RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Profissionais da saúde de Maceió receberão capacitação gratuita para atendimento de deficientes auditivos e surdos pelo SUS.


Galera,


profissionais da saúde de Maceió receberão capacitação gratuita para atendimento de deficientes auditivos pelo SUS. Essa iniciativa é o resultado de uma parceria entre o Programa de Atenção à Pessoa com Deficiência da Secretaria Municipal de Saúde e do Centro de Atendimento ao Surdo.


Eles disponibilizarão a realização de um novo curso básico de Língua Brasileira de Sinais (Libras) com o objetivo de capacitar seus profissionais para proporcionarem um melhor atendimento aos usuários com deficiência auditiva, de maneira a garantir uma comunicação adequada e eficiente entre eles.


Excelente iniciativa de inclusão!


I Fórum de Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais das Instituições Federais de Ensino

O fórum pretende congregar os tradutores e intérpretes das Instituições Federais de Ensino, inaugurando um espaço de interação e reflexão profissional, com vistas à afirmação, promoção e qualificação da carreira.

Moção de apoio aprovada na CONAE retirada do I Fórum
Publicado em 29/01/2015 às 17:38

Com apoio da FEBRAPILS e com a articulação da Diretoria de Políticas, foi aprovado no último CONAE uma moção de apoio a adequação na contração de Intérpretes a Nível Federal que foi retirada durante a realização I Fórum de TILS das Instituições Federais de Ensino Superior
Estamos atentos, trabalhando em favor de melhores condições para os Tradutores e Intérpretes.

Link abaixo:

MOÇAO APROVADA NA CONAE

 http://forumtilspife.paginas.ufsc.br/

OFICINA DE TRADUÇÃO PORTUGUÊS / LIBRAS - CAMPINAS / SP



https://www.facebook.com/InterpreteprofessoraLibrasSimoneVecchioLibras/photos/a.664512066975510.1073741828.216669605093094/782935798466469/?type=1&theater

Jovens de Brasília criam despertador para surdos


Aparelho é programado por um aplicativo do celular e vibra na hora desejada Reprodução/TV Record Brasília
 
Um grupo de jovens de Brasília desenvolveram um despertador para ser usado por pessoas surdas. O projeto começou como forma de ajudar um colega que costumava chegar atrasado no trabalho. O aparelho é programado por um aplicativo do celular e vibra na hora desejada.
A ideia veio porque o alarme do celular usado pelo colega não era capaz de uma vibração capaz de acordá-lo. Com o novo equipamento, o problema não acontece mais. 
Outro criação do grupo foi um chaveiro para pessoas idosas e doentes que vivem sozinhas. O equipamento tem um botão antipânico, que avisa a uma pessoa escolhida que algo está acontecendo. Basta apertar um botão e a pessoa indicada recebe uma mensagem via celular. Após receber a mensagem de texto, é possível conversar, como numa ligação telefônica, pelo mesmo aparelho. Por meio do chaveiro, é possível também localizar o seu portador.
A ideia do engenheiro Orlan almeida surgiu devido a um problema ocorrido com o pai do criador, que sofreu uma queda em casa.
Os produtos ainda não são produzidos para a venda, mas a estimativa é que devam custar entre R$ 100 e R$ 400.

 http://noticias.r7.com/distrito-federal/jovens-de-brasilia-criam-despertador-para-surdos-02022015

Mulher com deficiência auditiva adota pit bull surdo; animal respeita sinais

Cão obedece sinais para passar e fazer xixi no local adequado (Foto:  Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal) 
Cão obedece sinais para passear e fazer xixi no local adequado (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal)
 
A auxiliar geral Silvia Rodrigues Coelho, de 23 anos, é deficiente auditiva, mas isso não a impediu de trabalhar em Presidente Prudente, sair com os amigos e curtir os dias de folga ao lado do marido Luiz Henrique Ribeiro, de 25 anos. Porém, o destino a surpreendeu com um novo integrante em sua família: um cachorro da raça pit bull que também não ouve. Eles representam as superações buscadas pela Comunidade Surda Brasileira durante o Dia Nacional do Surdo, celebrado nesta sexta-feira (26).

O companheiro de Silvia conta que a relação da esposa com o cão teve início em uma página de adoção de animais abandonados em uma rede social, há cerca de um ano e meio. Silvia viu a pit bull de cor branca à espera de uma família, mas ao ser informada de que o animal tinha problemas auditivos, despertou a vontade de adotá-lo.

