RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 29 de maio de 2014

ESCOLAS BILINGUES PARA SURDOS NO PNE FOI APROVADA NA CÂMARA FEDERAL!



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MÃES EM LIBRAS






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Educação de surdos em escolas tradicionais ainda é desafio no Brasil

Educação de surdos em escolas tradicionais ainda é desafio no Brasil

Políticas de inclusão têm tentado corrigir questões históricas no ensino de surdos no Brasil. Excluídos durante muito tempo do processo educativo tradicional, eles começaram, nos últimos anos, a compartilhar as salas com ouvintes em algumas escolas do País. Contudo, a existência de classes mistas, vista como alternativa para integrar crianças e jovens surdos à comunidade, nem sempre funciona. Há relatos negativos, de alunos desmotivados, com dificuldade de aprendizagem e inseridos em ambientes sem infraestrutura adequada. No Dia Nacional da Educação de Surdos, o Terra ouviu relatos que reforçam esse cenário.
Mãe de uma deficiente auditiva, Hozana Rios Dias acredita que os alunos surdos não deveriam dividir atenções com colegas ouvintes. Na classe de sua filha Inara, de 19 anos, há outros três surdos. "Ela não consegue acompanhar. Mesmo com intérprete, tem dificuldade em compreender a matéria, pois seu ritmo é diferente do das outras crianças", diz. A jovem frequenta a Escola Municipal Marília Carneiro, em Goiânia, desde os três anos, quando estudava em uma sala só para crianças surdas. Dois anos depois, foi para a aula tradicional. Hoje, no 8º ano, Hozana defende o retorno de classes especiais para surdos e planeja matricular a filha no Centro Especial Elyisio Campos, escola mantida pela Associação de Surdos de Goiânia, que trabalha a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
A psicopedagoga Eloisa Lima faz coro à opinião da mãe de Inara. Mestre em neurolinguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela firma que, quando se trata de aprendizagem, a surdez é a mais complexa entre as deficiências. "O surdo acaba não desenvolvendo também a fala, porque ele não ouve e perde essa base. Isso não acontece com o cego, por exemplo". A especialista explica que deficientes auditivos precisam ser estimulados por outros sentidos, como a visão e o tato. "Se a professora dá uma aula expositiva sem mostrar objetos e componentes do conteúdo, é prejudicial para o aluno ouvinte. Para o surdo é muitas vezes pior", garante.
Para Hozana, o ambiente de uma sala apenas para surdos é melhor. "Se a professora explica a matéria e ela não entende, os colegas surdos podem ajudar. Minha filha gosta muito de estudar e é bastante sociável, mas tem dificuldades em uma turma mista", afirma. Hozana acredita que a presença de um intérprete em sala de aula não é suficiente para dar conta das necessidades dos alunos. Além da cooperação entre colegas, Eloisa destaca a necessidade de a postura em uma sala de aula mista ser diferente. "A criança surda fica nervosa com excesso de movimento, luminosidade, pessoas falando sem ser em linguagem de sinais. Isso desorganiza a cabeça deles. Para aprender, precisam de foco, e esse não é o lugar apropriado", diz.
"Envolver é melhor do que segregar", diz especialista
Para a professora Valéria Cavetta, uma das coordenadoras do projeto Libras na Ciência, da Universidade de São Paulo (USP), separar ouvintes de surdos não é a melhor alternativa para estimular a aprendizagem. "Não sou partidária da separação no contexto da educação formal nem em qualquer outro. É interessante invertermos a problemática. Precisamos nos inserir na cultura dos surdos para compreender não somente o processo de socialização deles, mas também a Libras, como se dá a comunicação e, finalmente, a aprendizagem entre surdos e entre surdos e ouvintes. Acredito que temos mais a ganhar por meio de um trabalho que envolva surdos e ouvintes do que aquele que os segregue", diz.
Valéria enfatiza, no entanto, que a inclusão de surdos na escola comum demanda a elaboração de meios que estimulem a participação e aprendizagem desses alunos. Além do ensino regular, a professora explica que os deficientes auditivos devem ter acesso ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), um período adicional de horas de estudo. Além de momentos em que os conteúdos são ministrados em Libras, preferencialmente por um professor surdo, o AEE trabalha o ensino da língua específica e de Português, em aulas especiais para alunos com deficiência auditiva.
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), em 2010, 71.283 alunos deficientes auditivos, surdos e portadores de surdez e cegueira estiveram matriculados na educação básica, tanto em classes regulares quanto em escolas ou turmas de ensino especializado. Até 2015, todos os cursos de licenciatura e pedagogia brasileiros deverão contratar um profissional de Libras. O objetivo é auxiliar na formação dos futuros professores da educação básica.

