RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

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"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Mulher com deficiência auditiva adota pit bull surdo; animal respeita sinais

Cão obedece sinais para passar e fazer xixi no local adequado (Foto:  Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal) 
Cão obedece sinais para passear e fazer xixi no local adequado (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal)
 
A auxiliar geral Silvia Rodrigues Coelho, de 23 anos, é deficiente auditiva, mas isso não a impediu de trabalhar em Presidente Prudente, sair com os amigos e curtir os dias de folga ao lado do marido Luiz Henrique Ribeiro, de 25 anos. Porém, o destino a surpreendeu com um novo integrante em sua família: um cachorro da raça pit bull que também não ouve. Eles representam as superações buscadas pela Comunidade Surda Brasileira durante o Dia Nacional do Surdo, celebrado nesta sexta-feira (26).

O companheiro de Silvia conta que a relação da esposa com o cão teve início em uma página de adoção de animais abandonados em uma rede social, há cerca de um ano e meio. Silvia viu a pit bull de cor branca à espera de uma família, mas ao ser informada de que o animal tinha problemas auditivos, despertou a vontade de adotá-lo.

Silvia está com pit bull há um ano e meio (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal) 
Silvia está com pit bull há um ano e meio (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal)
 
“Foi tudo muito inesperado e surpreendente encontrar um cão surdo. Mas a Silvia não descansou até conseguir a adoção. Eu acho que foi uma das melhores decisões que tomamos”, comenta.
Ao trazê-la para casa, Luiz conta que o animal estava um pouco assustado, mas Silvia se prontificou a ensinar a linguagem de sinais para o pit bull, que aprendeu comandos básicos, como sentar, sair da sala, não morder, não fazer xixi em determinados locais, entre outros, contribuindo com a convivência entre a família e o animal.
“Aos poucos, os dois foram se conhecendo e se entendendo. Hoje em dia, o pit bull obedece só aos comandos da Silvia com o uso de sinais. É uma relação única, composta de muito carinho e paciência. É como se ele entendesse que a Silvia possui a mesma deficiência”, relata o marido.
Para Luiz, a relação da esposa com o cão é considerada a prova de que nada é impossível para os seres humanos e para os animais. “Foi um presente surpreendente que construiu na base da paciência e isento de qualquer preconceito”, afirma.

É como se a cadela entendesse que a Silvia possui a mesma deficiência que ela, explica marido (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal) 
"É como se a cadela entendesse que a Silvia possui a mesma deficiência que ela", explica marido (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal)
 
  http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2014/09/mulher-com-deficiencia-auditiva-adota-pit-bull-surda-animal-respeita-sinais.html

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