RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Deficiência auditiva na literatura


I ÓRUM DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE NA PERSPECTIVA GESTO VISUAL


ASABC - Associação de Surdos do Grande ABC

https://www.facebook.com/asabcdiretoria/photos/a.1637069946519965.1073741831.1637039953189631/1827403497486608/?type=3&theater

Qual sua opinião sobre Libras ?!



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Como cegos e surdos curtem o cinema

Unifesp (Campus Diadema) recebe no dia 12 de dezembro o I Encontro dos Surdos com as Ciências (ESC).

Unifesp (Campus Diadema) recebe no dia 12 de dezembro o I Encontro dos Surdos com as Ciências (ESC).

Confira a programação: http://www.dmais-revista.com.br/?p=2523

#Unifesp #Universidade #Encontro #Surdos
https://www.facebook.com/revistadmais/photos/a.341273366060752.1073741827.325589394295816/475386509316103/?type=3&theater

Primeira turma de capacitação em Libras da Polícia Militar da Bahia

Aula de Libras iniciou no dia 24 de novembro de 2015 em Vitória da Conquista.

Demos início ao curso da primeira turma de capacitação em Libras da Polícia Militar da Bahia.
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Mais um avanço nas políticas de inclusão do nosso município. Além disso, vale ressaltar que esse curso aconteceu com a aceitação do Major Berlink, do apoio da Soldado Bittencourt, da parceria e do apoio que a prefeitura de Vitoria da conquista, em nome do prefeito Guilherme Menezes e do secretário de educação, Valdemir Oliveira Dias, ao coordenador da Juventude, Rudival Maturano e aos demais membros oficias da polícia. Este é o resultado de muito esforço e podemos sempre contar o apoio do governo participativo.

AufAckVlcdXMS7FlGoXFQoE3Ot7jiuGo1QkJ2flMWmFj“Me sinto honrado por participar desse curso como ministrante e será uma satisfação passar meus conhecimentos da minha língua, a Libras, para os oficiais da PM.” Magno Prates, professor de Libras.

http://www.surdosol.com.br/primeira-turma-de-capacitacao-em-libras-da-policia-militar-da-bahia/

Unifesp promove evento exclusivo para a comunidade surda

o próximo dia 12 de dezembro, acontece o I Encontro dos Surdos com as Ciências (ESC) na Universidade Federal de São Paulo – Campus Diadema (Departamento de Ciências Exatas e da Terra).

O intuito do projeto é promover a acessibilidade à comunidade surda para que possam conhecer as atividades realizadas nos laboratórios da universidade nas áreas de Ciências.
O evento é voltado para pessoas com deficiência auditiva, em Libras, mas haverá vagas para os ouvintes com interpretação em Português. As vagas são limitadas, por isso os interessados devem entrar em contato com a comissão organizadora pelo e-mail esc.unifesp@gmail.com.
Informações:
Data: 12/12/2015
Horário: 14:00 às 18:00
Local: Unifesp – Diadema: Rua Rua São Nicolau, 210 – Centro – Diadema.
Programação: 
13: 00   Credenciamento
14:00 Abertura
14:05 Apresentação da Unifesp e do campus Diadema
14:15 Apresentação da Revista D+
14:30 Divulgação dos projetos da Unifesp – Diadema para a comunidade surda.
15:00 Atividades experimentais de Biologia, Química, Matemática e Física.
17:00 I Torneio de Quebra-Cabeças.
17:30 Coffee break.
18:00 Encerramento.

Fonte: Revista Diversidade Diferença


http://www.surdosol.com.br/unifesp-promove-evento-exclusivo-para-a-comunidade-surda/

Projeto promove oficina de fotografia para surdos

Atividade será traduzida na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

Ampliar a acessibilidade cultural em Natal. Este é o principal objetivo de “Narrativas do Silêncio”. Idealizado e produzido por Daniely Evelly e Fábia Fernandes, alunas do curso de Tecnologia da Produção Cultural do IFRN, o projeto constitui um grande desafio: promover uma oficina de fotografia com pessoas surdas, culminando com a realização de uma exposição que reunirá uma mostra do trabalho produzido pelos participantes. Para tanto, a oficina terá que ser inteiramente traduzida na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Ministrada pelo fotógrafo José Aglio (Designer Industrial e Fotógrafo Still), com tradução de Rogério Rayknnem, a oficina terá aulas teóricas nos dias 26, 27 e 30 de novembro de 2015, das 18h30 às 20h30, no Campus Cidade Alta do IFRN, e atividade prática no sábado, 28 de novembro, das 14h00 às 16h00, no Parque das Dunas. Já, a exposição fotográfica será realizada na Pinacoteca do Estado, na Cidade Alta, com abertura em 7 de dezembro, estendendo-se até 7 de janeiro de 2016.
“Narrativas do Silêncio” é um exercício prático das disciplinas de Elaboração e de Desenvolvimento de Projetos, integrantes da grade curricular do curso de Produção Cultural do IFRN. A proposição foi inscrita e contemplada no Edital nº 02/2015 do Sebrae/RN, destinado à seleção de projetos ligados à Economia Criativa. As vagas são limitadas, com inscrições gratuitas sendo realizadas na sede da Associação de Surdos de Natal – ASNAT, no Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez – CAS/Natal e no Centro de Saúde Auditiva SUVAG-RN.
Conquista – A acessibilidade cultural é uma conquista das pessoas com deficiência. Em termos gerais, o direito é consagrado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas está especificado na Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada por unanimidade pela ONU em 2007 e ratificada pelo Brasil em 2009.
Acessibilidade cultural implica reconhecer o direito das pessoas com deficiência de participar da vida cultural, em base de igualdade com as demais pessoas. Tanto no que diz respeito à fruição de bens e serviços, quanto ao acesso a materiais e atividades que favoreçam o fazer artístico-cultural.
Há poucas experiências de ações e políticas culturais de acessibilidade em nosso país. Em geral, elas se reduzem à perspectiva da acessibilidade física do espaço. “Narrativas do Silêncio” é uma bela e bem-vinda exceção, concebida em um laboratório que, com certeza, ainda renderá muitos outros bons frutos.

http://www.surdosol.com.br/projeto-promove-oficina-de-fotografia-para-surdos/

CURSO DE LIBRAS - BH / MG



https://www.facebook.com/photo.php?fbid=437261069732068&set=a.113937388731106.5903.100003445376356&type=3&theater

Monitores do aeroporto Santos Dumont (RJ) têm mensagens em Libras

Informações como troca de portão e situação dos voos serão traduzidas automaticamente para a Língua Brasileira de Sinais.

