RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Apoiada pela mãe, faixa branca desafia judoca campeã olímpica: “Superá-la”

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Beatryz, de 10 anos de idade, é deficiência auditiva e ao assistir Sarah Menezes a TV afirmou que iria ser medalhista olímpica. Sonho tem incentivadora de peso
Ainda bem que existem pessoas como Maria Aparecida. Esforço e garra que incentivam a filha Beatryz, de 10 anos, a praticar judô e se espelhar na campeã olímpica Sarah Menezes. Aos dois anos de idade, uma meningite acabou fazendo com que a filha de Maria Aparecida não desenvolvesse a fala. Única da sua turma com deficiência auditiva, a pequena judoca se destaca pela inteligência, esforço e o espírito de competição. Apoiada pela mãe e com o desejo de ser heroína, Beatryz quer superar a medalhista de ouro de Londres 2012. Rolou até um desafio entre as duas, em Teresina.
O treino só inicia às 18h30, mas duas horas antes o quimono já está dobrado, amaciado com toque de carinho de Maria Aparecida. A ansiedade de Beatryz em sair de casa é visível. O objetivo dela é ser melhor do que Sarah Menezes. E para isso a mãe já fez o alerta que vai ser preciso muito treino. Então, é bom seguir os conselhos.
– Ela descobriu o judô com a Sarah, disse que era muito boa e que queria ser igual a ela, mas que depois iria tirar ela de cena, tomar o lugar dela. É uma empolgação para lutar. No início, fiquei preocupada de como seria o relacionamento dela com as outras crianças, mas ela tem uma percepção muito boa de movimento. Vejo que ela tem potencial – revela a mãe.

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A alegria da primeira aula permanece a cada treinamento, dividido três vezes por semana. E o primeiro contato com a campeã olímpica veio logo após a afirmação: “Vou ser igual a ela”. Do técnico, o atestado de que a faixa branca começou apresentando um belo potencial.
A atenção e o esforço vão ser primordiais para alcançar o objetivo pessoal dela. Sarah Menezes até iniciou uma brincadeira com Beatryz aceitando o desafio, mas facilitou e a pequena judoca não gostou nada da “colher de chá” da campeã olímpica. Em Teresina, Sarah revelou que momentos como esse lhe dão mais concentração para as lutas, além de melhorar o lado emocional. Os treinos com crianças, segundo a judoca, trazem tranquilidade na hora das competições.
– Vejo isso muito positivo para mim porque é uma motivação a mais para eu treinar alegre, feliz, descontraída, fazendo o meu trabalho sério e ao mesmo tempo me divertindo – confessou a campeã olímpica.
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Os próximos encontros com Beatryz, em Teresina, acontecem no apertado calendário de Sarah, que está com a seleção brasileira no Grand Slam de Baku, no Azerbaijão, antes do Pan-Americano do Canadá. A judoca será poupada para os treinamentos de campo no Japão.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/pi/judo/noticia/2015/05/apoiada-pela-mae-faixa-branca-desafia-judoca-campea-olimpica-supera-la.html

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