RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Os desafios da Educação inclusiva: foco nas redes de apoio

Os desafios da Educação inclusiva: foco nas redes de apoio

Palavra de especialista
Para fazer a inclusão de verdade e garantir a aprendizagem de todos os alunos na escola regular é preciso fortalecer a formação dos professores e criar uma boa rede de apoio entre alunos, docentes, gestores escolares, famílias e profissionais de saúde que atendem as crianças com Necessidades Educacionais Especiais


1. Inclusão no Brasil e Educação especial na escola regular

João Guilherme dos Santos, aluno defiente físico, com seus colegas da Unidade Integrada Alberico Silva. Foto: Maurício Moreira
João Guilherme dos Santos, aluno com deficiência física, com seus colegas da Unidade Integrada Alberico Silva, em São Luís.
A especialista em Educação Inclusiva, Daniela Alonso. Foto: Gabriela Portilho
Daniela Alonso, especialista em Educação Inclusiva e selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10
 
O esforço pela inclusão social e escolar de pessoas com necessidades especiais no Brasil é a resposta para uma situação que perpetuava a segregação dessas pessoas e cerceava o seu pleno desenvolvimento. Até o início do século 21, o sistema educacional brasileiro abrigava dois tipos de serviços: a escola regular e a escola especial - ou o aluno frequentava uma, ou a outra. Na última década, nosso sistema escolar modificou-se com a proposta inclusiva e um único tipo de escola foi adotado: a regular, que acolhe todos os alunos, apresenta meios e recursos adequados e oferece apoio àqueles que encontram barreiras para a aprendizagem.
A Educação inclusiva compreende a Educação especial dentro da escola regular e transforma a escola em um espaço para todos. Ela favorece a diversidade na medida em que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.
Há, entretanto, necessidades que interferem de maneira significativa no processo de aprendizagem e que exigem uma atitude educativa específica da escola como, por exemplo, a utilização de recursos e apoio especializados para garantir a aprendizagem de todos os alunos.
A Educação é um direito de todos e deve ser orientada no sentido do pleno desenvolvimento e do fortalecimento da personalidade. O respeito aos direitos e liberdades humanas, primeiro passo para a construção da cidadania, deve ser incentivado.
Educação inclusiva, portanto, significa educar todas as crianças em um mesmo contexto escolar. A opção por este tipo de Educação não significa negar as dificuldades dos estudantes. Pelo contrário. Com a inclusão, as diferenças não são vistas como problemas, mas como diversidade. É essa variedade, a partir da realidade social, que pode ampliar a visão de mundo e desenvolver oportunidades de convivência a todas as crianças.
Preservar a diversidade apresentada na escola, encontrada na realidade social, representa oportunidade para o atendimento das necessidades educacionais com ênfase nas competências, capacidades e potencialidades do educando.
Ao refletir sobre a abrangência do sentido e do significado do processo de Educação inclusiva, estamos considerando a diversidade de aprendizes e seu direito à equidade. Trata-se de equiparar oportunidades, garantindo-se a todos - inclusive às pessoas em situação de deficiência e aos de altas habilidades/superdotados, o direito de aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver. (CARVALHO, 2005).


2. O que o Plano Nacional de Educação diz sobre a Educação inclusiva

Isac Oliveira Souza aprendendo ler na lousa de braile, na sala de recursos da EE Dom Jayme de Barros, coordenada pela professora Luiza Helena Tristão. Foto: Patrícia Stavis
Isac Oliveira Souza aprendendo ler na lousa braile, na sala de recursos da EE Dom Jayme de Barros.
No Brasil, a regulamentação mais recente que norteia a organização do sistema educacional é o Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Esse documento, entre outras metas e propostas inclusivas, estabelece a nova função da Educação especial como modalidade de ensino que perpassa todos os segmentos da escolarização (da Educação Infantil ao ensino superior); realiza o atendimento educacional especializado (AEE); disponibiliza os serviços e recursos próprios do AEE e orienta os alunos e seus professores quanto à sua utilização nas turmas comuns do ensino regular.
O PNE considera público alvo da Educação especial na perspectiva da Educação inclusiva, educandos com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual e múltipla), transtorno global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades.
Se o aluno apresentar necessidade específica, decorrente de suas características ou condições, poderá requerer, além dos princípios comuns da Educação na diversidade, recursos diferenciados identificados como necessidades educacionais especiais (NEE). O estudante poderá beneficiar-se dos apoios de caráter especializado, como o ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, no caso da deficiência visual e auditiva; mediação para o desenvolvimento de estratégias de pensamento, no caso da deficiência intelectual; adaptações do material e do ambiente físico, no caso da deficiência física; estratégias diferenciadas para adaptação e regulação do comportamento, no caso do transtorno global; ampliação dos recursos educacionais e/ou aceleração de conteúdos para altas habilidades.
A Educação inclusiva tem sido um caminho importante para abranger a diversidade mediante a construção de uma escola que ofereça uma proposta ao grupo (como um todo) ao mesmo tempo em que atenda às necessidades de cada um, principalmente àqueles que correm risco de exclusão em termos de aprendizagem e participação na sala de aula.
Além de ser um direito, a Educação inclusiva é uma resposta inteligente às demandas do mundo contemporâneo. Incentiva uma pedagogia não homogeneizadora e desenvolve competências interpessoais. A sala de aula deveria espelhar a diversidade humana, não escondê-la. Claro que isso gera novas tensões e conflitos, mas também estimula as habilidades morais para a convivência democrática. O resultado final, desfocado pela miopia de alguns, é uma Educação melhor para todos. (MENDES, 2012).

