RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

"Educação Bilíngue para além de duas línguas" - 28/08/2020

 


Convidamos tod@s a participar do 2º encontro do Diálogos On-line, com o tema "Educação Bilíngue para além de duas línguas" 🔖
📌 O projeto de extensão Diálogos On-line é uma parceria IFSC-UFSC , através do qual propomos uma série de diálogos sobre diferentes temáticas do campo educacional, a fim de estimular a reflexão e contribuir com a formação de pesquisadores e de profissionais que atuam na área da Educação de Surdos e de Libras. 📌
📆 Dia 28/08/2020 (próxima sexta-feira), às 15h ⏰
Os participantes que desejarem receber certificado poderão se inscrever no link de inscrição que será disponibilizado durante a transmissão 💻 📱
Ficou com alguma dúvida? Entre em Contato através do e-mail 📧 dialogos.online2020@gmail.com
A transmissão a partir de agora será sempre no canal do Youtube do Diálogos On-Line: http://bit.ly/canalDialogosOnline. Se inscreva no canal e fique por dentro das novidades deste e dos próximos conteúdos.
Esperamos por vocês!


Alfabetização bilíngue para crianças surdas

 

O trabalho em sala de aula com alunos surdos vai muito além da presença de um intérprete de línguas de sinais.

 
Por Naide Sousa
 
Crianças surdas que são nascidas e criadas em famílias com pelo menos um responsável também surdo têm contato com a língua de sinais desde o começo de suas vidas. Esse contato permite que elas se desenvolvam e tenham um domínio da língua de forma mais natural e fácil. “Quando uma criança surda recebe estímulos visuais desde bebê, a tendência é repeti-los e iniciar os processos de comunicação e aprendizado, semelhante ao que acontece com uma criança ouvinte”, afirma Terezinha Rocha, professora do Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino da Faculdade de Educação da UFMG.
 
Na escola, a fluência na língua de sinais, a Libras, no Brasil, reflete num processo mais fácil de alfabetização da criança surda. Segundo Luciana Freitas, professora e orientadora educacional do Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS-BH/MG), “geralmente a gente vê nas diversas situações de aprendizagem que, para o aluno surdo que já tem a língua 1 (Libras), a compreensão dele da língua 2 (português) acontece de uma forma mais favorável do que daquele que não tem nem uma, nem outra”.
 
Fernanda Soares, professora e coordenadora do curso de Letras-Libras da UFRJ, que é surda e atuou como instrutora na rede municipal de Belo Horizonte (MG), conta da experiência de seu filho, também surdo: “Como ele já teve a experiência prévia de aquisição e desenvolvimento da linguagem, hoje em dia é possível que tenha para ele intérprete na sala de aula. Porque o intérprete sinaliza sabendo que ele já sabe Libras. E o meu filho tem desenvolvido bastante em relação à leitura escrita da língua portuguesa.”
 
“Quando a criança ainda não interage por meio de uma língua, o envolvimento nas brincadeiras, o aprendizado da rotina escolar, a compreensão de regras, a participação nos momentos literários e todas as outras atividades escolares acabam não fazendo sentido para ela”, explica Terezinha.
 
Mas nada disso põe-se como impeditivo para a alfabetização de estudantes surdos que ainda não têm domínio da Libras. Estes são a maioria, já que um grande número de crianças surdas vem de famílias predominantemente ouvintes. E, em geral, os responsáveis ouvintes ou desconhecem a língua de sinais, ou são resistentes ao seu ensino e uso, o que limita a criança surda à comunicação mais básica, levando-a a realizar gestos caseiros criados por ela mesma.
 
Para essas crianças, é importante que a Libras seja valorizada e ensinada como primeira língua na escola, mesmo que seja aprendida simultaneamente ao português escrito. “Se esse processo não for feito, a gente tem uma queda, um prejuízo. E é muito importante ter esse incentivo para as pessoas surdas, esse aprendizado de uma primeira língua, para que depois elas consigam escrever a língua portuguesa e sinalizar”, aponta Fernanda.
 
Ler com a visão
 
Fluentes ou não em Libras, a alfabetização das crianças surdas, em geral, esbarra nos obstáculos do ensino-aprendizado da língua portuguesa que, tradicionalmente, tem os seus métodos e estratégias voltados para os estudantes ouvintes.
 
