RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS
DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS

“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."
Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)
SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."
LIBRAS
LIBRAS
LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão
QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar
quinta-feira, 19 de março de 2015
CURSO DE LIBRAS - GUARULHOS / SP
INSCRIÇÕES ABERTAS - Curso de Libras - Módulo 1
Garanta sua vaga!
Aulas: Terça, das 19 às 22h
Início Previsto: Abril de 2015
* Sujeito a formação de turma
VALOR DO INVESTIMENTO POR MÓDULO:
Incluso material didático
Inscrição: R$ 50,00 + 5 Parcelas de R$ 150,00 (*)
Desconto de 30% para surdos e pessoas com deficiência auditiva.
(*) Adquira o cartão Acolher Mais e obtenha 10% de desconto
(O pagamento poderá ser feito em cheque, cartão de crédito ou boleto bancário).
INSCREVA-SE:http://www.acolher.org.br/ cursos_int.php?id=154
Garanta sua vaga!
Aulas: Terça, das 19 às 22h
Início Previsto: Abril de 2015
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quinta-feira, 5 de março de 2015
OFICINA DE LIBRAS - UNORP
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=351858805013861&set=a.128315757368168.1073741828.100005692324761&type=1&theater
INFORMAÇÕES:
https://www.facebook.com/libras.unorp
INFORMAÇÕES:
https://www.facebook.com/libras.unorp
A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO DO SURDO, UM FATOR IMPORTANTE PARA SEU DESENVOLVIMENTO NA SOCIEDADE Leia mais: http://movimentolibras.webnode.com/news/a-participa%C3%A7%C3%A3o-da-familia-na-educa%C3%A7%C3%A3o-do-surdo%2c-um-fator-importante-para-seu-desenvolvimento-na-sociedade/ Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br
É
na família o lugar ideal para se iniciar o atendimento de base para os
surdos. É a primeira escola onde as capacidades das crianças são
desenvolvidas. Quando pais detectam surdez na família, a primeira reação
é de proteção, pois acreditam que o surdo, por apresentar inicialmente
dificuldade de comunicação, não conseguirá socializar-se com os demais.
Conforme
Sole[1] "o sujeito surdo, por permanecer muito mais tempo sem uma fala
efetiva para expressar seus pensamentos favorece que a mãe suponha que
ele ainda não pensa por si próprio e a estimula a pensar por ele". É
baseando-se nesse contexto que se levanta questionamentos sobre o
investimento que se faz na independência dos surdos. Sabe-se que,
quanto mais precoce é o trabalho com a criança e a família, melhor será a
adaptação dos pais à diferença que seu filho apresenta diante das
crianças normais e maiores chances terão as crianças de se desenvolver
de forma equilibrada.
"Os
pais bem orientados pelos serviços educacionais, sabem que precisam
desenvolver a linguagem de seus filhos, ou seja, sabem que as crianças
mesmo surdas, já nascem com capacidade para expressar o que quiserem,
por meio do corpo, principalmente dos gestos, e até por meio das
palavras. A família passa a agir normalmente com a criança surda . Se o
surdo profundo for estimulado desde cedo, reagirá auditivamente por
vários sons ambientais e até mesmo poderá, com o tempo codificar alguns
sons da palavra falada". Resta, porém, identificar qual a melhor forma
de trabalho a ser realizada com o conjunto criança surda/escola/família.

Ministra Ideli destaca aprovação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência
A ministra da Secretara de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Ideli Salvatti, classificou como um avanço importante a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência,
aprovada nesta quinta-feira (05) no Plenário da Câmara dos Deputados,
que amplia diversos direitos dessa população em áreas como saúde,
educação, mercado de trabalho, esporte e lazer.
“A aprovação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência,
que ocorreu após 15 anos de tramitação no Congresso Nacional, é uma
vitória para promoção e defesa dos Direitos Humanos no Brasil. Essa Lei é
resultado de uma ampla discussão com os movimentos e organizações da
sociedade civil. Além disso, está em consonância com a Convenção
Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência”, afirmou a ministra.
Após a aprovação na Câmara, o texto segue para análise no Senado.
Entre outras medidas, o projeto define o que é considerado deficiência e
prevê atendimento prioritário em órgãos públicos para as pessoas com
deficiência, além de dar ênfase nas políticas públicas.
Assessoria de Comunicação Social
http://www.sdh.gov.br/noticias/2015/marco/ministra-ideli-destaca-aprovacao-da-lei-brasileira-de-inclusao-da-pessoa-com-deficiencia
Projeto em Pernambuco ensina surdos a usar a fotografia como forma de expressão
Cerca de 20 jovens surdos de Pernambuco concluíram o Curso de
Fotografia Foto Escola II, do projeto FotoLibras, voltado para a
formação de fotógrafos com surdez. A iniciativa foi realizada na Escola
Estadual Governador Barbosa Lima, considerada referência em educação
inclusiva no Estado. O material produzido durante as aulas, que
aconteceram durante quatro meses, será exibido no dia 5 de março na
exposição “Eu e o Outro”, que mostra o cotidiano dos estudantes não só
no ambiente escolar, mas também em família.
Desde 2007, o FotoLibras ensina jovens surdos, através da Língua
Brasileira de Sinais, a utilizar a fotografia como meio de expressão e
comunicação, aumentando a visibilidade e a inclusão da comunidade surda
na sociedade. Criado pelo Grupo de Educação e Mudança pela Arte (GEMA) e
com o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o
projeto explora as possibilidades comunicacionais que a fotografia
oferece, compartilhando ideias sobre a cultura e os direitos dos surdos e
promovendo diálogo entre surdos e ouvintes através da imagem.
Durante o curso realizado nos últimos quatro meses, os alunos puderam
ter contato com técnicas e equipamentos fotográficos e com a linguagem
expressiva do mundo das imagens. “Esperamos e desejamos que o curso
possa contribuir com uma ampliação da percepção sobre as coisas simples
da vida, assim como, estimular um censo critico e valorização da cultura
surda”, diz o professor Mateus Sá.