3. O que significa ter um projeto pedagógico inclusivo?

Marilda Dutra, professora de Geografia, e Marcia Maisa Leite Buss, intérprete, da EE Nossa Senhora da Conceição, e seus alunos em sala de aula. Foto: Eduardo Marques
Marilda Dutra, professora de Geografia, e Marcia Maisa Leite Buss, intérprete de libras, da EE Nossa Senhora da Conceição, e seus alunos.
As barreiras que podem impedir o acesso de alguns alunos ao ensino e à convivência estão relacionadas a diversos componentes e dimensões da escolarização. Ocorrem, também, impedimentos na ação dos educadores. Vejamos os principais pontos revelados na experiência com educadores no exercício da Educação inclusiva, para todos.
Educadores reconhecem, cada vez mais, a diversidade humana e as diferenças individuais que compõem seu grupo de alunos e se deparam com a urgência de transformar o sistema educacional e garantir um ensino de qualidade para todos os estudantes. Não basta que a escola receba a matrícula de alunos com necessidades educacionais especiais, é preciso que ofereça condições para a operacionalização desse projeto pedagógico inclusivo. A inclusão deve garantir a todas as crianças e jovens o acesso à aprendizagem por meio de todas as possibilidades de desenvolvimento que a escolarização oferece.
As mudanças são imprescindíveis, dentre elas a reestruturação física, com a eliminação das barreiras arquitetônicas; a introdução de recursos e de tecnologias assistivas; a oferta de profissionais do ensino especial, ainda em número insuficiente. Além da compreensão e incorporação desses serviços na escola regular são necessárias alternativas relativas à organização, ao planejamento e à avaliação do ensino.

Outro ponto importante refere-se à formação dos professores para a inclusão. A transformação de paradigma na Educação exige professores preparados para a nova prática, de modo que possam atender também às necessidades do ensino inclusivo. O saber está sendo construído à medida que as experiências vão acumulando-se e as práticas anteriores vão sendo transformadas. Por isso, a formação continuada tem um papel fundamental na prática profissional.
A inclusão de pessoas com necessidades especiais faz parte do paradigma de uma sociedade democrática, comprometida com o respeito aos cidadãos e à cidadania. Esse paradigma, na escola, apresenta-se no projeto pedagógico que norteará sua ação, explicitará sua política educacional, seu compromisso com a formação dos alunos, assim como, com ações que favoreçam a inclusão social.
É o projeto pedagógico que orienta as atividades escolares revelando a concepção da escola e as intenções da equipe de educadores. Com base no projeto pedagógico a escola organiza seu trabalho; garante apoio administrativo, técnico e científico às necessidades da Educação inclusiva; planeja suas ações; possibilita a existência de propostas curriculares diversificadas e abertas; flexibiliza seu funcionamento; atende à diversidade do alunado; estabelece redes de apoio, que proporcionam a ação de profissionais especializados, para favorecer o processo educacional.
É na sala de aula que acontece a concretização do projeto pedagógico - elaborado nos diversos níveis do sistema educacional. Vários fatores podem influenciar a dinâmica da sala de aula e a eficácia do processo de ensino e aprendizagem. Planejamentos que contemplem regulações organizativas diversas, com possibilidades de adequações ou flexibilizações têm sido uma das alternativas mais discutidas como opção para o rompimento com estratégias e práticas limitadas e limitantes.

