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https://www.instagram.com/p/DYPNoHPR1Q4/?igsh=bHZwbXZyM3JuMmdh

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Nos dias 01 e 02 de junho, às 19h30, teremos palestras sobre o ensino de Libras como L1 no Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano. 🎓
💡 Um momento importante para ampliar conhecimentos sobre educação bilíngue, práticas pedagógicas e ensino de Libras na escola.
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FONTE:
https://www.even3.com.br/aulao-academico-em-libras-01062026-736935/
O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro passou a incluir um curso básico de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na formação inicial dos socorristas da corporação. Além disso, foi criado um cartão com símbolos e informações para auxiliar o atendimento de pessoas que não conseguem se comunicar por meio da fala. A iniciativa tem como objetivo ampliar a acessibilidade nos atendimentos realizados nas ruas.
Cada viatura também contará com o cartão para consulta. O material reúne ícones ilustrativos dos termos mais comuns, acompanhados de palavras em português e inglês, facilitando a comunicação durante situações de emergência.
“Isso faz parte de um trabalho mais amplo, alinhado à premissa da corporação de oferecer um atendimento cada vez mais inclusivo. No ano passado, capacitamos militares no básico de Libras e agora lançamos o cartão de comunicação visual, um projeto desenvolvido na Inglaterra e adaptado para uso no Brasil”, explicou o tenente-coronel Euler Lucena Tavares Lima, chefe do Gabinete de Gestão de Projetos do Estado-Maior Geral.
Com o auxílio do material, os socorristas poderão obter informações como nome e idade da vítima, além de identificar condições de saúde, como alergias, diabetes e hipertensão.
“É um cartão essencialmente visual, já que a pessoa surda se comunica principalmente pela visão. Ele também traz a escala da dor. Em situações de acidente, a comunicação precisa ser clara”, afirmou a 1ª sargento Marta Cristiane Machado Peres de Souza, instrutora de Libras da corporação.
A bombeira destacou ainda a importância do desenvolvimento dessa habilidade entre os militares. “Precisamos de profissionais que tenham, ao menos, uma comunicação básica em Libras. Isso é fundamental”, concluiu a sargento.
FONTE:
https://www.librasol.com.br/bombeiros-incluem-libras-e-cartao-visual-para-melhorar-socorro-a-pessoas-surdas/
A Universidade Federal de Roraima (UFRR) abriu processo seletivo para contratação de Técnico Especializado em Língua de Sinais. O edital prevê duas vagas imediatas, sendo uma para ampla concorrência e outra destinada a ações afirmativas.
As inscrições começam na próxima terça-feira (13) e seguem até 1º de junho, exclusivamente pela página de concursos da instituição. A taxa de inscrição é de R$ 50. Candidatos que desejarem solicitar isenção poderão fazer o pedido entre os dias 13 e 16 de maio.
O cargo oferece vencimento básico de R$ 5.215,39, além de auxílio-alimentação de R$ 1.192, o que eleva a remuneração mensal para mais de R$ 6,4 mil.
De acordo com o edital nº 100/2026-PROGESP, o processo seletivo será composto por prova prática e análise curricular, previstas para ocorrer nos dias 18 e 19 de junho. O resultado final deve ser divulgado em 30 de junho.
Segundo a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGESP), a contratação busca ampliar as ações de acessibilidade dentro da universidade, fortalecendo o suporte oferecido a estudantes surdos e garantindo melhores condições de comunicação no ambiente acadêmico.
O edital completo está disponível na página de concursos da Universidade Federal de Roraima. Informações adicionais podem ser solicitadas pelo e-mail concursos@ufrr.br.
Fonte:
https://www.librasol.com.br/ufrr-abre-selecao-para-tecnico-em-lingua-de-sinais-com-salario-acima-de-r-64-mil/
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) abriu as inscrições para o processo seletivo simplificado de técnicos especializados em Língua Brasileira de Sinais (Libras). As vagas são destinadas para os campi A.C. Simões, em Maceió, Arapiraca e Sertão.