Acesse aqui
o Guia FotoLibras, que explica o projeto e dá dicas para pessoas que
querem desenvolver outras iniciativas parecidas, a fim de promover a
cultura surda e propagar a importância da fotografia como ferramenta
pedagógica interdisciplinar no ensino.
http://www.ines.gov.br/index.php/projeto-em-pernambuco-ensina-surdos-a-usar-a-fotografia-como-forma-de-expressao
quarta-feira, 4 de março de 2015
FEIJOADA da ASMOC - ASSOCIAÇÃO DOS SURDOS DE MONTES CLAROS / MG - 14/03/15
Vamos lá pessoal!!! Garanta já o seu almoço de sábado saboreando uma deliciosa FEIJOADA da ASMOC e desfrutando de um bom BATE PAPO COM SURDOS !!!
Dia 14/03 ( sábado)
Horário: A partir das 11:30h
Local: ASMOC ( Casa da Cidadania Centro)
ESPERAMOS POR VOCÊS!
Movimento Bilingue Surdos - PIRAPORA / MG
Atenção:
Professores, pais e mães de deficientes auditivos, interpretes de libras, todos aqueles envolvidos com a causa do surdo.
Sábado dia 07/03 de 10:00 ás 12:00
Importante reunião com o tema:
Movimento Bilingue Surdos.
Na Comunidade Catolica situado entre as ruas
Presidente Kenedy e Argemiro Peixoto.
Com a presença de representantes surdos de Montes Claros.
Contamos com a presença de todos
https://www.facebook.com/edsonpirapora?pnref=story
2ª Etapa do Nacional de Vôlei de Praia em Brasília
A CBDS promove a 2ª Etapa do Circuito Nacional de Vôlei de Praia dos Surdos 2015, que será nos dias 11 e 12 de abril, em Brasília/DF.
O prazo de inscrição vai até o dia 20/03/2015.
As dúvidas deverão ser sanadas via e-mail: voleidepraia@cbds.org.br
Os surdos-atletas filiados a FDSP deverão comunicar à Diretoria de Esportes via e-mail (esportes@fdsparana.org.br) para liberação de participação.
Documentos:
– Ofício CBDS
– Regulamento Geral
– Documentos (Termo de compromisso etc.)
http://www.surdosol.com.br/event/2a-etapa-do-nacional-de-volei-de-praia-em-brasilia/
Seduc abre inscrições para capacitação de professores em Libras (TO)
Considerado
o segundo idioma oficial do Brasil, a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) é o principal caminho de acesso para pessoas surdas ao
cotidiano do lugar em que vivem. Pensando na inclusão e no exercício
pleno de cidadania de pessoas com deficiência auditiva, a Secretaria de
Estado da Educação (Seduc) inicia as inscrições para a edição 2015 da
capacitação de professores em Libras. As inscrições começam nesta
segunda-feira, 2, e seguem até o próximo dia 13.
De acordo com a técnica da Gerência de Educação Especial da Seduc,
Paola Regina Martins Bruno, que coordena o curso, o objetivo é capacitar
educadores para lecionar tanto na linguagem oral quanto na de sinais.
“Nós hoje temos um déficit muito grande de profissionais que dominem
essas duas línguas. Nós precisamos de mais professores lecionando também
em Libras”, alertou.
O curso é primordialmente voltado para professores, tanto da rede
estadual quanto da municipal e de escolas particulares. Para este
público, as inscrições começam hoje e seguem até o dia 10. Para efetivar
a inscrição, o candidato ao curso deve levar ao Anexo II da Seduc cópia
do RG e, caso seja casado, da Certidão de Casamento. A coordenação do
curso alerta a todos que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não é
aceita.
Caso haja vagas remanescentes, a coordenação do curso abrirá as
inscrições para a comunidade em geral desde que tenha mais de 18 anos.
Neste caso, os interessados devem se inscrever entre os dias 11 e 13 de
março. “Às vezes a gente não consegue preencher as 25 vagas que
ofertamos e, por isso, abrimos inscrições para a comunidade. O único
pré-requisito é que o interessado tenha mais de 18 anos”, completou
Paola.
A capacitação em Libras da Seduc inicia no dia 16 de março e segue
até o dia 3 de junho. A carga horária é de 120 h/aula a serem realizadas
na sala de cursos da Gerência de Educação Especial, no anexo II da
Seduc.
As turmas para a capacitação em Libras serão dividas em três módulos,
um para alunos iniciantes, outro para o nível intermediário e um
terceiro para o avançado. Todas as turmas terão aulas de segunda à
quinta-feira. Iniciantes estudarão no período matutino (de 8h30 às 11h);
intermediários, no noturno (das 19h às 21h30) e os avançados entrarão
em sala de aula à tarde (das 13h30 às 16h). (Ascom / Seduc)
http://www.surdosol.com.br/seduc-abre-inscricoes-para-capacitacao-de-professores-em-libras/
Médica aborda a educação de crianças surdas em livro
Incentivar o debate sobre a educação de crianças com surdez. Este é o
objetivo principal do livro “Quem Decide? Os Caminhos e Escolhas na
Vida de Uma Criança Surda”, que será lançado no dia 7 de março pela
médica Teresa Leite, diretora-superintendente da Fundação Eletronuclear
de Assistência Médica (FEAM). Especializada em pediatria, a autora
relata sua história com a filha Thalita, de 21 anos, que ficou surda e
muda aos 4 meses de idade devido a uma meningite bacteriana.
No livro, Teresa cita a importância do trabalho do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines). “Foi o primeiro lugar que visitei na minha caminhada. O acolhimento foi sensacional e esse atendimento marcou minha trajetória e me deu ânimo para lutar”, conta. A médica propõe a discussão de questões referentes à educação dos surdos, como sua integração na sociedade e a relação dos profissionais de saúde e educadores com as crianças e com seus familiares, a fim de orientar e apresentar os caminhos possíveis para trabalhar as potencialidades de cada uma.
Segundo a autora, toda a arrecadação com a venda do livro será revertida para a compra de aparelhos auditivos para crianças menores de um ano. “Espero que o livro possa propiciar aos profissionais de saúde e educação uma reflexão profunda sobre seu papel no futuro dessas crianças e que os pais possam se sentir capazes de questionar, de trabalhar, de cobrar posturas públicas que garantam o melhor futuro possível, integral e harmônico para seus filhos surdos”, diz. O lançamento, aberto ao público, será em Angra dos Reis (RJ), na Rua Elias Miguel Luís, nº 272, Parque das Palmeiras, às 18h.
http://www.ines.gov.br/index.php/medica-aborda-a-educacao-de-criancas-surdas-em-livro
No livro, Teresa cita a importância do trabalho do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines). “Foi o primeiro lugar que visitei na minha caminhada. O acolhimento foi sensacional e esse atendimento marcou minha trajetória e me deu ânimo para lutar”, conta. A médica propõe a discussão de questões referentes à educação dos surdos, como sua integração na sociedade e a relação dos profissionais de saúde e educadores com as crianças e com seus familiares, a fim de orientar e apresentar os caminhos possíveis para trabalhar as potencialidades de cada uma.