4. Flexibilização e adaptação curricular em favor da aprendizagem

Benjamin Saidon, aluno com síndrome de Down da Nova Escola Judaica Bialik Renascença, em atividade na sala de aula com colegas. Foto: Marcelo Min
Benjamin Saidon, aluno com síndrome de Down da Nova Escola Judaica Bialik Renascença, em São Paulo.
Para estruturar as flexibilizações na escola inclusiva é preciso que se reflita sobre os possíveis ajustes relativos à organização didática. Qualquer adaptação não poderá constituir um plano paralelo, segregado ou excludente. As flexibilizações e/ou adequações da prática pedagógica deverão estar a serviço de uma única premissa: diferenciar os meios para igualar os direitos, principalmente o direito à participação, ao convívio.
O desafio, agora, é avançar para uma maior valorização da diversidade sem ignorar o comum entre os seres humanos. Destacar muito o que nos diferencia pode conduzir à intolerância, à exclusão ou a posturas fundamentalistas que limitem o desenvolvimento das pessoas e das sociedades, ou, que justifiquem, por exemplo, a elaboração de currículos paralelos para as diferentes culturas, ou para pessoas com necessidades educacionais especiais. (BLANCO, 2009).
Além disso, para que o projeto inclusivo seja colocado em ação, há necessidade de uma atitude positiva e disponibilidade do professor para que ele possa criar uma atmosfera acolhedora na classe. A sala de aula afirma ou nega o sucesso ou a eficácia da inclusão escolar, mas isso não quer dizer que a responsabilidade seja só do professor. O professor não pode estar sozinho, deverá ter uma rede de apoio, na escola e fora dela, para viabilizar o processo inclusivo.
Para crianças com necessidades educacionais especiais uma rede contínua de apoio deveria ser providenciada, com variação desde a ajuda mínima na classe regular até programas adicionais de apoio à aprendizagem dentro da escola e expandindo, conforme necessário, à provisão de assistência dada por professores especializados e pessoal de apoio externo. (Declaração de Salamanca, 1994).

5. Como formar redes de apoio à Educação inclusiva

Matheus Santana da Silva, aluno autista, com seu pai na biblioteca da escola. Foto: Marcelo Min
Matheus Santana da Silva, aluno autista, com seu pai na biblioteca da escola.
Os sistemas de apoio começam na própria escola, na equipe e na gestão escolar. O aluno com necessidades especiais não é visto como responsabilidade unicamente do professor, mas de todos os participantes do processo educacional. A direção e a coordenação pedagógica devem organizar momentos para que os professores possam manifestar suas dúvidas e angústias. Ao legitimar as necessidades dos docentes, a equipe gestora pode organizar espaços para o acompanhamento dos alunos; compartilhar entre a equipe os relatos das condições de aprendizagens, das situações da sala de aula e discutir estratégias ou possibilidades para o enfrentamento dos desafios. Essas ações produzem assuntos para estudo e pesquisa que colaboram para a formação continuada dos educadores.
A família compõe a rede de apoio como a instituição primeira e significativamente importante para a escolarização dos alunos. É a fonte de informações para o professor sobre as necessidades específicas da criança. É essencial que se estabeleça uma relação de confiança e cooperação entre a escola e a família, pois esse vínculo favorecerá o desenvolvimento da criança.
Profissionais da área de saúde que trabalham com o aluno, como fisioterapeutas, psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos ou médicos, também compõem a rede. Esses profissionais poderão esclarecer as necessidades de crianças e jovens e sugerir, ao professor, alternativas para o atendimento dessas necessidades.
Na perspectiva da Educação inclusiva, os apoios centrais reúnem os serviços da Educação especial e o Atendimento Educacional Especializado (AEE). São esses os novos recursos que precisam ser incorporados à escola. O aluno tem direito de frequentar o AEE no período oposto às aulas. O sistema público tem organizado salas multifuncionais ou salas de apoio, na própria escola ou em instituições conveniadas, com o objetivo de oferecer recursos de acessibilidade e estratégias para eliminar as barreiras, favorecendo a plena participação social e o desenvolvimento da aprendizagem.
Art. 1º. Para a implementação do Decreto no 6.571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos; Art. 2º. O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem; Parágrafo Único. Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na Educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e dos demais serviços. (CNB/CNE, 2009).
Ainda que não apresente números consideráveis, a inclusão tem sido incorporada e revela ações que podem ser consideradas práticas para apoiar o professor. Ter um segundo professor na sala de aula, é um exemplo, seja presente durante todas as aulas ou em alguns momentos, nas mais diversas modalidades: intérprete, apoio, monitor ou auxiliar. Esse professor poderá possuir formação específica, básica ou poderá ser um estagiário. A participação do professor do AEE poderá ocorrer na elaboração do planejamento e no suporte quanto à compreensão das condições de aprendizagem dos alunos, como forma de auxiliar a equipe pedagógica.
Outra atividade evidenciada pela prática inclusiva para favorecer o educador é a adoção da práxis - no ensino, nas interações, no espaço e no tempo - que relacione os diferentes conteúdos às diversas atividades presentes no trabalho pedagógico. São esses procedimentos que irão promover aos alunos a possibilidade de reorganização do conhecimento, à medida que são respeitados os diferentes estilos e ritmos de aprendizagem.
Vale ressaltar que a Educação inclusiva, como prática em construção, está em fase de implementação. São muitos os desafios a serem enfrentados, mas as iniciativas e as alternativas realizadas pelos educadores são fundamentais. As experiências, agora, centralizam os esforços para além da convivência, para as possibilidades de participação e de aprendizagem efetiva de todos os alunos.

