RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sábado, 15 de agosto de 2015

Ceir distribui aparelhos auditivos por meio do SUS - PI

Piauí – De fevereiro a maio, 209 atendimentos foram realizados. Mais de 20 aparelhos já foram entregues.

O simples som que uma pessoa faz ao folhear um jornal ou o toque da campainha na casa do vizinho pode ser pouco notado por alguém com a saúde auditiva normal e que ouve desde que nasceu. Mas para uma criança que escuta esses sons pela primeira vez pode ser um momento difícil. Ao mesmo tempo, é um momento de descobertas.
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O pequeno José Arthur e sua mãe Lucilene Medeiros são de José de Freitas e foram encaminhados ao Ceir pela Central do SUS. (Foto: Ascom Ceir)
“Meu coração está a mil”, declara a dona de casa Lucilene Medeiros ao presenciar seu filho ouvindo pela primeira vez. O pequeno José Arthur, de cinco anos de idade, nasceu com deficiência auditiva profunda. Lucilene explica a sua história: “A mãe nunca quer aceitar que a criança possui alguma deficiência. Quando eu o chamo, ele não atende. Então isso me fez procurar ajuda médica para saber o porquê. Foi quando o diagnóstico comprovou a surdez profunda”, conta.
José Arthur não fez o teste da orelhinha ao nascer. O simples teste, feito no tempo correto, três dias após o nascimento, poderia ter evitado o desconforto de ouvir determinados sons pela primeira vez, já aos cinco anos, como o trincado de uma porta e até os seus próprios passos.
A aposentada Maria dos Remédios, de 83 anos, não conhecia esse novo serviço do Ceir.( Foto: Ascom Ceir)
“Geralmente, o adulto e o idoso chegam aqui ansiosos para ouvir. Já uma criança como o José, que nunca ouviu, não possui esse interesse despertado nela. Ele não está acostumado a ouvir os sons. Daí a importância da reabilitação auditiva”, pondera a fonoaudióloga do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), Marielle Cardoso.
O pequeno José Arthur e sua mãe, Lucilene Medeiros, são de José de Freitas e foram encaminhados ao Ceir pela Central do SUS do município para integrar o Programa de Promoção e Prevenção da Saúde Auditiva, do Governo Federal.
O Ceir participa do Programa devido à qualificação do Ministério da Saúde como Centro Especializado em Reabilitação (CER) III. Dessa forma, o Ceir está habilitado para a reabilitação de pessoas com deficiências físico-motoras, intelectuais e auditivas.
A aposentada Maria dos Remédios, de 83 anos, não conhecia esse novo serviço do Ceir. (Foto: Ascom Ceir)
A aposentada Maria dos Remédios, de 83 anos, não conhecia esse novo serviço do Ceir. (Foto: Ascom Ceir)
A aposentada Maria dos Remédios, de 83 anos, não conhecia esse novo serviço do Ceir. “Uso aparelho auditivo há 12 anos. Precisando trocá-lo, eu iria comprar um novo aparelho. Foi quando a otorrino que me acompanha avisou que no Ceir eu poderia adquiri-lo via SUS e, ainda, realizar reabilitação auditiva”, comenta.
Reabilitação auditiva do Ceir
Com uma equipe multidisciplinar especializada, composta por otorrinoralingologista, fonoaudiólogas, assistente social e psicóloga, a reabilitação auditiva do Ceir, que compõe o Programa de Promoção e Prevenção da Saúde Auditiva, do Governo Federal, tem como objetivo atender a pessoa com deficiência auditiva que depende de qualificação de processos e avaliação diagnóstica, tratamento clínico, seleção, adaptação e fornecimento de aparelhos de amplificação sonora individual, assim como acompanhamentos e terapias fonoaudiológicas.
Para realizar o tratamento, detectada alguma dificuldade auditiva, a pessoa deve procurar o médico do programa de saúde da família e solicitar uma avaliação auditiva no Ceir. Após passar pela otorrinoralingologista e realizar os exames com a fonoaudiologia, se houver a necessidade do uso de um aparelho auditivo, o paciente terá seu aparelho confeccionado sob medida e receberá orientações para manuseá-lo.
“O paciente leva um tempo para se adaptar ao uso do aparelho. Por isso, o Programa garante quatro sessões para pessoas adultas e oito sessões para crianças para que recebam as orientações de uso do aparelho. Esse é o processo que chamamos de adaptação”, pontua a fonoaudióloga do Ceir, Marielle Cardoso.
Segundo Marielle, um questionário é aplicado junto ao paciente para monitorar o uso do aparelho, assim como identificar as suas queixas. “O nosso trabalho é fazer com que o paciente tenha qualidade de vida com o uso do aparelho. Que ele se adapte a reconhecer os sons que, em alguns casos, são totalmente novos para ele”, acrescenta.
Marielle ainda ressalta que, caso as sessões estipuladas pelo Programa não sejam suficientes para que o paciente se adapte ao uso do aparelho auditivo, novas sessões são solicitadas ao SUS.
O Ceir iniciou os atendimentos – que consistem em consultas, exames, terapias e entregas de próteses auditivas – da Reabilitação Auditiva em fevereiro deste ano. De fevereiro a maio, 209 atendimentos foram realizados (segundo estatísticas da instituição). Mais de 20 aparelhos já foram entregues.

 http://www.surdosol.com.br/ceir-distribui-aparelhos-auditivos-por-meio-do-sus/

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