As informações sobre voos exibidas em monitores no Aeroporto Santos Dumont (RJ) localizados próximos aos portões de embarque e esteiras de restituição de bagagens foram adaptadas para Libras (Língua Brasileira de Sinais).
Assim, as informações operacionais – como troca de portão e situação dos voos (última chamada, embarque imediato) – serão traduzidas automaticamente para Libras, o que propicia acessibilidade aos passageiros com deficiência auditiva, além de atender aos requisitos legais. Por estar em fase de implantação, estão previstas futuras melhorias que serão efetivadas ao longo de 2016.
Segundo a Infraero, após o Santos Dumont, a novidade será implementada, também, no Aeroporto de Congonhas (SP).
Em 2014, a SMPD (Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência) da cidade do Rio de Janeiro concedeu ao Santos Dumont a classificação “Diamante” no Projeto “Rio Acessível”.

Fonte: Agência CNT de Notícias



http://www.surdosol.com.br/monitores-do-aeroporto-santos-dumont-rj-tem-mensagens-em-libras/

I Encontro de Tradutores e Intérpretes de LIBRAS de Sergipe

https://www.facebook.com/cesaju.se/photos/a.670937716346519.1073741827.670904253016532/889383397835282/?type=3&theater

Jetils/RJ: INES, UFF e UFRJ reúnem tradutores e intérpretes para debater experiências profissionais

O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promovem, nos dias 9, 10 e 11 de dezembro de 2015, a II Jornada de Experiências dos Tradutores/Intérpretes de Libras do Rio de Janeiro (II Jetils/RJ), em Niterói (RJ). O evento tem como objetivo proporcionar uma oportunidade de troca de experiências e de diálogo a respeito das realidades e expectativas dos tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais, sob diferentes perspectivas.

O primeiro dia será reservado para minicursos e os dois últimos serão destinados a palestras e mesas redondas. As vagas para os minicursos já estão esgotadas, mas ainda é possível se inscrever para participar gratuitamente das palestras até as 11h do dia 27 de novembro, pelo site jetilsrj.wix.com/2015. A lista com os nomes dos inscritos na II Jetils/RJ será divulgada no mesmo site a partir no dia 1º de dezembro.

Entre os convidados, estão Mônica Souza, Isaac Gomes, Camila Nascimento e Renata Costa, do INES, além de palestrantes de outras instituições. O evento acontecerá no campus da UFF na Praia Vermelha, no bairro de Boa Viagem, em Niterói. Para conferir a programação completa e outras informações, basta acessar o site jetilsrj.wix.com/2015 ou a página do Facebook fb.com/jetilsrj.

A primeira Jetils/RJ aconteceu em 2014, com o objetivo de proporcionar aos tradutores e intérpretes (TILS), especialmente os que atuam no Ensino Superior, a troca de experiências baseadas em vivências semelhantes. O evento nasceu dos esforços da equipe de TILS da UFF, considerando a escassez de eventos voltados para esses profissionais.

Com uma proposta menos formal e acadêmica, a Jetils/RJ tem como característica fundamental a promoção do diálogo e do relato empírico aliado com o conhecimento teórico trazido por cada participante. Em julho deste ano, as três instituições de ensino realizaram a Pré-JETILS, encontro prévio que teve duração de um dia.

http://www.ines.gov.br/index.php/noticias/161-jetils-rj-ines-uff-e-ufrj-reunem-tradutores-e-interpretes-para-debater-experiencias-profissionais

Renovação de matrícula de alunos do Curso de Libras será em fevereiro - INES

A Divisão de Formação e Capacitação de Recursos Humanos (DFCRH) do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) informa que o período de renovação de matrícula no Curso de Libras para o próximo ano será de 22 a 25 de fevereiro de 2016. Os alunos que não puderem comparecer para fazer a renovação deverão solicitar a um amigo ou familiar, desde que este apresente o crachá do aluno na secretaria do curso.
Alunos que cursaram e concluíram o segundo semestre de 2015 poderão renovar a matrícula preferencialmente nos dias 22 e 23 de fevereiro (segunda e terça-feira). Já alunos que trancaram a matrícula nesse semestre, precisam comparecer no dia 24 (quarta) do mesmo mês se quiserem voltar às aulas em março, enquanto os que tiveram a matrícula trancada no primeiro semestre de 2015 devem renová-la apenas no dia 25 (quinta).

A avaliação de nivelamento, voltada para quem já tem conhecimento em Libras e para ex-alunos do curso com matrícula trancada há mais de um semestre, deverá ser agendada pelo telefone (21) 3826-2139 no dia 25 de fevereiro, das 10 às 13h. Para quem agendou, a avaliação será feita entre os dias 29 de fevereiro e 2 de março, de 9h30 às 11h30 ou de 13h30 às 15h30, e é necessário estar com cópias do RG, CPF e uma foto 3x4. Os candidatos que não forem considerados aptos poderão concorrer ao processo de inscrição para o primeiro nível (iniciante).

Iniciantes sem conhecimento de Libras deverão aguardar informações sobre novas inscrições pelo site a partir do próximo dia 15 de dezembro. O início das aulas está previsto para a segunda semana de março.

As instituições e órgãos públicos que atuem no atendimento ao cidadão surdo e estejam interessados em solicitar vagas para seus servidores no Curso de Libras deverão enviar um ofício para a Direção Geral do INES por e-mail até o final do mês de novembro. Acesse aqui o informativo completo do Curso de Libras para mais informações.

Com o objetivo de difundir a Língua Brasileira de Sinais à comunidade, o curso oferecido pelo INES é totalmente gratuito e presencial, e tem duração total de dois anos e meio, divididos em cinco níveis com 50 horas de aula cada.

http://www.ines.gov.br/index.php/noticias/159-renovacao-de-matricula-de-alunos-do-curso-de-libras-sera-em-fevereiro

INES realiza Encontro de Pais de Surdos em dezembro

O evento é gratuito e inscrições estão abertas até o dia 27 de novembro de 2015.