As inscrições começam nesta terça-feira (12) e seguem até 22 de maio, às 17h. Os profissionais contratados terão remuneração inicial de R$ 5.215,39 com jornada de 40h semanal. Os contratos terão duração inicial de até 12 meses, podendo ser prorrogados.
Para o coordenador do Setor de Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa (Setilsp) da Faculdade de Letras (Fale), Carlos Oliveira, a chegada de novos profissionais ao quadro da Ufal é um passo fundamental para garantir a fluidez e a qualidade na circulação dos discursos sociais e acadêmicos, além de continuar avançando na consolidação da excelência dos serviços de tradução e interpretação.
O edital do certame já se encontra disponível no site da Copeve neste link. O valor da inscrição é de R$ 120. Candidatos inscritos no CadÚnico, pertencentes a famílias de baixa renda, e doadores de medula óssea podem solicitar isenção da taxa, conforme previsto no edital.
O certame aceita candidatos com graduação em Letras-Libras; graduação em Tradução e Interpretação com habilitação em Libras; além de graduação em qualquer área, desde que possuam formação complementar em Libras ou certificação Prolibras.
O processo seletivo terá duas fases: prova de títulos e prova prática de tradução e interpretação.
O edital prevê cotas para pessoas com deficiência; pessoas negras, indígenas e quilombolas.
Para mais informações, acesse o link do processo no site da Copeve.
FONTE:
https://www.librasol.com.br/ufal-abre-inscricoes-para-processo-simplificado-de-tecnicos-em-libras/
A produção é realizada pelo Núcleo de Produção Bilíngue (NPB) do câmpus, com financiamento da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), vinculada ao Ministério da Educação (MEC). O projeto atua em duas frentes principais: a produção de vídeos originais bilíngues e a curadoria de materiais educacionais já existentes.
A iniciativa surgiu da necessidade de criar materiais desenvolvidos desde a sua concepção para a educação bilíngue de estudantes surdos, considerando a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua principal de instrução.
Segundo a Pró-reitora de Ensino do IFSC, Eliana Cristina Bär, que estava na direção-geral do câmpus quando o projeto iniciou, a proposta tem raízes em pesquisas anteriores. “A ideia do projeto IF Libras surgiu em 2020, com base nos resultados de projetos de pesquisa fomentados pela Setec, entre 2018 e 2019, que tinham como foco o desenvolvimento de metodologias para a produção de recursos digitais bilíngues”, explica.
Ela destaca ainda que a produção de materiais bilíngues já fazia parte da identidade do câmpus. “O NPB sempre foi estratégico para o fortalecimento da pesquisa e o desenvolvimento de materiais voltados à educação bilíngue, além de contribuir para a formação de professores”, afirma.
A iniciativa está alinhada à legislação que reconhece a Libras como língua da comunidade surda e às políticas nacionais de educação bilíngue, entre elas a Lei Federal nº 10.436/2002, a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (Lei nº 14.191/2021), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) e o recente Plano Nacional de Educação (PNE) 2026-2036.
A produção dos recursos educacionais bilíngues resultou em cerca de 80 vídeos educativos, com duração média de cinco minutos cada, desenvolvidos para servir de material de apoio a professores que tenham alunos surdos em sala de aula. A metodologia valoriza a experiência visual, e os conteúdos abrangem disciplinas da formação geral e de áreas técnicas, utilizando elementos como animações, gráficos, mapas e ilustrações.
Os materiais passam por um processo estruturado que inclui: escolha da disciplina e do tema a ser abordado; roteirização; consultoria surda; produção de guias para a sinalização em Libras; gravação e edição de imagens; animação e ilustração; legendagem e revisão. A avaliação está inserida em cada uma dessas etapas, o que garante rigor à metodologia proposta.
Um dos principais desafios esteve justamente na construção dessa metodologia. “Elaborar recursos tendo a língua de sinais como primeira língua exige uma reorganização das práticas tradicionais de produção de materiais didáticos. Foi um processo complexo, que demandou constantes ajustes e aprimoramentos”, explica Eliana.