Como ilustra Luciana Freitas, “para que um aluno ouvinte escreva, por exemplo, ‘bola’: se ele conhece os sons e as sílabas ‘bo’ e ‘la’, ele junta e escreve. Agora, para o aluno surdo, qual é a dificuldade? Ele não tem esse som de ‘bo’, de ‘la’. Ele pode fazer uma leitura labial, mas se você me olhar sem o som, eu posso falar cola, bota”. Os processos de ensino comuns são baseados no campo auditivo, o que anula infinitas possibilidades para quem comunica, pensa e aprende pelo visual.
 
Para garantir o desenvolvimento escolar de estudantes surdos, é necessário que o professor tenha em mente a valorização do espaço visual. A importância da aquisição da primeira língua ser a língua de sinais passa justamente por esta ser uma língua visuoespacial e o campo de visão ser a primeira forma de apreensão do mundo da pessoa surda, sendo não só a via natural pela qual ela se comunica, mas também pela qual ela aprende.
 
O professor pode lançar mão de recursos visuoespaciais, como a criação de um material de apoio visual que contém ilustrações das palavras e conceitos a serem ensinados, e que também pode ser usado como ferramenta de ensino para os alunos ouvintes. Outros elementos visuais que podem ser usados são fotografias, filmagens, pinturas e objetos concretos. Mas, na especificidade dos alunos surdos, esses materiais precisam ser contextualizados. “Tudo o que for contextualizado para o aluno surdo, primeiro, é mais interessante também para qualquer outra pessoa, e, principalmente, para aquele aluno”, afirma a professora Luciana. 
 
Ainda no exemplo com a palavra bola, Luciana diz: “Eu preciso ver essa palavra em vários contextos para que eu me aproprie dessa palavra também, porque não posso só ensinar a palavra bola e o sinal de bola, mas o contexto em que está essa palavra bola. Pode ser bola de sorvete, bola de brincar, ‘me dá a bola’...” Ou seja, mais do que ver o objeto ao qual se refere uma palavra e aprender seu sinal, é importante que o aluno saiba o lugar daquele objeto, para que ele serve e como pode ser usado. E também os usos da palavra, já que esses podem mudar de acordo com o contexto.
 
Todo apoio é garantido
 
Apesar de recentes, as políticas públicas de acolhimento das crianças surdas nas escolas — especialmente na perspectiva bilíngue, ou seja, o ensino da língua portuguesa e da Libras juntas — existem e são asseguradas enquanto direitos. Mesmo que o professor não tenha domínio da língua de sinais e pouco conheça sobre a educação para alunos surdos, tanto ele quanto o aluno e toda turma recebem orientações.
 
Assim que o aluno surdo ingressa na escola, o serviço de apoio à inclusão da rede em questão é solicitado. Por meio desse serviço, a criança surda pode contar, em sala de aula, com um intérprete de Libras e, também, pode ter acesso a um instrutor para aprender a língua de sinais. As aulas com instrutor ocorrem no contraturno escolar da criança, dentro do Atendimento Escola Especializado (AEE). O serviço de AEE, que é disponibilizado para todos os alunos com deficiência, também atua junto ao professor, auxiliando-o na preparação das aulas e de materiais que atendam às especificidades do aluno surdo.
 
Muitas redes, sejam municipais ou estaduais, têm trabalhado para que a Libras esteja sempre presente no ambiente escolar. Na rede municipal de Belo Horizonte, a exemplo, o projeto Disseminação da Libras oferece capacitações em língua de sinais a pedido das escolas, sem a necessidade de a escola ter um aluno surdo ali matriculado. “Se o diretor vir que há o interesse de alguns professores, ele pode solicitar um tutor, um professor de libras. E esse professor vai ensinar libras nessa escola, nessa sala de aula.  Isso com o objetivo de que essa língua seja para todos.”, aponta Luciana Freitas.
 
