RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

segunda-feira, 19 de junho de 2017

INES recebe lançamento de aplicativo de comunicação para surdos

Representantes convidados na mesa de abertura da cerimônia de lançamento do projeto Giulia, no auditório central do INESO Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) recebeu, na manhã do dia 13 de junho, terça-feira, o lançamento do projeto Giulia - Mãos que Falam, que tem como objetivo facilitar a comunicação entre surdos que usam a língua brasileira de sinais (libras) e ouvintes sem fluência a partir de um aplicativo para celular, gratuito. O programa foi criado e desenvolvido pelo professor da Faculdade de Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Manuel Cardoso, que apresentou a ideia para o público de cerca de 100 pessoas, entre parceiros, representantes, funcionários e alunos do instituto e convidados. O subsecretário da Pessoa com Deficiência da prefeitura do Rio, Geraldo Nogueira, também acompanhou o lançamento.
O projeto visa a propiciar à população surda maior acesso à informação em ambientes específicos como hospitais, escolas, delegacias de polícia, fábricas e escritórios. "Trabalho com tecnologia inclusiva há 27 anos. Desde o início desse projeto, buscamos obedecer a uma regra importante: nada se faz para eles sem a participação deles. Por isso buscamos uma associação de surdos em Manaus para entender de que forma essa tecnologia poderia agregar mais valor para eles", disse Manuel Cardoso.
Para usar a plataforma, é necessário ter um smartphone fixado no pulso. Além dos sensores comuns aos celulares, é preciso haver um magnetômetro (usado para medir intensidade, direção e sentido), que permite que o celular funcione como uma bússola e capte os movimentos das mãos. No site do projeto há uma lista com os celulares que vêm com este sensor. Segundo Cardoso, o algoritmo do Giulia vai aprendendo com as características da pessoa que faz os sinais à medida que o aplicativo é usado.
O professor esclarece que o Giulia não faz libras, já que, além da parte gestual, que é copiada pelo aplicativo, a língua inclui também as expressões faciais. Mas é uma forma de facilitar a comunicação. "Acredito que a geração de riqueza e conhecimento deve transformar a sociedade em prol de um bem maior, afirmou. "A surdez pode excluir mais do que todas as deficiências e deixar a pessoa fora do convívio social. É fundamental que as tecnologias sejam transformadoras e inclusivas", completou Geraldo Nogueira, da Subsecretaria da Pessoa com Deficiência.
O nome Giulia é uma homenagem a uma jovem surda, já falecida, que inspirou Cardoso a criar o projeto. A mãe de Giulia esteve presente no lançamento.

http://www.ines.gov.br/noticias/401-ines-recebe-lancamento-de-aplicativo-de-comunicacao-para-surdos

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