RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Instituto Mirim encaminha ao mercado de trabalho alunos da Pestalozzi e do Ceada

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Divulgação

Instituto Mirim de Campo Grande (IMCG) investe na formação de pessoas com deficiência auditiva e intelectual para o mercado de trabalho

O Instituto Mirim de Campo Grande (IMCG), com as parcerias da Associação Pestalozzi de Campo Grande e do Ceada (Centro Estadual de Atendimento do Deficiente de Audiocomunicação), investe na formação de pessoas com deficiência auditiva e intelectual para o mercado de trabalho. A parceria é positiva e tem dado bons resultados. Todos os alunos da Pestalozzi que passaram pelo Instituto Mirim estão colocados no mercado de trabalho.
De acordo com o coordenador da unidade Centro, professor Luciandro Higashijima, o Instituto Mirim oferece cursos para os alunos da Pestalozzi e do Ceada, estes últimos que ficam responsáveis pelo encaminhamento deles para o mercado de trabalho. O IMCG disponibiliza, atualmente, 10 vagas para a Pestalozzi.
Além de atender a Pestalozzi e o Ceada, o IMCG abre vagas para as pessoas com deficiência que manifestam interesse em vir a frequentar os cursos ministrados pela Instituição. “Não estabelecemos cota. É por meritocracia mesmo. Se a pessoa tiver condições de obter um bom desempenho, recebe todo apoio do Instituto”, explicou o coordenador.
O coordenador do Programa de Formação para o Trabalhador da Pestalozzi, professor Marcelo Brito, informou que a parceria com o IMCG já dura cerca de 10 anos. Para ele, o sucesso da parceria deve, entre outros motivos, à abertura que o Instituto dá para a troca de experiências com os seus professores. “Um ponto importante está a discussão com a equipe pedagógica do Instituto Mirim no processo de formação da pessoa com deficiência intelectual para o mercado de trabalho”, declarou professor Brito.
Durante encontros realizados no Anfiteatro Leonardo da Vinci, no IMCG, o professor Brito transmite suas experiências e também conhece o trabalho dos professores do Instituto Mirim, os quais têm oportunidade de expor suas dificuldades. Conforme Brito, “com esta troca de experiências, discutimos sempre a parceria para que continue proporcionando resultados positivos”.
Na Pestalozzi, observou Brito, é feita a formação dos alunos com deficiência intelectual dos casos mais graves. Já, no Instituto Mirim, os alunos encaminhados já são alfabetizados e as dificuldades não são tão acentuadas. “Mesmo assim existem alguns desafios no processo de formação”, comentou.

 http://www.surdosol.com.br/instituto-mirim-encaminha-ao-mercado-de-trabalho-alunos-da-pestalozzi-e-do-ceada/

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