RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Santa Missa com interprete de LIBRAS - MONTES CLAROS / MG

Santa Missa na Catedral Nossa Senhora Aparecida, com interprete de LIBRAS, todos os domingos, às 18:30h.


 https://www.facebook.com/catedral.montesclaros/photos/pcb.477221975767709/477221875767719/?type=1&theater

Encontro com deficientes auditivos e ouvintes


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Tocantins – Na noite desta quinta-feira, 14, equipe do Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado – Cemae e cursistas do estabelecimento participaram do 1º Encontro com Deficientes Auditivos e Ouvintes, momento de interação quando o grupo foi levado a conversar na linguagem dos sinais fora da sala de aula utilizando a Libras – Linguagem Brasileira de Sinais, na expressão cotidiana. A proposta é de que o Encontro ocorra mensalmente e que conte como carga horária do curso ofertado.
O Cemae que é ligado a Secretaria de Educação de Colinas do Tocantins, oferece o curso básico, intermediário e avançado de Libras, gratuitamente a população, com atendimento das 13h as 17h. Atualmente, cerca de 30 cursistas são atendidos. Segundo Carla Ferreira Silva Neres, professora de Libras do Cemae, existe a discussão de inserção da Libras na grade curricular do ensino municipal. A professora falou da importância da utilização da Libras para a inclusão social das pessoas que possuem deficiência auditiva.
Iniciando recentemente um trabalho com deficientes auditivos, Paulo Roberto Barbosa Fernandes, responsável pela unidade do Senai de Colinas mencionou que a Instituição conta com três alunos no curso de Manutenção de Computadores e falou da intenção em buscar empresas que contribuam com a inclusão deste público no mercado de trabalho.
Deusilene Miranda, diretora do Cemae, explicou que o Centro também conta com o atendimento de psicóloga, fonoaudióloga, assistente social, além das professoras de Libras. Atualmente, aproximadamente 100 pessoas recebem atendimento na entidade. Sobre o Encontro, Miranda mencionou ser esse o desafio do educador, romper as barreiras da sala de aula e ser extra-muros.

Fonte: http://colinas.to.gov.br/noticia/encontro-com-deficientes-auditivos-e-ouvintes-anima-noite-de-quinta-feira/1902

Lutador surdo do AM se destaca no MMA

http://globotv.globo.com/rede-amazonica-am/globo-esporte-am/v/lutador-surdo-do-am-se-destaca-no-mma/4181570/

Secretaria Estadual não contrata tradutores de libras e alunos desistem de estudar


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Alagoas – Desde o início do ano letivo muitos problemas tem afetado os estudantes que estão matriculados na rede estadual de ensino. Falta de professor, de transporte escolar e de segurança nas escolas, são alguns dos problemas vivenciados pelos alunos.
A maioria desses problemas foi motivada pela suspensão dos contratos que terminou no final do ano passado e a nova gestão administrativa estadual estava, e ainda está, em alguns casos, finalizando o processo de contratação de alguns desses serviços. A burocracia dos processos impede a retomada imediata de profissionais, especialmente aqueles que trabalham em sala de aula.
É o caso dos tradutores de libras que são contratados pela Secretaria Estadual de Educação para traduzir as aulas dos alunos que estão cursando o ensino médio e possuem deficiência auditiva.
Os alunos do período noturno da Escola Estadual Adriano Jorge, em Arapiraca, já demonstraram o desejo de desistir de terminar o ano letivo por não saberem quando os professores de libras voltarão à sala de aula. As aulas na escola iniciaram há três meses e desde então os alunos frequentam a escola sem conseguir entender o conteúdo didático transmitido pelos professores.
“É uma agonia eles veem mas não entendem. Uns ficam irritados outros deprimidos porque sabem que todo o assunto que eles estão perdendo em sala de aula não será reposto”, afirmou uma mãe de aluno.
O agravante é que esses alunos cursam o 3º ano do ensino médio, ano em que vão realizar as provas decisivas do Enem que podem garantir uma vaga em uma universidade. Os alunos estão desestimulados porque todas as noites eles vem pra escola na esperança de encontrar o tradutor de libra mas voltam sem uma resposta de quando vão ter o tradutor na sala de aula.
Contratos 
A 5ª Coordenadoria Regional de Ensino (CRE) informou que o processo para a contratação dos  tradutores de libras para as escolas da rede estadual de ensino já está sendo finalizado e assim que for publicado no Diário Oficial do Estado, será iniciado o processo de seleção dos monitores de libras. Mas ainda não há prazo definido para o início da seleção.
Fonte: http://7segundos.ne10.uol.com.br/index.php/noticia/2015/05/12/ausencia-de-professor-de-libras-provoca-evasao-escolar

Sou surdo


Em um mundo majoritariamente ouvinte, “Sou surdo!” chama a atenção do espectador para o preconceito sofrido, diariamente, por pessoas surdas, provocando e estimulando as pessoas a refletirem sobre os seus valores, esclarecendo questões e mostrando que o sujeito surdo possui uma identidade, língua e cultura própria e tem, embora com barreiras, as mesmas possibilidades que uma pessoa ouvinte.

Dicas de brincadeiras para estimulação sensorial auditiva

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Segue abaixo uma relação de algumas dicas que ajudar seu filho ou paciente na estimulação sensorial auditiva:
  • Os balões são curingas. Adoro brincar com os balões, pois ajuda muito no engajamento. Você pode encher o balão e soltar no ar, ele faz uns giros e ruídos engraçados, eles amam. Outra dica é enchê-lo e colocar em algumas partes do corpo, nomeando e soltando o ar aos poucos. Recentemente, descobri outra forma muito divertida de brincar com balões que é sucesso total. Mas falarei sobre isso em outro momento.
  • Você pode “criar” um alto-falante com rolo de papel higiênico. A experimentação dessa acústica produzida chama bastante atenção.
  • Aproveite as vocalizações que a criança faz ritualisticamente e transforme em canto. Mude a tonalidade e as vogais. Acredite eles acompanham.
  • Trabalhe intensidade com os instrumentos, com movimentos suaves e movimentos rápidos. Ou use bolinhas com guizos e compare com as que não têm, para dar a noção do que produz som e do que não produz.
  • Cante canções que estimulem o uso do movimento, associando a ação com a palavra. Exemplo: Palma, palma, palma; Pé, pé, pé…
  • Brinque de esconde-esconde. Use lenços transparentes. Esconda objetos. Brincadeiras de “achou”.
  • Estimule a audição de seu filho. Faça brincadeiras para descobrir o som. Por exemplo, grave sons de animais, objetos e natureza, coloque-o para ouvir e use da discriminação visual (pode ser objeto, animais de brinquedos ou figuras). Incentive seu filho a apreciar música de qualidade.
http://www.reab.me/dicas-de-brincadeiras-para-estimulacao-sensorial-auditiva/