Sobre a especialista
Daniela Alonso é educadora, consultora de projetos educacionais, selecionadora do Prêmio Educador Nota 10, psicopedagoga, especialista em Educação Inclusiva.
 

Quer saber mais?
Bibliografia
Declaração de Salamanca, Ministério da Educação
A atenção educacional à diversidade: escolas inclusivas. R. Blanco, In: Marchesi, A., Tedesco, J.C., e
A sala de aula inclusiva. Daniela Alonso e S. Casarin. São Paulo. No prelo 2012.
Diversidade como paradigma de ação pedagógica na Educação. R. E. Carvalho. In: Revista da Educação Especial. MEC/SEESP. Out. 2005.
Flexibilização Curricular: um caminho para o atendimento de aluno com deficiência. E. Lopes, PDE, Universidade Estadual de Londrina. Paraná. 2008. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/786-2.pdf
Qualidade, equidade e reformas no ensino. Coll, C. Madri: OEI-Fundação Santillana, 2009.

Documentos
Resolução CNE/CEB Nº 2. Art. 5º, Inciso III, MEC. 2001. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares/Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. - Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1998.
Resolução CNE/CEB nº 04/2009 e Parecer CNE/CEB nº 13/2009 http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf

FONTE:
 http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/palavra-especialista-desafios-educacao-inclusiva-foco-redes-apoio-734436.shtml?page=0

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MESTRADO ACADÊMICO EM FILOSOFIA - 27 e 28/fevereiro: Inscrições para alunos especiais no 1º semestre de 2013

27 e 28/fevereiro: Inscrições para alunos especiais no 1º semestre de 2013

Nos próximos dias 27 e 28 de fevereiro (quarta e quinta), entre 14:00 e 17:00, o Mestrado em Filosofia abre inscrições para interessados em cursar, na condição de alunos especiais, as disciplinas ofertadas no semestre 2013.1. Abaixo estão os números de vagas de cada uma dessas disciplinas:

Fundamentos Filosóficos da Ética I - 2 vagas
Problemas Metafísicos - 2 vagas
Tópicos Especiais de Antropologia Filosófica - 5 vagas
Leituras orientadas: Fundamentos ético-filosóficos do  Estado Democrático de Direito - 5 vagas

Os horários, bem como as propostas de curso dessas disciplinas, estão disponíveis aqui >.

Os candidatos a alunos especiais deverão preencher requerimento solicitando inscrição em até 2 (duas) das disciplinas ofertadas e expondo os motivos do seu interesse em cursar as disciplinas, anexando ainda cópias de RG, CPF e Certificado ou Diploma de Curso Superior e comprovante de pagamento der taxa de R$ 20,00 (vinte reais) na seguinte conta bancária:

Caixa Econômica Federal
Conta-corrente 261-0
Agência 0919
Operação 006

Os documentos poderão ser autenticados na Secretaria do Mestrado mediante apresentação dos originais. 

Cada aluno especial, quando aceito seu pedido de inscrição, poderá cursar até 2 (duas) disciplinas.  O atendimento aos pedidos dependerá do número de requerimentos em relação ao número de vagas. O Mestrado isenta-se da obrigação de atender a todos os pedidos. A justificativa apresentada pelo candidato será o critério de análise para aceitação. Os candidatos à última seleção que não foram classificados terão prioridade para o curso das disciplinas como alunos especiais. Caso esses alunos especiais venham a ser aprovados futuramente como alunos regulares do Mestrado não lhes estará assegurado, de antemão, o aproveitamento dessas disciplinas.

TE DESEJO BONS SONHOS, DEUS ABENÇÕE SEU SONO.


OFICINA DE TEATRO EM LIBRAS - BA


CONSEGUE IDENTIFICAR O SINAL OU LER O ALFABETO MANUAL??????????