Silvia está com pit bull há um ano e meio (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal) 
Silvia está com pit bull há um ano e meio (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal)
 
“Foi tudo muito inesperado e surpreendente encontrar um cão surdo. Mas a Silvia não descansou até conseguir a adoção. Eu acho que foi uma das melhores decisões que tomamos”, comenta.
Ao trazê-la para casa, Luiz conta que o animal estava um pouco assustado, mas Silvia se prontificou a ensinar a linguagem de sinais para o pit bull, que aprendeu comandos básicos, como sentar, sair da sala, não morder, não fazer xixi em determinados locais, entre outros, contribuindo com a convivência entre a família e o animal.
“Aos poucos, os dois foram se conhecendo e se entendendo. Hoje em dia, o pit bull obedece só aos comandos da Silvia com o uso de sinais. É uma relação única, composta de muito carinho e paciência. É como se ele entendesse que a Silvia possui a mesma deficiência”, relata o marido.
Para Luiz, a relação da esposa com o cão é considerada a prova de que nada é impossível para os seres humanos e para os animais. “Foi um presente surpreendente que construiu na base da paciência e isento de qualquer preconceito”, afirma.

É como se a cadela entendesse que a Silvia possui a mesma deficiência que ela, explica marido (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal) 
"É como se a cadela entendesse que a Silvia possui a mesma deficiência que ela", explica marido (Foto: Luiz Henrique Ribeiro/Arquivo pessoal)
 
  http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2014/09/mulher-com-deficiencia-auditiva-adota-pit-bull-surda-animal-respeita-sinais.html

DESAFIO


OFICINA DE GUIA: INTÉRPRETES SURDOS PARA SURDOCEGOS



Bom dia a tod@s!
As principais informações encontram-se na própria foto, como por exemplo local, valor, número de vagas, contato, conta para depósito do valor e público alvo.

Reforçando...
O curso só terão 30 vagas, terá certificado e será realizado na ASCE - Av. Bezerra de Menezes, 549/ Parque Araxá. Lembrando que o público alvo são surdos e surdos intérpretes, ouvintes não poderão participar desse curso. O comprovante do depósito é pra ser escaneado e enviados para o email feneis.ce@hotmail.com

Maiores esclarecimentos, enviem email para o contato na foto ou liguem 32839126 ( 08h as 12h)

PIADA

https://www.facebook.com/284468391706308/photos/a.285433981609749.1073741828.284468391706308/415452791941200/?type=1&theater

BiCus (Biblioteca de Culturas Surdas)


Atenção! Já está no ar a página oficial da BiCus (Biblioteca de Culturas Surdas), do Centro Cultural São Paulo.

Para quem ainda não conhece, a BiCus, foi inaugurada, no ano passado, com objetivo de atender usuários da Libras, membros da comunidade surda e interessados pelo assunto.
Atualmente, além de obras da área de Estudos Surdos, também conta com eventos, exposições e intervenções "surdas" e funcionários habilitados em Libras e na cultura surda.

Horário de atendimento ao público: sextas-feiras, das 14h às 18h.

Saiba mais em: https://www.facebook.com/CCSPCulturasSurdas

2º SEMINÁRIO DE SURDOS NUMA VISÃO CRISTOCÊNTRICA

INFORMAÇÕES PELO SITE.

DESAFIO


Revista Mundo da Inclusão



Nova edição da Revista Mundo da Inclusão
A nova edição da Revista Mundo da Inclusão é especial sobre surdez, e traz uma matéria com os alunos da EMEF Marechal Bittencourt, em Osasco (SP), que dão um exemplo de inclusão em sala de aula. O lançamento traz ainda informações sobre o livro ‘Educação Física Adaptada’, de Patrícia Flaitt, e o exemplo de um professor que mudou a rotina de uma escola em Canhotinho (PE), através do ensino da LIBRAS.

CARNAVAL 2015 - ASSPE


O que significa "incluir" no ambiente escolar?

Olá a todos!

Achei bem interessante abordar este tema, principalmente pela época do ano que estamos. Mês de dezembro, período letivo nas escolas em fase de encerramento e matrículas para o próximo período letivo a todo vapor! Se para muitos pais de crianças sem qualquer tipo de transtorno isso é uma tarefa difícil, imaginem para pais de autistas...

São muitos fatores a serem considerados. A maioria preocupa-se com localização, infra estrutura da escola e preço, mas fatores como metodologia de ensino não passam e nem devem passar desapercebidos. Existem escolas que priorizam o ensino de idiomas, outras o preparatório para o vestibular, já outras são inclinadas ao construtivismo e muitas outras tradicionalistas. Independente da linha a ser seguida, as escolas sempre vacilam na mesma questão: o que significa incluir?