Ações assim vão ao encontro, ainda que muito lentamente, da meta nº 4 do Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014, que aprova a criação de classes ou escolas bilíngues para surdos. Essa é, inclusive, uma antiga defesa da comunidade surda que reivindica que as crianças surdas tenham sua alfabetização em salas ou escolas bilíngues, uma vez que, como aponta Terezinha Rocha, “as hipóteses nos processos de aprendizado da leitura e da escrita delas se diferenciam das dos ouvintes”. 
 
A criação de salas de aula e escolas bilíngues não parte do desejo de afastar novamente as crianças surdas da escola comum, como muitas vezes já ocorreu; mas, sim, de incluir a Libras nessas escolas de forma valorizada e não como algo “acessório”. Especialmente na alfabetização, quando a criança, além de aprender a ler e escrever, estará tendo contato com uma, às vezes duas nova(s) língua(s).

 

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Curso de Leitura, Compreensão e Produção de textos em Língua Portuguesa para Surdos.

 


Olá Povo surdo,

Estão abertas as inscrições para o Curso de Leitura, Compreensão e Produção de textos em Língua Portuguesa para Surdos.

O curso será totalmente EAD pela plataforma GOOGLE CLASSROOM.

Para fazer a inscrição, é necessário ter um e-mail do GMAIL.

As inscrições serão realizadas pelo link:

https://bit.ly/34cWMSw

Para mais informações, veja os vídeos abaixo:

https://youtu.be/FzgxLI03MqI

https://youtu.be/M4waVg5tjhs

📌PS. O curso é destinado ao público surdo. Não há vagas para ouvintes.

Núcleo de Ensino de Libras da UFPR discute mitos da acessibilidade para surdos em lives diárias de 24 a 26/8


Na fala de quatro docentes e pesquisadores surdos, questões da comunidade surda brasileira que se tornaram mais visíveis durante a pandemia de Covid-19 serão discutidas nas lives promovidas pelo Núcleo de Ensino de Libras (Nel) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) entre os dias 24 e 26 de agosto, pelo YouTube. A participação é gratuita e a inscrição será realizada por meio de link que será disponibilizado antes do início de cada transmissão, a partir das 19h30.

Dos quatro convidados, três são professores do curso de Letras Libras da UFPR: Jefferson Jesus, Daiane Ferreira (também vice-coordenadora do curso) e Marcelo Porto, que fará a mediação. A quarta convidada é a professora Fernanda Brito, mestra em Educação pela UFPR e professora de Libras da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

A ideia das lives é destacar o protagonismo dos pesquisadores surdos na produção de conhecimento e fortalecer a políticas de educação bilíngue para surdos, de modo que cada professor fale da sua história como estudante, docente e pesquisador da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da educação bilíngue, que inclui a língua de sinais e a nacional.

Acessibilidade

O debate central será em torno de mitos que associam a acessibilidade para surdos à aprendizagem da oralidade e da leitura labial. Estima-se que apenas  15% dos 2,3 milhões de surdos no Brasil sejam oralizados. “Existem preconceitos e mitos capacitistas ainda predominantes no senso comum, e um deles é o de que todos os surdos se comunicam por meio da leitura labial”, afirma a professora Sueli Fernandes, do curso de Letras Libras da UFPR.

Segundo a visão predominante entre estudiosos do tema, essas percepções criam obstáculos à disseminação da Língua Brasileira de Sinais (Libras), que compõe a educação bilíngue para surdos e permite também a preservação da cultura desse grupo social. No Brasil, a educação bilíngue é considerada um direito da comunidade surda desde a aprovação da Lei nº 10.436 (Lei da Libras), em 2002. “A acessibilidade em Libras é o principal meio de acesso à comunicação e ao conhecimento, potencializando tecnologias de comunicação e informação para os surdos”, diz Sueli.

Histórico

A questão é sensível porque permeia a história da educação para surdos, marcada do século XIX até os anos 1970 por políticas de caráter clínico. As principais características dessas políticas eram a obrigatoriedade da reabilitação da fala (oralização) e o uso de tecnologias auditivas (próteses e implantes cocleares) — ainda que seus resultados não fossem efetivos na comunicação.

“O oralismo perpetuou por décadas uma concepção da identidade entre ‘deficiência auditiva e problemas de linguagem’, levando ao apagamento de produções culturais das comunidades surdas, como é o caso da proibição da língua de sinais nas famílias e nas escolas”, explica Sueli.

