RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

90% dos pais de surdos não aprendem Libras para dialogar com os filhos, revela autor

 

Com o objetivo de mostrar que os surdos sofrem com o preconceito e que existe violência contra eles, o cearense Nilton Câmara, escritor, intérprete e professor de Libras, escreveu o livro “Grito Silenciado: Conceitualizações de Violência na Comunidade Surda“.
O livro “Grito Silenciado: Conceitualizações de Violência na Comunidade Surda” trata de uma temática pioneira no Brasil e no mundo. Por conta disso, Nilton relata que foi complicado começar a escrever sobre o tema, pois não tinha bibliografia para se basear. Então, ele começou a ouvir os surdos para saber as dificuldades que eles enfrentam e assim, dar voz a eles e alertar as pessoas sobre o preconceito que eles enfrentam.
O interesse de Nilton pela temática surgiu quando ele se envolveu com a Comunidade Surda, em 1998, quando avistou um grupo de surdos em uma igreja local. Durante alguns anos, ele foi o responsável pela regência do Coral Mãos que Encantam, composto por 30 jovens surdos do Instituto Cearense de Educação de Surdos, tornando a música como uma ferramenta lúdica e educacional entre os alunos.
É complicado falar de ineditismo, mas se você for procurar outro livro com esse tema, não tem. Você encontra livros sobre violência contra a mulher, contra homossexuais, contra negros, mas contra surdos é difícil. O diferencial desse livro é que fala sobre isso a partir da perspectiva do próprio surdo”, explica Nilton.
Na sua pesquisa, Nilton constatou que os surdos sofrem com os apelidos que lhes dão, mas além, disso, ele percebeu que os surdos enfrentam obstáculos mais sérios, como pais que não fazem esforço para aprender Libras (Língua Brasileira de Sinais) e não conversam com os filhos.
É uma das reclamações mais recorrentes deles (dos surdos). Cerca de 90% dos pais não conversam com os filhos porque não sabem Libras, eles se comunicam por gestos, mas o diálogo não existe”, revela o escritor.
Além dos apelidos e da falta diálogo com os pais, outro obstáculo é a educação, que é ineficaz, pois não é preparada para lidar com os surdos, que são portadores de necessidades especiais. Nilton afirma que isso acontece porque a comunidade surda não é compreendida.
Segundo Nilton, “Grito Silenciado: Conceitualizações de Violência na Comunidade Surda” é um livro para todos, que tem o objetivo de instigar as pessoas a conhecer os surdos e aprender Libras. “O principal objetivo é mostrar que existe um grito, que essas pessoas clama por socorro”, conclui Nilton.

http://www.porsinal.pt/index.php?ps=destaques&idt=not&iddest=316

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