No discurso, as escolas mostram-se sempre dispostas a atender a criança com necessidades especiais pelo fato de isto já ser uma obrigação  legal. Entretanto a lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e altera o parágrafo 3° do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Entende-se como uma norma jurídica que explica como aplicar uma lei já em vigor, e que não pode ser contrariada. Sua criação é prerrogativa do Poder Executivo. 

Mesmo após o sancionamento da Presidente da República em 2012, diversos casos de escolas negando ou dificultando a vaga à autistas vieram à tona através da mídia. Gostaria de pedir, através deste espaço, que não deixem de denunciar escolas que venham a infringir esta lei, pois muitas tendem a enganar os pais alegando falta de pessoal, turmas lotadas, etc. A escola tem o DEVER de matricular qualquer criança e a partir do momento que essa matrícula se consolida, cabe à escola providenciar espaço adequado e profissionais capacitados.

Mas ainda não chegamos na parte da inclusão! Até agora falamos somente em seguir a legislação. Incluir não é obedecer a lei para não sofrer sanções. Incluir é um ato de amor (não confundir com caridade), é o ato de acolher a todos, sem exceção, independente de raça, classe social, condições físicas e psicológicas. É o ato de perceber que somos todos iguais e diferentes ao mesmo tempo e que devemos respeitar estas diferenças. Se pararmos para pensar, não deveria sequer existir lei de amparo ao Autista, pois a criança deve ser aceita e respeitada dentro do sistema de ensino, bem como na sociedade. Deveria ser algo latente do ser humano, o de sempre procurar proteger os indefesos.

Portanto, a escola não deve ocupar apenas o papel de educação assistencialista. Levar ao banheiro, ajudar a organizar o material didático, arrumar o lanchinho e só. É isso que muitas escolas fazem. Na hora do envolvimento com as tarefas pedagógicas e mesmo com as extra-curriculares, isolam o autista, uma vez que ele "atrapalha" o desenvolvimento do grupo. E assim a escola colabora cada vez mais para o atraso no desenvolvimento desta criança e para a diferenciação desta com os demais. Não preciso nem mencionar aqui, neste momento, que muitas escolas não percebem onde se inicia o bullying e depois que percebem não conseguem acabar com ele.

Pais, mães, avós, cuidadores de autistas em geral, não aceitem essas condições! Lutem para que seu autista tenha tratamento adequado no ambiente escolar! Escola não deve fazer favores. Escola tem que trabalhar junto às famílias e aos profissionais que assistem tais casos, procurando as melhores condições para o desenvolvimento de todos os alunos envolvidos nesse processo. A Escola recebe pra isso e coloca-se na posição humanitária que deve estar. Se a escola for pública, está recebendo verba do governo para que funcione. Se não estiver dentro dos parâmetros, denuncie.

Costumo dizer que criamos e educamos nossos filhos com amor e com todo o instinto presente dentro de nós. Mas, ao lidarmos com crianças no campo profissional, além de amor e instinto, devemos impor a ética e o respeito acima de tudo. Aquele que busca trabalhar com crianças, seja em escolas, hospitais, parques ou mesmo lojas de brinquedos, deve ser habilitado para tal função. Deve estar aberto à doçura, à ingenuidade, aos medos e receios, às dúvidas e anseios de todas as crianças que passarem pelo seu caminho. 



Então mãos à obra na busca de uma escola que respeite e que não pratique a falsa inclusão. Muita paciência será necessária! Procure cercar-se de pessoas que conheçam mais deste assunto e que possam indicar instituições adequadas, sejam escolas regulares ou especiais.
 
http://convivioazul.blogspot.com.br/2014/12/o-que-significa-incluir-no-ambiente.html?spref=fb

CURSO DE LIBRAS SP



Nova turma, pessoal!
Venham aprender LIBRAS!


 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203738554560754&set=a.1970390655834.2101150.1125002524&type=1&theater

Aluna com déficit auditivo vai cursar direito na UFPR: 'Novos horizontes'

Lívia Armentano Sargi, de 17 anos, lê 30 livros por ano e quer ser juíza.