Homem surdo agride esposa também deficiente e ambos são liberados por falta de intérprete

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Teresina/PI – Nesta terça-feria (12), um homem identificado como Carlos Eduardo Moura foi encaminhado à Central de Flagrantes de Teresina acusado de agredir sua esposa, Fabiana Rodrigues. O caso chamou atenção por ambos serem surdos e mudos. Além disso as duas testemunhas do caos também tinham deficiência auditiva.
O caso não foi solucionado por não haver intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Fonte: 

http://www.meionorte.com/blogs/agora/homem-surdo-mudo-agride-esposa-tambem-deficiente-e-ambos-sao-liberados-por-falta-de-interpretacao-313905

quinta-feira, 14 de maio de 2015

FESTA JUNINA - ASSPE

 
https://www.facebook.com/asspe85/photos/a.312355435474335.70164.198067383569808/875442162498990/?type=1&theater

Senai-GO realiza seleção de Intérprete de Libras

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Está aberta a inscrição para processo seletivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que apresenta vagas para Intérprete de Libras em Goiás. A atividade possui remuneração de R$ 1.245,46 para jornadas de 20 horas semanais.
Já o processo seletivo nº 035/2015 apresenta a oportunidade de atuar em Catalão, no cargo de Intérprete de Libras. Para concorrer, é necessário ter Nível Superior Completo em Pedagogia.
Faze parte dos certames as etapas de avaliação curricular, teórica, de competência técnica e de potencial. Se interessou?
Então não perca tempo e preencha o documento disponível no site www.senaigo.com.br e encaminhe-o para curriculos@sistemafieg.org.br, até o dia 15 de maio de 2015.
No assunto deve ser identificado o código “RE Nº. 035/2015 – SENAI Catalão/GO”.
As vagas podem sofrer alterações no decorrer do dia.


http://www.surdosol.com.br/senai-go-realiza-selecao-de-interprete-de-libras/

Estreia: Ucraniano ‘A gangue’ é inteiro ‘falado’ em língua de sinais

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 Filme é protagonizado por atores surdos e mostra rito de passagem. Produção não tem qualquer legenda ou diálogo verbalizado.
O ucraniano “A gangue” tem uma peculiaridade: é inteiramente falado em língua de sinais e protagonizado por atores surdo. A temática da gangue juvenil já é bem saturada pelo cinema e, no fundo, representa os ritos de passagem para a vida adulta. Sem qualquer legenda ou diálogo verbalizado, a narrativa se constrói da fala silenciosa de suas personagens e do som ambiente.
Isso, é claro, causa, num primeiro momento, desconforto no público, que intuitivamente acompanha o desenrolar da trama. Depois, o longa, escrito e dirigido por Miroslav Slaboshpitsky, traz outros tipos bem maiores de desconforto – em seu sexo explícito e na violência, deixando a falta de falas em segundo plano.
Sergey (Grigory Fesenko) chega a um internato para surdos, um lugar como outro internato que tanto se vê no cinema: disciplina rígida, uniformes e uma tensão e disputa entre personagens. Mas o jovem quer se encaixar, fazer parte do grupo, por assim dizer. Se comportam conforme mandam as regras da instituição durante o dia, mas à noite se transformam, liderados por um deles (Alexander Osadchiy); roubam dinheiro e bebidas.
Quando finalmente é aceito, Sergey começa sua escalada rumo ao topo da gangue. Primeiro junta dinheiro para passar a noite com uma das garotas da escola, Anya (Yana Novikova) – e os dois se tornam amantes, o que resulta em algumas das cenas gráficas do longa. A garota e sua amiga Svetka (Rosa Babiy) querem imigrar para a Itália, mas o sonho é interrompido por uma gravidez inesperada – no que resultará em outro dos “momentos fortes” do filme.
Ganhador de três prêmios no Festival de Cannes do ano passado – entre eles o principal da competição paralela Semana da crítica –, Slaboshpitsky não tem pudores em mostrar a violência – especialmente perto do final – como a única saída para suas personagens. É o refúgio deles, é uma espécie de última forma de expressão que encontraram. É cruel, mas, ao mesmo tempo, faz um certo sentido: mas seria a única forma que eles têm para “gritar”? É claro que não.
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Fonte/Editado: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2015/05/estreia-ucraniano-gangue-e-inteiro-falado-em-linguagem-de-sinais.html

Nos dias 16 e 17 de maio acontece o II Campeonato de Futsal dos Surdos em Bahia


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Brumado/BA – O II Campeonato de Futsal dos Surdos é um projeto de prática esportiva que tem como objetivo promover o encontro das comunidades surdas do município de Brumado e demais cidades circunvizinhas para os jogos competitivos. O projeto surgiu a partir da finalidade em motivar o lazer, o entretenimento e a interação dos surdos, além de buscar visibilidade social de sua comunidade, trazendo em si a consciência de autoafirmação, enquanto grupo. O projeto também insere o anseio da inclusão social, estando aberto ao público ouvinte, mostrando suas ações e capacidades nos variados âmbitos sociais e culturais. Neste ano, o II Campeonato de Futsal dos Surdos será realizado nos dias 16 e 17 de maio, Colégio Municipal Professora Nice Públio da Silva Leite , tendo os apoios da Secretaria de Educação do Município de Brumado e Secretária de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer do Município de Brumado. O II Campeonato de Futsal dos Surdos é composto das seguintes equipes: Brumado (APDEMB), Salvador (CESBA), Vitória da Conquista (ASVC), Feira de Santana (ASFS), Itabuna (ASSI), Barra do Choça (FSS), Ilhéus (ASI) e Guanambi (APADA).O Campeonato estará aberto a todo o público, surdos, familiares, intérpretes e ouvintes, que queiram prestigiar o evento.

