RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Configuração de mãos


















Fonte: http://librasapmceada.blogspot.com.br

DETETIVE SURDO DÁ RISADA AO SER PRESO



Um detetive particular surdo-mudo foi preso em flagrante por tráfico de drogas em Guarujá, no litoral de São Paulo, durante uma operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Segundo informações da polícia, Wlademir Jordão Costa, de 46 anos, chegou a dar risada ao entrar na delegacia para prestar depoimento.

Os policiais receberam uma denúncia anônima sobre uma residência no bairro Morrinhos, em Vicente de Carvalho, que era utilizada para guardar drogas. No local, foi detectado que haviam duas residências.

Se comunicando com gestos e algumas palavras escritas, Costa autorizou a entrada dos policiais no local e os conduziu até a sua residência, nos fundos do terreno. Em um dos cômodos, foi encontrado uma mochila com entorpecentes.

Questionado, ele informou aos policias que foi obrigado por um terceiro a guardar a mochila na sua residência.

O detetive levou os policiais até a residência do outro suspeito. No entanto, ao chegarem no local, um familiar do rapaz disse que ele não se encontrava.

Costa foi preso em flagrante e encaminhado à sede da DIG. Com ele, foram apreendidos 284 pinos de cocaína e 83 pedras de crack.

Interrogado pelos policiais, ele conseguiu identificar o outro indivíduo pelos registro fotográficos. A Polícia Civil investiga a participação do outro suspeito no crime.
 
http://paulohenriquelibras.blogspot.com.br/2015/11/detetive-surdo-da-risada-ao-ser-preso.html

Cartões de Natal para pintar com LIBRAS










http://libraseducandosurdos.blogspot.com.br/2015/11/cartoes-de-natal-para-pintar-com-libras.html

domingo, 8 de novembro de 2015

BOM FIM DE SEMANA

https://www.facebook.com/centrodeeducacaoparasurdosriobranco/photos/a.301809069921129.54696.301194563315913/712050528896979/?type=3&theater

Como tirar a 1ª habilitação (vídeo em libras - parte 2)

Letras Libras recebe primeira aluna surda


Data: 6 de novembro de 2015
Curso Letras Libras dar as boas vindas a Mirella de Oliveira Pena Araujo, considerada a primeira aluna surda a ingressar na UFJF.
Mirella foi convocada hoje no 14º edital de reclassificação: http://www.ufjf.br/cdara/files/2015/11/SISU-2-SEM-2015.pdf
Seja bem vinda Mirella.
http://www.ufjf.br/letraslibras/2015/11/06/letras-libras-recebe-primeira-aluna-surda/

OFICINA DE INTERPRETE DE LIBRAS



| OFICINA DE INTERPRETE DE LIBRAS | - FAÇA SUA INSCRIÇÃO - Para mais informações, Entrar em contato no Email Secretaria.espacodalibras@outlook.com ou pelo whatsapp (11) 98588-4481 

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Conheça histórias de sucesso envolvendo pessoas surdas

Programa conta histórias de sucesso envolvendo pessoas surdas e, em Cuba, visita uma associação para assistência a pessoas com deficiência auditiva.
Conheça a história de Ademar Miler Júnior, o primeiro surdo a defender uma tese de mestrado na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Também foi o primeiro surdo a se formar no curso de Pedagogia e a exercer a função de professor substituto da UFES. “A universidade precisa abrir esse lugar, esse espaço, pensar a cultura surda, pensar a comunidade surda, olhar para as crianças, para os surdos que vão entrar e ver esse crescimento futuro”, declara o pedagogo.
Em um passeio com irmãos e sobrinhos no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, Valquíria – que é surda – comenta sua relação com a família, notadamente unida: “Sempre tive bastante contato com minha irmã mais velha. Ela sempre teve bastante carinho comigo. Com meu irmão mais novo, tinha aquela questão de cuidar. (…) Nós três sempre fomos bastante unidos.”
No quadro Eu sou Fã do Programa Especial, o depoimento de um dos fundadores da URECE Esporte e Cultura, Gabriel Mayr.
Assista ao episódio do Programa Especial:

Alunos ouvintes de escola de Florianópolis aprendem libras em sala junto com colega surda

O trabalho de aprendizado da Língua Brasileira de Sinais começou a partir de Rafaella Silveira, 8 anos, que tem acompanhamento de professora intérprete