Mercado para tradutor da língua brasileira de sinais precisa de mais profissionais


Língua de Sinais traz independência ao deficiente, diz professor de Juiz de Fora, MG

 
Publicado em 20/11/2012

http://globotv.globo.com/tv-integracao-triangulo-mineiro/mgtv-1-tv-integracao/v/lingua-de-sinais-traz-independencia-ao-deficiente-diz-professor-de-juiz-de-fora-mg/2251897/

Língua brasileira de sinais no palco do teatro!


VIVO MAIS MENSAGEM - EXPLICAÇÃO EM LIBRAS!


Vivo Mais Mensagens

Por Vivoblog em 27-setembro-2010  
 


Domitila Cavalheiro Salles, 28 anos, comunica-se com os amigos, a família e o mundo por meio do SMS. Ela nasceu com deficiência auditiva e utiliza o celular para trocar mensagens e marcar encontros com os amigos. Para atender pessoas como Domitilia, a Vivo criou o Plano Vivo Mais Mensagens, que oferece um pacote especial de torpedos.
Há um ano, o Vivoblog pediu ajuda aos leitores para comunicar o Vivo Mais Mensagens à comunidade surda. Os comentários orientaram a criação de um hot site com um vídeo em Libras.
As sugestões de colaboradores surdos da Vivo também foram ouvidas, e todo esse levantamento deu origem ao roteiro do vídeo. Por ser uma linguagem que varia para cada grupo de surdos, o grande desafio foi decidir qual padrão alcançaria o maior número de pessoas.
Para a produção do vídeo, recrutamos um intérprete de Libras “ouvinte”, que traduziu o roteiro para o intérprete surdo, apresentador do vídeo. Todo esse trabalho foi desenvolvido com a ajuda da consultoria Voz Profissional, especializada no assunto.
Com esse projeto, reforçamos nosso compromisso com a acessibilidade e o respeito à diversidade, ao permitir que pessoas como Domitilia fiquem mais conectadas.

https://www.vivo.com.br/vivomaismensagens/

PIADA


VOCÊ SABE QUAL É ESTE SINAL?


QUA SINAL É ESTE?


Surdo é esfaqueado brutalmente após fazer linguagem de sinais

Surdo é esfaqueado brutalmente após fazer linguagem de sinais.

Agressor foi preso e responderá por agressão com arma mortal com intenção de matar.

16/1/2013 às 15h31 (Atualizado em 16/1/2013 às 16h41).
Do R7
Divulgação/Polícia de BurlingtonRobert Jarell Neal, de 22 anos, agrediu um surdo nos EUA.
Terrance Daniels, um surdo de 45 anos, foi brutalmente esfaqueado até ficar à beira da morte por Robert Jarell Neal, de 22 anos, em Burlington, nos EUA. Conforme alegou a polícia local, o agressor confundiu a linguagem de sinais utilizada por Daniels com símbolos de gangues.
De acordo com o departamento de polícia da cidade, a vítima estava andando pela rua e tentou falar com Neal por meio da linguagem de sinais.
O agressor supostamente pensou que o homem estava fazendo um símbolo de gangues e o apunhalou várias vezes com uma faca de cozinha. Ele foi preso na última quarta-feira (9).
Os investigadores dizem que um vizinho chamou a polícia.
Em seguida, Neal voltou à cena do crime um pouco mais tarde e ameaçou ferir a filha de Daniels, de 12 anos de idade.
A vítima foi levada para dois hospitais na área de Piemonte e agora está em estado grave.
Neal foi localizado em Elon e foi detido sem incidentes. Ele foi encaminhado para a cadeia do condado de Alamance e acusado de agressão com arma mortal com intenção de matar ou causar ferimentos graves, além de crimes contra uma pessoa deficiente.

 http://noticias.r7.com/internacional/surdo-e-esfaqueado-brutalmente-apos-fazer-linguagem-de-sinais-16012013

LIVRO: Língua de Sinais Brasileira Estudos linguísticos

Língua de Sinais Brasileira Estudos linguísticos
Ronice Quadros, Lodenir Karnopp
SINOPSE: Neste livro Ronice Müller de Quadros e Lodenir Becker Karnopp, que estão entre os melhores tradutores da língua de sinais brasileira em nosso País, descrevem e analisam a língua de sinais brasileira, apontando, de modo competente, seus aspectos fonológicos, morfológicos e sintáticos. Superando a dificuldade inerente à tradução e à transcrição dos sinais, as autoras oferecem uma fonte imprescindível para aprendizagem, compreensão, análise e uso da língua de sinais brasileira, ricamente ilustrada por fotos realizadas com rigoroso cuidado técnico, com o objetivo de que o leitor pudesse ter ideia dos rápidos movimentos de corpo e mãos envolvidos em cada sinal.


ProLibras - Prova Objetiva no dia 03/03/2013



Veja aqui o LOCAL onde você fará a Prova Objetiva no dia 03/03/2013.