O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) promove no dia 1º de dezembro, terça-feira, o 11º Encontro de Pais de Surdos do Estado do Rio de Janeiro – Diálogos sobre Educação de Surdos, das 8h às 17h, no Rio de Janeiro. O evento é gratuito e as inscrições estão abertas até o dia 27 de novembro, neste link.
O encontro, realizado anualmente, tem como objetivo fomentar os diálogos entre familiares, especialmente pais, mães e responsáveis de estudantes surdos da região, mas também entre representantes da sociedade civil, educadores, pesquisadores e demais interessados na área da surdez, promovendo um espaço de intercâmbio. Profissionais do INES ministrarão palestras e debates com o público. Confira a programação completa aqui.
Nesta edição, serão abordados quatro temas, já discutidos em grupos de trabalho do instituto: “Educação: saberes bilíngues”; “Acesso: interpretação, formação e mercado de trabalho”; “Atendimentos: saúde e sociedade”; e “Direito ao lazer: esportes e artes”. “Estes temas foram dialogados durante o último congresso e seminário nacional do INES, em outubro, e temos como objetivo publicizá-los mais uma vez, buscando dar bases a assuntos essenciais para as famílias de surdos”, afirma Gabriela Rizo, diretora do Departamento de Desenvolvimento Humano, Científico e Tecnológico (DDHCT) do INES.
O encontro acontece no Windsor Florida Hotel, que fica na Rua Ferreira Viana, 81, Flamengo – Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: Instituto Nacional de Educação de Surdos – Ines

http://www.surdosol.com.br/ines-realiza-encontro-de-pais-de-surdos-em-dezembro/

É possível sentir a música sem ouvi-la? Surdos provam que sim

No curta-metragem “O Resto é Silêncio” (2003), dirigido por Paulo Halm, o protagonista é um garoto surdo que gosta de frequentar uma loja de disco só para observar os movimentos e as expressões das pessoas que ouvem música nos fones disponíveis no estabelecimento.

Seu desejo era descobrir as sensações daquelas pessoas. Mas é possível “sentir” a música sem ouvi-la? O filme instigou o músico e professor Irton Silva, mais conhecido como Batman Griô, a buscar a resposta. E foi assim que surgiu, em 2009, no Recife, o projeto Som da Pele – pioneiro no País na música participativa com pessoas surdas.
“A música não é para ser ouvida. É para ser sentida. Ao aprender a tocar um instrumento, os surdos têm a oportunidade de descobrir as sensações que a música proporciona”, explica Batman Griô, que atualmente desenvolve o projeto com alunos e ex-alunos da Escola Municipal Severina Lima, no bairro da Tamarineira, no Recife. A iniciativa conta com o apoio do Serviço Social do Comércio (Sesc). Uma vez por semana, sempre às quartas-feiras, nove jovens entre 15 e 19 anos, todos com deficiência auditiva, se reúnem na escola para aprender a tocar os ritmos da cultura popular, como maracatu, samba, frevo e ciranda.
Para a jovem Maria Eduarda Oliveira Monteiro, 16 anos, tocar um instrumento de percussão parecia algo impossível. “Achava bonito as pessoas tocando, mas não imaginava que também poderia aprender. No início, achei difícil, mas, aos poucos, comecei a gostar e hoje sinto a música no coração. É uma prova de que todos nós somos capazes”, afirma.
O aluno Rubem Paulo Rosas, 16, guarda na memória o dia em que o grupo da escola realizou sua primeira apresentação, no início deste ano, em um shopping da cidade. “Lembro da sensação de felicidade que senti no palco e, por isso, quero continuar aprendendo. Quando estou tocando alfaia, consigo sentir a vibração do instrumento”, afirma.
Para ensinar música aos surdos, Batman Griô utiliza a linguagem de sinais (Libras). Alguns dos sinais foram criados por ele para distinguir as notações musicais que compõem o ritmo. O professor também desenvolveu um sistema de luzes chamado de “Metrônomo Visual”. O equipamento possui um sequenciador eletrônico e uma combinação de lâmpadas – de várias cores e tamanhos. As lâmpadas acendem no tempo e sequência determinados pelo professor, representando a estrutura de um compasso musical.

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“Quando a lâmpada branca acende, por exemplo, os alunos sabem que precisam ‘tocar forte’; a verde já representa o toque contínuo, mais fraco. E assim vamos introduzindo lâmpadas de outras cores e tamanhos. Também trabalhamos a pausa musical”, explica Batman. Para cada batida no tambor ou na alfaia, os alunos precisam observar atentamente o acender e apagar das luzes. E, como mágica, a música surge dentro da pequena sala da escola municipal.
BATUQUEIROS DO SILÊNCIO – Desde quando foi criado em 2009, o projeto Som da Pele já promoveu aulas em vários locais do Recife, entre escolas e instituições. A iniciativa deu tão certo que alunos mais antigos formaram o Grupo Batuqueiros do Silêncio.
O grupo realiza várias apresentações em Pernambuco e em outros estados do País. “Muitas pessoas assistem aos shows sem saber que os músicos são surdos. E ficam impressionados quando descobrem”, afirma Batman. O sucesso é mais um incentivo para os alunos da Escola Severina Lima, que, em breve, poderão fazer parte do grupo.

http://www.surdosol.com.br/e-possivel-sentir-a-musica-sem-ouvi-la-surdos-provam-que-sim/

Brasil se classifica para Semifinal do Mundial de Futsal para Surdos

Nas quartas de final do feminino, o Brasil venceu o Irã por 5 a 3! Os gols brasucas foram marcados por Laelen (3), Suzana e Vanderleia.

