RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Bloco Senta Que Eu Empurro faz desfile inclusivo na Zona Sul do Rio

De acordo com cálculos da Polícia Militar e da Guarda Municipal, cerca de 2 mil pessoas participaram do desfile no ano passado. A turma começará a se concentrar a partir das 18 horas, na Rua Artur Bernardes, número 26.

Desenho de um cadeirante tocando instrumento musical
Pelo sétimo ano consecutivo, a administradora de empresas Ana Cláudia Monteiro, cadeirante, leva às ruas do Catete, zona sul do Rio de JaneiroSite externo., o bloco Senta Que Eu Empurro. Ele sai no próximo dia 28, “sempre na sexta-feira que precede o carnaval”,  disse Ana Cláudia hoje (21) à Agência Brasil.

A ideia do bloco surgiu de um grupo de pessoas que trabalhavam no Instituto Brasileiro dos Direitos da  Pessoa com Deficiência (IBDD)Site externo. e que gostavam muito de carnaval. Um dia, a psicóloga Márcia Benevides, deficiente visual, que trabalhava com o grupo, manifestou o desejo de saber qual era a sensação de andar de cadeira de rodas.  “Então, alguém falou: Senta que eu empurro, Márcia. Na hora, a gente pensou: poxa, dá um bloco de carnaval, vamos fundar. No grupo, tinha um jornalista e ele espalhou a notícia. Fez uma matéria falando do bloco e a gente foi obrigado a botar o bloco na rua”, disse Ana.
De acordo com cálculos da Polícia Militar e da Guarda Municipal, cerca de 2 mil pessoas participaram do desfile no ano passado. Ana Cláudia disse que vem gente de fora do Rio especialmente para desfilar no bloco. “Em geral, são muitas pessoas com deficiência,  de todas as partes que você puder  imaginar. Gente de São Paulo, do Maranhão, de Minas Gerais, que vem só para o desfile do bloco, além de pessoas com deficiência do Rio e moradores do bairro, que têm um carinho  especial pelo bloco”.

Ana Cláudia disse que o Senta Que Eu Empurro é um bloco que prima pela inclusão. “A ideia é essa. É mostrar que todo mundo pode brincar o carnaval, cada um à sua maneira”.
A turma começará a se concentrar a partir das 18 horas, na Rua Artur Bernardes, número 26. A saída do desfile está marcada para às 20 horas. Depois de percorrerem várias ruas do bairro, os integrantes do bloco encerram o desfile no estabelecimento Paraíso do Chope. “Termina tudo com uma chopada”.
A porta-bandeira do bloco é a pentacampeã brasileira de dança  em cadeira de rodas, Viviane Macedo.  A madrinha de bateria é uma anã passista de escola de samba, Viviane Alves de Assis. Outra passista é a primeira repórter com Síndrome de Down do Brasil, Fernanda Honorato. Fernanda é apresentadora do Programa Especial da TV Brasil.

 http://vidamaislivre.com.br/noticias/noticia.php?id=8552&/bloco_senta_que_eu_empurro_faz_desfile_inclusivo_na_zona_sul_do_rio

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