RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Projeto promove oficina de fotografia para surdos

Atividade será traduzida na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

Ampliar a acessibilidade cultural em Natal. Este é o principal objetivo de “Narrativas do Silêncio”. Idealizado e produzido por Daniely Evelly e Fábia Fernandes, alunas do curso de Tecnologia da Produção Cultural do IFRN, o projeto constitui um grande desafio: promover uma oficina de fotografia com pessoas surdas, culminando com a realização de uma exposição que reunirá uma mostra do trabalho produzido pelos participantes. Para tanto, a oficina terá que ser inteiramente traduzida na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Ministrada pelo fotógrafo José Aglio (Designer Industrial e Fotógrafo Still), com tradução de Rogério Rayknnem, a oficina terá aulas teóricas nos dias 26, 27 e 30 de novembro de 2015, das 18h30 às 20h30, no Campus Cidade Alta do IFRN, e atividade prática no sábado, 28 de novembro, das 14h00 às 16h00, no Parque das Dunas. Já, a exposição fotográfica será realizada na Pinacoteca do Estado, na Cidade Alta, com abertura em 7 de dezembro, estendendo-se até 7 de janeiro de 2016.
“Narrativas do Silêncio” é um exercício prático das disciplinas de Elaboração e de Desenvolvimento de Projetos, integrantes da grade curricular do curso de Produção Cultural do IFRN. A proposição foi inscrita e contemplada no Edital nº 02/2015 do Sebrae/RN, destinado à seleção de projetos ligados à Economia Criativa. As vagas são limitadas, com inscrições gratuitas sendo realizadas na sede da Associação de Surdos de Natal – ASNAT, no Centro de Atendimento às Pessoas com Surdez – CAS/Natal e no Centro de Saúde Auditiva SUVAG-RN.
Conquista – A acessibilidade cultural é uma conquista das pessoas com deficiência. Em termos gerais, o direito é consagrado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas está especificado na Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada por unanimidade pela ONU em 2007 e ratificada pelo Brasil em 2009.
Acessibilidade cultural implica reconhecer o direito das pessoas com deficiência de participar da vida cultural, em base de igualdade com as demais pessoas. Tanto no que diz respeito à fruição de bens e serviços, quanto ao acesso a materiais e atividades que favoreçam o fazer artístico-cultural.
Há poucas experiências de ações e políticas culturais de acessibilidade em nosso país. Em geral, elas se reduzem à perspectiva da acessibilidade física do espaço. “Narrativas do Silêncio” é uma bela e bem-vinda exceção, concebida em um laboratório que, com certeza, ainda renderá muitos outros bons frutos.

http://www.surdosol.com.br/projeto-promove-oficina-de-fotografia-para-surdos/

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