Foi uma partida muito difícil contra um adversário que se defendeu bem e com as brasileiras sentindo a ausência da craque Stefany, Mas, diferente do campo masculino, que passa vergonha quando não tem Neymar, a Seleção de Futsal Feminino de Surdas têm jogadoras que dão conta do recado. O nome hoje foi Laelen que, além dos três gols, deu um primoroso lançamento no lindíssimo tento de Vanderleia.
O Brasil começou melhor. Logo nos primeiro segundos, Laelen mandou um chutaço cruzado alto de fora da área, pela esquerda, e abriu o placar. Aos 7 minutos, outro de Laelen também em forte chute, desta vez na direita e bem mais baixo, recebendo cobrança de lateral no mesmo lado.
Veja o vídeo de melhores momentos:
Porém, no décimo minuto, duas desatenções defensivas e o empate iraniano com Cheshmehsefidi pela esquerda e Noghabi pela direita. E ficou pior quando Rafieipour, aos 15, virou o jogo em batida pelo meio. As brasileiras pecavam no ataque, perdendo chances diante de uma retaguarda adversária bem postada, enquanto que a goleira Vaneza executava suas defesas nos contra-ataques. A contagem foi levada para o intervalo em 3 a 2 para as persas.
No segundo tempo, o Brasil ajeitou sua marcação e conseguiu a reviravolta. Aos 5, Rafieipour foi corretamente expulsa depois de receber o segundo amarelo. No minuto seguinte, Suzana aproveitou, interceptou passe no meio e, contando com a colaboração da goleira Golestani, igualou o escore.
Aos 9, Brasil novamente na frente e com pura demonstração de talento. No lado direito da defesa, Laelen levantou a bola e fez um lindo lançamento em diagonal, achando Vanderleia na ala oposta já na entrada da área. E Vanderleia fez tão ou mais bonito ainda: tirou a goleira com um toque de peito e tocou para a meta vazia. As definições de “golaço” foram atualizadas.
E tinha mais show de Laelen, fazendo outro gol que pode concorrer com o anterior. Faltando dois minutos para o fim, ela bateu do círculo central, pouco antes da linha que divide a quadra, e encobriu Golestani. 5 a 3, vaga celebrada com muita emoção por uma Seleção guerreira, talentosa e que orgulha o nosso país!
Na semifinal, o Brasil enfrenta a Itália na quinta-feira (26), à 01h da madrugada. As italianas passaram nos pênaltis contra o Japão marcando 3 a 1, após 2-2 no tempo normal e 1-1 na prorrogação.

http://www.surdosol.com.br/brasil-se-classifica-para-semifinal-do-mundial-de-futsal-para-surdos/

I Jornada de Iniciação Científica do INES recebe trabalhos até o dia 30

I Jornada de Iniciação Científica do INES recebe trabalhos até o dia 30


O Departamento de Ensino Superior do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) realiza, no dia 14 de dezembro, segunda-feira, a I Jornada de Iniciação Científica do INES. O objetivo é promover a integração, a socialização e a apresentação das atividades de iniciação científica desenvolvidas por alunos bolsistas do PIC-INES e demais alunos participantes de pesquisas na graduação ou pós-graduação do INES e de outras instituições de ensino.

O evento é gratuito e aberto a todos que tenham interesse em pesquisas relacionadas à educação de surdos. As apresentações acontecerão no período da manhã, das 9h às 10h, e no período da noite, 18h às 19h. Os alunos interessados em inscrever seus trabalhos deverão preencher um formulário eletrônico no período de 19 de novembro a 30 de novembro de 2015. Acesse aqui o formulário de inscrição
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail jicines@gmail.com.

http://www.ines.gov.br/index.php/noticias/160-i-jornada-de-iniciacao-cientifica-do-ines-recebe-trabalhos-ate-o-dia-30

Mascotes das Olimpíadas visitam INES e recebem sinais em Libras


Na manhã do dia 17 de novembro, terça-feira, o Instituto Nacional de Educação de Surdos recebeu a visita de Tom e Vinicius, os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro entre agosto e setembro. Na ocasião, os alunos do Colégio de Aplicação do INES apresentaram os sinais em Libras criados por eles para os mascotes. A parceria do Comitê Rio 2016 com a instituição foi uma iniciativa inédita em todas as edições dos jogos, a fim de unir acessibilidade e integração.
Durante o evento, além de participarem de um sorteio de brindes, as crianças e adolescentes puderam conhecer melhor, interagir e brincar com os mascotes. Os estudantes Daiane e Paulo, do Ensino Médio, foram os responsáveis pela apresentação dos sinais para a dupla, para os demais alunos e para os representantes do Comitê Rio 2016. 
Guilherme Arruda, professor do INES, explicou que os sinais em Libras foram criados com base nas características dos bonecos, depois que os estudantes assistiram a um vídeo de apresentação na semana anterior: "A partir da discussão nas turmas e debates sobre vídeos e imagens dos mascotes, os jovens pensaram em sinais que pudessem representá-los, pensando no visual e na personalidade de cada um", disse.

http://www.ines.gov.br/index.php/component/content/article?id=164

Publicitário brasileiro cria fones para surdos

O trabalho brasileiro “Deaf Beats” faz com que deficientes auditivos vivenciem uma experiência sensitiva única em suas vidas.

São Paulo – A criatividade brasileira não é nem nunca foi um segredo para o mundo.
Por outro lado, quando o assunto toma os caminhos da tecnologia e a inovação, o país está longe de ser uma unanimidade, até por enfrentar desafios naturais em termos de falta de investimentos na área e consequentemente o desenvolvimento de profissionais brilhantes.
Isso, entretanto, não impede que alguns trabalhos brazucas, contrariando todas as barreiras e estatísticas, mostrem-se poderosos e reluzentes pelo mundo afora.
Um desses fenômenos raros, que aliam criatividade e tecnologia em cases brasileiros, concorreu a um prêmio na Startup Weekend Miami, que aconteceu na semana passada nos Estados Unidos.
O evento, que tem parceria com a Florida International University (FIU) e com o Google, contou com 188 participantes, 67 ideias, 18 equipes e 22 patrocinadores.
O trabalho brasileiro “Deaf Beats” conquistou um honroso quarto lugar na competição.
O projeto apresentou uma espécie de fone de ouvido que transforma frequência musical em vibração e faz com que deficientes auditivos vivenciem uma experiência sensitiva única em suas vidas.
“Coletamos depoimentos de dois médicos para validar a iniciativa, fizemos entrevistas com diversos deficientes auditivos e ainda tivemos a oportunidade de testar o nosso protótipo”, afirmou o pai da ideia, o publicitário André Felix, que mora e atua nos Estados Unidos, assim como o seu parceiro no projeto, o diretor de arte Victor Reiss.