Fonte: http://www.brumadoagora.com.br/noticias/imprimir/14192-2015/05/14/brumado-nos-dias-16-e-17-de-maio-acontece-o-ii-campeonato-de-futsal-dos-surdos

Audiências da Câmara poderão ter intérprete de Libras

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 Projeto de Resolução do Vereador Ricardo Nunes propõe a presença de um profissional habilitado para tradução em tempo real
Um projeto de Resolução do Vereador Ricardo Nunes (PMDB) propõe que todas as audiências públicas ocorridas nas dependências da Câmara Municipal de São Paulo tenham a tradução simultânea feita por um profissional habilitado na Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). A Lei também será extensiva às audiências realizadas fora da sede do Executivo paulistano e visa atender aos portadores de necessidades especiais auditivas.
“Como ferramenta primordial da comunicação, um profissional habilitado em Libras irá ajudar a traduzir o conteúdo destas audiências e ampliar o debate onde ele ocorrer, em tempo real”, explica o Vereador Ricardo Nunes, autor da proposta.
A profissão de intérprete de Libras foi regulamentada em 2010 (Lei 12.309), e no âmbito municipal, apenas a transmissão de sessões plenárias na Câmara são transmitidas também na linguagem dos portadores de necessidades especiais auditivas. No Estado, outras cidades já regulamentaram a presença de um intérprete nas sessões plenárias e também nas audiências públicas, exemplo seguido por outros estados da federação.
De acordo com dados do IBGE, cerca de 9,7 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, o que representa 5,1% da população do país. Do total, dois milhões tem deficiência auditiva severa e 7,5% milhões tem algum tipo de dificuldade de audição. Já segundo a Organização Mundial de Saúde (2011), 28 milhões de brasileiros apresentam algum problema auditivo, ou 14,8% da população.

Fonte: https://www.dino.com.br/releases/audiencias-da-camara-poderao-ter-interprete-de-libras-dino89065685131

Abertas as inscrições para curso gratuito de Libras, em João Pessoa

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Aulas têm início no dia 2 de junho e serão realizadas na Escola Municipal Cônego Mathias Freire, no bairro da Torre
A Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), por meio da Coordenação de Educação Especial, está com inscrições abertas até o dia 30 de maio para o Curso de Libras. As aulas têm início no dia 2 de junho e serão realizadas na Escola Municipal Cônego Mathias Freire, no bairro da Torre, das 19h às 21h. As inscrições podem ser feitas pelo telefone 3218-5934 ou 3218-9285.
Estão sendo oferecidas 70 vagas para o nível básico e as aulas acontecem nas terças e quintas-feiras. Já para o nível intermediário são oferecidas 35 vagas e acontecem serão nas quartas-feiras. Para o intermediário é necessário apresentar o certificado de conclusão do nível básico.
Os cursos estão sendo oferecidos para qualquer pessoa interessada em aprender Libras e será ministrado por professores de Libras surdos com o apoio da Coordenadoria de Educação Especial.
Atualmente a Prefeitura Municipal de João Pessoa conta com 11 professores surdos e 30 interpretes de Libras, que atendem 125 alunos surdos, distribuídos em 13 escolas.

Fonte: http://portalcorreio.uol.com.br/noticias/policia/crime/2015/05/14/NWS,258990,8,153,NOTICIAS,2190-ABERTAS-INSCRICOES-CURSO-GRATUITO-LIBRAS-JOAO-PESSOA.aspx

I Encontro do Projeto Interlocuções


O Centro de Educação para Surdos Rio Branco e o Programa Espaço Escuta idealizaram o I Encontro do Projeto Interlocuções com o objetivo de construir um espaço de troca sobre as alternativas possíveis no que tange a educação e reabilitação de pessoas surdas e deficientes auditivas e possibilitar que temas como implante coclear e língua de sinais sejam discutidos em um mesmo espaço.

I Encontro do Projeto Interlocuções

O Centro de Educação para Surdos Rio Branco e o Espaço Escuta - Centro Interdisciplinar de Diagnóstico e Tratamento Precoce dos Distúrbios Globais do Desenvolvimento realizam, no dia 30 de maio, o I Encontro do Projeto Interlocuções.
O objetivo do encontro é promover o esclarecimento de dúvidas e oferecer informações sobre as possibilidades de atuação e intervenção para pessoas surdas.
O encontro contará com um Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e com uma programação completa, com palestras de importantes e reconhecidos profissionais da área.
Serão abordados os seguintes temas: “Implante Coclear no mundo: Possibilidades de atuação e intervenção”, com os palestrantes Osmar Mesquita Neto, Marcia Cecilia de Moura e Cristina Onuki; e “Viagem ao Mundo de Carlotas”.
A ação é destinada para pessoas surdas, deficientes auditivos, familiares profissionais da área e interessados em geral.
As vagas são limitadas e o valor de inscrição é de R$10,00.  Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 4613- 8534.

Alunos do Centro de Educação para Surdos Rio Branco

Informações

I Encontro do Projeto Interlocuções

Data: 30 de maio
Horário: das 8h30 às 12h30
Local: Faculdades Integradas Rio Branco - Av.José Maria de Faria, 111- Lapa

Saiba mais em: http://migre.me/pReTj

O livro Cinderela Surda é o primeiro livro de literatura infantil do Brasil escrito em língua de sinais


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O livro Cinderela Surda é o primeiro livro de literatura infantil do Brasil escrito em língua de sinais .O livro Cinderela Surda é uma versão do tradicional conto que insere elementos da cultura e identidade surda. Essa releitura inédita da história é acompanhada da escrita dos sinais (SW), ilustrações e uma versão em português. Voltada para o público surdo infantil, a obra é o resultado da pesquisa desenvolvida por Lodenir Becker Karnopp, Caroline Hessel e Fabiano Rosa.

 http://www.surdosol.com.br/o-livro-cinderela-surda-e-o-primeiro-livro-de-literatura-infantil-do-brasil-escrito-em-lingua-de-sinais/

UFLA acessível: Exposição “Leonardo da Vinci recebe tradução em Libras


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Lavras/MG – A exposição “Leonardo da Vinci: Maravilhas Mecânicas”, presente no Museu Bi Moreira, no Câmpus Histórico da Universidade Federal de Lavras (UFLA), contou com o acompanhamento de tradutores/intérpretes da Língua Brasileira de Sinais – Libras durante a manhã e tarde dessa terça-feira (12/5).
Todas as explicações transmitidas pela museóloga da UFLA Patrícia Muniz Mendes eram traduzidas simultaneamente pelos tradutores e intérpretes do Núcleo de Acessibilidade da UFLA, Wanderson Samuel Moraes Souza e Welbert Vinícius de Souza Sansão. Assim, diversos surdos tiveram a oportunidade de conhecer as obras de Leonardo da Vinci por meio de maquetes, juntamente com seus respectivos esboços e desenhos, como o conceito do helicóptero e da ponte giratória.
“Fiquei muito admirada com todas essas criações do passado e que ainda temos contato nos dias de hoje. É muito bom poder vir a UFLA e conhecer uma exposição tão maravilhosa como essa e ainda acessível para nós. É importante que a comunidade Surda também possa ter contato com o que acontece na Universidade”, relata Danielle Aparecida Almeida.
Para a museóloga Patrícia a acessibilidade é de extrema importância para a sociedade. “Na museologia sempre abordamos essa questão, pois é necessário permitir um maior número de pessoas nos museus, desta forma, é preciso que as visitas estejam acessíveis a qualquer público”, afirma. A museóloga também ressalta que o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais devem ser garantidos pelo poder público, conforme determinado pela Lei 10.436, de 24 de abril de 2002.