Lívia Sargi lê um livro por semana e sonha ser juíza (Foto: Arquivo pessoal/Sosana Armentano) 
Lívia Sargi visitou a UFPR e está animada com o início das aulas (Foto: Arquivo pessoal/Sosana Armentano)
 
A estudante Lívia Armentano Sargi, de 17 anos, ficou encantada com o campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. A jovem de Jaboticabal (SP), aprovada em sexto lugar no curso de direito pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), foi conhecer a faculdade e a cidade onde vai passar os próximos anos. “É uma ruptura muito grande com a minha antiga rotina. Mas representa um novo começo, novas chances e novos horizontes”, disse Lívia, empolgada com tanta mudança.
A aprovação na UFPR é um passo importante no sonho de vida da adolescente de no futuro se tornar juíza. E uma vitória de quem compensou uma deficiência auditiva com muita paixão pelos estudos e pelo conhecimento.
Lívia tinha seis anos quando foi diagnosticada com uma perda neurossensorial bilateral moderada, que comprometia em 50% a sua audição. Ela já estava alfabetizada e passou e sentar na primeira fileira da classe para tentar entender melhor o que a professora dizia. E compensou a dificuldade em ouvir com uma paixão devoradora por livros.
A estudante lê em média 30 livros por ano. “Quando criança, eu não conseguia assistir televisão nem nada desse tipo porque não entendia o que era dito. Isso impulsionou a minha paixão pela literatura”, explica Lívia, que tem em Jorge Amado, Charles Dickens e o espanhol Carlos Ruiz Zafón seus autores prediletos. "De certa forma, a deficiência contribuiu muito para eu me tornar uma boa aluna."
Tanta leitura ajudou Lívia a tirar nota 1.000 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além da UFPR, ela também foi aprovada em primeiro lugar na Faculdade de Direito de Franca.
Lívia sabe quer fazer a diferença como bacharel em direito e um dia se tornar juíza.
“Eu sempre ficava muito triste quando lia histórias e notícias de injustiças acontecendo pelo mundo. Quando eu tinha unas dez anos eu prometi pra mim mesma que, se um dia eu pudesse fazer algo pra mudar isso, eu faria todo o possível. E o direito foi a forma que eu encontrei de honrar isso, de fazer a diferença em uma coisa que sempre me pareceu precisar de mudança”, afirma Lívia.
Perfil de juíza
Lívia Sargi no Parque Tanguá, em Curitiba (Foto: Arquivo pessoal/Rosana Armentano) 
Lívia Sargi no Parque Tanguá, em Curitiba (Foto: Arquivo pessoal/Rosana Armentano)
A mãe de Lívia é advogada, e vê na filha potencial para chegar nos cargos mais altos da carreira de direito. “Ela tem o perfil para ser juíza. Gosta muito de leitura, escreve muito bem, está sempre atenta a tudo o que acontece. Gosta muito de defender as minorias, muito feminista, a situação do negro e está sempre atenta aos problemas sociais”, diz Rosana Armentano, mãe de Lívia.
Em meio aos estudos, a jovem também deu aulas de reforço escolar para estudantes carentes no Lar Santo André, instituição filantrópica ligada ao do Colégio Santo André, parceiro do FTD Sistema de Ensino, onde Lívia estudou desde o segundo ano do ensino fundamental.
Com o auxílio de aparelhos que ajudam a suprir sua deficiência auditiva, Lívia espera ter muito sucesso em uma carreira que exige também muita oratória, Lívia. “A deficiência não afetou diretamente a minha oratória”, explica. “Nunca tive dificuldades para defender meus pontos de vista e acho que também não me impedirá de alcançar o meu objetivo.”
Aos estudantes, ela dá o recado: “Continuem se esforçando e lutando muito pelo que querem que a recompensa chegará”.

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/02/aluna-com-deficit-auditivo-vai-cursar-direito-na-ufpr-novos-horizontes.html