Segundo a autora, toda a arrecadação com a venda do livro será revertida para a compra de aparelhos auditivos para crianças menores de um ano. “Espero que o livro possa propiciar aos profissionais de saúde e educação uma reflexão profunda sobre seu papel no futuro dessas crianças e que os pais possam se sentir capazes de questionar, de trabalhar, de cobrar posturas públicas que garantam o melhor futuro possível, integral e harmônico para seus filhos surdos”, diz. O lançamento, aberto ao público, será em Angra dos Reis (RJ), na Rua Elias Miguel Luís, nº 272, Parque das Palmeiras, às 18h.
http://www.ines.gov.br/index.php/medica-aborda-a-educacao-de-criancas-surdas-em-livro
III ENCONTRO SOBRE CIDADANIA E SURDEZ: (RE)PENSANDO O USO, O ENSINO E A DIFUSÃO DA LIBRAS - Arapiraca / Al
O
Cidadania e Surdez é um evento que se originou na Universidade Federal de
Alagoas - Campus de Arapiraca - Al, a
partir da necessidade de se (Re) pensar os temas relacionados às pessoas com
surdez. Tem como principal objetivo reunir pesquisadores, estudiosos e demais
interessados a fim de discutir a realidade que envolve a pessoa surda em nossa
sociedade. Em sua primeira versão, em 2010, o evento se propôs a (Re) Pensar a
Inclusão da pessoa surda no ensino regular. Dois anos depois, o segundo encontro
se deteve em (Re) Pensar a acessibilidade do sujeito surdo. E agora, em sua
terceira versão, a proposta do evento será provocar, em seus participantes, a
reflexão em torno do Ensino da Libras, o seu uso e sua difusão.
PÚBLICO ALVO:
- Profissionais
do Atendimento Educacional Especializado (AEE); Comunidade Surda;
Profissionais da área; Comunidade acadêmica em geral.
"INSCRIÇÕES GRATUITAS!!!"
"INSCRIÇÕES GRATUITAS!!!"
7 coisas que você não sabe sobre “pais especiais”
Estima-se que 6 milhões de crianças nos Estados recebem educação
especial, de acordo com o Departamento Americano de Educação. Uma em
cada 10 crianças abaixo dos 14 anos tem algum tipo de necessidade
especial, o que inclui qualquer deficiência física, cognitiva ou médica,
ou doenças crônicas ou que ameaçem a vida.
Meu filho de 3 anos, Jacob, é uma delas.
Ele tem Síndrome do Cromossomo 18. O Cromossomo 18 tem várias
síndromes conhecidas, incluindo a do Anel 18 e a bem conhecida Trissomia
18 (que afeta a filha do Rick Santorum, Bella). Meu filho tem a mais
rara delas, a 18q. Apenas 1 em cada 40 mil americanos tem a síndrome do
18q, o que significa que menos de 7800 americanos são afetados por essa
disordem.
Por causa dessa síndrome, Jacob tem tido sérios problemas médicos e
de desenvolvimento. Ele teve que fazer cirurgia cardíaca, cirurgia
renal, broncoscopias e endoscopias, dormia com um tubo de oxigênio, já
fez inúmeros exames médicos e viu vários especialistas. Temos entrado e
saído de hospitais e consultórios médicos desde que ele tinha 3 meses
de idade. Ele também tem atrasos severos do desenvolvimento e faz fono,
terapia ocupacional, fisioterapia e terapia comportamental.
Criar uma criança com qualquer síndrome, condição ou necessidade
especial é, ao mesmo tempo, uma bênção e um desafio. Um desafio por
motivos óbvios, e uma bênção porque você não sabe realmente o que são
vitória e alegria até você ver seu filho superar algumas dessas
dificuldades (algumas vezes, sorrindo felizão).
Provavelmente, você conhece algum “pai ou mãe especial”, ou você pode
ser um. Como uma mãe especial, eu normalmente não compartilho meus
sentimentos sobre essa faceta da minha vida nem mesmo com meus amigos
mais próximos, então, eu decidi compilar uma lista aqui com o objetivo
de construir compreensão. Não pretendo falar por cada pai ou mãe
especial que haja por aí, mas pelos que eu conheço, algumas coisas aqui
são bem universais. Se eu me esqueci de alguma coisa, por favor, deixe
um comentário abaixo.
1. Eu estou cansada. Ser mãe e pai já é uma
empreitada exaustiva. Mas ser pai ou mãe de uma criança com necessidades
especiais leva as coisas a outro nível de fadiga. Por mais que eu tenha
uma boa noite de sono ou tire um tempo de descanso, há um nível de
cansaço emocional e físico que está sempre ali, que vem simplesmente com
o peso de cuidar dessas necessidades especiais. Visitas a hospitais e
médicos não ocorrem poucas vezes no ano, podem ser até várias vezes em
um mês. Terapias podem ser diárias. Burocracias e contas fazem pilha,
tempo livre é usado pesquisando por novos tratamentos, posicionando meu
filho para sentar de uma certa forma, defendendo-o nos sistemas médicos e
educacionais. E isso tudo sem mencionar a carga emocional de criar uma
criança com necessidades especiais, já que os picos e vales nos parecem
muito mais extremos. Sou sempre grata por qualquer ajuda dos amigos no
sentido de facilitar minha vida, não importa quão pequena, desde
organizar meus planos e agenda até olhar meu filho enquanto eu como.
2. Tenho inveja. Essa é difícil de dizer e assumir,
mas é verdade. Quando eu vejo uma criança de 1 aninho fazer coisas que
meu filho não pode fazer aos 4 (como andar), eu sinto uma pontada de
inveja. Dói quando vejo meu filho lutar tanto para aprender a fazer algo
que vem naturalmente para uma criança típica, como mastigar ou apontar.
