RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

terça-feira, 23 de junho de 2015

Ludwig: app para iPad ajuda surdos a sentirem música com vibrações

Um aplicativo feito por desenvolvedores de Campinas (a 99 km de São Paulo) quer ajudar pessoas surdas a aprenderem e sentirem música. O Ludwig, como é chamado o programa, foi um dos destaques do WWDC (conferência de desenvolvedores da Apple), realizada em San Francisco (Califórnia).
Durante o evento da Apple, o estudante de engenharia da computação Raphael Silva, 23, apareceu mostrando o funcionamento do aplicativo em um vídeo que exibia depoimentos de desenvolvedores e exemplos de programas feitos para a plataforma da Apple.
"Criamos o aplicativo pois queremos fazer o mundo igual para todo mundo. Nosso objetivo é levar a música para todos", disse Silva, em entrevista realizada no Moscone West, local onde foi realizada a conferência da Apple.
O Ludwig começou a ser desenvolvido em setembro de 2013 e tem esse nome em homenagem ao compositor alemão Ludwig van Beethoven, que ficou parcialmente surdo durante sua carreira.
O app consiste em uma espécie de piano e uma pulseira conectada ao pulso do usuário –esse dispositivo tem uma vibração para cada toque feito na tela. O programa conta com uma biblioteca de músicas. Após escolher uma, o usuário pode ir seguindo as notas, como o jogo "Guitar Hero". As guias têm cores distintas e ajudam a educar os usuários sobre o ritmo da canção tocada.
A reportagem testou o programa e achou bem divertida a experiência, apesar de a maioria das músicas serem de curta duração e haver poucas opções de canções –a única brasileira era "Asa Branca. De acordo com Silva, o programa, por enquanto, só conta com músicas que estão em domínio público.
"No momento, a gente apenas ensina a pessoa a replicar os conteúdos que têm no aplicativo. No entanto, a ambição é usar o programa para ensinar música para os surdos", afirmou Silva.
Apesar de ser o único representante do projeto durante o WWDC, também fazem parte do desenvolvimento do Ludwig: Joaquim José Fantin Pereira, Pedro Rafael, André Castro e Ivan Ortiz, que, além de desenvolvedor, é trompetista profissional.
O Ludwig ainda está em desenvolvimento. Por enquanto, os responsáveis pelo software se dizem satisfeitos com os resultados obtidos com a comunidade deficiente auditiva. O grupo quer deixar o aplicativo redondo para poder lançá-lo na App Store.

Raphael Silva (esq.), 23, é um dos desenvolvedores do Ludwig; app quer ajudar surdos a "sentirem" música
 
http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/06/16/ludwig-app-para-ipad-ajuda-surdos-a-sentirem-musica-com-vibracoes.htm 

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