Lívia Sargi lê um livro por semana e sonha ser juíza (Foto: Arquivo pessoal/Sosana Armentano)Lívia Sargi visitou a UFPR e está animada com o início das aulas (Foto: Arquivo pessoal/Sosana Armentano)
A estudante Lívia Armentano Sargi, de 17 anos, ficou encantada com o campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. A jovem de Jaboticabal (SP), aprovada em sexto lugar no curso de direito pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), foi conhecer a faculdade e a cidade onde vai passar os próximos anos. “É uma ruptura muito grande com a minha antiga rotina. Mas representa um novo começo, novas chances e novos horizontes”, disse Lívia, empolgada com tanta mudança.
A aprovação na UFPR é um passo importante no sonho de vida da adolescente de no futuro se tornar juíza. E uma vitória de quem compensou uma deficiência auditiva com muita paixão pelos estudos e pelo conhecimento.
Lívia tinha seis anos quando foi diagnosticada com uma perda neurossensorial bilateral moderada, que comprometia em 50% a sua audição. Ela já estava alfabetizada e passou e sentar na primeira fileira da classe para tentar entender melhor o que a professora dizia. E compensou a dificuldade em ouvir com uma paixão devoradora por livros.
Paixão por livros
A estudante lê em média 30 livros por ano. “Quando criança, eu não conseguia assistir televisão nem nada desse tipo porque não entendia o que era dito. Isso impulsionou a minha paixão pela literatura”, explica Lívia, que tem em Jorge Amado, Charles Dickens e o espanhol Carlos Ruiz Zafón seus autores prediletos. "De certa forma, a deficiência contribuiu muito para eu me tornar uma boa aluna."
Tanta leitura ajudou Lívia a tirar nota 1.000 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além da UFPR, ela também foi aprovada em primeiro lugar na Faculdade de Direito de Franca.
Lívia sabe quer fazer a diferença como bacharel em direito e um dia se tornar juíza.
“Eu sempre ficava muito triste quando lia histórias e notícias de injustiças acontecendo pelo mundo. Quando eu tinha unas dez anos eu prometi pra mim mesma que, se um dia eu pudesse fazer algo pra mudar isso, eu faria todo o possível. E o direito foi a forma que eu encontrei de honrar isso, de fazer a diferença em uma coisa que sempre me pareceu precisar de mudança”, afirma Lívia.
Perfil de juíza
Lívia Sargi no Parque Tanguá, em Curitiba (Foto: Arquivo pessoal/Rosana Armentano)Lívia Sargi no Parque Tanguá, em Curitiba (Foto: Arquivo pessoal/Rosana Armentano)
A mãe de Lívia é advogada, e vê na filha potencial para chegar nos cargos mais altos da carreira de direito. “Ela tem o perfil para ser juíza. Gosta muito de leitura, escreve muito bem, está sempre atenta a tudo o que acontece. Gosta muito de defender as minorias, muito feminista, a situação do negro e está sempre atenta aos problemas sociais”, diz Rosana Armentano, mãe de Lívia.
Em meio aos estudos, a jovem também deu aulas de reforço escolar para estudantes carentes no Lar Santo André, instituição filantrópica ligada ao do Colégio Santo André, parceiro do FTD Sistema de Ensino, onde Lívia estudou desde o segundo ano do ensino fundamental.
Com o auxílio de aparelhos que ajudam a suprir sua deficiência auditiva, Lívia espera ter muito sucesso em uma carreira que exige também muita oratória, Lívia. “A deficiência não afetou diretamente a minha oratória”, explica. “Nunca tive dificuldades para defender meus pontos de vista e acho que também não me impedirá de alcançar o meu objetivo.”
Aos estudantes, ela dá o recado: “Continuem se esforçando e lutando muito pelo que querem que a recompensa chegará”.

Baixe gratuitamente o livro "O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares"


A Editora da Universidade Federal da Bahia - EDUFBA disponibilizou, para download gratuito, o livro "O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares", organizado por Theresinha Guimarães Miranda e Teófilo Alves Galvão Filho, cujo lançamento ocorreu durante o V Congresso Brasileiro de Educação Especial, realizado na Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, em São Carlos, São Paulo.
 

MIRANDA, T. G.; GALVÃO FILHO, T. A. (Org.) O professor e a educação inclusiva: formação, práticas e lugares. Salvador: EDUFBA, 491 p., 2012, ISBN: 9788523210144.

"A presente coletânea tem como questão central problematizar os sentidos, significados e intencionalidades que vêm se materializando na relação entre o professor e a educação inclusiva, enfocando três aspectos dessa realidade: a Formação do Professor, que hoje supõe transcender antigas e superadas seguranças e paradigmas; a sua Prática, que deve possibilitar a interação crítica e criativa entre pessoas singulares, cada vez mais presente nas salas de aula; e os Lugares que, com frequência nos dias de hoje, rompem os muros e paredes da escola tradicional, para abarcarem novos e mais profícuos espaços e tecnologias para a aprendizagem, visando a construção de uma sociedade e escola inclusivas. O conjunto dos artigos desta obra contempla as múltiplas questões que intercruzam o campo da educação inclusiva, tendo como referência o professor, em um diálogo de natureza polifônica de saberes. Os trabalhos apresentados reúnem ideias, resultados de pesquisas e relatos de experiências, que suscitam questionamentos e posicionamentos distintos em relação aos temas abordados, possibilitando o aprofundamento do debate sobre as ações educacionais, voltadas para uma educação escolar de qualidade, que promova a inclusão."
                                                                                                   
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OUTROS LIVROS E PESQUISAS SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA: BAIXAR AQUI.

 http://www.galvaofilho.net/noticias/baixar_livro.htm

# Libras é Lingua!


Barbie ASL


 
 
Você sabia que em 1999, a Mattel desenvolveu a Barbie ASL?