 http://noticias.terra.com.br/educacao/educacao-de-surdos-em-escolas-tradicionais-ainda-e-desafio-no-brasil,20f942ba7d2da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Governo do Estado da Paraíba divulga edital de seleção para alfabetizadores e tradutores intérpretes de Libras

As inscrições acontecem até 13 de junho
Foto: internet
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), divulgou na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de sábado (24), que circulou nessa terça-feira (27), o edital de abertura das inscrições para o processo seletivo simplificado para voluntários alfabetizadores e tradutores-intérpretes da língua brasileira de sinais (Libras) que vão atuar no âmbito do Plano Estadual de Alfabetização de Jovens e Adultos - Ler, Entender e Fazer, em parceria com o Governo Federal, por meio do MEC/Programa Brasil Alfabetizado/FNDE, etapa 2013/2014.
A gerente de Educação de Jovens e Adultos da SEE, Maria Oliveira, esclarece que esta seleção é voltada para novos alfabetizadores, portanto, quem já foi selecionado no último processo não deverá se inscrever. Ela informou ainda que a SEE realizará uma avaliação interna e depois publicará a convocação.
As inscrições para a seleção acontecem até o dia 13 de junho, das 8h às 12h e das 14h às 17h, nas 14 Gerências Regionais de Educação (GREs), localizadas nos municípios de João Pessoa, Guarabira, Campina Grande, Cuité, Monteiro, Patos, Itaporanga, Catolé do Rocha, Cajazeiras, Sousa, Princesa Izabel, Itabaiana, Pombal e Mamanguape. A documentação necessária para realização da inscrição encontra-se disponível no edital. 
A seleção dos candidatos será realizada por uma comissão constituída por profissionais da área de Educação de Jovens e Adultos, no período de 20 de junho a 10 de julho. Os resultados serão divulgados até o dia 18 de julho pelo  site www.paraiba.pb.gov.br/educacao e publicado no DOE. Todos os candidatos selecionados receberão uma bolsa, de acordo com informações do edital, pelo período de oito meses.
Os Alfabetizadores e Tradutores-Intérpretes farão a formação inicial em período a ser definido e informado pela Gerência de Educação de Jovens e Adultos (Geeja), da SEE. Mais informações pelo número (83) 3218-4047.

 http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2014/05/28/49073-governo-do-estado-divulga-edital-de-selecao-para-alfabetizadores-e-tradutores-interpretes-de-libras

SINAIS FESTA JUNINA

PORTUGUÊS PARA SURDOS - ASSOCIAÇÃO DE SURDOS DE RIBEIRÃO PRETO


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=525054900934626&set=a.261727763934009.49039.100002903633234&type=1&theater

FESTA JUNINA - Sociedade dos Surdos de Caxias do Sul


FESTA DE 15 ANOS DA PATORAL DE SURDOS DE CURITIBA


 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=770264749679286&set=a.615376625168100.1073741827.100000873037374&type=1&theater

Você escolheria qual???


 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=247208962134383&set=a.160403200814960.1073741826.160399344148679&type=1&theater

Sinais dos países da Copa.

