RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Ignorar a perda auditiva pode levar ao isolamento e à depressão


Surdez já afeta mais de 10 milhões de brasileiros, segundo o IBGE.

 Perceber e aceitar a perda auditiva não é uma atitude fácil. Seja jovem ou idoso, a constatação de que já não se ouve bem é sempre ruim. Por isso, é preciso derrubar as barreiras contra o preconceito que os próprios deficientes auditivos têm a respeito do uso de aparelhos auditivos.

Reprodução


É comum encontrarmos nas ruas pessoas usando óculos, sem problema algum quanto à deficiência visual. No entanto, apenas 40% das pessoas com perda auditiva reconhecem que ouvem mal. A falta de informação quanto à modernidade das próteses auditivas atuais faz com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência.

"Não há demérito algum em usar aparelho auditivo. Atualmente, existem diversos tipos de aparelhos, com tecnologia digital, pequenos e quase imperceptíveis, que não ofendem a vaidade de quem os usa. Alguns ficam até mesmo invisíveis, pois são colocados dentro do canal auditivo. Por que então não fazer uso dessa tecnologia para ouvir melhor, sentindo-se mais confiante para conversar com familiares, amigos e colegas de trabalho? O uso do aparelho contribui para melhorar a autoestima e a qualidade de vida", afirma a fonoaudióloga Isabela Carvalho.
Reprodução
Reprodução


O que geralmente as pessoas não percebem é que a perda auditiva prejudica também o aspecto psicológico e social. Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A privação sensorial causada pela perda auditiva gera um isolamento social devastador, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

"A família é fundamental no processo de aceitação da perda auditiva e na recuperação, no resgate dos sons, pois o deficiente auditivo que não usa próteses passa a se isolar, primeiramente, da vida social e, depois, dos familiares. Alguns dos sintomas mais comuns na surdez são irritabilidade e agressividade", destaca a fonoaudióloga.
Reprodução


À medida em que você envelhece, as células ciliadas da orelha interna começam a morrer, mas há pessoas que perdem a audição mais cedo e mais rápido do que outras. Muitos começam a sentir dificuldades para ouvir quando estão na faixa etária dos 30 a 40 anos; e pesquisas revelam que quase a metade da população deficiente auditiva ainda é economicamente ativa.

"Quando a indicação é o uso de aparelho auditivo, alguns se sentem punidos por isso. Infelizmente, muitas vezes, quando a pessoa procura tratamento, o caso já ficou mais grave. Com o decorrer dos anos, a deficiência atinge um estágio mais avançado", explica Isabela Carvalho.
Reprodução


Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, o melhor é procurar um médico otorrinolaringologista para avaliar a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado dos testes, como o de audiometria, será indicado o tratamento mais adequado. O uso do aparelho auditivo é o suporte necessário nesses casos. 

 http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--220-20150326

Nenhum comentário:

Postar um comentário

COMENTE AQUI NO BLOG!!!
SEU COMENTÁRIO FAZ TODA DIFERENÇA!!!

Um comentário é o que você pensa, sua opinião, alguma coisa que você quer falar comigo.

BJOS SINALIZADOS.