RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

domingo, 5 de outubro de 2014

Dorothy Frankel - Artes Plásticas

Antes de mergulhar no mundo da arte, Dorothy Frankel dedicava-se às ciências do desporto e do exercício: mestre em Fisiologia Aplicada pela Universidade de Columbia (1979), Dorothy comandava, em Nova Iorque, um fitness center, onde fitness e saúde eram palavras de ordem. Após uma série de reviravoltas em sua vida, já na década de 1980, a atração por esculpir tomou-a de assalto: “foi nessa época que experimentei o despertar de minha paixão pela escultura. Enquanto reformava minha casa, descobri um amor por trabalhar com as mãos que, naturalmente, levou-me a esculpir. Trabalhando com madeira recuperada, talhei móveis e peças abstratas”. Do talho da madeira, Dorothy esforçou-se para aprimorar novas técnicas: vieram as aulas com argila, os cursos na SculptureCenter e na National Academy of Design (ambas em Nova Iorque), as viagens para a Itália, até que – já arrebatada pela arte – fechou as portas de sua academia a fim de ter a escultura (e outras expressões artísticas) no centro de seu dia-a-dia. Suas obras, produzidas sobretudo em argila, metais, pedra e madeira, expostas em numerosos museus e galerias, em muito fazem referência a natureza, a animais, a formas geométricas, etc. “Ao invés de focar em conceitos ou designs demasiado intelectuais, meu trabalho dá ênfase a uma forte conexão emotiva com a Terra, com si mesmo, com o outro, com os animais” (retirado do site oficial). As figuras de mãos são também recorrentes em seu trabalho, a trazerem à tona – por meio de mudras e das línguas de sinais – a força da união, da conectividade e das relações fraternas (clique aqui para assistir a um vídeo com trabalhos da artista e aqui para visitar sua galeria sobre mãos e línguas gestuais).

Dorothy Frankel

Categoria: Artes Plásticas
País: Estados Unidos
Obra: “Relationship – Connection
Línguas: Inglês e American Sign Language (ASL)
Site oficial: http://www.dorothyfrankel.com

 http://culturasurda.net/2014/10/04/dorothy-frankel/

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