Pode ser difícil ouvir sobre as proezas dos filhos das amigas. Algumas
vezes, eu só sofro por dentro pelo Jabob. “Não é justo”. E mais estranho
ainda, eu posso até sentir inveja de outras crianças com necessidades
especiais que parecem ter menos desafios que o Jacob, ou que tenham
certos transtornos como Down, ou autismo, que são mais conhecidos e
compreendidos pelo público em geral, e parecem ter mais suporte e
recursos que a rara condição do Jacob. Parece pequeno e não diminui toda
a minha alegria e orgulho com as realizações do meu filho. Mas,
normalmente, é muito difícil, pra mim, estar perto de crianças típicas
com ele. O que me leva a explicar o próximo ponto…
3. Me sinto sozinha. É solitário ser mãe de uma
criança com necessidades especiais. Posso me sentir como uma estranha no
meio de mães de crianças típicas. Ao mesmo tempo em que quero ficar
feliz por elas, me sinto péssima ao ouvir elas se gabarem das 100
palavras que o filho de 2 anos fala, ou que ele já sabe o ABC (ou até
faz cocô no penico). Bom pra elas, mas isso é tão diferente de como meu
mundo se parece. Tem sido importantíssimo pra minha sanidade mental
estar em contato com outras “mães especiais”, com quem não é
desconfortável ou chocante trocar histórias sobre medicações, tubos
alimentares, aparelhos para comunicação e terapias. Mesmo dentro dessa
comunidade, no entanto, há tanta variação no nível de comprometimento de
cada criança. Somente eu entendo a composição e os desafios específicos
do Jacob. Com essa honra de ser responsável por ele vem a solidão desse
papel. Eu, frequentemente, me sinto realmente sozinha.
4. Eu tenho medo. Eu me preocupo em não estar
fazendo o suficiente. E se eu perdi um tratamento ou um diagnóstico e
aquela janela de tempo ideal para tratar isso passou? Eu me preocupo com
o futuro do Jacob, se ele um dia vai dirigir um carro, ou se casar, ou
viver independentemente. Eu tenho medo de pensar em como ele vai se
machucar na experiência de “ser diferente” em um mundo que é normalmente
duro (sem mencionar que eu temo pela integridade física de qualquer
pessoa que fizer meu filho sofrer). Eu tenho medo das finanças.
Finalmente, eu tenho medo do que vai ser do Jacob se qualquer coisa
acontecer a mim. Apesar disso, meu temores diminuíram substancialmente
ao longo dos anos por causa da minha fé, e por causa do contato com
outras crianças, adolescentes e adultos afetados pela síndrome do Jacob.
Quando eu conheci algumas dessas pessoas incríveis em uma conferência
no ano passado, a tristeza e o desespero que eu estava projetando para a
vida futura do Jacob (porque era tão desconhecida) sumiram quando eu vi
o amor e prosperidade que eram realidade nas suas vidas. O medo da dor
emocional (pra mim e Jacob) é, provavelmente, o que permanece mais.
5. Eu gostaria que você parasse de dizer “retardado”, “mongol”, “desde que seja saudável”… Eu
sei que as pessoas normalmente não tem a intenção de ser rudes com
esses comentários, e eu provavelmente falei isso antes do Jacob nascer.
Mas, agora, sempre que eu ouço isso, sinto uma pontada de dor. Por
favor, pare de dizer essas coisas. É desrespeitoso e dolorido para
aqueles que amam e criam as crianças de quem você está zombando (isso
sem mencionar para as próprias crianças). E, como último comentário,
“desde que seja saudável”, eu ouço várias mulheres grávidas dizerem
isso. Não me entenda errado, eu compreendo e compartilho seus desejos de
bebês saudáveis em cada nascimento, mas isso tem se tornado um mantra
tão impensado durante a gravidez que pode parecer um desejo contra o que
o meu filho é. “E se não for saudável?”. Eu quero perguntar. (Minha
resposta: vai dar tudo certo. Você e seu filho ainda vão ter uma vida
ótima).
6. Eu sou humana. Eu tenho sido desafiada e
empurrada além dos meus limites na criação do meu filho. Cresci
tremendamente como pessoa e desenvolvi um coração mais humano e uma
empatia pelos outros de uma forma que eu jamais teria sem ele. Mas sou
igual à mãe do lado em alguns sentidos. Às vezes, eu perco a paciência,
meu filho me irrita, e algumas vezes eu quero só fugir para o spa ou ir
às compras (e, hum, eu frequentemente faço isso). Eu ainda tenho sonhos e
aspirações pessoais. Eu viajo, danço, estou escrevendo um livro, amo
boa comida, falo sobre relacionamentos. Eu vejo Mad Men, e gosto de um
bom suéter de cashmere. Algumas vezes, é bom escapar e falar de todas
essas outras coisas. E, se parece que eu só falo desse outro lado da
minha vida algumas vezes, é porque pode ser difícil falar sobre o meu
filho. O que me leva ao ponto final…
7. Eu quero falar sobre o meu filho/ É difícil falar sobre o meu filho. Meu
filho é a coisa mais inspiradora que aconteceu na minha vida. Tem dias
em que eu quero gritar do topo do Empire State Building o quão divertido
e fofo ele é, ou como ele realizou alguma coisa na escola (ele foi
eleito, recentemente, presidente da classe!). Algumas vezes, quando
estou tendo um dia difícil, ou acabei de descobrir outro problema de
saúde ou desenvolvimento, eu posso não falar muito. Eu não compartilho
com os outros frequentemente – mesmo amigos próximos e família – os
detalhes do que eu passo com relação Jacob. Mas isso não significa que
eu não quero aprender como compartilhar nossa vida com os outros. Uma
coisa que eu sempre apreciei é quando as pessoas me perguntam algo mais
específico sobre o Jacob, como “Jacob gostou do zoológico?”, ou “como
está indo a coisa da linguagem de sinais com ele?”, ao invés de questões
genéricas como “como está o Jacob?”, o que pode me fazer sentir tão
sobrecarregada que eu só respondo “está bem”. Começar com os detalhes me
dá uma chance de começar a compartilhar. E, se não estou
compartilhando, não pense que não há várias coisas acontecendo sob a
superfície, ou que eu não quero contar.
Criar uma criança com necessidades especiais mudou a minha vida. Eu
cresci em uma família que valorizava performance e perfeição acima de
tudo, e inconscientemente eu passei a julgar a mim mesma e aos outros
por essa ótica. Nada muda mais essa ótica do que ter uma doce e inocente
criança que nasceu com dificuldades que tornam a vida comum e a
performance normal mais duras ou até impossíveis.