Ministério da Educação - MEC
Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC

SEXTO PROLIBRAS - Certificação de Proficiência na LIBRAS
 http://www.prolibras.ufsc.br/

Ditado 10 sinais em Libras

Deficiente auditiva passa em universidade particular mas instituição não...

A primeira aluna surda-cega na universidade

Cursinho nega intérprete para aluna surda matriculada no centro de SP

Cursinho nega intérprete para aluna surda matriculada no centro de SP

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo
02/02/2013
 
Matriculada em um curso pré-vestibular do Anglo na unidade Tamandaré, região central de São Paulo, uma aluna surda de 18 anos não poderá assistir às aulas. O cursinho não disponibilizará intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as aulas. Essa foi a informação que a mãe da aluna, Liliane Petris, 40, recebeu do cursinho dias depois de inscrever a jovem, que pretende prestar vestibular no fim deste ano.
Se a aluna quiser estudar, teria dito o diretor do cursinho, deverá transferir a matrícula para uma unidade a 20 km do local que ela escolheu. Isso porque apenas no prédio localizado na avenida João Dias (zona sul de SP) há um intérprete de Libras, apesar de não haver alunos surdos nessa unidade.
Além de ser distante, o curso que possui um profissional especializado só ocorre durante a tarde – a aluna se matriculou em aulas do período matutino--, que tem carga horária menor do que a escolhida.
"Já paguei a primeira mensalidade, minha filha tem o direito de escolher a carga horária, o período e onde quer estudar. Essa não pode ser uma decisão do Anglo", diz Liliane. As aulas do cursinho pré-vestibular começam no início de março.
"Primeiro, disseram que não havia espaço no tablado para o professor e o intérprete. Depois fui informada de que só iriam colocar o profissional em sala quando fossem obrigados pelo Ministério Público", completa.
Liliane fez a denúncia ao Ministério Público Federal nesta semana e pretende procurar também o Ministério Público Estadual. 

Compromisso

Em 2008, o Anglo assinou um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com o Ministério Público Federal e o Estadual, em que se comprometia a colocar um intérprete de Libras nas aulas regulares do curso "express" oferecido na unidade João Dias a partir do ano seguinte. O TAC define uma multa diária de R$ 3 mil em caso de descumprimento.
Liliane foi então informada de que, mesmo sem alunos surdos no prédio da zona sul, o intérprete não poderia ser deslocado para outro endereço, porque o termo assinado trata apenas das aulas na unidade João Dias.
Dessa forma, a mãe diz que foi orientada a procurar o Ministério Público, fazer uma denúncia e esperar um novo TAC ser assinado – o que pode demorar mais de um ano.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação define que o aluno com algum tipo de deficiência deve receber serviços de apoio especializados em escolas públicas e privadas. O problema é que o texto aborda especificamente o ensino regular – que não inclui cursinhos pré-vestibulares.
A mãe diz que outra aluna, também com deficiência auditiva, teve a matrícula negada na unidade do centro, porque foi informada pelo cursinho de que só poderia estudar no prédio da avenida João Dias.
Diante do problema, Liliane não só fez a denúncia ao MP, como também criou um abaixo assinado virtual pedindo a presença de intérpretes de Libras em cursinhos (veja aqui a petição pública).

Resposta

Em nota assinada por Marcelo Mirabelli, diretor do Anglo Vestibulares, o cursinho disse que é "sensível às dificuldades dos portadores de necessidades especiais" e que oferece o curso pré-vestibular na unidade João Dias, "totalmente adaptada para todos estudantes, portadores de necessidades especiais ou não".

 http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/02/02/cursinho-nega-interprete-para-aluna-surda-matriculada-no-centro-de-sp.htm