De uma forma natural e entusiasmada, os estudantes do 2º ano da Escola Municipal Brigadeiro Eduardo Gomes, no Campeche, Sul da Ilha, estão aprendendo libras (Língua Brasileira de Sinais). Duas vezes por semana, as crianças aprendem como se comunicar sem usar a oralidade, mas com gestos e expressões. Por meio de atividades lúdicas, imagens, jogos e desenhos eles vão conhecendo os sinais. Além de aprenderem uma nova maneira de conversar, os alunos também se comunicam com mais clareza com Rafaella Silveira, 8 anos, uma colega com surdez.
Flávio Tin/ND
Rafaella, aluna da Escola Brigadeiro Eduardo Gomes, faz o sinal de "amizade"

As aulas de libras foram motivadas pela presença de Rafaella, que desde o ano passado, quando entrou na escola, tem uma intérprete que a acompanha em sala de aula. O trabalho de inclusão dos estudantes que ainda não conheciam a linguagem que Rafaella estava habituada alcança não só os colegas, mas também pais e professores, que podem fazer aulas oferecidas pela escola no período noturno.
Quem ensina é o professor Renato Nilson das Chagas, também com surdez, junto com a professora intérprete Kátia Sandra Santos Hilarião. Mas em vez de inclusão, Renato prefere a palavra interação, que realmente descreve melhor o ambiente que os estudantes têm compartilhado. Ele explica que a alfabetização e aprendizado para criança que não ouve é diferente, mais focado nas imagens. “O ouvinte já conhece as palavras, o surdo precisa do significado, tem muita relação com o visual, então o processo de aprendizado da escrita e leitura é diferente”, diz.
Rafaella diz que o sinal que mais gosta é o que representa a palavra aprender, e explica o motivo: “Para se comunicar”. Espontânea e expressiva, características importantes para quem se comunica com sinais, ela diz que todos podem aprender juntos e isso a deixa feliz. Quando precisa de algo emprestado ou quer emprestar algum material como lápis ou borracha, por exemplo, não precisa de intermediadores.
Aprendizado coletivo
Na sala de aula, as crianças fizeram um desenho da família e tinham que apresentar as obras e os familiares por meio de sinais. A experiência para Rodolfo Moreira, 8 anos, foi positiva e ele diz que quer ensinar o pai. “É bem legal porque a gente pode se comunicar com surdos e ouvintes. A gente faz sinais enquanto brinca, também para treinar, assim aprendemos mais rápido”, conta.
A facilidade de comunicação é o ponto principal apontado pelos alunos quando justificam o motivo de gostarem das aulas de libras, mas Lara Garcia, 8, gosta também dos sinais que identificam os colegas. “Em vez de soletrar o nome, a gente tem um sinal. O meu é por causa de uma pintinha que tenho no rosto e cada amigo tem o seu”, explica.
A professora intérprete Kátia Hilarião defende o aprendizado de libras de maneira coletiva e não apenas alguém para acompanhar o estudante que não ouve: “Se só eu estivesse falando em libras, o aluno surdo não conseguiria interagir tanto, eu teria que intermediar até o pedido de uma borracha emprestada. E o interessante é que eles querem se comunicar, eles se interessam em não depender de nós”, diz.
Além da sala aula
Para a professora da turma, Maike Moser, a experiência tem sido proveitosa. “Estou aprendendo aqui também. Eles crescem sabendo duas línguas e isso é muito enriquecedor, vejo-os conversando em sinais em lugares que tem que ter silêncio. Não preciso fazer intervenções, eles mesmos se resolvem na linguagem de sinais”, diz.
A mãe de Rafaella, Cristina Quinapp, se diz satisfeita com o trabalho e que o desenvolvimento da filha tem proporcionado novos aprendizados também para ela. Apesar de já ter estudado libras, Cristina conta que frequentemente Rafaella traz expressões e sinais novos que eles ainda não conheciam. “A experiência é positiva para ambos os lados na escola, isso que é inclusão, é como aprender inglês, um viver o mundo do outro, é uma troca”, resume.

http://m.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/291337-alunos-ouvintes-de-escola-de-florianopolis-aprendem-libras-em-sala-junto-com-colega-surda.html

Estrutura Gramatical da LIBRAS por Ronice Quadros


SINAIS DE ESTRUTURA DA FRASE NA LIBRAS

O magico de Oz em Libras

2º PRATICANDO CULTURA SURDA

https://www.facebook.com/projetoacaicomlibras/photos/a.1084592014901772.1073741828.1034492973245010/1206956075998698/?type=3&theater

II CONTILS

O II CONTILS tem como foco discussões sobre os desafios contemporâneos dos Tradutores Intérpretes de Libras, sua atuação em diversos ambientes e a preocupação de como estes profissionais estão, onde estão e como realmente eles devem estar no contexto atual de tantas tecnologias e novidades do mundo moderno, proporcionando novos olhares para repensar os múltiplos lugares dos que atuam em diferentes setores da Tradução e Interpretação em Libras. Com este escopo, o evento, em sua segunda edição, busca ampliar a perspectiva acerca do tema contribuindo e motivando os profissionais TILS.

 http://congressotilspb.com.br/

Taguatinga tem a única escola para surdos do DF

Na Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga, localizada na QNH 3, muitos alunos encontraram o refúgio que tanto precisavam para um desenvolvimento educacional propício.