Isso me ajudou a entender que amor verdadeiro é conhecer alguém
(criança ou adulto, com necessidades especiais ou não) exatamente onde
ele ou ela está – sem se importar com como eles “deveriam” ser. Criar
uma criança com necessidades especiais destrói todos os “deveria ser”
que nós idolatramos e construímos nossa vida ao redor e coloca outra
coisa no núcleo: amor e compreensão. Então, talvez isso me leve à última
coisa que você, provavelmente, não sabe sobre um pai ou mãe
especial…pode ser duro pra mim, mas eu me sinto, de muitas maneiras,
realmente abençoada.
Link para o texto original em inglês: http://www.huffingtonpost.com/maria-lin/special-needs-parenting_b_1314348.html?ref=fb&src=sp&comm_ref=false
http://lagartavirapupa.com.br/7-coisas-que-voce-nao-sabe-sobre-pais-especiais/
Saia do armário da surdez
Hoje em dia fico chocada quando tomo conhecimento de alguém que morre de vergonha da própria surdez mas, há alguns anos atrás, eu fui essa pessoa.
Sei exatamente quais são os sentimentos envolvidos nesse processo, e o
que me deixa mais feliz é também saber que a etapa final dele é a auto-aceitação.
Ninguém passa a vida sentindo vergonha de não ouvir, isso é certo. O
diagnóstico definitivo da minha deficiência auditiva bilateral foi aos 16 anos,
e ela já estava no grau severo. Em vez de levar um susto e sair
correndo em busca de ajuda lembro que minha única preocupação foi: “Ai, meu Deus! Como é que vou esconder esse super segredo do mundo inteiro a partir de hoje?”
Por causa do blog e do livro tive a oportunidade de conhecer vários adolescentes e crianças que são exemplos de boa convivência com a própria deficiência auditiva.
E quando os encontro sinto um arrependimento profundo e doído pelo o
modo como lidei com a minha durante tantos anos. Porque passei tanto
tempo fingindo que o problema não era comigo? Porque nunca tentei
conversar sobre isso com ninguém? Porque sempre achei que as pessoas me
julgariam mal quando soubessem que eu não ouvia? Porque me rendi à
facilidade do afastamento do convívio social em vez de tentar me
integrar com meus amigos e colegas?
Tantos questionamentos! A única certeza que tenho é que deveria ter buscado o auxílio de um psicólogo nesse processo pois isso teria me ajudado muito naquela época. Que bom que hoje existem vários psicólogos aptos a atender surdos oralizados e que bom que eles são capazes de nos conduzir de um modo mais rápido até a linha de chegada da auto-aceitação.
Como não adianta chorar sobre o leite derramado, só me resta usar este espaço para escrever e tentar abrir os olhos e a mente daqueles que ainda estão nessa fase. Vamos lá?
NEGAÇÃO
Você pode negar o quanto quiser, rogar
praga para quem bem entender, xingar Deus e todo mundo, arrancar os
cabelos, chorar… que sua surdez vai continuar no lugar em que está. Não
vai desaparecer sem deixar vestígios como num passe de mágica. Portanto,
negar o óbvio é, sem meias palavras, perda de tempo. Você é surdo,
ponto. Algumas pessoas dão bola para terminologias ‘politicamente
corretas’ – eu não sou a mínima para isso, pouco me importo que me
chamem de surda ou de deficiente auditiva, só não me chamem de pessoa
portadora disso ou daquilo ou de pessoa com problema de audição.
Impossível não querer estrangular alguém após receber nosso diagnóstico
mas, na boa, foram nossas células ciliadas que pararam de funcionar, não
os nossos neurônios. Então o jeito é colocá-los para funcionar e ir em busca de qualidade de vida daqui para a frente! Dica:
perca o menor tempo possível com raiva do diagnóstico e negando o fato
de que você não escuta e corra atrás do prejuízo o mais rápido que
puder. Tenha em mente que se adaptar a um aparelho auditivo ou implante
coclear e outros leva um BOM tempo, portanto, gaste o seu com isso.
VERGONHA
Assim que você consegue parar de negar
que não escuta para si mesmo, precisa enfrentar ‘os outros’, que na
nossa cabeça parecem monstros ou enormes dragões invencíveis. Poxa,
vamos raciocinar melhor? ‘Os outros’ são nossos pais, amigos, colegas,
professores, namorados/maridos. Ou seja, pessoas que supostamente irão
nos apoiar e nos dar força para enfrentar essa jornada. Sentir vergonha
deles? Sério? Quando paramos para analisar isso com autocrítica
suficiente acabamos por compreender que essa vergonha nada mais é do que o nosso próprio preconceito, que projetamos nos outros sem perceber.
Podem acreditar: nem 5% das pessoas efetivamente irão se importar com a
‘notícia bombástica’ da sua surdez. Elas têm mais o que fazer da vida.
Você descobrirá rapidinho quem são seus amigos/parentes espertos e
inteligentes: são aqueles que lhe colocarão pilha para que você busque a
sua reabilitação auditiva. Digo e repito sem cansar
que vergonha MESMO é sentir vergonha de algo que você não controla. No
caso, a surdez. Lembro que na minha adolescência, quando alguém me
chamava e eu não ouvia isso me fazia sentir a última das criaturas, um
lixo total. Chorava de raiva! Mas usar os meus aparelhos auditivos para
poder ouvir as pessoas que era bom, nada. A gente sente uma coisa (quer
ficar em paz com a surdez) e faz outra (tem vergonha de usar AASI – e
daí, vai ouvir como?). Mas eu prometo que um dia sentimento e ação se
conectam e as coisas passam a fluir melhor. Entretanto…você precisa se
esforçar para isso.
ACEITAÇÃO LEVE
Nunca me esqueço do quanto eu ficava
possessa se alguém me chamasse de surda na adolescência. Era uma ofensa
gravíssima. A ironia é a seguinte: a gente quer que os outros nos
aceitem incondicionalmente, mas nós mesmos não somos capazes de fazer
isso. Por isso falo que antes da auto-aceitação de fato, passamos por
uma fase de aceitação leve. Nela, ‘aceitamos’ a nossa surdez, porém, com
restrições. Durante esta fase me recordo de ter uma relação ridícula
com meus aparelhos auditivos – eu me forçava a detestá-los e dizia
bobagens como ‘são uma droga’, ‘não adiantam nada’, ‘me irritam e não vou usar’. Queria que as pessoas aceitassem a minha perda auditiva enquanto eu ainda não conseguia fazer isso!!