Nesse sentido, a professora ressalta que as transmissões terão foco na defesa da educação bilíngue como a de mais capacidade de promover a inclusão desse grupo social. Esse princípio está no centro da licenciatura em Libras da UFPR, criada em 2015 e que formou sua primeira turma em dezembro de 2019. “O curso de Letras Libras é um legado dos movimentos sociais nas duas últimas décadas pelo reconhecimentos dos surdos como minoria linguística nacional”.

Sobre o núcleo

O Nel é uma unidade da UFPR, ligada ao curso de licenciatura em Letras Libras, que atua em atividades de pesquisa e extensão no campo de ensino de Libras em Curitiba.

Uma das atividades do núcleo é a oferta de cursos gratuitos da língua. Desde 2016 uma média de 240 ouvintes aprendem Libras no núcleo por ano.

SERVIÇO
Evento “Educação bilíngue ou acessibilidade? Reflexões para além da pandemia
Quando: dias 24, 25 e 26/8, a partir das 19h30
Onde: via YouTube, no canal do NEL/UFPR

Para mais informações, leia sobre o evento na fanpage do Nel/UFPR no Facebook

Acesse o site do Nel/UFPR aqui

https://www.ufpr.br/portalufpr/noticias/nucleo-de-ensino-de-libras-da-ufpr-discute-mitos-da-acessibilidade-para-surdos-em-lives-diarias-de-24-a-26-8/?fbclid=IwAR3aJjFAoUHW14q9_Z9U86-xKPFbQXPvTZEauRliyUCviOpfs6aLmqZl2X8

Seminário de Educação de Surdos e Libras acontece em novembro na UFPE

 

A terceira edição do Seminário de Educação de Surdos e Libras (Seslibras) será realizado, de 20 a 22 de novembro, no Centro de Educação (CE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

As inscrições podem ser feitas no site do evento.

O evento conta com uma programação de palestras e workshop, dos quais participam profissionais que atuam na área de educação de surdos nas instituições de ensino das esferas municipal, estadual e federal.

O seminário tem como proposta abordar as seis áreas de conhecimento da educação de surdos: cultura e identidades surdas; literatura surda e suas formas de expressões; gramática da Libras; sinais internacionais; pesquisas acerca da surdez e da Libras; e escrita de sinais. O tema deste ano é a formação de professores.

https://www.librasol.com.br/seminario-de-educacao-de-surdos-e-libras-acontece-em-novembro-na-ufpe/

UERJ abre curso de extensão gratuito “Acessibilidade na pandemia: Libras on-line”

 

Estão abertas, até o dia 28 de agosto, as inscrições para o curso de extensão gratuito “Acessibilidade em tempos de pandemia: Libras on-line”. A iniciativa faz parte do projeto “FEBF com o Rompendo Barreiras: práticas colaborativas no atendimento educacional”, da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense.
O curso será totalmente on-line e contará com dois encontros síncronos, com data prevista para os dias 5 de setembro e 24 de outubro, às 10h. As demais aulas serão realizadas de modo assíncrono. O objetivo é capacitar profissionais da educação para o atendimento básico aos surdos, em Libras, a fim de atingir equidade social na oferta de informações, principalmente em período de pandemia, para a população surda da Baixada Fluminense.
As inscrições devem ser feitas pelo formulário eletrônico. Mais informações pela página do Facebook ou pelo e-mail febfrompendobarreiras@gmail.com.

https://www.librasol.com.br/uerj-abre-curso-de-extensao-gratuito-acessibilidade-na-pandemia-libras-on-line/?fbclid=IwAR03Cp-BRztGEpPSWKtp77hV8owu8J81RLw9UZLkD0j36klSTSvVwD0BXZY 

MESA DE DEBATES - O ENSINO DO PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÇÍNGUA PARA SURDOS: ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS.

 


Não perca!
Inscreva-se em: https://cutt.ly/cfphoUs até o dia 25/08/20.
Participe no Google Meet e receba certificado.