Conhecida como Barbie da Língua de Sinais, ela vinha em assistência ao Centro Nacional de Surdez em Northridge, na Califórnia.


A Barbie ASL é um professora de língua de sinais americana, e a embalagem da boneca inclui imagens de sinais para cada letra do alfabeto, e ilustrações de palavras comuns em língua de sinais.

A mão de Barbie é moldado para assinar a frase "Eu te amo" Emoticon heart Emoticon heart


A Mattel promoveu a boneca para "permitir que as crianças ouvintes se comuniquem e façam amizade com as crianças que não poderiam ter tido a oportunidade de interagir com ele".
 
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=754456051317314&set=a.475024499260472.1073741825.100002587777247&type=1&theater
 

Surdez: um enfoque sócio-cultural

Categoria: Curtas / Animações
País: Brasil
Filme: “Surdez: um enfoque sócio-cultural“
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)
Protagonizado por Vanessa Vidal, o curta-metragem “Surdez: um enfoque sócio-cultural” retrata algumas das barreiras de comunicação com que se deparam, diariamente, muitos surdos brasileiros. “Criado para ser exibido no primeiro seminário Enfoque sobre a Surdez em abril de 2010, o filme em preto e branco não tem legenda de propósito, visando instigar o público a ter curiosidade pela Libras (Língua Brasileira de Sinais), bem como causar a experiência de se colocar no lugar do outro. Apesar de não ter legendas, o filme se mostra perfeitamente compreensível e a atuação de Vanessa, muitas vezes cômica, torna o filme algo gostoso de assistir” (retirado da descrição oficial do vídeo).

 http://culturasurda.net/2015/02/08/surdez-um-enfoque-socio-cultural/

Deaf Men Dancing

Categoria: Dança
País: Reino Unido
Línguas: Inglês e British Sign Language (BSL)
Site oficial: http://marksmithproduction.com
Desde 2010 sob a direção de Mark Smith (coreógrafo surdo), um grupo de dançarinos surdos vem ganhando destaque no cenário artístico britânico. Chamado de Deaf Men Dancing (DMD), o coletivo une ao vocabulário da dança a prosódia da língua de sinais, fazendo da British Sign Language o ponto de partida de coreografias que fundem diversos estilos. Em vez de pistas sonoras, os dançarinos (que comumente atuam com os pés descalços) guiam-se pelas vibrações do piso e pela atenção ao outro para cadenciar os movimentos, fato que os torna – de acordo com Smith – mais entrosados que profissionais ouvintes (fonte: BBC). “Talvez sejam os níveis de atenção e cooperação que criam o senso de unidade na companhia, encontrado apenas entre dançarinos que trabalham juntos há muitos anos” (retirado de LondonDance). Em inúmeros festivais pela Europa, como Brighton Festival, Stockton International Riverside Festival, Liberty Festival, City Lit’s Deaf Day, Clin d’Oeil, etc. a presença dos DMD (com espetáculos como Alive!, Hear! Hear! e Sense of Freedom) reafirma que a dança é possível, sim, para todos, sejam surdos ou ouvintes. Abaixo, trecho do espetáculo Sense of Freedom.

 http://culturasurda.net/2015/02/09/deaf-men-dancing/

Primos que se ajudavam durante 40 anos pelo fato de um ser surdo e outra cega morrem de mãos dadas em clínica na Suíça