AMARELINHA




Verbos na libras

Sinais bíblicos - LIBRAS

Programa Espaço Escuta em São Paulo: porque escutar é mais do que ouvir


Programa Espaço Escuta em São Paulo: porque escutar é mais do que ouvir

por Carla Rigamonti
‘Apesar de ter aberto suas portas em setembro de 2011, o Programa Espaço Escuta já existe no desejo de seus fundadores há muitos anos. Antes por meio de curiosidade, desejo e conversa: o Presidente da Politec Saúde perguntava para a Cris Ornelas, que trabalhava num centro SUS de implante coclear: “Cris, como tá o pessoal implantado?” e a Cris respondia: “Olha, estão indo bem, mas falta apoio e orientação às famílias”. A Cris sempre usou uma metáfora que eu gosto muito: “às vezes é como se eles tivessem uma Ferrari, mas não soubessem dirigir”. Eu nem sei se a metáfora é dela mesmo, mas foi um ótimo ponto para nós começarmos a pensar na nossa forma de intervenção.
A lacuna que encontramos no atendimento às crianças usuárias de implante coclear e suas famílias é em relação ao aspecto psicossocial da linguagem. E parece simples, mas não é. Explico: aqui as fonoaudiólogas, os psicólogos, as assistentes sociais e a terapeuta ocupacional se propõem a trabalhar a linguagem em seu sentido mais amplo, como aquilo que estrutura as pessoas e como única forma de inserção no mundo; e para isso nos propomos a escutar. Acreditamos, assim, que o implante coclear cumpre muito bem a sua função de proporcionar o acesso aos sons, ou seja, de proporcionar uma vivência semelhante ao ouvir, mas que para escutar há muitos outros aspectos envolvidos.
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Para proporcionar uma estimulação contextualizada da linguagem, assim como promover a inclusão social, fazemos todas as nossas atividades dos Projetos de Intervenção no coletivo. Esses projetos são divididos em: Pré Escolares (2 a 5 anos), Escolares (5 a 11 anos) e Curso de Verão (4 a 10 anos, residentes fora de São Paulo, esse grupo vem passar uma semana aqui com a gente em janeiro). Nesses grupos, dificilmente conversamos com crianças ou cuidadores separadamente, porque acreditamos que o coletivo tem muito a contribuir para cada um individualmente. Mas dividimos o pessoal: adultos e crianças têm espaços separados, com atividades específicas para cada um. A linha de trabalho com as crianças é a estimulação lúdica, seja ela livre ou dirigida. Uma atividade livre é a Brinquedoteca, momento no qual as crianças podem pegar o brinquedo que quiserem para brincar sozinhas ou com as outras. Por outro lado, na atividade dirigida temos uma proposta específica que é apresentada ao grupo e tem relação com o tema de trabalho do nosso semestre. Em ambas as atividades estão presentes psicólogo, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional, que trabalham de forma interdisciplinar cada um dos aspectos da sua área, considerando o singular E o coletivo. Parece complexo – e é mesmo. Tanto que no final de cada grupo sentamos juntos para trocar ideias, impressões e pensar nas próximas semanas.
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Para os adultos nós oferecemos três tipos diferentes de atividades. O Encontro é uma conversa com algum dos profissionais: pode ser com a Cris, que é fonoaudióloga (aquela que eu falei lá em cima, hoje ela é Coordenadora do Setor de Linguagem aqui no Espaço!), a Luciana, que é assistente social, ou até o pessoal da Assistência Técnica da Politec Saúde que vem uma vez por semestre ajudar a limpar, guardar e entender as peças dessa complexidade que é o implante coclear. No mesmo horário do Encontro, em semanas alternadas, temos a Oficina que, sinceramente, é o momento mais esperado pelos adultos. Ela tem uma proposta de atividade artesanal que os cuidadores desenvolvem ao longo do semestre. É um momento de pensamento livre e é muito gostoso. O objetivo é descontrair mesmo: imaginamos que todo mundo merece um intervalinho na semana e tentamos aqui garantir o dos nossos usuários. E tem também o Grupo de Pais, coordenado por um psicólogo e com co-coordenação da assistente social. Nesse grupo o pessoal pode falar livremente, sobre o que quiser. Às vezes todo mundo fala ao mesmo tempo, às vezes fica um silêncio que deixa todos constrangidos. Como