RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Alunos surdos aprendem a tocar instrumentos em escola municipal do Recife

Projeto Som na Pele foi idealizado pelo professor Irton Silva e tem apoio do Sesc; aulas acontecem às quartas-feiras.

Na Escola Municipal Severina Lira, localizada na Tamarineira, alunos com surdez total ou parcial têm a oportunidade de participar de oficinas musicais e conhecer os principais ritmos de nossa cultura popular, como maracatu de baque virado, frevo, samba e ciranda. A iniciativa faz parte do Projeto Som na Pele, realizado em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc) de Casa Amarela.
A ideia surgiu a partir do interesse do professor e músico Irton Silva, conhecido como Batman Griô, de trabalhar a música com pessoas surdas. Desde 2009, o professor leva a música para deficientes auditivos de vários bairros do Recife. A primeira oficina realizada na Escola Severina Lima foi no ano de 2014 e, desde então, o músico vem notando uma certa diferença no comportamento dos alunos. “Observo que os estudantes estão cada vez mais concentrados e se sentindo felizes em participar de uma coisa que alguns julgariam impossível. Isso é o mais importante”, revela.


As oficinas são realizadas todas as quartas-feiras, com a participação até de alunos surdos que não estudam mais na unidade de ensino. As aulas são elaboradas pelo professor Batman e também pelo grupo Batmacumba, formado por jovens com surdez total ou parcial, com idades entre 15 e 29 anos. “O Projeto Som na Pele é pioneiro na música participativa com pessoas surdas. Elas têm a oportunidade de sentir de perto as sensações que a prática de um instrumento de percussão nos proporciona”, destaca.
Batman utiliza sinais de libras, criados por ele, para ensinar os alunos a tocarem os instrumentos. Além disso, criou um sistema de luzes chamado de Metrônomo Visual, equipamento que utiliza um sequenciador eletrônico e uma combinação de lâmpadas – de cores e tamanhos variados – representando a estrutura de um compasso musical e fazendo a descrição visual das frases rítmicas.
De acordo com a professora do Atendimento Especial Especializado (AEE) Luciana Lopes, o projeto abriu a mente dos alunos. “Os estudantes entenderam que podem ser o que quiserem, não importando as dificuldades. Alguns deles não tinham respeito por outros colegas que também têm deficiência, mas depois das aulas, isso mudou”, relata.

 http://www.surdosol.com.br/alunos-surdos-aprenderam-a-tocar-instrumentos-em-escola-municipal-do-recife/

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