Segundo ela, a própria dimensão do projeto também exigiu avanços na gestão. “Houve necessidade de aperfeiçoar fluxos de trabalho, alinhar equipes e cumprir prazos. Esses desafios foram superados com organização e acúmulo de experiência ao longo da execução”, relata.
O trabalho foi realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por surdos e ouvintes, que reuniu docentes atuando como conteudistas e consultores, designer instrucional, roteirista, tradutores e intérpretes de Libras, além de profissionais das áreas de audiovisual, animação e revisão. O professor e coordenador do projeto no câmpus, David Pereira Neto, destaca que a atuação integrada desses profissionais garante materiais tecnicamente qualificados, pedagogicamente consistentes e culturalmente adequados.
Já na parte do projeto que envolve a curadoria, os materiais educacionais são selecionados junto à comunidade acadêmica do câmpus, priorizando conteúdos com sinalização em Libras. Em seguida, passam por avaliações de aspectos de design, conteúdo, linguagem e adequação cultural. Depois são organizados por uma equipe também multidisciplinar. “O processo é diferente da produção dos vídeos originais, mas envolve um rigor semelhante nas avaliações, embora ocorra em menos etapas”, explica David.
Ele acrescenta ainda que, quando o material é totalmente aprovado, é disponibilizado à comunidade como um recurso adequado para uso. Caso um ou mais aspectos recebam avaliação insatisfatória, o conteúdo é encaminhado para as correções indicadas pelos especialistas.
“Por não se tratarem de recursos planejados, desde o início, especificamente para o público surdo, eles são considerados materiais acessíveis, e não bilíngues. Entre esses materiais estão, por exemplo, conteúdos produzidos por professores para aulas não presenciais durante a pandemia, trabalhos desenvolvidos por estudantes do curso de Produção Multimídia, artigos de revistas digitais do mesmo curso e até apresentações elaboradas por docentes para aulas presenciais”, comenta o coordenador.
Um dos diferenciais do projeto, no caso dos vídeos bilíngues, está na forma como os conteúdos são concebidos. “A acessibilidade está na base de todo o processo, pois os conteúdos não são adaptados, mas produzidos desde o início para o público surdo, que tem a língua de sinais como primeira língua. Não se trata apenas de traduções”, explica a diretora-geral do câmpus, Simone Gonçalves de Lima da Silva, que é surda.
Ela ressalta que os vídeos seguem uma lógica visual própria da cultura surda e apresentam uma estrutura didática clara e de fácil assimilação, o que fortalece a aprendizagem, respeita as especificidades desse público e ainda possibilita seu uso como material de consulta contínua.
A iniciativa contribui para a democratização do acesso ao conhecimento e para o fortalecimento da educação bilíngue no Brasil. A expectativa é beneficiar mais de 60 mil alunos surdos da educação básica, conforme dados de 2022 do Censo Escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Para Simone, o impacto vai além dos estudantes. “Os vídeos também apoiam familiares, estudantes, professores e colegas, promovendo inclusão educacional em diferentes contextos de ensino”, destaca.
O projeto também tem impacto formativo, pois possibilitou a participação de estudantes bolsistas do curso superior de Produção Multimídia da própria instituição. “A participação de estudantes e egressos do câmpus fortalece sua formação acadêmica e profissional, além de promover o protagonismo da comunidade surda”, lembra a pró-reitora de ensino do IFSC, Eliana.
Os vídeos foram disponibilizados no EduPlay, plataforma digital de alcance nacional, voltada principalmente para o ensino, a pesquisa e a divulgação científica de instituições públicas, como institutos federais e universidades. O acesso é gratuito e aberto ao público.
A expectativa é que os conteúdos fortaleçam a educação bilíngue e ampliem o acesso de estudantes surdos ao conhecimento em diferentes regiões do país.
FONTE:
https://www.librasol.com.br/ifsc-produz-videos-bilingues-gratuitos-para-ampliar-acesso-de-estudantes-surdos-a-educacao-de-todo-o-pais/