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O insight, segundo o diretor de criação brasileiro, tem inspiração no ato de superação de Beethoven, que ao perder a audição tratou de cortar as pernas de seu piano com a intenção de sentar-se ao chão para sentir e compor as notas através das vibrações do instrumento.
“A música é uma das maiores alegrias da vida, mas os deficientes auditivos nem sempre podem apreciá-la como as outras pessoas fazem. A investigação tem demonstrado que é possível sentir a música através da vibração. Quando certos sentidos são perdidos, o nosso cérebro é capaz de reajustar”, explica o publicitário.
No segundo dia de evento, no shortlist com os 10 melhores cases, o “Deaf Beats” foi o eleito como a ideia mais inovadora do Startup Weekend Miami e com maior número de votos populares.
Na etapa final, entretanto, o desafio era mostrar o potencial do case como gerador de grana, o que segundo Félix, mostrou que o festival deu prioridade a ideias mais preocupadas em gerar negócios do que realmente ajudar pessoas e promover uma causa importante.
“As três primeiras ideias são de aplicativos para celulares que movimentam dinheiro e ainda por cima não são inéditas. De qualquer maneira, esse evento foi muito intenso e tudo foi feito em 54 horas, com muito tesão. Tivemos que dormir duas noites no campus da universidade e foi uma experiência incrível”, relata Felix.
Além de poder apresentar o “Deaf Beats” num evento de grande visibilidade, o projeto conseguiu empolgar os investidores. Não à toa, um grupo dos Emirados Árabes Unidos, chamado Abu Dhabi Investment Authority, já demonstrou interesse em financiar e viabilizar a ideia.
Vale lembrar que, apenas nos EUA, há aproximadamente 38 milhões de deficientes auditivos, mais gente que a população total do Canadá (35 milhões).
O projeto mostra que, apesar de todas as dificuldades, a criatividade brasileira tem potencial para se fazer ouvir em qualquer canto do mundo, em alto e bom som.

http://www.surdosol.com.br/publicitario-brasileiro-cria-fones-para-surdos/

“WhatsApp para surdos” promete facilitar a comunicação entre todos

Existe uma barreira comunicativa entre surdos e ouvintes. Com poucas exceções, o ouvinte interage com o ouvinte e o surdo com o surdo, o que dificulta a inclusão social da comunidade surda.

Especialistas dizem que a melhor forma de se comunicar com os surdos é através da Libras (Língua Brasileira de Sinais). Mas, nem sempre isso é possível, porque a maioria dos ouvintes desconhece a língua de sinais.
As tecnologias da informação e comunicação podem contribuir nesse sentido. Por exemplo, o Bruno Rafael, 26 anos, que é formado em Ciência da Computação pela UFAL (Universidade Federal de Alagoas), campus Arapiraca e faz Mestrado em Informática no Campus A. C. Simões, e uma equipe de bolsistas da universidade e parceiros, como os designers do grupo Cumbuca, está desenvolvendo um aplicativo que promete facilitar a comunicação entre ouvintes e surdos.
falibras2O Falibras é um projeto antigo da UFAL que tem como objetivo criar um tradutor Português para a Libras por meio de animações. No final da graduação, Bruno era bolsista do projeto. Em 2013, ele propôs ao seu orientador a ideia de integrar o Falibras às redes sociais.
Na entrevista a seguir, Bruno fala sobre o que diferencia o aplicativo desenvolvido por ele e sua equipe de outros aplicativos que traduzem o Português para a Libras; em que fase está o projeto; o esforço para disponibilizar o app rapidamente e a participação que fará na XX Conferência Internacional sobre Informática na Educação, que acontece em Santiago (Chile), de 1 a 3 de dezembro.
Existem outros aplicativos com a mesma proposta do Falibras? Ele será integrado a qual rede social?

Já ouviu falar no Hand Talk? Ele também é um app que traduz o Português para a Libras. No entanto, existem algumas diferenças entre os projetos. O Falibras tem um cunho acadêmico e social. Ainda não é uma empresa. Além disso, o Hand Talk só faz a tradução, o Falibras é um tradutor completo. E o meu projeto é um messenger que traduz em tempo real o diálogo. Ele será integrado com a rede social Telegram, que é uma concorrente do WhatsApp. Isso fará com que a ferramenta não seja usada apenas por ouvintes ou surdos. Mas que possa unir as duas comunidades.
O que falta terminar no projeto?
Existe muita coisa pronta. Exemplo, o tradutor, a parte de interpretação textual, está pronto. Mas, por ser algo acadêmico, todo ano muda os bolsistas, todo ano é uma forma diferente de desenvolver. Isso faz o processo se tornar lento.
A ideia é finalizá-lo no próximo ano? E como pretende disponibilizá-lo?
Estou escrevendo a proposta de dissertação. Acho que no começo do ano eu termino o processo de desenvolvimento e começo a testar. Meu intuito é que todos possam usar de forma gratuita. Mas é praticamente impossível manter um projeto assim sem capital.
Algum surdo já usou o Falibras ou isso é só mais pra frente?
Já mostrei para alguns amigos, mas algo totalmente informal.
Como foi receber a notícia de que o seu artigo foi aceito para ser apesentado e publicado na XX Conferência Internacional sobre Informática na Educação, que acontece em Santiago (Chile), de 1 a 3 de dezembro?

Ivete Sangalo - Dançando - em LIBRAS

Jovem com deficiência auditiva faz prova on-line inédita para tirar CNH

Auxiliar de Sorocaba foi a primeira candidata surda do país a fazer prova.
Profissional especializado em libras ajudou a candidata no exame.


Tradução de prova para libras é considerado um avanço (Foto: Reprodução/TV TEM) 
Tradução de prova para libras é considerado um avanço (Foto: Reprodução/TV TEM)
 
Uma auxiliar de produção de Sorocaba (SP) tornou-se a primeira candidata surda do país a fazer, on-line, a prova teórica para tirar a carteira de habilitação. Ela foi auxiliada em tempo real por uma intérprete de libras, a língua de sinais, de São Paulo (SP). 
Com o sistema, o profissional especializado em libras interpreta todas as questões para a candidata, que vai respondendo as perguntas. O sistema é considerado mais adequado para esse grupo, já que eles entendem as frases de uma maneira diferente da convencional e, por isso, acaba sendo reprovado na prova teórica convencional. De acordo com a gerente de escola pública de trânsito do Detran, Rosana Nespoli, a avaliação mudou para atender essas necessidades especiais.
 
