RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

terça-feira, 28 de abril de 2015

Em pauta, escolas só para surdos ou educação inclusiva com intérpretes

com._educacao_-_audiencia_-_ensino_para_surdos_-_foto_mila_milowski_2 
Especialistas, PBH e surdos debateram qual modelo de ensino atende melhor deficientes auditivos
A educação voltada para pessoas com deficiência auditiva e a ausência de escolas da rede municipal que adotem ensino bilíngue, tendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua, foram os temas discutidos em audiência pública da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo nesta sexta-feira (24/4). O requerente da audiência, vereador Leonardo Mattos (PV), defendeu que a reunião, ao possibilitar o debate entre surdos, especialistas e a Prefeitura de Belo Horizonte, é um primeiro passo na luta pela implementação efetiva de uma escola com pedagogia bilíngue, que privilegie aspectos culturais e de identidade da comunidade dos surdos e que adote a Libras como primeira língua.
A professora do Instituto Nacional de Educação de Surdos, Patrícia Rezende, também defendeu a existência de escolas exclusivas para surdos como a opção mais adequada para a aprendizagem deste grupo. Ela afirma que a chamada educação inclusiva, onde intérpretes de Libras fazem a mediação do conteúdo programático para alunos surdos em escolas convencionais é, na verdade, uma modalidade excludente de ensino. De acordo com a professora, “a evasão de surdos das escolas inclusivas é muito grande”. Ainda segundo a professora, uma média de dois a três alunos surdos por escola, como acontece hoje em Belo Horizonte, não possibilita o adequado aprendizado de Libras. Para ela, é papel da escola bilíngue exclusiva permitir que as crianças surdas estejam em contato com outros alunos deficientes auditivos de modo a permitir a formação de um ambiente linguístico favorável ao aprendizado de Libras. Patrícia conta que 95% dos surdos são filhos de pais ouvintes, o que garante que o contato com outros ouvintes aconteça fora do ambiente escolar.
De acordo com a doutoranda em Comunicação pela UFMG, Regiane Lucas Garcez, que estuda os movimentos de surdos no Brasil, enquanto gestores, ministros e secretários tendem a defender o modelo de escola comum inclusiva com atendimento educacional especial para surdos, o movimento dos surdos e os representantes políticos eleitos têm defendido, majoritariamente, a possibilidade de os pais de crianças surdas optarem entre a escola especial exclusiva para surdos e a escola comum inclusiva.
Demandas dos estudantes surdos
Os surdos demandaram da Prefeitura a adoção de concurso público para intérpretes de Libras, de modo a garantir a qualidade do trabalho desse profissional. Além disso, solicitaram a formação de um grupo de trabalho composto por representantes dos surdos e do Executivo para discutir a educação para surdos na capital.
A estudante surda Ana Carolina Souza e Silva explica que, atualmente, é atendida por uma intérprete qualificada na rede municipal de ensino, mas que já teve o aprendizado prejudicado por profissionais sem fluência necessária em Libras. “Temos o direito de ter acesso a profissionais qualificados para a função. Muitas vezes o intérprete sem qualificação necessária impede o aprendizado”, explica.
A Prefeitura informou que, caso o intérprete não apresente a capacitação necessária, ele pode ser substituído por outro profissional.
Preferência pela educação inclusiva
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência, Patrícia Cunha, a rede municipal de ensino da capital mineira atende 286 estudantes surdos em 107 escolas, sendo 220 no ensino fundamental, 38 matriculados no ensino infantil e 28 no ensino para jovens e adultos. Ainda segundo ela, apesar da Prefeitura oferecer turmas exclusivas para surdos em escolas convencionais, as famílias têm optado por matricular os filhos surdos em classes convencionais com intérpretes de Libras. Um dos motivos seria a proximidade entre a escola comum inclusiva e a residência do estudante.
Ainda segundo a representante da Prefeitura, a rede municipal de ensino oferece o atendimento educacional especializado no contraturno, isto é, as crianças, além de acompanharem o ensino regular com a presença de um intérprete de Libras pela manhã, têm acesso a aulas voltadas exclusivamente para surdos no período da tarde. Ela explica que o contraturno é aberto também à presença dos pais, para que eles possam aprender Libras e acompanhar a trajetória da criança.
Superintendência de Comunicação Institucional

Fonte: http://www.cmbh.mg.gov.br/noticias/2015-04/em-pauta-escolas-so-para-surdos-ou-educacao-inclusiva-com-interpretes

Nenhum comentário:

Postar um comentário

COMENTE AQUI NO BLOG!!!
SEU COMENTÁRIO FAZ TODA DIFERENÇA!!!

Um comentário é o que você pensa, sua opinião, alguma coisa que você quer falar comigo.

BJOS SINALIZADOS.