Psicólogos dão atendimento em LIBRAS para surdos

Semana passada, escrevi sobre atendimento psicológico para pessoas com deficiência, que podem servir como um apoio para aceitação da deficiência. Mas, ficou faltando um ponto, não comentamos sobre como pessoas com deficiência auditiva ou surdez podem ter dificuldade com este tipo de atendimento, afinal, é uma pequena parcela de profissionais que sabem LIBRAS.
Entre esta minoria, está a especialista em psicologia hospitalar, Telma Souza, que trabalha no Hospital das Clínicas da USP e no DERDIC (Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação) da PUC de São Paulo. Telma aprendeu LIBRAS em um curso de clínica psicanalítica para crianças e jovens que fez no DEDIRC, instituição especializada em deficiência auditiva, voz e linguagem. No HC também existem projetos de reabilitação de pacientes de perda adquirida.
A psicóloga percebe diferenças no atendimento  entre pessoas que nasceram com alguma deficiência e às que adquiriram deficiência ao longo da vida. “Ao nascer com uma deficiência toda à formação da autoimagem e personalidade vai constituir-se a partir de sua estrutura orgânica, ou seja, seu psiquismo vai desenvolver juntamente com seu corpo, a partir das experiências vividas” diferencia.
Para que estas crianças venham a ser adultos felizes, é muito importante o apoio da família, pois é com ela que inicia o contato com o mundo externo. Assim, os familiares devem participar ativamente.
“A aproximação da família com a criança, durante o processo terapêutico, possibilita uma compreensão melhor por parte de todos e dos papéis que ocupam nesse processo que exige uma readaptação, no qual descobrem novas maneiras de perceber a criança e contribuir com o desenvolvimento de seus potenciais”, comenta Telma.
Já no caso da perda adquirida, existem mais consequências a psique, reações como raiva, depressão, frustração e insegurança. Com esta perda da capacidade auditiva acontece a modificação da autoimagem.
“E é nessa nova realidade do indivíduo que o acompanhamento psicológico implica em possibilitar condições para a adaptação e reorganização, para que haja um investimento em si coerente com suas capacidades”, encerra.
 http://www.guiainclusivo.com.br/2011/06/psicologos-dao-atendimento-em-libras-para-surdos/

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Diagnóstico precoce ajuda no tratamento de crianças com deficiência auditiva

Diagnóstico precoce ajuda no tratamento de crianças com deficiência auditiva
Brasil tem cerca de 15 milhões de portadores de alguma deficiência auditiva.
O Brasil tem cerca de 15 milhões de portadores de alguma deficiência auditiva. A qualidade de vida dessas pessoas, principalmente das crianças, depende muito do diagnóstico precoce.

Um exame que pode ser feito até em recém-nascidos. Mas, infelizmente, a maioria dos casos só é identificada a partir dos 4 anos de idade. Veja na reportagem de Ana Paula Neves.






http://entretenimento.r7.com/hoje-em-dia/noticias/diagnostico-precoce-ajuda-no-tratamento-de-criancas-com-deficiencia-auditiva-20121102.html

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PIADA


Use X Não-Use


SENSIBILIDADE SURDA


EU AMO LIBRAS


Quando se entende e se é compreendido!


DESAFIO. CONSEGUE LER A FRASE?


EU CURTO LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS


MAIS UM DESAFIO.


QUE FRASE É ESTA?


AGORA EU QUERO VER... O QUE ESTÁ ESCRITO?


DESAFIO. E AÍ PESSOAL, QUE NÚMERO É ESTE?


Recebi um aluno surdo. E agora?

Recebi um aluno surdo. E agora?

Peça ajuda. Esse é o conselho da professora livre-docente Roseli Baumel, da Faculdade de Educação da USP. Confira quem pode apoiá-lo.


Cinthia Rodrigues (novaescola@atleitor.com.br)


FamíliaA participação da família ajuda em qualquer caso, mas, se o aluno é surdo, a conversa precisa ser mais constante e aprofundada. Descubra como é a comunicação em casa, desde a linguagem utilizada até o que mais chama a atenção da criança.
Entidades
Procure apoio em uma instituição que atenda os deficientes, como o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), no Rio de Janeiro. Muitos oferecem aulas de libras e dicionários da língua e auxiliam na escolha de materiais para facilitar o aprendizado. Enquanto a escola não tem sala de apoio, algumas ONGs podem dar aulas de libras e reforço às crianças no contraturno.
Professores
Converse com outros docentes do aluno, de disciplinas diferentes ou anos anteriores. Procure repetir experiências de sucesso e pergunte também o que não funcionou para evitar os mesmos erros. Busque exemplos em outras unidades de ensino. "É preciso debater o ensino, fazer encontros e trocar informações", diz Roseli.
Governo
Os alunos têm direito a um intérprete, e a escola, a materiais apropriados e a uma sala multidisciplinar. O governo também deve oferecer cursos de libras para os professores. As aulas devem ser dadas em faculdades que fazem convênio com o Ministério da Educação. Além disso, unidades com mais de 100 alunos podem pedir recursos para a montagem de uma sala de apoio pelo Programa Escola Acessível. Informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 2104 -9258/ 2104-8651.

Consultoria
Roseli Baumel professora livre-docente da Faculdade de Educação da USP.

 http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/recebi-aluno-surdo-agora-inclusao-602191.shtml

 
Publicado em NOVA ESCOLA Edição 221, Abril 2009. Título original: Falar com as mãos

Curso de Libras do Básico ao Avançado


Curso de Libras do Básico ao Avançado
Públicos específicos.
Cidades Baianas: Salvador / Esplanada / Gandú

ONDE VOCÊ MORA?


sinal de RUA

Sinal de RUA. CM da mão aberta com movimentos para um lado e para o outro.

