RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Projeto usa arte para lidar com diferenças


Figuras desproporcionais, cabelos diferentes e peles coloridas. Com desenhos que fogem do comum, a artista plástica Carla Douglass utiliza a arte como ferramenta para lidar com as diferenças. Após percorrer por diferentes instituições de ensino para levar o mundo de Carlotas, um lugar onde todos são imperfeitos, a ideia agora é desenvolver o projeto de um portal com recursos para educadores trabalharem os temas imperfeição, respeito e empatia. Tudo isso com uma linguagem lúdica e bem humorada.
Os conteúdos serão direcionados para crianças e adolescentes, com faixa etária entre 6 e 18 anos. Em uma área exclusiva, os educadores terão acesso a vídeos explicativos e materiais para download. Em cada atividade, eles poderão contar com um roteiro de apoio que indica os objetivos da proposta, desenvolvimento e idade recomendada, sempre respeitando a autonomia do professor para criar em cima das atividades.
 

“As pessoas sempre buscam a faculdade perfeita, o emprego perfeito. A gente tenta viver em um mundo perfeito”, afirma Carla. Segundo ela, ao utilizar imagens imperfeitas para descontruir essa idealização, é possível abrir espaço para que os alunos sejam pessoas muito mais cooperativas e capazes de aceitar o outro. “Eles se transformar em adultos livres de censuras e dos limites impostos por uma sociedade que é focada no perfeito.”
Para Carla, o caráter lúdico da arte ajuda a transmitir a mensagem com muito mais facilidade. “É uma linguagem global e não existe uma barreira social”, pontua. Em uma das atividades por exemplo, os alunos serão estimulados a formar duplas para pintar uma folha inteira com grafite. De olhos vendados, eles deverão utilizar a borracha para criar traços e formar um desenho imperfeito. “Em uma atividade como essa, você também esbarra muito na questão do respeito. O seu traço é livre, mas vai apenas até onde começa o do outro”, explica a pedagoga Joice Risnic, ao mencionar a importância dos alunos entrarem em acordo ao dividir espaço em um mesmo papel.
O site também vai propor aos educadores a criação de um portfólio com os alunos. “Ele vai receber todas as atividades e representar a história daquele grupo se relacionando com mundo de Carlotas”, conta a pedagoga. Porém, longe de ficar arquivado em uma gaveta, a ideia é que todos os trabalhos sejam expostos. “Quando a sua arte fica exposta, ela não é mais sua. Ela se torna de todo mundo”, destaca Joice.
Divulgação

Financiamento coletivo
Para viabilizar os recursos necessários para o site, o projeto do Portal Carlotas está em financiamento coletivo no site Partio, que apoia projetos culturais. A campanha de arrecadação está dividida em três fases. Na primeira, o projeto tem até o dia 3 de outubro para arrecadar R$ 22 mil no financiamento coletivo, o que garante o desenvolvimento do portal e a disponibilização de atividades. Se atingir a meta inicial, com R$ 44 mil o portal também estará pronto para oferecer fóruns de interatividade e com R$ 66 mil uma loja virtual para vender os produtos de Carlotas. Os apoiadores podem contribuir com valores a partir de R$ 25. Cada doação terá uma contrapartida, que pode vir na forma de cadernos personalizados, ilustrações e telas exclusivas. Todos pintados pela artista plástica Carla Douglass.

 http://www.inclusive.org.br/?p=26897

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