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A visita em Língua de Sinais é uma ação educativa do Núcleo de Acessibilidade (NAUFLA/PRAEC), promovida em parceria com a Coordenadoria de Museus e Patrimônio Histórico/Proec – “Museus da UFLA: Interação em Libras”– sendo desenvolvida por Wanderson Samuel e Welbert Sansão, com apoio da Patrícia Muniz.
Os tradutores e intérpretes do Núcleo de Acessibilidade da UFLA se dizem satisfeitos com a iniciativa, desta forma, a intenção é de que outras exposições realizadas nos museus da UFLA sejam acompanhadas por eles por meio da Língua de Sinais para que a comunidade Surda de Lavras possa sempre participar de maneira efetiva.
A exposição “Leonardo da Vinci: Maravilhas Mecânicas” ocorre pela primeira vez em Lavras e estará em exibição na cidade até o dia 29 de maio. A partir dessa visita é possível conhecer a complexidade de um dos maiores gênios da Humanidade, considerado revolucionário no seu tempo e amplamente reconhecido por todas as gerações.
A exposição é gratuita, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 18 horas. Os educadores que desejam conceder esse privilégio aos seus alunos podem agendar uma visita escolar por meio do telefone (35) 3829 – 1205.
“Leonardo da Vinci: Maravilhas Mecânicas” foi concebida pela Coordenação de Museologia do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A exposição em Lavras é uma realização da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec – UFLA) / Coordenadoria de Museus e Patrimônio Histórico (CMPH-UFLA).

Fonte: http://www.ufla.br/ascom/2015/05/13/ufla-acessivel-exposicao-leonardo-da-vinci-recebe-traducao-em-libras-veja-fotos/

II Simpósio - Inclusão: "Seus Aspectos Pedagógicos/ Sociais / Culturais." - SP


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Associação dos Surdos do Extremo Sul Catarinense pede por inclusão social

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Membros estiveram com stand na feira do Sábado Mais de Araranguá
A inclusão social é um tema que está cada vez mais sendo discutido, e para pedir por mais respeito e qualidade na educação, os membros da Associação dos Surdos do Extremo Sul Catarinense (Asesc) marcaram presença pela primeira vez no Sábado Mais, deste sábado, dia 9, em Araranguá. Com um stand no calçadão foi possível repassar algumas informações para quem passava pelo local, através de orientações e banners informativos.
Atualmente, conforme o presidente da Asesc, Herlon Charles Motta, os surdos lutam pela inclusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas salas de aulas, e principalmente a inclusão social do surdo na sociedade, que cada vez mais vem crescendo na região.
Conforme uma dos membros, Patrícia Batista Bosquette, todas as escolas de Araranguá já possuem professores intérpretes e especiais para os alunos que necessitam, um resultado de anos de reivindicação da associação.

89182-1034158

A Asesc também participa da festa Junina de Araranguá, sempre vendendo kitutes para arrecadar contribuições para a própria associação, que arrecada recursos e doações agora para a construção de uma Sede. Na região do extremo Sul Catarinense, na Amesc, são pelo menos 150 associados.

89182-1034160

Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2015/associacao-dos-surdos-do-extremo-sul-catarinense-pede-por-inclusao-social/

Curso de Música em Libras – Telecurso

Aprenda como é possível fazer esta arte sem utilizar sons neste curso.
Este curso apresenta uma mesclagem entre a criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música, variando de acordo com a cultura e o contexto social. Ao longo das aulas os estudantes poderão entender melhor diferentes formas de aplicação da Libras, especialmente na composição ou na reprodução de músicas.

Veja o vídeo:

Fonte: http://www.cursou.com.br/geral/musica-libras/

Estudantes surdos e disléxicos ganharão mais tempo para fazer o Enem

Mudanças no edital que garantem atendimento especializado para atender necessidades dos candidatos também preveem correção diferenciada das redações


O paulista Cláudio da Silva Junior, de 19 anos, se prepara para enfrentar um desafio comum para a maioria dos estudantes do 3º ano do ensino médio como ele: o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) . Ele, porém, ao contrário da maioria, precisa de condições especiais para competir em pé de igualdade com os milhões de candidatos que farão a prova.

Cláudio é surdo . Utiliza a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para tudo. Para ele e seus pares, essa é sua primeira língua. O português é apenas o segundo idioma. Isso significa que a compreensão de conteúdos, provas e comandos em língua portuguesa fica prejudicada. Especialmente em provas de seleção.
Na escola onde estuda, o Colégio Rio Branco, em São Paulo, durante as aulas e nas provas, ele e os colegas surdos – que estudam em classes regulares – recebem apoio especializado. Uma intérprete de Libras os acompanha o tempo todo. No Enem, esse tipo de apoio também pode ser solicitado. Além disso, eles terão tempo a mais para fazer as provas.
Divulgação
No Colégio Rio Branco, onde Cláudio e Andrezza estudam, há intérprete de Libras com eles o tempo todo. Estudantes surdos têm o mesmo direito no Enem
As regras para atendimento diferenciado para candidatos deficientes têm se aprimorado, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Este ano, o edital deixou bem claro que, além dos alunos com deficiência física, auditiva e visual que, em geral, podem solicitar atendimento especial, outros grupos serão contemplados.

 
Pela primeira vez, as regras do exame orientam estudantes com dislexia, hiperativos e autistas, por exemplo, a pedir ajuda especial dos organizadores do exame. Todos têm direito a auxílio de um profissional ledor e transcritor, podem solicitar tempo a mais para fazer as provas e suas redações serão corrigidas sob critérios diferenciados de avaliação.
“Ao longo de sucessivas realizações do exame, o processo de eliminação de barreiras e de provimento de serviços profissionais especializados e de recursos de acessibilidade vem se aprimorando”, afirma o órgão em documento enviado ao iG . Para quem usufrui do atendimento, são essas peculiaridades que garantem a igualdade de condições.
Para Cláudio, o ideal seria que, além de serem distribuídas escritas na língua portuguesa, as provas fossem gravadas em Libras e ficassem disponíveis em notebooks ou tablets. “O aluno surdo poderia fazer a prova em seu tempo, retomando o vídeo quando necessário”, diz. A colega Andrezza Santos Gomes, 17 anos, acrescenta: “a seleção dos tradutores-intérpretes também precisa ser mais criteriosa”, avalia.