incomoda o silêncio, né? Mas na maioria das vezes o grupo tem um movimento coletivo, onde os cuidadores podem falar sobre as dificuldades que têm ou tiveram em relação à criança surda, à aceitação da surdez, à dificuldade da decisão sobre o IC (vocês sabem do que eu estou falando, não é fácil colocar um filho pequenininho para passar por uma cirurgia), enfim… Muitas vezes falamos também dos pais que não estão lá e que têm dificuldade de apoiar as mães, dos maridos que não dão a atenção desejada à mulher e aos filhos, e inclusive dos outros filhos que às vezes acabam não tendo tanta atenção, muitas vezes eles têm que ceder, afinal o Fulano (filho surdo) não entende tão bem quanto ele, né? É, isso acontece com mais pessoas do que vocês imaginam. E também falamos de coisas nem tão bonitas, motivo pelo qual protegemos o espaço do grupo de pais com o sigilo, ou seja, com o cuidado de guardar com carinho e não espalhar por aí o que conversamos lá.
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Tem ainda no projeto de intervenção uma atividade mensal que chamamos de Adulto Também Brinca. Aí sim juntamos todo mundo. Trazer os cuidadores para brincar com as crianças ajuda o nosso trabalho técnico e permite mudanças nas relações, quando os cuidadores podem ver através dos profissionais que existem outras formas de troca, brincadeira e estimulação da comunicação das crianças. Não é que nós conhecemos melhor ou sabemos mais, mas sim que estamos de fora e podemos fazer pontuações, trabalhar junto, construir novos caminhos buscando a melhor qualidade de vida e de comunicação.
Definimos nosso trabalho aqui no Programa Espaço Escuta como complementar: é necessário a criança ir à escola, fazer programação no centro de IC, fazer terapia fonoaudiológica e usar o aparelho sistematicamente para poder frequentar o nosso serviço. É necessário também que a criança seja usuária de implante da marca Cochlear, já que somos um serviço gratuito para os usuários, 100% patrocinado pela Politec Saúde. Para algumas famílias o Espaço torna-se mais do que complementar, porque aqui a surdez pode ser encarada de outra forma, ou porque aqui eles percebem que a surdez não é a grande questão. Às vezes há outros problemas familiares em jogo, às vezes encontramos entraves psíquicos que impedem que a criança se comunique pela fala. Muitas vezes os pais chegam com uma expectativa específica (ex: “que o filho fale”) e com o tempo podem pensar sobre por que o filho não fala ainda e qual é a implicação deles nisso. Ou ainda: com o tempo o Programa torna-se também para eles, e não só para os filhos. Por isso que entendemos aqui como um espaço terapêutico.
A participação do Projeto de Intervenção tem duração mínima de um semestre e a continuação é conversada com a família. No momento estamos recebendo inscrições para o início em agosto. Se você tiver interesse em conhecer o Programa Espaço Escuta ou saber mais sobre o nosso trabalho pode entrar no nosso site, Facebook (Programa Espaço Escuta – Politec Saúde) ou dar um ligada aqui (11.3052.2013), quem vai atender provavelmente é a Nilce, além de assistente social ela é nossa secretária. Se você for de fora da cidade de São Paulo, convidamos a nos visitar quando estiver por aqui e, quem sabe, se programar para participar do nosso Curso de Verão, que será do dia 10 a 18 de janeiro de 2015.’

 http://cronicasdasurdez.com/programa-espaco-escuta-em-sao-paulo-porque-escutar-e-mais-do-que-ouvir/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+CronicasSurdez+%28Cr%C3%B4nicas+da+Surdez%29

quarta-feira, 28 de maio de 2014

FRASE DO DIA

" INCLUSÃO É SAIR DA ESCOLA DOS DIFERENTES E PROMOVER A ESCOLA DAS DIFERENÇAS"

(MANTOAN)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Oficina “EXPRESSÃO FACIAL E CORPORAL NA COMUNICAÇÃO COM LIBRAS” - Bocaiúva

Minha turma do 7º período de Química da Unimontes, campus Bocaiúva. Oficina “EXPRESSÃO FACIAL E CORPORAL NA COMUNICAÇÃO COM LIBRAS” no dia 22-04-14.
















Oficina “EXPRESSÃO FACIAL E CORPORAL NA COMUNICAÇÃO COM LIBRAS” em Janaúba - 30-04 e 14-05-14

Minha turma do 8º período de Pedagogia da Unimontes, campus Janaúba. Oficina “EXPRESSÃO FACIAL E CORPORAL NA COMUNICAÇÃO COM LIBRAS” nos dias 30-04 e 14-05-14.