Um casal de primos, sendo uma cega e um surdo, que eram olhos e ouvidos um do outro vivendo juntos por 40 anos, decidiu morrer de mãos dadas em uma clínica de suicídio assistido.
Phyllis McConachie, de 89 anos, que era surda, e Stuart Henderson, de 86, que era cego, tinham compartilhado uma casa por 40 anos e cometeram suicídio, mantendo as mãos entrelaçadas, em uma clínica na Suíça. Ambos não possuíam nenhuma doença terminal. O caso aconteceu em Troon, Ayrshire.
Phyllis tinha ferido recentemente o quadril em uma queda, e eles sabiam que se isso acontecesse de novo ela seria levada para um hospital para ser cuidada.
Primos que se ajudavam durante 40 anos pelo fato de um ser surdo e outra cega morrem de mãos dadas em clínica
Casal de primos, sendo uma cega e um surdo, que temiam viver separados, morreu de mãos dadas em clínica de suicídio assistido na Suíça.
O médico Libby Wilson, que assistiu a morte do casal, disse que eles planejaram tudo para ir até a Suíça para morrerem juntos. De acordo com ele, ambos estavam lado a lado, de mãos dadas, em paz e felizes.
O fato de se tornar cada vez mais provável que seriam separados por algum problema de saúde fez com que eles tomassem a decisão de morrerem juntos.
Os idosos, que eram primos, viajaram para o Espírito Eterno, uma organização de morte assistida na Basileia, onde morreram de mãos dadas.
Especialistas do local tentaram convencer o casal a não realizar o procedimento, mas eles garantiram que se não fosse feito agora, eles se matariam de alguma forma.
O casal ficou em um apartamento da organização onde recebeu uma refeição na última noite antes da morte.
No dia seguinte eles estavam lado a lado e foram agraciados com uma substância letal por gotejamento intravenoso.

 http://www.gadoo.com.br/noticias/primos-que-se-ajudavam-durante-40-anos-pelo-fato-de-um-ser-surdo-e-outra-cega-morrem-de-maos-dadas-em-clinica-na-suica/

DESAFIO


FORCOMDEF - 1º Congresso Estadual de Fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência.



Conselho de Joinville promove congresso para fortalecimento dos conselhos das pessoas com deficiência e evento será transmitido pela rádio Mundo Cegal

Descrição da imagem: Cinco mãos coloridas sobrepostas. Logo abaixo, a palavra FORCOMDEF na cor azul, com a seguinte frase: 1º Congresso Estadual de Fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Há quadros à direita com todos os símbulos das deficiências e um quadro na cor azul com data do evento de 7 a 9 de abril de 2015.

O COMDE - Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Joinville/SC promoverá, de 7 a 9 de abril de 2015, o Primeiro Congresso Estadual de Fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

De acordo com a página do evento, "O Congresso tem como objetivo fomentar e discutir questões referentes ao trabalho protegido, educação,saúde, acessibilidade, esporte, lazer adaptado e turismo sustentável, para as pessoas com deficiência.


O COMDE promove este evento para que os conselhos envolvidos, técnicos e gestores públicos direcionem o olhar para a pessoa com deficiência enquanto cidadão com garantia de direitos como qualquer outro cidadão brasileiro. A ação proposta visa alavancar a implantação e implementação das políticas públicas voltadas a este segmento.



Ao final do congresso, busca-se o fortalecimento dos Conselhos Municipais, numa perspectiva de mudança de paradigmas, enfatizando a inclusão da pessoa com deficiência num contexto social sustentável."

A Rádio Mundo Cegal irá transmitir o evento na íntegra por meio do link http://www.mundocegal.com.br/radio

Para maiores informações, acesse o site oficial do evento em

Jesus esta passando por aqui - música em Libras

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Corpo humano em Libras


"Corpo humano em Libras"




"Atividades: Corpo humano em Libras"











  http://oficinadelibras.blogspot.com.br/2014/08/corpo-humano-em-libras.html

Prof. Rúbia - Libras - As partes do corpo humano 

 

Praia Sem Barreiras anima foliões no próximo dia 31 de janeiro - PERNAMBUCO

Praia Sem Barreiras anima foliões no próximo dia 31 de janeiro.

A ação funcionará das 9h às12h, na arena do projeto, na Avenida Boa Viagem.


FRIMOUT- De regels van het spel (gebarentaal versie)

Você conhece a Língua de Sinais Flamenga (Vlaamse Gebarentaal), a língua gestual usada em Flandres, região norte da Bélgica? Conheça, no videoclipe da banda belga Frimout!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

LIVRO - Educação Para o Trânsito Nas Escolas - Em Libras



Livro

Educação Para o Trânsito Nas Escolas - Em Libras

Lopes Esteves de Souza, EliasMaria Leite de Souza, Vera 

Com uma abordagem clara e imagens ilustrativas, esta obra apresenta sinais de Libras a fim de expandir a educação para trânsito também ás pessoas com deficiência, levando a inclusão social para dentro das salas de aulas, seja nas escolas ou nos Centros de Formatação de Condutores.  