Direito
 
O atendimento diferenciado em provas de seleção é um direito de todas as pessoas com deficiência. De acordo com o Decreto nº 5.296/2004, esses jovens têm direito a instrumentos, equipamentos ou tecnologias adaptados para favorecer a autonomia deles. As ferramentas têm de ser solicitadas no momento da inscrição.
Após a solicitação, funcionários do Inep telefonam para cada candidato, confirmando os pedidos feitos pela internet. É nesse momento que os estudantes podem solicitar também tempo adicional para fazer as provas. Essa é mais uma possibilidade prevista em lei (no Decreto nº 3298/1999). No Enem, esses candidatos ganham uma hora a mais.
Nos casos de dislexia e déficit de atenção, por exemplo, quem não solicitar auxílio extra pode pedir mais tempo para resolver os itens por questões pedagógicas. Vale lembrar que é preciso comprovar, com laudos médicos, as necessidades especiais.
Andrezza e Cláudio dizem que a maior dificuldade que enfrentam é mesmo a compreensão dos comandos e dos itens em língua portuguesa. Por isso, gastam muito mais tempo que outros alunos para preencher todas as questões.
Divulgação
Cláudio e Andrezza aprovam as medidas adotadas pelo Inep, mas gostariam que tablets fossem usados para gravar a leitura das questões em Libras
Correção
As dificuldades com a linguagem também serão consideradas este ano na correção das redações , segundo o Inep. Os mecanismos de avaliação dos textos de participantes surdos ou com deficiência auditiva são coerentes ao aprendizado da língua portuguesa como segunda língua. Para os disléxicos, as características linguísticas de quem possui esse transtorno também são levadas em conta.

 
Os estudantes do Colégio Rio Branco também elogiam a medida. “Se isso não acontecer, certamente ocorrerão equívocos na correção, por desconhecimento da escrita dos surdos”, comenta Andrezza.
Confira trechos do edital:
"2.2 O PARTICIPANTE que necessite de atendimento DIFERENCIADO e/ou de atendimento ESPECÍFICO deverá, no ato da inscrição:
2.2.1 Informar, em campo próprio do sistema de inscrição, a necessidade que motiva a solicitação de atendimento de acordo com as opções apresentadas:
2.2.1.1 Atendimento DIFERENCIADO: oferecido a pessoas com baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual (mental), surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, gestante, lactante, idoso, estudante em classe hospitalar ou outra condição incapacitante.
2.2.2 Solicitar, em campo próprio do sistema de inscrição, o auxílio ou o recurso de que necessita, em caso de atendimento DIFERENCIADO, de acordo com as opções apresentadas: prova em braile, prova com letra ampliada (fonte de tamanho 24 e com figuras ampliadas), tradutor-intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), guia-intérprete, auxílio ledor, auxílio para transcrição, leitura labial, sala de fácil acesso e mobiliário acessível."

Quem pode pedir (e qual tipo) auxílio
a) Baixa visão: ledor, transcritor, prova ampliada, sala de fácil acesso;
b) Cegueira: prova em Braille, ledor, transcritor, sala de fácil acesso;
c) Deficiência física: transcritor, sala de fácil acesso, mesa e cadeira sem braços, mesa para cadeira de rodas, apoio para perna;
d) Deficiência intelectual: ledor, transcritor, sala de fácil acesso;
e) Deficiência auditiva: tradutor-intérprete Libras, leitura labial;
f) Surdez: tradutor-intérprete Libras, leitura labial;
g) Surdocegueira: guia-intérprete, prova ampliada, prova em Braille, tradutor-intérprete Libras, leitura labial, ledor, transcritor, sala de fácil acesso;
h) Autismo: ledor, transcritor;
i) Déficit de atenção: ledor, transcritor;
j) Dislexia: ledor, transcritor;
k) Gestantes e lactantes: sala de fácil acesso, mesa e cadeira sem braços, mesa para cadeira de rodas, apoio para perna;
l) Idoso: sala de fácil acesso.

 http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-06-09/estudantes-surdos-e-dislexicos-ganharao-mais-tempo-para-fazer-o-enem.html

Sinais de Trânsito

Grupo Mirante faz doações para escola de surdos em Imperatriz


tvglobo 
Quantia doada foi arrecadada em brechó beneficente no ano passado
A Escola Bilíngue para Surdos de Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, recebeu donativos do Grupo Mirante e de parceiros, nesta terça-feira (5). A doação foi de mais de R$ 12 mil, conseguida com o lucro do Brechó Solidário que ocorreu em dezembro do ano passado e transformou a escola em um grande parquinho para as crianças se divertirem.
Pais, alunos e parceiros participaram da programação, que contou com música ao vivo e um playground montado especialmente para a diversão da criançada. “Eu assisti algumas aulas dos professores do primeiro e segundo ano, e fiquei surpresa com ela dando aula de matemática na piscina de bolinhas, com as crianças brincando e aprendendo ao mesmo tempo”, disse a diretora da escola, Ivanilde Oliveira.
A instituição atende 94 estudantes das série iniciais até o 5º ano do ensino fundamental. As turmas contam, em média, com cinco alunos por sala. “Os brinquedos doados são muito importantes, porque, com eles, podemos trabalhar a coordenação motora, a integração, a socialização entre as crianças, a cooperação, cores, formas, tudo está incluído nesse exercício”, explicou a pedagoga Sarah Lopes.

Fonte: http://redeglobo.globo.com/ma/tvmirante/noticia/2015/05/grupo-mirante-faz-doacoes-para-escola-de-surdos-em-imperatriz.html

Falta de intérpretes em escolas prejudica alunos com deficiência auditiva


escola 

Os alunos com deficiência auditiva da Escola Estadual Adriano Jorge, em Arapiraca-AL, estão sendo prejudicados com a falta de intérpretes na rede de ensino.
Devido à falta de professores para o atendimento educacional especializado, os estudantes têm dificuldade de acompanhar as aulas. e acabam se prejudicando no ano letivo.
Segundo a diretora da escola, Eliete Rocha, no ano passado, cada sala possuía um professor de libras  para realizar a tradução do conteúdo para os alunos com deficiência auditiva. Contudo, o contrato com os profissionais de educação foi encerrado antes do final do ano letivo.
A diretora informou ainda que já solicitou da 5ª Coordenadoria Regional de Ensino (5ª CRE) a contratação de novos intérpretes para a escola. Porém, será necessária a realização de um processo seletivo que depende de um parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Em contato, via telefone, Wilany Felix Barbosa, coordenadora da 5ª CRE, explicou que o contrato dos professores de educação especial venceu no último mês de dezembro e foi prorrogado até que o ano letivo de 2014 fosse encerrado.
Wilany disse também que o edital para nova seleção já foi encaminhado, em caráter de urgência, para a PGE e assim que for publicado será efetivada a contratação dos professores para atuarem em todo estado.

Fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/891036/deficientes-auditivos-sao-prejudicados-com-falta-de-interpretes-nas-escolas-de-arapiraca/

OFICINAS GRATUITAS: ATENDIMENTO INCLUSIVO E ACESSIBILIDADE ATITUDINAL NA CULTURA - SP

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Apoiada pela mãe, faixa branca desafia judoca campeã olímpica: “Superá-la”

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Beatryz, de 10 anos de idade, é deficiência auditiva e ao assistir Sarah Menezes a TV afirmou que iria ser medalhista olímpica. Sonho tem incentivadora de peso
Ainda bem que existem pessoas como Maria Aparecida. Esforço e garra que incentivam a filha Beatryz, de 10 anos, a praticar judô e se espelhar na campeã olímpica Sarah Menezes. Aos dois anos de idade, uma meningite acabou fazendo com que a filha de Maria Aparecida não desenvolvesse a fala. Única da sua turma com deficiência auditiva, a pequena judoca se destaca pela inteligência, esforço e o espírito de competição. Apoiada pela mãe e com o desejo de ser heroína, Beatryz quer superar a medalhista de ouro de Londres 2012. Rolou até um desafio entre as duas, em Teresina.
O treino só inicia às 18h30, mas duas horas antes o quimono já está dobrado, amaciado com toque de carinho de Maria Aparecida. A ansiedade de Beatryz em sair de casa é visível. O objetivo dela é ser melhor do que Sarah Menezes. E para isso a mãe já fez o alerta que vai ser preciso muito treino. Então, é bom seguir os conselhos.
– Ela descobriu o judô com a Sarah, disse que era muito boa e que queria ser igual a ela, mas que depois iria tirar ela de cena, tomar o lugar dela. É uma empolgação para lutar. No início, fiquei preocupada de como seria o relacionamento dela com as outras crianças, mas ela tem uma percepção muito boa de movimento. Vejo que ela tem potencial – revela a mãe.

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A alegria da primeira aula permanece a cada treinamento, dividido três vezes por semana. E o primeiro contato com a campeã olímpica veio logo após a afirmação: “Vou ser igual a ela”. Do técnico, o atestado de que a faixa branca começou apresentando um belo potencial.
A atenção e o esforço vão ser primordiais para alcançar o objetivo pessoal dela. Sarah Menezes até iniciou uma brincadeira com Beatryz aceitando o desafio, mas facilitou e a pequena judoca não gostou nada da “colher de chá” da campeã olímpica. Em Teresina, Sarah revelou que momentos como esse lhe dão mais concentração para as lutas, além de melhorar o lado emocional. Os treinos com crianças, segundo a judoca, trazem tranquilidade na hora das competições.
– Vejo isso muito positivo para mim porque é uma motivação a mais para eu treinar alegre, feliz, descontraída, fazendo o meu trabalho sério e ao mesmo tempo me divertindo – confessou a campeã olímpica.
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Os próximos encontros com Beatryz, em Teresina, acontecem no apertado calendário de Sarah, que está com a seleção brasileira no Grand Slam de Baku, no Azerbaijão, antes do Pan-Americano do Canadá. A judoca será poupada para os treinamentos de campo no Japão.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/pi/judo/noticia/2015/05/apoiada-pela-mae-faixa-branca-desafia-judoca-campea-olimpica-supera-la.html

LIBRAS: MPRR recomenda contratação intérprete

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A falta de intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) motivou o Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) a encaminhar notificação recomendatória à Secretaria Estadual de Educação (Seed) para que promova a contratação de profissionais para atender alunos com deficiência.
Conforme a recomendação, encaminhada no dia 23/04, “o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado à pessoa com deficiência, preferencialmente pela rede regular de ensino”.
A promotora de justiça de Defesa da Educação, Érika Michetti, ressalta que “a medida objetiva assegurar que os alunos com deficiência recebam apoio necessário no âmbito do sistema educacional geral, com vistas a facilitar sua efetiva educação”.
Foi concedido prazo de 20 dias, a contar da data do recebimento da recomendação, para que a Seed promova a contratação de intérpretes graduados com, no mínimo, Ensino Médio, experientes e proficientes em LIBRAS, para que se façam presentes nas salas de aula, como nas atividades complementares oferecidas, em que haja alunos surdos ou com deficiência auditiva matriculados.
Recomendação Cuidadores
O MPRR também encaminhou, na mesma data, uma outra notificação recomendatória à Seed para contratação de cuidadores para alunos com deficiência da rede estadual de ensino.
Conforme a notificação, a Política Nacional de Educação Especial estabelece que “cabe aos sistemas de ensino, ao organizar a educação na perspectiva da educação inclusiva, disponibilizar as funções de cuidador aos alunos com necessidade de apoio nas atividades de higiene, alimentação, locomoção, entre outras que exijam auxílio constante no cotidiano escolar” .
A promotora de justiça de Defesa da Educação, Érika Lime Gomes Michetti, ressalta que “a figura do cuidador na escola garante que os alunos com limitações de comunicação, orientação, compreensão, ou limitações de ordem motora possam realizar atividades cotidianas e as propostas pelos educadores durante as aulas e nos períodos extraclasse, viabilizando, a efetiva participação do aluno na escola”.
“A necessidade de cuidador é incontestável no âmbito escolar e sua disponibilização é medida fundamental e imprescindível para a efetivação da educação inclusiva”, conclui a promotora de justiça.

Fonte: https://www.mprr.mp.br/nodes/nodes/view/type:noticias/slug:libras-mprr-recomenda-contratacao-interprete

3ª Conferência Internacional da Federação Mundial de Surdos

A Federação Mundial de Surdos tem o prazer de anunciar que a 3ª Conferência Internacional da Federação Mundial de Surdos (WFD) será realizada em Budapeste, Hungria a partir de 09-11 novembro de 2017.

