícola e Instalações Agroindustriais (1), Sensoriamento Remoto e Modelagem de Grandes Sistemas (1), Engenharia Elétrica: Eletrônica (1), Engenharia Elétrica: Circuitos (1), Engenharia Elétrica: Sistemas Elétricos de Potência (1), Engenharia Elétrica: Energia (1), Pensamento Social Brasileiro, Justiça Criminal e Segurança Pública (1), Microeconomia (1), Marketing e Mídias Digitais (1), Língua Brasileira de Sinais (9), Perspectivas Empíricas em Justiça Criminal e Segurança Pública (1), Doenças Infecciosas de Animais Domésticos (1), Anestesiologia (1), Teoria Microeconômica (1), Administração Geral (1), Métodos Quantitativos Aplicados (1), Materiais Cerâmicos Avançados (1), Materiais Cerâmicos Tradicionais (1), Materiais Poliméricos (1), Física/Modelagem Computacional (1), Matemática Aplicada (2), Química (1) e Álgebra, Álgebra Linear, Análise e Equações Diferenciais Ordinárias (1).
Os salários serão pagos conforme a jornada de 20h, 40 horas semanais ou de Dedicação Exclusiva, podendo variar entre R$ 2.752,60 e R$ 8.344,64, compostos de vencimento básico e retribuição por titulação (doutorado).
As inscrições iniciais foram recebidas com o recolhimento da taxa no valor de R$ 75,00, R$ 150,00 ou R$ 230,00, conforme a carga horária a ser cumprida.
As provas para classificar os candidatos são de conteúdo, didática e avaliação de currículo. Esse certame valerá por um ano, a contar de sua homologação, com possibilidade de ser prorrogado pelo mesmo período.
Confira o edital de abertura e os documentos de retificação e alteração no site da Universidade, ou nas edições do Diário Oficial da União.

 http://www.surdosol.com.br/uff-abre-concurso-para-o-ensino-de-libras/

Palestra: "Contexto atual das Políticas Públicas voltadas para a Educação de Surdos".


Acontecerá no próximo dia 23/05 (sábado), das 14h às 18h, no Auditório da Faculdade Uniron, no Porto Velho Shopping. As Inscrições serão feitas somente no local. Direito a Certificado. INSCRIÇÕES GRATUITAS. Acessível em Libras.

Coordenação: Profª Neide Alexandre do Nascimento

Realização: Faculdade Uniron
Pós-Graduação em Libras e Educação de Surdos

Apoio: Projeto Açaí com Libras - ASRO - Missão Surda da Madureira
 
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=917153598340943&set=gm.417679088392893&type=1&theater
 

LIBRAS será tema do encontro do “Voluntariado Jovem” neste sábado

Voluntariado jovem[1] 

A Prefeitura de Sorocaba promove neste sábado (23), das 14h às 18h, o segundo encontro do Programa “Voluntariado Jovem” na Secretaria do Desenvolvimento Social (Sedes). Neste dia, os sessenta participantes serão capacitados sobre conhecimentos básicos de LIBRAS, a linguagem brasileira de sinais, com a instrutora Aline Marchetti, da entidade Integra – Profissionalização e Sociabilização do Deficiente Auditivo de Sorocaba.
Durante o encontro, Aline Marchetti vai fazer uma apresentação teórica aos jovens sobre LIBRAS, explicar sobre a deficiência auditiva e a importância de se aprender esta que é a linguagem oficial de sinais no Brasil, tornando possível a inclusão social.
A instrutora da Integra ainda vai dar uma aula prática sobre a linguagem de sinais, mostrando a eles os sinais mais utilizados, como os cumprimentos básicos – bom dia, boa tarde, boa noite -, como pedir água e utilizar um banheiro, por exemplo. Ao final, os jovens ganharão uma apostila sobre Libras.
Realizado pela Coordenadoria da Juventude da Secretaria do Desenvolvimento Social (Sedes), o programa visa ampliar as fronteiras na formação do voluntário, inclusive estimulando o protagonismo juvenil, a relação de convivência e fraternidade, favorecendo a troca de novas visões do mundo, e fazendo com que estas possibilidades e habilidades possam ser aplicadas nas ações do poder público junto à comunidade.
Além disso, o “Voluntariado Jovem” oferece oportunidade aos participantes de terem contato com profissionais de diversas áreas e conhecer suas experiências, recriando um cenário no qual os participantes desempenham um papel articulador com a sociedade, cujo maior benefício é o desenvolvimento humano.
A Sedes está localizada na Rua Santa Cruz, 116, no Centro, próximo ao Terminal São Paulo. Mais informações pelo telefone (15) 3219.1920.
Sobre o Voluntariado Jovem
Até novembro, serão realizados encontros mensais nos quais os participantes receberão noções de cidadania, ética, legislação, marketing, recreação e lazer. Uma vez incluído no programa, o voluntário deverá ser assíduo aos encontros e ter participação efetiva nas atividades. A cada voluntário serão fornecidos passe social e lanche para cada encontro. Ao final, também será dado um certificado de participação.
Para participar, o jovem deve ter idade a partir de 15 anos, sendo que os menores de 18 anos necessitam da inscrição autorizada pelos pais ou o responsável legal; estar cursando o último ano ou ter concluído o Ensino Fundamental; além de ter disponibilidade aos finais de semana para comparecer aos encontros mensais realizados aos sábados, das 14h às 18h, e, eventualmente, atuar em eventos e ações da Secretaria do Desenvolvimento Social, como o Ocupação Jovem e o Férias Quentes.

Fonte: http://www.sorocaba.sp.gov.br/portal/noticias/libras-sera-tema-do-encontro-do-voluntariado-jovem-neste-sabado