RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Cinema da Fundação realiza sessão acessível do filme “Surda” e debate com mães da ASSPE

 


Exibição do filme de Eva Libertad García reuniu integrantes da comunidade surda neste domingo (31), na Sala Derby

A surdez e a maternidade ganharam a tela e um espaço para discussão e reflexão no Cinema da Fundação, neste domingo (31), com a exibição do filme “Surda”, de Eva Libertad García. Com a sala Derby cheia, a sessão, que faz parte do Programa de Educação e Acessibilidade, contou ainda com um debate com mães surdas da Associação de Surdos de Pernambuco (ASSPE).

A sessão foi apresentada pelo monitor de acessibilidade do Cinema da Fundação, Tulio Rodrigues, e teve a presença expressiva de integrantes da comunidade surda de Pernambuco para assistir ao longa-metragem, que estreou nesta semana no equipamento cultural da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). A exibição contou com janela de Libras, audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE).

Com a comunicação feita totalmente em sinais, um debate após a exibição do filme reuniu  mães surdas da ASSPE — Patricia Cardoso, Roberta Farias Soares, Kilma Coutinho e Roberta Coutelo — e o público para compartilhar suas vivências em paralelo à ficção. A mediação ficou por conta da intérprete Julia Dias, e a tradução simultânea para o português pelas também intérpretes Joana Rosas e Keila Alcântara, da Fundaj.

Entre os temas discutidos estiveram os desafios dos primeiros cuidados no período neonatal, as barreiras de comunicação com a equipe médica durante a gestação e o parto, e o acesso e a inclusão das crianças de pais surdos nas escolas. Na visão de Patrícia, uma das grandes dificuldades é a falta de preparo da equipe médica para lidar com mães surdas.

FONTE:

https://www.librasol.com.br/cinema-da-fundacao-realiza-sessao-acessivel-do-filme-surda-e-debate-com-maes-da-asspe/

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