Também lembro de ser tão, mas tão teimosa, que até a minha mãe tinha
medo de tocar no assunto comigo. Ela nunca me disse algo como “Paguei uma fortuna por esses AASI e você não quer usar? Ahhh, mas vai!”,
coisa que eu hoje faria se fosse com uma filha minha sem dó nem
piedade. Quando a palavra ‘surda’ para de lhe incomodar, é porque você
está quase chegando lá!
A LIBERTAÇÃO
Meu grito de liberdade (demorô) foi quando caiu a ficha de que eu tentava loucamente disfarçar algo que todo mundo percebia nitidamente. A surdez é indisfarçável, lamento dizer.
Agora que uso um implante coclear é que percebo isso com todas as
letras. Esse negócio de ser surdo e achar que é possível esconder isso
dos outros me lembra de uma piadinha ótima do Facebook: o que você come escondido aparece em público. Tal e qual!!!
Ah, e porque “Saia do armário da surdez!“? Porque uma vez o Ricardo Freire do Viaje na Viagem publicou no Estadão uma crônica linda sobre o que ele tinha sentido ao ler o livro Crônicas da Surdez, e fez um comparativo interessante entre este tema e o da homossexualidade.
E faz todo o sentido! Tentar viver uma vida dupla, mentir, fingir e
esconder dos outros algo que faz parte de você é uma grande bobagem. Saia JÁ do armário da surdez se você ainda estiver nele! É
cansativo demais viver em estado de alerta, viver disfarçando algo que
está escrito na sua testa em letras coloridas e luminosas!! A única
pessoa que acha que você ainda escuta…é o seu eu teimoso! Portanto,
assuma-se. A vida fica mais fácil e mais leve.
Sei que muitos pacientes e fonos se importam com a ‘discrição’ em termos de aparelhos auditivos
– em termos de implante coclear, ainda é impossível ser discreto. A
minha opinião sobre este tema permanece a mesma: quem se aceita de
verdade não dá a mínima para isso. Como alguém pode pensar em sentir
vergonha de usar um AASI ‘visível’ se é ele que irá lhe permitir ouvir?
Muita autocrítica nessa hora, hein! Eu pego no pé porque isso não tem
cabimento. Aquele velho papo de ‘ah, mas não quero que as pessoas saibam, é algo íntimo, se souberem vão me julgar incapaz‘ apenas denota a vergonha que VOCÊ sente do assunto. Os outros? Ah, eles estão preocupados com mil outras coisas, e sua orelha não é uma delas. Vai por mim…
http://cronicasdasurdez.com/saia-do-armario-da-surdez/
FEIJOADA da ASMOC - ASSOCIAÇÃO DOS SURDOS DE MONTES CLAROS / MG - 14/03/15
Vamos lá pessoal!!! Garanta já o seu almoço de sábado saboreando uma deliciosa FEIJOADA da ASMOC e desfrutando de um bom BATE PAPO COM SURDOS !!!
Dia 14/03 ( sábado)
Horário: A partir das 11:30h
Local: ASMOC ( Casa da Cidadania Centro)
ESPERAMOS POR VOCÊS!
Movimento Bilingue Surdos - PIRAPORA / MG
Atenção:
Professores, pais e mães de deficientes auditivos, interpretes de libras, todos aqueles envolvidos com a causa do surdo.
Sábado dia 07/03 de 10:00 ás 12:00
Importante reunião com o tema:
Movimento Bilingue Surdos.
Na Comunidade Catolica situado entre as ruas
Presidente Kenedy e Argemiro Peixoto.
Com a presença de representantes surdos de Montes Claros.
Contamos com a presença de todos
https://www.facebook.com/edsonpirapora?pnref=story
11ª Oficina de Surdez e Acessibilidade - RIO BRANCO / ACRE
Destinada
a profissionais de RH, gestores e profissionais ouvintes, envolvidos
e/ou interessados em conhecer a cultura surda e a Língua Brasileira de
Sinais (Libras), a 11ª Oficina de Surdez e Acessibilidade está com as
inscrições abertas!
Não perca! Mais informações no site http://bit.ly/1vJis2W
Volume de música pode tornar milhões de jovens surdos
Stock Xchng
Homem com fone de ouvido: quase metade das pessoas entre 12 e 35 anos escutam música em volumes que prejudicam a saúde
Paris - A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que milhões de jovens ao redor do mundo estão em risco de perder a audição por escutarem música em volume muito alto.
A agência informou nesta sexta-feira que, um estudo revisado sobre
países com renda média e alta, mostrou que quase metade das pessoas
entre 12 e 35 anos escutam música em aparelhos de som e celulares em
volumes que prejudicam a saúde.
Cerca de 40% dos adolescentes e jovens adultos dos países analisados
estão expostos a altos volumes em boates, bares e eventos esportivos.
A OMS diz que escutar música acima de 85 decibéis por oito horas ou 100 decibéis por 15 minutos traz riscos à saúde.
A organização recomenda aos jovens que utilizem aplicativos de controle
de volume nos celulares e que considerem escutar música em seus
aparelhos apenas uma hora por dia. Fonte: Associated Press.
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/volume-de-musica-pode-tornar-milhoes-de-jovens-surdos
MP pede gratuidade em ônibus para surdos (CE)
O
Ministério Público do Estado (MP) ajuizou uma ação civil pública contra
a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) para garantir o
deslocamento diário gratuito em coletivos para deficientes auditivos. O
MP pede que a Etufor conceda a imediata gratuidade às pessoas com a
deficiência que tiveram pedidos negados entre 2012 e 2015.
A ação foi motivada após denúncia de uma usuária surda que estava
sendo prejudicada quanto à concessão do benefício. O MP chegou a
requisitar informações para medir outras eventuais violações que
poderiam ser praticadas pela Etufor.
Em 2013, 12 pessoas com deficiência auditiva tiveram o benefício
indeferido. Em 2012, foram 15. O entendimento do MP é que os dados
demonstram o dano que a Etufor vem causando à coletividade. Por isso, a
ação pede que, além dos prejudicados em 2012 e 2013, todos os que se
enquadrem no conceito legítimo e jurídico de deficiência auditiva tenham
assegurado o transporte coletivo urbano gratuito em Fortaleza.