 
Em julho do ano passado, o G1 mostrou a mobilização de surdos e intérpretes sorocabanos nas redes redes sociais para cobrar das autoridades no trânsito uma maneira de facilitar o entendimento da prova. Em outros estados, a interpretação é gravada, como explica o diretor do Detran, Daniel Annemberg.
"A pessoa agenda a prova, ela diz o dia e a hora, e nós teremos sempre uma pessoa a distância que vai estar esclarecendo as dúvidas, orientando essa pessoa, ajudando, não com as respostas, mas com todos os esclarecimentos para que ela possa fazer a prova assim como qualquer outro cidadão", explica Daniel.
Dielli ficou sabendo que havia sido aprovada pela internet pela intérprete de São Paulo. Ela falou à distância sobre a felicidade de ser aprovada e a tradução também foi on-line. "Eu agradeço a minha carteira e ela agradece a todos os interpretes que salvaram os surdos", diz a assistente técnica Claudia Assis, que traduz o que a candidata falou.

Muitos surdos eram reprovados no exame por não compreenderem as perguntas (Foto: Reprodução/TV TEM) 
Muitos surdos eram reprovados no exame por não compreenderem as perguntas (Foto: Reprodução/TV TEM)
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/10/jovem-com-deficiencia-auditiva-faz-prova-line-inedita-para-tirar-cnh.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

Conheça histórias de sucesso envolvendo pessoas surdas

Programa conta histórias de sucesso envolvendo pessoas surdas e, em Cuba, visita uma associação para assistência a pessoas com deficiência auditiva.
Conheça a história de Ademar Miler Júnior, o primeiro surdo a defender uma tese de mestrado na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Também foi o primeiro surdo a se formar no curso de Pedagogia e a exercer a função de professor substituto da UFES. “A universidade precisa abrir esse lugar, esse espaço, pensar a cultura surda, pensar a comunidade surda, olhar para as crianças, para os surdos que vão entrar e ver esse crescimento futuro”, declara o pedagogo.
Em um passeio com irmãos e sobrinhos no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, Valquíria – que é surda – comenta sua relação com a família, notadamente unida: “Sempre tive bastante contato com minha irmã mais velha. Ela sempre teve bastante carinho comigo. Com meu irmão mais novo, tinha aquela questão de cuidar. (…) Nós três sempre fomos bastante unidos.”
No quadro Eu sou Fã do Programa Especial, o depoimento de um dos fundadores da URECE Esporte e Cultura, Gabriel Mayr.
Assista ao episódio do Programa Especial:

LIVRO - ATIVIDADES PEDAGOGICOS EM LIBRAS



Foto de Karin Strobel.


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Escreve aí - Luan Santana em LIBRAS

O menestrel em LIBRAS - William Shakespeare

I EMELLI - ENCONTRO MARANHENSE DE ESTUDANTES DO LETRAS LIBRAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA


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Agência 2581-X
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Valor da inscrição de 01 - 15 de outubro: R$ 60,00
Valor da inscrição de 16 - 30 de outubro: R$ 80,00
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Alunos aprendem Libras para falar com amiga surda: ‘Antes, só chorava’

‘Hoje ela não precisa só de mim’, diz professora de jovem de Capão Bonito. ‘Tentava se comunicar e não conseguia’, conta mãe de Beatriz, de 12 anos.

SÃO PAULO – Alunos de uma escola estadual em Capão Bonito (SP) aprenderam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para se comunicar com a amiga de classe Beatriz Rafaele dos Santos, de 12 anos, que é surda. A professora Luana Hússar de Freitas foi a responsável por ensinar a adolescente e os amigos da sala sobre a linguagem. “Hoje ela não precisa só de mim. O projeto serviu para que ela consiga no intervalo e na rua se comunicar com os amigos.” A mãe ainda conta que a garota superou a dificuldade de comunicação. “Agora ela não chora mais.”
Beatriz (dir.) agora pode bater-papo com colegas da sala (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Beatriz (dir.) agora pode bater-papo com
colegas da sala (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Para Beatriz, o aprendizado dos colegas foi muito emocionante. “Na minha vida, a língua de sinais é muito importante, eu consigo me comunicar com meus amigos, eles conseguem me entender.”
Além de permitir autonomia, a mudança foi positiva também para os estudos de Beatriz. Até o boletim escolar da menina melhorou, diz a mãe, Luciana de Pontes. “Mudou totalmente, antes ela era muito nervosa, tentava falar e só chorava. Hoje não, mudou. Antes ela não aprendia nada, agora ela tira notas boas”, conta.
A ideia da professora Luana surgiu para ajudar surdos como a Beatriz, mas ajudou a todos os alunos. Entre eles o jovem Carlos da Silva, de 12 anos, que resolveu um desentendimento entre eles. “Me sinto melhor, porque a conheci quando esbarrei nela e ela queria me bater, mas eu não sabia como falar. Agora, através das Libras, eu consigo conversar com ela e com meus outros amigos surdos”, diz.
surda
O projeto “Clube de Libras” começou há três anos na Escola Estadual João Batista do Amaral Vasconcellos, que fica na Vila Aparecida. “Reúno os alunos em horário inverso. Nas manhãs de quarta-feira, ensino Libras para alunos, membros da comunidade, funcionários e professores que se interessam. Até este ano, a Beatriz não sabia língua de sinais, mas conseguiu aprender e ainda outras matérias”, comenta Luana.
De acordo com a diretora da escola, Vânia de Oliveira, desde que o projeto começou, o número de alunos interessados em aprender os sinais tem crescido. “No começo, achei que não iria dar certo, mas repercutiu em toda a escola. Tanto é que era para ser um grupo de 15 a 20 alunos aprendendo, mas hoje temos até 45 alunos”, finaliza.
Professora (esq.) ensinou língua de sinais este ano a Beatriz (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Professora (esq.) ensinou língua de sinais este ano a Beatriz (Foto: Reprodução/ TV TEM)
 
http://www.surdosol.com.br/alunos-aprendem-libras-para-falar-com-amiga-surda-antes-so-chorava/

Carinho do ídolo: jovem surdo vibra com presente de Guerrero, como um gol.