http://www.saraiva.com.br/educacao-para-o-transito-nas-escolas-em-libras-3706808.html?PAC_ID=123134&gclid=CMmI0qvXk8MCFdcYgQodgToAbA

Histórias em Libras - SÃO PAULO / SP


Dia 17/01, às 16h
Histórias em Libras
Vamos encontrar lá?
Ajudem a divulgar, compartilhem!
wink emoticon
Local:
Av Cruzeiro do Sul, 1630
Biblioteca São Paulo

FILME - "A Família Bélier"



No belíssimo "A Família Bélier", Paula, uma adolescente francesa de 16 anos, é a única ouvinte de sua família. A garota, além de lidar com os problemas comuns de sua idade e ter um temperamento instável, é a intérprete oficial dos parentes e administradora da fazenda. Nesta pequena cidade da França, ela descobre ter um dom para o canto e decide participar de um concurso em Paris, para o desespero da família. 



Curso de Técnicas em tradução e interpretação em Libras com inscrições abertas! - PR

Curso de Técnicas em tradução e interpretação em Libras com inscrições abertas!
https://docs.google.com/…/1PcIR9yCoO0io6Gou-oDowC…/viewform…
Você que atua, ou tem vontade de atuar como intérprete de Libras e tem desejo de aperfeiçoamento, não pode perder este curso de Tradução em Língua de...
docs.google.com

CURSO DE LIBRAS - PE




A língua Brasileira de sinais (LIBRAS) é uma língua natural da maioria dos surdos brasileiros e é reconhecida no Brasil pela Lei Nº 10.436/2002 e pelo decreto 5.626/2005.
Atualmente devido ás demandas sociais, exige-se que, em todos os ambientes, haja profissionais que promovam a acessibilidade aos surdos.
Quem aprende LIBRAS amplia sua rede de comunicação, favorece a inclusão do surdo, além de enriquecer sua atividade profissional.
Nosso objetivo principal é promover a inclusão social por meio da LIBRAS e o contato com a cultura surda.
Venha você também conhecer o mundo dos surdos, fazendo o Curso de LIBRAS com Eficiência e Rapidez na sede APDL e seja um comunicador bilíngüe.

FAÇA AGORA MESMO SUA INSCRIÇÃO
NÃO PERCA TEMPO
VAGAS LIMITADAS. APROVEITE!

OFICINA DE GUIA: INTÉRPRETES SURDOS PARA SURDOCEGOS


As principais informações encontram-se na própria foto, como por exemplo local, valor, número de vagas, contato, conta para depósito do valor e público alvo.

Reforçando...
O curso só terão 30 vagas, terá certificado e será realizado na ASCE - Av. Bezerra de Menezes, 549/ Parque Araxá. Lembrando que o público alvo são surdos e surdos intérpretes, ouvintes não poderão participar desse curso. O comprovante do depósito é pra ser escaneado e enviados para o email feneis.ce@hotmail.com

Maiores esclarecimentos, enviem email para o contato na foto ou liguem 32839126 ( 08h as 12h).

APOSTILAS de libras " MINAS INTERAGINDO EM LIBRAS", da Secretaria de Educação Especial de Minas Gerais em PDF

CAS - Centro de Apoio ao Surdo - Secretaria de Educação Especial de Minas Gerais

 
1- APOSTILAS  de libras " MINAS INTERAGINDO EM LIBRAS", da Secretaria de Educação Especial de Minas Gerais em PDF:

 LIVRO DO ALUNO
Click Abaixo :


LIVRO DO PROFESSOR:
Click Abaixo :

2- Ilustrações desenvolvidas para apostila didática voltada ao ensino de libras " MINAS INTERAGINDO EM LIBRAS", da Secretaria de Educação Especial de Minas Gerais.
Mapa do Brasil com as configurações de cada estado brasileiro.



TESTES DE DATILOLOGIA

ADIVINHAÇÕES EM DATILOLOGIA - O QUE É O QUE É

NOMES DE PESSOAS EM DATILOLOGIA - ATIVIDADE



 

CAÇA-PALAVRAS EM PDF

ANIMAIS:

http://www.librasgerais.com.br/materiais-inclusivos/fotos/Animais.pdf

PAÍSES:

http://www.librasgerais.com.br/materiais-inclusivos/fotos/Paises.pdf

ESCOLA:

http://www.librasgerais.com.br/materiais-inclusivos/fotos/Escola.pdf