A Etufor informou não ter sido notificada da ação. Mas ressaltou que
“toda gratuidade é regulamentada pela lei 057/2008. Faz-se necessária a
aprovação de legislação para novas gratuidades desde que estabelecidas
as possíveis fontes de custeio”, afirmou, por meio de nota.
http://www.surdosol.com.br/mp-pede-gratuidade-em-onibus-para-surdos/
Exposição de fotos realizada por surdos – Recife (PE)
O
FotoLibras foi idealizado pelo grupo GEMA (Grupo de Educação e Mudança
pela Arte), que já vem atuando desde 2007 com o público surdo em
Pernambuco e todo o país.
O Curso de Fotografia atual: Foto Escola II foi realizado pelo
segundo ano em uma das maiores referências em educação inclusiva do
estado de Pernambuco: a Escola Estadual Governador Barbosa Lima. E traz
no mês de março de 2015 a exposição: O outro e eu, sobre o cotidiano da
cultura surda.
Agregou cerca de 20 jovens a partir de 14 anos com encontros em duas
tardes por semana entre setembro e dezembro de 2014. Neste período os
alunos puderam ter contato com a fotografia compreendendo-a como uma
linguagem expressiva e um poderoso veículo de comunicação. O intuito
principal desse projeto foi o de explorar a criticidade desses educandos
mais do que um mergulho nas técnicas fotográficas para que se possa
ampliar o pensamento de uma pratica reflexiva sobre a imagem e não
somente o repasse de técnicas e equipamentos, sendo a fotografia vista
como parte de um processo de compreensão e percepção do mundo.
Esta iniciativa é incentivada pelo Funcultura e mantem a proposta do
Projeto FotoLibras de multiplicação dos conteúdos com os antigos alunos,
neste curso João Helder e André Luís foram responsáveis em acompanhar
as aulas sob orientação do educador Mateus Sá, segundo ele a vivência
foi muito construtiva, pois pode perceber o interesse dos jovens em
aprender e as imagens produzidas por eles refletem muito isso.
Atualmente o grupo se prepara para lançar ao público os resultados
desse processo com uma exposição no pátio da Escola Barbosa Lima,
localizada no Derby em Recife com abertura dia 05 até 28 de março de
2015.
– “Esperamos e desejamos que o curso possa contribuir com uma
ampliação da percepção sobre as coisas simples da vida, assim como,
estimular um censo critico e valorização da cultura surda”, diz Mateus
Sá, educador do FotoLibras.
O curso foi dividido em 3 módulos, sendo o primeiro com introdução ao
conteúdo fotográfico: história da fotografia, suportes e tecnologias a
disposição e exercícios práticos (produção de fotos de professores e
funcionários da escola). No módulo 2 a prática se desdobrou sobre a
fotografia enquanto linguagem e discurso prático, com estímulo a
pesquisa e referencias de fotógrafos, além de visitas a exposições e
eventos de fotografia, nesta etapa os alunos praticaram o gênero retrato
e autoretrato dentro e fora da escola. E por ultimo, o Módulo 3 foi
sobre a documentação da comunidade surda, sendo um processo para os
alunos se debruçarem na sua cultura e cotidiano, utilizando câmeras
digitais semi-profissionais do projeto, celulares e câmeras próprias. Os
resultados, sempre medidos por observação e criticidade dos conteúdos,
renderam muita discussão sobre a realidade da cultura surda vista pelo
olhar dos próprios surdos.
Todos estes educandos tem espaço aberto para a continuidade dentro do
projeto FotoLibras, que atua desde 2007 com sede em Pernambuco. O
objetivo do projeto é envolvê-los de forma que todos possam participar
de novas etapas e se transformem em multiplicadores. Este tipo de
renovação é o que mantem o projeto sempre em evolução.
Serviço:
Abertura de exposição fotográfica: FotoEscola 2 – curso de fotografia para surdos – Projeto FotoLibras
Data: de 05 de março de 2015 á 28 de março de 2015
Local: Escola Estadual Governador Barbosa Lima – Derby – Recife – Pernambuco
Aberto para alunos da escola e familiares
E-mail: comunicacaofotolibras@gmail. com
Vladia Lima – vladialimafoto@gmail.com (81) 8875 9230 / 96724969 – coordenação
Eixo Imaginário / Gisele Silgom: gisele.silgom@gmail.com (81) 9677 4346 – assessoria
Abertura de exposição fotográfica: FotoEscola 2 – curso de fotografia para surdos – Projeto FotoLibras
Data: de 05 de março de 2015 á 28 de março de 2015
Local: Escola Estadual Governador Barbosa Lima – Derby – Recife – Pernambuco
Aberto para alunos da escola e familiares
E-mail: comunicacaofotolibras@gmail.
Vladia Lima – vladialimafoto@gmail.com (81) 8875 9230 / 96724969 – coordenação
Eixo Imaginário / Gisele Silgom: gisele.silgom@gmail.com (81) 9677 4346 – assessoria
http://www.surdosol.com.br/exposicao-de-fotos-realizada-por-surdos/
Movimento Bilingue Surdos. PIRAPORA / MG
Atenção:
Professores, pais e mães de deficientes auditivos, interpretes de libras, todos aqueles envolvidos com a causa do surdo.
Sábado dia 07/03 de 10:00 ás 12:00
Importante reunião com o tema:
Movimento Bilingue Surdos.
Na Comunidade Catolica situado entre as ruas
Presidente Kenedy e Argemiro Peixoto.
Com a presença de representantes surdos de Montes Claros.
Contamos com a presença de todos
https://www.facebook.com/edsonpirapora?pnref=story
LIVRO: Aprendendo Língua de Sinais - Atividades Pedagógicas em Libras
Uma grande dificuldade enfrentada por quem atua naeducação de surdos é a carência de...
COLOCAÇÕES E ROSANA FRÓES SOBRE A LUTA SURDOS, INTÉRPRETES, FAMÍLIA E AMIGOS E SURDOS POR UMA EUCAÇÃO BILÍNGUE - MONTES CLAROS / MG
Pessoal...comunidade surda...surdos, familias de surdos, interpretes e amigos de surdos...vamos refletir mais! A união faz a força!
