INSCRIÇÃO E FONTE;
https://siex.siiu.unifesp.br/catalogo-siex/31450/mais-info

Promovida pelo programa de extensão Saúde e Cidadania, da Udesc Cead, a ação tem parceria do Instituto Federal de Santa Catarina (Ifsc) Campus Palhoça Bilíngue e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Com carga horária total de 14h, o curso terá encontros síncronos e assíncronos pela internet entre 24 de outubro e 28 de novembro, sempre aos sábados, das 14h até 16h.
O curso será ministrado pelos professores Rogers Rocha, da UFPel, e Diego Machado da Silva, da Udesc. A ação é coordenada por Soeli Francisca Mazzini Monte Blanco, da Udesc Cead.
A iniciativa mobiliza, na universidade estadual, o Laboratório Multidisciplinar de Desenho e Recursos Didáticos para Educação Híbrida e a Distância (Multi.Lab.EAD), o Laboratório de Ciências e Tecnologia Assistiva (Lacta), ambos da Udesc Cead, e o Laboratório de Psicologia da Educação para o Ensino de Ciências (Lapsi), da Udesc Joinville; e, na UFPel, o projeto Sistema de Escrita e Registro da Libras (SER-Libras).
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail soeli.francisca@udesc.br.
FONTE:
https://www.librasol.com.br/udesc-e-parceiros-oferecem-curso-online-gratuito-de-libras-e-educacao-bilingue/
De 12 a 15 de outubro, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) recebe a I Mostra do Centro de Cultura Surda na Reitoria, em Curitiba. O evento vai reunir artistas e pesquisadores surdos em produções culturais e acadêmicas, oficinas, exposições e palestras.
A Mostra é uma realização do Centro de Cultura Surda (CCS), criado pela UFPR em parceria com o Ministério da Cultura e dedicado à valorização, preservação e difusão da produção de pessoas surdas no Brasil. De acordo com o professor Danilo Knapik, coordenador do CCS, o evento destaca o protagonismo e a riqueza da cultura surda.
“A iniciativa nasce com o objetivo de fortalecer a produção cultural surda, ampliar o acesso ao conhecimento em Libras e promover ações que articulem arte, educação, memória e inovação”, destaca.
A programação contará com uma diversidade de produções e atividades relacionadas às artes e à cultura surda, incluindo literatura, cinema surdo, artes visuais, cordel, performances, teatro, Visual Vernacular, Slam, comunicações sinalizadas, exposições e outras manifestações produzidas pelos artistas e pesquisadores.
“Um dos grandes destaques é justamente a diversidade da Libras e das formas de expressão, mostrando que a cultura surda é viva, criativa e possui diferentes maneiras de produzir, compartilhar e preservar conhecimentos e memórias”, afirma Klícia A. Campos, coordenadora pedagógica do CCS. “Será uma oportunidade para pessoas surdas e não surdas conhecerem e vivenciarem diferentes produções da cultura surda, em um espaço de encontro, troca e valorização do povo surdo”.
Parte da programação, a Exposição Surda, inaugurada no último mês, estará aberta até 16 de outubro, das 9h30 às 17h30, na Sala Arte, Design & Cia., no térreo do Edifício D. Pedro I da UFPR.
A I Mostra do Centro de Cultura Surda é gratuita e aberta ao público. Para algumas atividades, é necessário realizar a inscrição previamente. A programação completa e as informações sobre a inscrição estão disponíveis no site do CCS.
O CCS foi lançado oficialmente em junho de 2026, mas as atividades começaram em fevereiro. O Centro desenvolve ações contínuas voltadas à formação, à produção cultural e à preservação da memória surda. Entre as principais iniciativas, estão:
I Mostra do Centro de Cultura Surda da UFPR
Data: de 12 a 15 de outubro de 2026
Local: Campus Reitoria da UFPR – Rua XV de Novembro, 1299 – Centro de Curitiba
Programação e inscrições: https://letraslibras.ufpr.br/ccs/
Mais informações nas redes sociais do Centro de Cultura Surda
Depois de enfrentar desafios de comunicação desde a chegada ao Brasil, Esther passou a acompanhar as aulas, se comunicar em Libras e agora transforma a própria trajetória em um livro autobiográfico. O projeto reúne o trabalho de professores, intérpretes e instrutores de Libras e mostra como a inclusão pode abrir caminhos para o aprendizado, a autonomia e o protagonismo de estudantes imigrantes e surdos. A produção também valoriza a identidade de Esther e permite que outras pessoas conheçam sua história e suas experiências.
FONTE:
https://www.librasol.com.br/aluna-surda-e-haitiana-conta-sua-historia-em-livro-em-chapeco/