LINGUÍSTICA

LITERATURA SURDA

Metodologia e materiais didáticos para surdos

Ensino LP para Surdos

Educação Bilíngue

PALESTRA - Crianças surdas: por uma educação intercultural

PALESTRA - Crianças surdas: por uma educação intercultural

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

LIBRAS: NATUREZA DE TERMINOLOGIA E PERFIL DO TERMINÓLOGO - 18/08/2020

 


LINK INSCRIÇÃO:

 Link: https://forms.gle/H5ZNMjyDfLTsfgBz9

O letramento do indivíduo surdo - 18/08/2020

 


O letramento do indivíduo surdo pela Profa. Me. Radaí Felipe (@radai_felipe) será o tema da nossa próxima Live do Projeto UFTM Vivências. A mediação será feita pela Profa. Dra. Ingrid Derossi (@ingriderossi) e a Interpretação em Libras pelo TILSP Leandro Bruno (@leozaocara).
.
Será na terça-feira, 18 de Agosto às 10h no Facebook /uftmiturama


RODA DE CONVERSA: UM DIFERENTE OLHAR ENTRE O EU E O OUTRO - 14/08/2020

 


LINK INSCRIÇÃO:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdUHa6mafEMTAMxa24N36wLUkEI1ZTPdZTj4_APd32m7gEyaQ/viewform

sábado, 8 de agosto de 2020

V-Book - AQUISIÇÃO DA LÍNGUA DE SINAIS

 

A UFSC e a Editora Arara Azul compartilham o link do V-Book, primeiro livro totalmente em Libras sobre a aquisição de línguas de sinais. Usem este material para saberem sobre o desenvolvimento da criança surda na língua de sinais, sobre o bilinguismo, o letramento em língua de sinais, sobre filhos ouvintes de pais surdos que crescem bilíngues em duas modalidades e sobre a aquisição atípica. Aproveitem este material que está disponível GRATUITAMENTE! Divulguem entre todos possíveis interessados. https://editora-arara-azul.com.br/site/produtos/detalhes/114

FONTE:

CRIANÇAS SURDAS: POR UMA EDUCAÇÃO INTERCULTURAL - 10/08/2020

 

Link de transmissão:


Fonte:





A ESCOLA E A COMUNIDADE SURDA: estereótipos, inclusão e o trabalho multidisciplinar - 12/09/2020

 

A Uniasselvi, Polos Pouso Alegre-MG e Poços de Caldas-MG, apresentam a Live "Diálogo à Distância" sobre Educação Inclusiva.

Como parte da Grade Curricular, o professor Reginaldo Silva, Tutor do Curso de Letras-Libras, junto com alunos do Bacharel e Licenciatura, apresentam a Live sobre a escola e a comunidade surda!

Um diálogo aberto desmistificando conceitos e falando da organização multidisciplinar da instituição educacional.


PROGRAMAÇÃO:


Dia: 12.09.20 - 14h00: Profº Eduardo Garcia - Doutor Honoris Causa pela Flórida University -
UNILOGOS/Miami - (@eduardocg18)
- 14h50: Profª Talita Manzano - Instituto SELi-SP - (@talitam21)


** Perguntas e respostas

A LIVE será acessível em Libras!!!

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***** Todos os inscritos receberão o Link da Live em seus e-mails *****
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OBS.: O Certificado só será emitido com a "assinatura" da Lista de Presença. Ela será disponibilizada em algum momento antes do final do evento.


POLO UNIASSELVI - Pouso Alegre-MG: @uniasselvipolopousoalegre

** Portal: https://portal.uniasselvi.com.br/graduacao/mg/pouso-alegre/administracao?place=pouso-alegre-mg&modality=ead
** Facebook: https://www.facebook.com/uniasselvipousoalegremg/
** Instagram: https://www.instagram.com/uniasselvipousoalegre/
** Youtube: https://youtu.be/G6ketBquxTE

POLO UNIASSELVI - Poços de Caldas-MG:

** Portal: https://portal.uniasselvi.com.br/institucional/locais/pocos-de-caldas-mg
** Facebook: https://pt-br.facebook.com/uniasselvipocosdecaldas/
** Instagram: https://www.instagram.com/uniasselvipocosdecaldas/

LINK INSCRIÇÃO:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScfUzC4Jy8UcJoMZTdp4yMjMDN4ghFEl4w1cKXEH0t0nhbYJQ/viewform