REATECH 2015 - SP / SP
REATECH 2014 - Participe da Reatech 2015 - Inscrições já estão abertas - Estou conhecendo um aplicativo que interage e traduz de libras/português/libras - Língua Brasileira de Sinais.
https://www.facebook.com/video.php?v=10153080771526450&pnref=story
V Simpósio de Educação Inclusiva e Adaptações (SEIA) e o III Simpósio Internacional de Educação a Distância (SIEaD) - Presidente Prudente/SP
O
V Simpósio de Educação Inclusiva e Adaptações (SEIA) e o III Simpósio
Internacional de Educação a Distância (SIEaD) são eventos promovidos
pelo Centro de Promoção para a Inclusão Digital, Educacional e Social
(CPIDES). Os eventos serão realizados concomitantemente no período de 24
a 27 de maio de 2015, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FCT/UNESP), campus de Presidente Prudente/SP.
Entre os objetivos dos eventos estão apresentar metodologias atuais de ensino e pesquisa sobre Educação a Distância e sobre práticas inclusivas; e compartilhar experiências sobre práticas pedagógicas e ensino colaborativo e diversidade na sociedade contemporânea.
Mais informações e inscrições no site dos eventos: http://bit.ly/1BxsuVU
Entre os objetivos dos eventos estão apresentar metodologias atuais de ensino e pesquisa sobre Educação a Distância e sobre práticas inclusivas; e compartilhar experiências sobre práticas pedagógicas e ensino colaborativo e diversidade na sociedade contemporânea.
Mais informações e inscrições no site dos eventos: http://bit.ly/1BxsuVU
Habilitação para portadores de necessidades especiais - EDUCATRAN - SP / SP
É possível tirar a primeira habilitação, já enquadrado na regra dos
portadores de deficiências. Esta modalidade de habilitação atende
seguintes públicos:
Contamos, em nossa frota, com veículos especialmente adaptados para este público.
http://www.educatran.com.br/habilitacao-portadores-necessidades-especiais/
- Pessoas que nasceram portando necessidades especiais;
- Nanismo, Cadeirantes, Deficientes Físicos, Deficientes Auditivos, entre outros;
- Pessoas que adquiriram necessidades especiais ao longo da vida; e podem ou não trocar de categoria.
- Doenças graves como câncer, doenças da coluna, síndrome da imunodeficiência adquirida (HIV) entre outras
Contamos, em nossa frota, com veículos especialmente adaptados para este público.
http://www.educatran.com.br/habilitacao-portadores-necessidades-especiais/
CURSO DE LIBRAS - ASSOCIAÇÃO DOS SURDOS DE TEÓFILO OTONI / MG
Curso
técnico reconhecido em todo território nacional. Para você que quer
ser um profissional tradutor / intérprete de libras. Informações
whatsapp 3387062975.
Empresa desenvolve despertador alternativo para surdos
Já existem eficientes despertadores vibratórios no mercado, mas muitos são importados e caros Rádio-relógio, despertador convencional,
celular… São vários os produtos que têm a função de acordar as pessoas.
Mas, o que faz parte do cotidiano de muita gente, ainda é um desafio
para quem não escuta.
A presidenta da Associação dos Surdos do
Ceará, Silvia Helena Mota, explica que muitos surdos aprenderam a lidar
com a situação, acostumando o corpo a acordar sempre no mesmo horário.
Quando tem uma viagem de manhã ela tenta “memorizar” à noite e acaba
acordando várias vezes. Em alguns casos prefere não dormir até o horário
da viagem.
O professor de libras para ouvintes,
Wyller Vasconcelos, já perdeu a hora. Ele lembra que uma vez já abriu a
janela para usar o calor do sol como despertador. Assim, acabou
acordando e dormindo várias vezes até o horário de se levantar.
O administrador da empresa Orpa
Eletronics, Raul Ribeiro, percebeu essa dificuldade quando recebeu no
trabalho a visita de um amigo de infância, que é surdo.
Como não conseguem ouvir o despertador,
muitos usam a função de alarme do celular e colocam embaixo do
travesseiro para acordar com a vibração do aparelho. Ribeiro destaca que
esse hábito, além de fazer mal à saúde, muitas vezes não é eficaz,
principalmente porque os celulares mais novos não possuem uma vibração
muito forte.
Dessa forma, ele consultou os engenheiros
sócios da empresa para saber se existia uma forma alternativa e barata
para esse público. Foi aí que surgiu o “Wake Up Deaf”, Acorda Surdo, em
inglês.
De acordo com o empresário, já existem
despertadores parecidos no mercado, mas muitos são importados e caros.
Em uma pesquisa pela internet, o mais barato está em torno de 150 reais.
A ideia é justamente fabricar o produto para ser mais acessível,
custando cerca de 80 reais.
O dispositivo está em fase de
finalização, com o desenvolvimento do aplicativo para conectá-lo ao
celular. Agora, os idealizadores buscam parcerias para produzir
aparelhos em larga escala.
Quem quiser ajudar no projeto pode entrar em contato com a empresa pelo número: (61) 3222-5915
https://turismoadaptado.wordpress.com/2015/03/01/empresa-desenvolve-despertador-alternativo-para-surdos/
Pós-Graduação - Lato Sensu Especialização em Educação Bilíngue para Surdos - CAXIAS DO SUL
Pós-Graduação - Lato Sensu
Especialização em Educação Bilíngue para Surdos
(aulas aos sábados de 15 em 15 encontros)
* regido pela Resolução nº. 1, de 8 de junho de 2007 – CNE/CES.
Inscrições Online até 1º de abril de 2015
Inscrições Abertas:
http://www.ucs.br/site/ ucs/posgraduacao/ lato-sensu/humanas/ caxias-do-sul/ educacao-bilingue-para-surd os
Especialização em Educação Bilíngue para Surdos
(aulas aos sábados de 15 em 15 encontros)
* regido pela Resolução nº. 1, de 8 de junho de 2007 – CNE/CES.
Inscrições Online até 1º de abril de 2015
Inscrições Abertas:
http://www.ucs.br/site/
7ª edição do Concurso Moda Inclusiva®
7ª edição do Concurso Moda Inclusiva®
Já estão abertas as inscrições para a 7ª edição do Concurso Moda Inclusiva®. Podem participar estudantes de cursos técnicos, universitários, alunos de cursos livres e profissionais da área não só do Brasil, mas de todo o mundo.
Consulte o regulamento!
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