A atuação discreta de Paolo Guerrero na vitória do Peru sobre o Paraguai, por 1 a 0, sexta-feira, em Lima, pelas eliminatórias para Copa de 2018, ficou em segundo plano para imprensa do país.

Mesmo com a assistência para o gol de Farfán, o que mais chamou a atenção foi o carinho que o atacante do Flamengo demonstrou com um torcedor surdo ao após a partida. Ao apito final, o jovem invadiu o gramado e logo cercou o ídolo, que foi, de longe, o mais procurado. Entre muitos pedidos, o garoto foi o escolhido e exibiu a camisa número 9 para a arquibancada como se comemorasse um gol. Bola dentro do rubro-negro!
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Especialistas cobram utilização de Libras e audiodescrição em filmes nacionais

Professora apresentou guia orientador desenvolvido pela Federal do Ceará.

Especialistas reivindicaram que a legislação sobre acessibilidade comunicacional seja realmente cumprida, em audiência sobre o tema na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados. Apesar de já previstos em lei e regulamentados desde 2004 pelo Decreto 5.296/04, mecanismos como audiodescrição, legendas descritivas e janela para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ainda alcançam uma parcela muito pequena das produções audiovisuais.
A audiência pública foi requerida pela deputada Rosângela Curado (PDT-MA).Um exemplo disso são as produtoras de filmes nacionais, que só passaram a se preocupar com a acessibilidade para pessoas com deficiência depois que a Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou a Instrução 116/14, que obriga as produções financiadas com recursos públicos federais geridos pela agência a oferecer legendagem descritiva, audiodescrição e Libras.
Audiodescrição
A professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) Soraya Ferreira, que é doutora em formação de audiodescritores, exemplificou como os mecanismos de acessibilidade podem ampliar a comunicação e também atender pessoas sem deficiência. Ela realizou a audiodescrição de uma ópera e disse que, no meio do espetáculo, as pessoas que não eram cegas passaram a acompanhar a ópera com a sua descrição.
“Muitas pessoas que enxergavam não tinham conhecimento desse gênero e não estavam entendendo a dinâmica da ópera. Com a audiodescrição, elas passaram a ouvir e compreender tudo com mais detalhes”, disse ela.
Soraya Ferreira apresentou um guia orientador sobre uso de audiodescrição, legendagem e janela para Libras em produções audiovisuais, trabalho que foi feito em conjunto com os demais palestrantes. “Hoje não podemos mais usar a desculpa que não há parâmetros e que os profissionais não sabem como fazer. Há muitas pesquisas sendo feitas nas universidades”, disse Soraya, ponderando, no entanto, que é preciso buscar esses profissionais habilitados já que o uso inadequado dos recursos de acessibilidade podem confundir em vez de esclarecer o conteúdo.
A coordenadora de Gestão Estratégica da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Sylvia Bahiense Naves, explicou que esse guia foi feito de forma voluntária é um trabalho científico que foi amplamente testado. “A obrigação de oferecer acessibilidade causou um espanto na classe cinematográfica e eles não sabiam como fazer. As primeiras amostras de curtas acessíveis eram hilárias. Então vimos que era preciso esclarecer quais eram os parâmetros”, destacou a coordenadora, explicando que convidou os especialistas presentes na audiência para elaborar o guia orientador.
A primeira vice-presidente da comissão, deputada Zenaide Maia (PR-RN) elogiou a iniciativa de produzir o manual e defendeu o cumprimento da legislação. “Vocês estão mostrando que a acessibilidade comunicacional é possível. Nós temos uma lei moderníssima, mas é preciso executar. Vocês estão dando o exemplo aqui”, ressaltou.
A deputada ressaltou a importância de se garantir o acesso ao guia elaborado pela universidade cearense ao maior número de pessoas possível. ” Eu já me comprometi de conversar com Sylvia [Naves, do MinC] para saber se existe interesse e se é importante a gente reproduzir o guia, com autorização de vocês, e distribuir às instituições interessadas”, afirmou.
Produção audiovisual
O professor de Libras Saulo Machado usou a linguagem durante sua explanação para criticar a falta de filmes brasileiros com recursos de acessibilidade, embora a obrigatoriedade já esteja prevista na legislação. “Legendas e a janela de Libras são recursos importantes para que os surdos ampliem o seu vocabulário. As empresas de audiovisual e os cineastas precisam trabalhar nisso.É um direito que os surdos têm”, disse Machado.
Saulo Machado, que atualmente cursa mestrado sobre linguagem cinematográfica na Universidade de Brasília (UnB), destacouainda que o Festival de Brasília do Cinema de Brasileiro foi pioneiro em oferecer recursos de acessibilidade comunicacional, o que levou ao aumento do número de pessoas com deficiência que frequentam o festival.
Para a professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece) Vera Lúcia Araújo, colocar legendas para surdos e ensurdecidos é um trabalho que vai além da legendagem comum no cinema. Segundo ela, é necessário harmonizar a legenda com o conteúdo do filme. “A legenda para surdos precisa dizer quem está falando quando a imagem não diz isso”, alertou, exemplificando com efeitos sonoros.
“Quando soa uma sirene, o surdo precisa saber por que as pessoas parecem assustadas”, disse ela, que tem 13 anos de experiência com legendagem.
Professora de Libras e doutoranda em Linguística pela UnB, Patrícia Tuxi destacou que a pessoa surda tem o direito de escolher qual modalidade linguística – a legenda ou a janela de Libras – é a mais adequada para acessar os conteúdos audiovisuais.
“É uma necessidade de que as duas formas estejam à disposição. A partir do nível linguístico individual, é fundamental que a pessoa exerça sua cidadania e escolha o que é melhor para si”, ressaltou a professora.
Na opinião da coordenadora da ONG Mais Diferença, Carla Mauch, é preciso haver uma punição para os responsáveis pelos filmes que não cumprem as normas sobre acessibilidade comunicacional. Ela lembrou que a lei de cotas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência (art. 93 da Lei 8.213//91) só saiu do papel quando as multas começaram a ser aplicadas. “Os marcos legais avançaram muito nos últimos 15 anos mas eles não significaram, ainda, a conquista de direitos já que equiparação de oportunidades não é uma realidade quando falamos de acesso à informação”, disse ela.
Carla comemorou a presença de estudantes da UnB acompanhando a audiência. “É muito bom vê-los aqui, pois as obras que serão produzidas por vocês precisam estar acessíveis. As pessoas têm direito a conhecer o que se produz no Pais”, disse Carla Mauch. Ela destacou também que os recursos de acessibilidade podem introduzir novas possibilidades estéticas de se pensar o cinema.

