RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Gêmeos surdos e o direito à… morte

Categoria: Outros
País: Bélgica
Línguas: Neerlandês e Vlaamse Gebarentaal (VGT – Língua de Sinais Flamenga)

Ao descobrir que em breve ficariam cegos, Marc e Eddy Verbessem, gêmeos surdos de 45 anos, decidiram… morrer. Os irmãos, sapateiros na pequena vila de Putte (norte da Bélgica), afirmavam que não ver um ao outro faria a vida já não mais valer a pena e, por isso, pleitearam ao Estado belga o direito à eutanásia. Com uma língua de sinais caseira (convencionada entre os dois e seus parentes mais próximos), Marc e Eddy dividiam rotinas, histórias e desafios, e a ideia de passar os dias internados em alguma instituição, a depender de outros, parecia-lhes insuportável. “Eles viviam juntos, preparavam suas próprias refeições e faziam a limpeza da casa (…). A cegueira poderia tê-los tornado completamente dependentes”, diz Dirk Verbessem, irmão mais velho da dupla (fonte: The Telegraph). Respaldados pelo marco legal do país (na Bélgica – diferentemente de grande parte dos países do mundo – a eutanásia é prática legal desde 2002 e pode ser realizada em pacientes de todas as idades que estejam em estágio terminal ou que sofram de um mal sem cura), os gêmeos conseguiram liminar autorizando a eutanásia ativa em um hospital público da capital, pondo fim não só ao glaucoma que lhes afligia como a qualquer possível futuro. Para aqueles que afirmam a máxima valorativa da “vida a qualquer custo”, a decisão talvez pareça covarde; para outros, corajosa. Fato é que, em dezembro de 2012, Marc e Eddy Verbessem, em roupas novas, acompanhados de seus pais, receberam uma injeção letal no Hospital Universitário de Bruxelas, morrendo por acharem que já não “havia mais por que viver”. Além de lembranças para aqueles com quem conviveram, os irmãos deixaram a todos mais uma fagulha para a discussão ética sobre vida, morte, Estado (interferência/tutela) e deficiências.

Irmãos Verbessem 
 
http://culturasurda.net/2015/02/25/gemeos-surdos-e-o-direito-a-morte/

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