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Isto segue uma oferta bem sucedida para sediar a Conferência DQA sendo apresentado pela Associação Húngara de Surdos e Deficientes Auditivos (Siketek és Nagyothallók Országos Szövetsége, SINOSZ).
Espera-se que 1.500 pessoas, incluindo delegados internacionais e domésticos, vai participar da Conferência DQA, que será realizada no Centro de Congressos de Budapeste.
O tema da Conferência será “inclusão completa com a linguagem de sinais!” Subjacente ao tema é a crença de que a plena inclusão social das pessoas surdas é possível se a língua de sinais é reconhecido e amplamente utilizado dentro da sociedade.
WFD Presidente, Sr. Colin Allen, eo Presidente SINOSZ, Dr. Ádám Kósa, Membro do Parlamento Europeu, assinaram um acordo comprometendo-se a colaborar na organização do evento. Após a assinatura, o Dr. Kósa enfatizou que a Conferência DQA, que irá desfrutar de um apoio significativo por parte do governo húngaro, destaca o reconhecimento pela Federação Mundial de Surdos da Associação Nacional Húngara dos Surdos e Deficientes Auditivos, a mais antiga organização que representa a interesses das pessoas com deficiência na Hungria, uma vez que celebra o seu 110º aniversário, o momento de que coincidirá com a Conferência DQA. Reconhece-se que a Hungria foi o primeiro país a assinar e ratificar a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo em 2007.
Sr. Allen observou que DQA como uma organização internacional, que representa 134 organizações membros de cinco continentes, organiza uma conferência internacional a cada quatro anos, com a última conferência a ser realizada em sua cidade natal, Sydney, Austrália em 2013 organizada pela Sociedade de Surdos de New South Wales .
Um dos principais objetivos da Federação Mundial de Surdos é garantir que os membros das comunidades surdas em todos os países têm o direito de utilizar a língua de sinais como língua principal em todas as esferas da vida com o ser resultado, a preservação eo desenvolvimento da cultura surda .


Quando:9 de novembro de 2017 – 11 de novembro de 2017 dia inteiro
Onde:Budapeste, Hungria Budapeste

http://www.surdosol.com.br/event/3a-conferencia-internacional-da-federacao-mundial-de-surdos/

Câmpus Videira realiza curso básico de LIBRAS

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Com o objetivo de minimizar as barreiras comunicativas existentes entre o mundo dos ouvintes e o mundo dos surdos, o IFC Câmpus Videira realizou o curso de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Através da introdução de conhecimentos básicos sobre a língua, o curso promoveu vivências práticas contextualizadas do aprendizado da LIBRAS com exploração de dicionário específico; dvd’s sobre o uso da língua e manifestação da cultura surda; aula expositiva e dialogada com apresentação do tema e aspectos importantes da língua; atividades escritas de apoio à aprendizagem; dinâmicas de grupo e demais atividades.
Participaram do curso 30 alunas, que em sua maioria são professoras das redes Municipal, Estadual e Federal, bem como alunas do curso de Pedagogia do IFC. Segundo a intérprete de LIBRAS e facilitadora do curso, Dominique Calixto Martins, ao concluírem o curso, as alunas terão se apropriado dos conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais podendo utilizá-la em situações informais, amenizando as barreiras de acessibilidade da comunicação.
Esta é a segunda edição do curso neste ano e, conforme a demanda, serão proporcionados outros ao longo do ano.A difusão e as formas de uso da Língua Brasileira de Sinais, estão previstas no decreto 5.626 de dezembro de 2005, com o objetivo de promover a prática de INCLUSÃO nos sistemas de ensino.

Fonte: http://noticias.ifc.edu.br/2015/05/08/campus-videira-realiza-curso-basico-de-libras/

CDH abre inscrição para curso de Libras Básico

07/05/2015 - 14h02
São oferecidas 25 vagas para servidores da UFBA

Com o objetivo de contribuir para a inserção de pessoas surdas na Universidade Federal da Bahia, a Pró-Reitoria de Desenvolvimento de Pessoas, através da Coordenação de Desenvolvimento Humano (CDH/NUCAP), promoverá o curso de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. A Prof.ª Nanci Bento, do Instituto de Letras, será a facilitadora no processo de compreensão e uso da LIBRAS em situações básicas.
O curso na modalidade presencial, com carga horária de 120 horas, é voltado para servidores/as da UFBA. O conteúdo abrange o processo histórico, social e cultural sobre a educação de surdos; perspectivas e desafios: comunicação com as mãos, estrutura linguística, cultura e identidade surda, parâmetros fonológicos, treino prático contextualizado; legislação e políticas públicas na área.
São oferecidas 25 vagas para o curso que será realizado na SUPAD (Av. Adhemar de Barros, Pav. Adm. 4, no campus de Ondina). O módulo 1 acontecerá de 11/05 a 14/09/2015, com carga horária de 60h horas – somente às segundas-feiras, de 13h30 às 16h. Posteriormente será divulgado o período de realização do segundo módulo.
A inscrição deve ser solicitada entre os dias 07/05 e 15/05, através do Portal da Capacitação: www.capacitar.ufba.br. Mais informações podem ser obtidas através dos telefones 3283-6407 / 6409.

 https://www.ufba.br/noticias/cdh-abre-inscri%C3%A7%C3%A3o-para-curso-de-libras-b%C3%A1sico

Irmãos fofos discutem viagem de família em língua de sinais


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O casal Ken & Sarah Brown adotaram dois garotinhos que tem dificuldades auditivas — então eles rapidamente decidiram aprender a linguagem dos sinais para ensinar e se comunicar com os seus filhos.Em um vídeo de 2012, mas que viralizou recentemente, Sarah registra seus garotos discutindo sobre um passeio de carro. O resultado é simplesmente adorável (tanto, que já acumula mais de 400 000 visualizações em poucos dias). Assista:
http://vejasp.abril.com.br/blogs/pop/2015/05/05/video-viral-irmaos-linguagem-de-sinais/

UFS abre o curso de Escrita de Língua de Sinais – Sistema SignWriting

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06 de maio a 26 de agosto
O Departamento de Letras Estrangeiras (DLES) convida toda comunidade a participar do Curso de Escrita de Língua deSinais pelo sistema SignWriting, a ser realizado do dia 06 de maio até 26 de agosto.
A formação, que será estendida sempre a novas turmas para atender aos alunos, professores, funcionários dainstituição e comunidade em geral que façam uso da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), terá duração de 60 horas,num período de quatro meses.
O Curso Escrita de Língua de Sinais pelo sistema SignWriting, ofertado pelo Departamento de Letras Estrangeiras(Curso de Graduação Letras Libras), da Universidade Federal de Sergipe, é considerado o primeiro curso do Estado deSergipe. Tem como objetivo a aquisição viso-esquemático da escrita de sinais aplicada à Língua Brasileira de Sinais(LIBRAS). O sistema adotado foi idealizado em 1974 pela norte-americana Valerie Sutton na Universidade deCopenhage, na Dinamarca, porém em 1996 foi traduzido e adaptado para a Língua Brasileira de Sinais por Marianne Rossi Stumpf (surda), Dra. Márcia de Campos Borba (PUC-RS) e Dr. Antônio Carlos da Rocha Costa (PUC-RS).

