RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Hotéis devem melhorar acessibilidade

Ricardo Shimosakai tem projetos eficientes para organizar a acessibilidade na hotelaria, mas é preciso a aceitação do mercado 

Ricardo Shimosakai tem projetos eficientes para organizar a acessibilidade na hotelaria, mas é preciso a aceitação do mercado

De acordo com o IBGE, o Brasil tem 45,6 milhões de pessoas com deficiências. A maioria dessas pessoas estão aptas a viajar e muitas são ótimos turistas em potencial. Mas na hora de escolher um destino, o viajante com deficiência procura locais que estejam prontos para recebê-lo, com estrutura adequada e profissionais preparados a lidar com todas as situações.
A MalaPronta.com, um dos principais canais de reservas online do país, tem procurado reforçar as parcerias com hotéis adaptados e que ofereçam as melhores estruturas para os hóspedes com deficiência. O diretor geral da empresa Turismo Adaptado, Ricardo Shimosakai, que também é consultor em acessibilidade e turismo, aponta dados curiosos, outros preocupantes, e conta que o turista com deficiência representa um ótimo nicho de mercado a ser bem desenvolvido no país.
Segundo Shimosakai, o Brasil vem melhorando muito a estrutura para receber esses turistas e pode ser considerado referência quando em comparação com outros países da América do Sul, mas ainda há muito a ser feito. ”Comparando em relação aos outros países da América do Sul, o Brasil está muito bem, mas em relação à América do Norte, Europa, ainda deixa a desejar”.
O consultor aponta que os hotéis estão cada vez mais preparados para receber o turista com deficiência, mas que a velocidade de adaptação é muito lenta e que a maioria ainda não cumpre a lei que exige acessibilidade. “A Turismo Adaptado está organizando a hotelaria brasileira para o turismo acessível, identificando quais as acessibilidades que o hotel realmente possui, e prestando consultorias para adequá-los”, afirma. Ele lembra que o principal problema é a clareza de informação. “Por exemplo, alguns hotéis dizem que possuem cadeira de banho, que na verdade é uma cadeira de plástico da piscina que colocam embaixo do chuveiro – e a cadeira de banho não é isso. Para não culpar somente o mercado, também falta informação do turista com deficiência, em dizer qual a necessidade dele, para que o local consiga atendê-lo adequadamente. É isso que nós fazemos no agenciamento de viagens, verificando os desejos relacionados ao turismo, e as necessidades relacionados à deficiência, para que ele seja plenamente atendido”, explica Shimosakai.
Além da acessibilidade nos hotéis, é preciso que as cidades também estejam adaptadas em todos os sentidos. “É preciso que o transporte, atrativos turísticos, guias de turismo, restaurantes, enfim, todos os itens que compõem uma viagem sejam acessíveis”, alerta o consultor.
Bons exemplos
Ricardo Shimosakai aponta que há destinos no Brasil que estão muito bem preparados para o turismo adaptado. “Podemos citar Bonito, Foz do Iguaçu, Gramado, Natal, Rio de Janeiro, São Paulo como as cidades mais acessíveis para o turista com deficiência no Brasil”. Os destinos mais procurados são os mesmos buscados pelo turista convencional, afinal o desejo como turista é igual para todos. “Porém nós aconselhamos a pessoa a procurar lugares mais interessantes, mais prontos para recebê-los. Por exemplo, um casal de cegos nos procurou querendo ir para a Amazônia. Eu perguntei qual a razão de escolher a Amazônia, se tinha algo específico no destino, que só poderia conhecer lá, ou se estavam procurando por um destino de natureza. Pois se fosse só por conhecer a natureza, Bonito seria muito mais interessante, mais preparado para recebê-los e no final das contas mais barato, pois eles eram do Rio Grande do Sul”, exemplifica o consultor.
Mas ele lembra que o preconceito ainda existe. “Apesar de o brasileiro ser um povo muito amistoso, ainda há muito desrespeito. A pessoa com deficiência geralmente dá mais valor à forma como é tratada do que propriamente à acessibilidade”, garante. No entanto, ter uma boa estrutura e não ter um pessoal preparado não adianta. “Alguns lugares possuem plataformas elevatórias, mas que precisam ser acionadas por um funcionário. Infelizmente é muito comum que o funcionário não saiba operar o equipamento, sem contar que também a falta de manutenção provoca a inutilização do maquinário”, conta.
Por fim, o consultor em turismo adaptado lembra que “mais do que uma obrigação – pois a acessibilidade está prevista em lei, e quem não a cumpre pode sofrer penalidades – o turismo acessível é muito vantajoso”. Os números não deixam dúvidas: em todo o mundo são mais de um bilhão de pessoas com algum tipo de deficiência. Uma parte significativa delas está apta a viajar. Isso é comprovado em países desenvolvidos, que movimentam bilhões de dólares e euros anualmente com viagens nesse segmento.

 https://turismoadaptado.wordpress.com/2015/05/20/hoteis-devem-melhorar-acessibilidade/

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