http://www.surdosol.com.br/especialistas-cobram-utilizacao-de-libras-e-audiodescricao-em-filmes-nacionais/

Estudantes e profissionais aprendem Libras para aumentar a inclusão social

130 pessoas foram capacitadas na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Curso é um projeto de extensão da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

AMAPÁ – Um grupo de 130 pessoas, entre estudantes e profissionais de saúde e educação participaram de um curso sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os sinais básicos da linguagem foram aprendidos gratuitamente durante seis meses.
A iniciativa do  curso ‘Libras para a comunidade’ foi do professor de Libras e educação da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Melque Lima. O curso foi realizado pela universidade nos campus de Macapá e Santana, distante 17 quilômetros da capital, de maio a novembro de 2015.
img_5128O curso de Libras é um projeto de extensão universitária e busca promover a inclusão social por meio da promoção do conhecimento sobre a língua dos sinais, segundo o professor. Para ele, essa habilidade ajudará os participantes na comunicação utilizada em diferentes ambientes como no mercado de trabalho, por exemplo.
“A Libras é a segunda língua de expressão no Brasil e também é um componente curricular nos cursos de graduação, no que se refere a licenciatura, e nos cursos de bacharelado. Então, os alunos poderão usar o que aprenderam no curso tanto na relação pessoal e profissional, quanto para a comunicação em geral em beneficio da inclusão social”, explicou Lima.
A estudante de fisioterapia, Naila Soares, de 23 alunos, foi uma das participantes do curso. Ela conta que a língua de sinais já fazia parte do seu cotidiano na comunicação com amigos com deficiência auditiva, e que também vai usar o conhecimento adquirido em sua profissão.
“Eu conhecia apenas os sinais mais simples com a abertura do curso quis aprofundar o conhecimento nessa área. Esse conhecimento é importante em qualquer profissão, pois é um meio de inclusão especialmente na área de educação e saúde”, ressaltou a estudante.

http://www.surdosol.com.br/estudantes-e-profissionais-aprendem-libras-para-aumentar-a-inclusao-social/

Curitiba - Ensino de Libras na rede municipal recebe substitutivo geral

Apresentado substitutivo geral ao projeto que prevê ensino de Libras na rede municipal.

Um substitutivo geral ao projeto que prevê o ensino de Libras (Língua Brasileira de Sinais), na rede municipal, foi apresentado na Câmara Municipal, pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação (031.00052.2015). A matéria, de autoria do vereador Pier Petruzziello (PTB), estabelece a inclusão do tema nas estratégias de formação e capacitação dos diretores, professores e educadores da rede pública do município (005.00150.2015).
O substitutivo foi apresentado por conta do parecer recebido da Comissão de Educação, Cultura e Turismo, que sugeriu que o texto estabelecesse apenas a inserção da matéria na grade curricular da capacitação profissional dos educadores, retirando a especificação de carga horária obrigatória. A regulamentação sobre o tema ficaria então a cargo da administração municipal.
De acordo com o relator da matéria na Comissão de Educação, vereador Chico do Uberaba (PMN), o projeto apresenta problemas, como vício de iniciativa e criação de despesas, que são prerrogativas do Executivo. “A inclusão do ensino de Libras na formação e capacitação dos professores não configura vício de iniciativa. O que extrapola os limites de competência é impor que a carga individual mínima seja de 20 horas por ano”, explica no parecer.

Projeto de lei

Segundo Pier Petruzziello, a ideia é que Curitiba seja referência na inclusão de alunos com deficiência auditiva. “Assegurar a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sem qualquer tipo de discriminação, é um princípio que está em nossa Constituição desde 1988, mas que ainda não se tornou realidade para milhares de crianças e jovens que apresentam necessidades educacionais especiais”, justifica.
O vereador avalia que a falta de um apoio pedagógico pode afastar o jovem com deficiência auditiva da sala de aula. “Durante muitos anos, o sujeito surdo teve o processo educacional negado, sob a alegação de que não possuía o domínio da oralidade e que não era suficientemente inteligente para adquirir qualquer conhecimento. Mais do que uma política de reparação, a aquisição da Língua Brasileira de Sinais pelo professor assegura ao surdo uma educação de qualidade, pautada no respeito e valorização de sua identidade.”
O autor argumenta que o projeto não traz impacto financeiro à prefeitura, porque o Instituto Municipal de Administração Pública (Imap) já oferece cursos de Libras a servidores públicos. “Ou seja, estaríamos aproveitando a estrutura existente e canalizando o público de interesse. Vale ressaltar que a preparação já ocorre em algumas cidades do Brasil, como Londrina, Contagem, Fortaleza, Maceió, Vitória Cuiabá e Piauí”, completa o autor.

http://www.surdosol.com.br/ensino-de-libras-na-rede-municipal-recebe-substitutivo-geral/

20 DE NOVEMBRO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

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Sinais de hoje: Dia da #ConsciênciaNegra



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11 termos sobre deficiência que devem ser abolidos.

Muita gente me pergunta pelas redes sociais quais são os termos corretos para se referir às pessoas com deficiência. Às vezes, por falta de informação, são usados termos antigos, pejorativos e até ofensivos. Para esclarecer algumas dúvidas, elaboramos esta lista com 11 termos sobre deficiência que devem ser abolidos. Usamos como fonte o dicionário de terminologias do professor Romeu Kazumi Sassaki, publicado na Rede Saci e o Movimento Down.

Descrição da Imagem #PraCegoVer: Sobre um fundo branco, há um círculo no meio e a frase “11 termos sobre deficiência que devem ser abolidos”. Fonte: Rede SACI e Movimento Down













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Professores de universidade do Amazonas criam gibi em libras

LIVRO SENSORIAL EM LIBRAS











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sexta-feira, 20 de novembro de 2015