Fonte: http://www.ufs.br/conteudo/curso-escrita-l-ngua-sinais-sistema-signwriting-16703.html

I Congresso de Educação e Cultura Surda

Categoria: Eventos
País: Brasil
Línguas: Português e Língua de Sinais Brasileira (Libras/LSB)

Durante quatro dias de junho, o município de Vilhena (na região sudeste de Rondônia) será palco de numerosas atividades sobre educação, cultura e identidades surdas. O I Congresso de Educação, Cultura e Identidade Surda e seus aspectos na tradução e interpretação em Rondônia, a ser realizado pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR) de 18 a 21 de junho de 2015, contará com palestras, mesas redondas, minicursos (dia 18 – clique aqui para saber programação), oficinas, fórum regional de TILS (dia 19) e festival de cultura surda (dia 20). O evento é gratuito – para saber mais informações, acompanhe a página do congresso no Facebook, clique aqui.

Congresso - Rondônia 
 
http://culturasurda.net/2015/05/05/i-congresso-de-educacao-cultura-e-identidade-surda/

Projeto garante intérprete de libras em Centros de Formação de Condutores

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O vereador Carlos Leite (PT) protocolou projeto de lei que torna obrigatória a presença de um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nos Centros de Formação de Condutores de Sorocaba, sempre que houver um aluno surdo presente. A medida atende à reivindicação de dezenas de pessoas que não conseguem obter suas habilitações de motoristas, embora, em muitos casos, até já saibam dirigir. Isso porque, explicam os surdos, eles têm dificuldades em entender a parte teórica do curso, uma vez que ela não é passada em uma linguagem acessível a eles.
Há alguns meses, um grupo de estudantes surdos organizou um protesto na internet, por meio das redes sociais, para chamar a atenção dos legisladores para o problema. “E é justamente atendendo a esse público que nós protocolamos esse projeto. Fomos procurados por várias pessoas, inclusive por um instrutor de trânsito que é intérprete de libras, que nos relataram o problema que os surdos enfrentam para conseguir suas habilitações. E essa é a nossa forma de contribuir de imediato com eles”, afirmou o vereador Carlos Leite.
O projeto não obriga os Centros de Formação de Condutores a terem os intérpretes de libras em tempo integral, mas apenas durante o período em que um surdo estiver estudando. “Isso faz com que um mesmo intérprete possa trabalhar em várias escolas, o que garante a mão de obra no mercado para essa finalidade, ao mesmo tempo em que não aumenta os custos das autoescolas de forma considerável”, defende Leite. Além disso, o projeto proíbe a cobrança de valores adicionais dos estudantes surdos.

Fonte: http://www.camarasorocaba.sp.gov.br/sitecamara/noticias/vernoticia;jsessionid=4c808a46f1db50229e905b4d62d5

I FÓRUM DE ESTUDOS SURDOS NA ÁREA DE INFORMÁTIA - RJ

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25 ANOS APASMA - 23/05/15



Venham comemorar conosco!!
Neste dia, você poderá presenciar a comemoração da comunidade surda na cidade de Mauá, e se deliciar com ótimo jantar e conversar com os surdos e praticar a LIBRAS.


 https://www.facebook.com/associacaoapasma/photos/a.139521329534928.30640.133367563483638/480314015455656/?type=1&theater

Savi quer campanhas de inserção de pessoas surdas e familiares

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 A Libras é a língua de sinais usada pela maioria dos surdos dos centros urbanos brasileiros e reconhecida pela Lei 10.436, de abril de 2002
O projeto de Lei 417/2013, do deputado estadual Mauro Savi (PR), destaca a necessidade de  conscientizar, através de campanha estadual, os familiares e a população mato-grossense sobre a importância do aprendizado do uso da Língua Brasileira dos Sinais (Libras).
A proposta é realizar a campanha anualmente, na semana que antecede ao dia 26 de setembro quando se comemora o “Dia Nacional do Surdo” (Lei Federal nº 11.796, de 29 de outubro de 2008).
A medida tem como foco esclarecer aos familiares dos nascidos surdos sobre as suas particularidades e peculiaridades e, com isso, promover a integração social, convivência, independência e facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos.
Para o deputado Mauro Savi, o principal objetivo do projeto de lei é eliminar todas as formas de discriminação. “Precisamos promover encontros com especialistas da área para debater o assunto e conscientizar a respeito da necessidade do acesso da comunidade estudantil, não surda, ao aprendizado de libras”, disse.
Outra linha de atuação, segundo o parlamentar é a elaboração e distribuição de cartilhas didáticas a respeito dos direitos das pessoas surdas.
Fonte: http://www.onortao.com.br/noticias/savi-quer-campanhas-de-insercao-de-pessoas-surdas-e-familiares,40897.php

Projeto prevê a inclusão da disciplina de Libras nas escolas de Morro da Fumaça

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Santa Catarina – Assunto amplamente debatido atualmente, a inclusão social é uma preocupação constante. Em Morro da Fumaça projeto apresentado pelo vereador Raimundo Marques, o Mundi (PMDB), prevê a inclusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras), nas Escolas da Rede Municipal de Ensino do município.
Hoje, para atender os três alunos com deficiência auditiva, a Secretaria de Educação possui dois professores, porém, o vereador sugere que todos os alunos aprendam a língua. “Todas as crianças convivem no mesmo espaço escolar e na sociedade. Mesmo que os alunos com deficiência tenham seus professores, eles acabam ficando isolados por que os colegas não sabem se comunicar”, salientou.
A Libras foi reconhecida como segunda língua oficial do Brasil pela Lei nº 10.436 de 2002 e, posteriormente regulamentada por meio de decreto que reconhece como meio legal de comunicação e expressão. Desde então, foi estabelecido que a Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados. “É um ensinamento para a vida. As crianças precisam estar preparadas para receber alunos com deficiência e a conviver com eles na sociedade”, disse Mundi.
Ao elogiar a iniciativa, a professora de Libras, Sabrina Almeida Henfrain diz que um de seus alunos não era alfabetizado até o terceiro ano, quando começou a ter a aula de Libras. “Ele ia para a escola, mas não conseguia aprender. A inclusão da disciplina seria de grande importância. A criança começa ser vista de forma diferente após aprender a se comunicar através da Língua de Sinais”, falou.
O projeto tramita nas comissões do Legislativo e deve ser votado em breve.
Colaboração: Marciano Bortolin 

Fonte: http://www.sulinfoco.com.br/projeto-preve-a-inclusao-da-disciplina-de-libras-nas-escolas-de-morro-da-fumaca