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=410715119020633&set=a.359276830831129.85376.358580124234133&type=1&theater

Governo federal entrega 37 centrais de Libras aos estados e ao DF

Governo federal entrega 37 centrais de Libras aos estados e ao DF

26/02/2013 - 12h02
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Secretaria de Direitos Humanos entregou hoje (26) 37 centrais de Interpretação de Libras para 24 estados e o Distrito Federal. O objetivo é garantir atendimento de qualidade a pessoas com deficiência auditiva por meio de serviços de tradução e interpretação, além de facilitar o acesso a serviços públicos.
De acordo com o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira, cada central conta com computadores, serviço de comunicação por imagem e som, equipamento de telefonia e um veículo para atendimento in loco (no local).
“A central faz o atendimento virtual, por meio de chat de comunicação, em que o intérprete se comuncia com o surdo a distância, e também agenda atendimentos em saúde, como consultas médicas, atendimento jurídico e alguns serviços como o bancário”, explicou.
A expectativa é que todas as 37 centrais estejam em funcionamento em um prazo de 120 dias. “Os estados têm toda a liberdade para fazer arranjos locais com os municípios, com as universidades, para pôr as centrais em funcionamento. O governo federal vai fazer o monitoramento e o acompanhamento dessas ações para ver se, de fato, estão atendendo os objetivos”, completou.
Para o próximo ano, mais 27 centrais devem ser entregues –  uma para cada estado. A  ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, lembrou que a iniciativa faz parte do Plano Viver sem Limite, lançado em 2011. “Acessibilidade é fundamental, é a retirada das barreiras. E as centrais de Libras são uma forma de retirarmos a barreira da comunicação que atinge a pessoa surda.”
Edição: Graça Adjuto
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 http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-02-26/governo-federal-entrega-37-centrais-de-libras-aos-estados-e-ao-df#.USz6yYOYqT0.facebook

SEJA SOLIDÁRIO COM QUEM É DIFERENTE DE VOCÊ

O fato de não termos limitações física, auditivas, visuais ou quaisquer outras limitações não nos faz ser melhor ou pior que ninguém. O que nos faz são nossas ações, nossas construções. Assim, afirmo de nada nos adiantaria sermos perfeitos se não tivermos sentimentos nobres como respeito, amor, solidariedade e tantos outros.
Andreia Rego.


FONTE:
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=342152705891281&set=a.262447570528462.46870.252479294858623&type=1&theater

APRENDA LIBRAS


sábado, 23 de fevereiro de 2013

DICA


LIBRAS PRA QUE TE QUERO?


Jornal Visual 19/02/2013 - Jornal Visual

Jornal Visual 20/02/2013 - Jornal Visual

Paranaense é eleita Miss Surda Brasil 2013


Da Folha de Londrina
Divulgação
 Thaisy Payo é moradora de Umuarama
Thaisy Payo, de Umuarama (Noroeste), foi eleita no fim de semana a Miss Surda Brasil 2013, em concurso realizado em Fortaleza (CE). Esta foi a primeira vez que o Paraná participa do concurso. Aos 25 anos, a farmacêutica e professora de Língua Brasileira de Sinais (Libras) realizou seu sonho de criança. Ela agora irá representar o Brasil no Miss Deaf World, que será realizado em julho, em Praga, na República Tcheca. Ainda em Fortaleza, Thaisy está muito feliz com o título, segundo sua mãe, Aparecida do Carmo Payo. “Estamos todos muito felizes com a vitória dela, graças a Deus deu tudo certo. Agradecemos a todos que a ajudaram”, afirma.
Thaisy começou a carreira de modelo aos 10 anos. Em 2010 foi eleita Rainha da Exposição Agropecuária e Industrial de Umuarama, Segunda Princesa Miss Umuarama e Rainha Surda Brasileira. Ela também já fez diversos trabalhos fotográficos e desfiles. Surda desde os nove meses, Thaisy sempre teve muita força de vontade, segundo Aparecida. Além da carreira como professora, ela deve agora conciliar a pós-graduação em Libras e Educação de Surdos e os compromissos de miss. “Quero quebrar as barreiras e brilhar sem limites para lutar pelos direitos das pessoas surdas”, disse à jovem, em entrevista à FOLHA, na semana passada.

 http://www.joicehasselmann.com.br/2013/02/paranaense-e-eleita-miss-surda-brasil-2013/

DOMINÓ: SINAIS DE FAMÍLIA