RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Triplica número de deficientes auditivos inscritos no Enem

Em 2014, foram 8.799 inscritos; eles são acompanhados por intérpretes, têm 1 hora a mais de prova e ficam em salas separadas

O número de estudantes surdos ou com deficiência auditiva parcial que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) triplicou nos últimos quatro anos. Em 2014, foram 8.799 inscritos, ante 2.850 que haviam declarado ter a deficiência em 2010. Do ano passado - quando 4.660 se inscreveram - para cá, o aumento foi de 88,8%.
Para atender à demanda, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, reduziu o número de alunos com surdez por sala. No ano passado, eles participaram da avaliação em um ambiente separado, divididos em grupos de oito estudantes; agora, haverá apenas seis. Os alunos continuarão sendo acompanhados por dois intérpretes, que podem ajudar, e terão uma hora a mais para realizar a prova. 
Hélvio Romero/Estadão
O professor Rafael Silva oferece cursinho em Libras para alunos como Katiele, que fará o exame como treineira
Todos os tradutores devem ter certificação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). De acordo com o Inep, eles passam por um processo de capacitação presencial sobre os procedimentos da aplicação do Enem. Neste ano, foram solicitados 4.775 apoiadores - 3.332 para Libras e 1.443 para leitura labial. 
Curso. As adaptações são realizadas para atender à dificuldade que muitos têm na compreensão de algumas expressões e interpretações do enunciado dos exercícios. Pensando no obstáculo, um intérprete em Libras da rede estadual de São Paulo decidiu criar, neste ano, um projeto-piloto de cursinho pré-vestibular feito totalmente na linguagem dos surdos. 
“É um modelo de prova que eles não compreendem, fora o conteúdo que precisa ser adaptado”, explicou Rafael Silva, que oferece a aula gratuitamente desde agosto. O curso é dado aos sábados na Escola Estadual Dom João Marina Ogno, como parte do programa Escola da Família, e tem duração de quatro horas. A equipe tem seis professores, todos sabem Libras. “O diferencial é que não precisa de tradução do português. Já é feito na linguagem deles.” 
Silva, que tem uma empresa que capacita docentes em Libras, diz que falta preparação do aluno para encarar o vestibular. “Sempre vejo essa dificuldade nos alunos, que chegam ao processo sem entender bem como ele é.” A maior dificuldade, segundo ele, é com exercícios da Língua Portuguesa. 
Além das disciplinas regulares, como Matemática e Física, o curso tem aula que ensina a análise de gráficos e tabelas. “O surdo, por natureza, é visual. Apresentamos vídeos, infográficos. Só lousa e giz não são muito funcionais neste caso.” Hoje, as aulas têm 12 alunos; todos farão o Enem pela primeira vez. A ideia do professor é que haja segunda edição do curso em 2015, que deverá começar em maio. 
A estudante Katiele Ferreira, de 18 anos, está no 2.º ano do ensino médio e fará o Enem como treineira. Com auxílio do intérprete, ela contou que tem estudado quatro horas por dia. “Principalmente Biologia, Português e Física.” Katiele quis fazer o cursinho para se preparar melhor e até participou de simulado na última semana. “A maior dificuldade é com o significado das palavras. Também falta tempo para tirar dúvidas.”
Para compensar a dificuldade, a jovem tem focado os estudos em Português. “Vejo todas as regras gramaticais e, quando não entendo, paro e vou atrás.” O sonho dela é trabalhar com recursos humanos. “O cursinho tem sido essencial. Há muitas coisas que a gente não aprende nem acompanha na escola.”

 http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,triplica-numero-de-deficientes-auditivos-inscritos-no-enem,1588579

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