RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

COMO SELECIONAR OS RECURSOS DIDÁTICOS A SEREM UTILIZADOS NA SALA DE AULA

LOGOTIPO ESCRITO RECURSOS DIDÁTICOS

COMO SELECIONAR OS RECURSOS DIDÁTICOS A SEREM UTILIZADOS NA SALA DE AULA
Para potencializar as práticas pedagógicas, o professor tem que saber como selecionar os recursos didáticos mais adequados a cada situação de aprendizagem que pretende explorar.
Em primeiro lugar, temos que levar em conta o objeto da aprendizagem, ou seja, qual o conteúdo que vamos trabalhar, o objetivo que queremos alcançar e os objetivos específicos que vão nos levar a resultado esperado.
Em um segundo momento, temos que ter claro quem são os nossos alunos, qual o nível de aprendizagem que se encontram, como é a relação do grupo, quais as estratégias de aprendizagem que posso usar de acordo com o perfil da turma e se existe portadores de necessidades especiais neste contexto.
Em terceiro lugar temos que analisar o contexto, os recursos materiais e humanos disponíveis, como é o espaço físico, de que materiais podemos dispor, qual a realidade dos meus alunos e seus conhecimentos prévios, quais as adaptações necessárias para os alunos com necessidades especiais, quais as mudanças que eu devo fazer no ambiente e nos materiais para garantir a acessibilidade.
E por último, temos que levar em conta a função desta atividade delimitando se esta se destina a pesquisar, aprofundar, exercitar, adquirir ou avaliar um conhecimento.
Sem estes cuidados podemos levar nossos alunos a participarem da web como lurkers (olhadores, apreciadores) e não como leaders (participantes reais).
O principal objetivo de uma aula, com recursos didáticos e tecnológicos, deve ser de levar o aluno a desenvolver o próprio pensamento crítico, discernir a respeito da qualidade e da utilidade de cada material e ter uma atitude metacognitiva de reflexão sobre a própria aprendizagem.
Para isto temos que saber como selecionar um material multimídia.
THORN (1995) salienta que os aspectos mais importantes são a facilidade de navegação, que tenha uma carga cognitiva adequada, uma maneira simples e clara de apresentação da informação, possibilite uma integração entre os meios e tenha funcionalidade geral.
BELLOCH ORTI (2009) acrescenta nesta definição critérios de simplicidade, interface gráfica cômoda, simples e intuitiva, clareza e adaptabilidade a idade e nível.
KEMP E SMELLIE ainda salientam os seguintes aspectos:
- a importância da motivação que decorre do tema, desenho e apresentação dos objetivos de aprendizagem;
- a capacidade de antecipar aos usuários os objetivos a que se propõe;
- o conhecimento dos destinatários da concepção de ação levando em conta as características dos estudantes;
- a organização e escolha de conteúdos relevantes e significativos adequados ao nível dos estudantes;
- o respeito ao ritmo de trabalho e as diferenças individuais;
- a possibilidade de integrar vários sistemas simbólicos em uma atividade para facilitar a aprendizagem de todos os estudantes respeitando a diversidade humana;
- a possibilidade de participação ativa do aluno em um trabalho cooperativo;
- possibilidade de interação com facilidade de uso e ambiente motivador;
- dispor de um sistema de acompanhamento que ajude a orientação do estudante e a possibilidade dele acompanhar a sua aprendizagem.

 http://atividadeparaeducacaoespecial.com/inclusao-como-selecionar-os-recursos-didaticos-a-serem-utilizados-na-sala-de-aula/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Atividadeparaeducacaoespecialcom+%28atividadeparaeducacaoespecial.com%29

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