22-09-2015_flagrantescolabilíngueTaguatinga 
DISTRITO FEDERAL – Com 120 alunos deficientes auditivos, a instituição é pública e foi inaugurada há dois anos, após anos de luta da comunidade surda brasiliense. A unidade sonha com o dia em que poderá atender, com estrutura digna e adaptada, a todos os surdos do DF. Em agosto de 2013 a Escola Classe 21 de Taguatinga foi transformada em Escola Bilíngue Libras e Português Escrito pela Portaria nº 171/2013, da Secretaria de Educação do DF.
A escola foi instituída após a sanção da Lei nº 5.016/2013, que estabelece diretrizes e parâmetros para o desenvolvimento de políticas públicas educacionais voltadas à educação bilíngue para surdos, a serem implantadas e implementadas no âmbito do DF.
Veja mais sobre a escola em: https://www.facebook.com/escolaclasse21

http://www.surdosol.com.br/taguatinga-tem-a-unica-escola-para-surdos-do-df/

Professor monta banda com alunos surdos e cegos


Fabio e sua Banda do Silêncio, na Zona Norte de São Paulo
Fabio e sua Banda do Silêncio, na Zona Norte de São Paulo / Léo Martins/Diário SP
Banda do Silêncio, formada por estudantes da Zona Norte, foi até convidada a tocar em Portugal


Há dez anos, Fabio Bonvenuto, professor de música da rede municipal, recebeu uma missão que poderia parecer ingrata: ensinar jovens surdos a tocar instrumentos em uma fanfarra. Uma década depois, ele se orgulha de olhar para a Banda do Silêncio e ver ouvintes e deficientes auditivos se apresentando  lado a lado.
O projeto começou em 2005, quando 12 alunos da Escola Municipal de Educação Bilíngue para Surdos Madre Lucie Bray, no Jaçanã, Zona Norte de São Paulo, pediram à direção para terem aulas de músicas. “Já havia trabalhado antes com cegos, mas com surdos, nunca. Vim sem saber nada de libras (língua brasileira de sinais)”, lembra Bonvenuto.
Por não existir uma linguagem universal para surdos na música, o professor se viu obrigado a improvisar. “Adaptamos a regência. A nota semibreve, por exemplo, se diz ‘redonda’ em espanhol. Então, uso com os alunos o sinal de redondo em libras quando quero essa nota.”
O músico decidiu juntar alunos ouvintes da outra escola onde dava aula com os surdos da Madre Lucie Bray. As duas turmas integraram-se bem.
“Muitos dos surdos ensinam as libras para os ouvintes. Quando viajam para apresentação, formam grupos e andam todos juntos, protegendo-se. Todos ganharam com isso”, disse. “Por mais simples que seja a participação do aluno surdo, é sempre possível inseri-lo no grupo. Ele percebe a sua importância.”
Coroando o trabalho, em 2013 a Banda do Silêncio foi convidada para se apresentar em um festival por várias cidades de Portugal. “É possível fazer inclusão por meio da música. Mas só acontece porque não participam só surdos.”
APRENDIZADO/ Para o tecladista João Marcelo Gomes Bortoleto, 16 anos, a convivência com os surdos ajudou a mudar sua visão de mundo. “Nunca havia tido contato com eles antes da banda, não conseguia entendê-los. Hoje já sei responder a algumas perguntas e tento ajudar quando posso qualquer pessoa com deficiência. Se para mim existem situações difíceis, para eles deve ser mais complicado ainda.”
Emily Vieira, 13, que participou da viagem para Portugal, conta como se sente quando toca o seu instrumento favorito, o trompete. "Quando subo ao palco e vejo as pessoas assistindo, as famílias, fico emocionada. Mas preciso ter paciência e muita calma. E quando vêm as palmas, fico muito contente."
Já o percussionista João Vitor, 14, disse que as dificuldades da surdez não tiraram sua vontade de aprender a tocar tambor. Tanta  dedicação lhe rendeu um prêmio em 2014, durante uma competição. “Gosto do contato com os meus amigos. Depois de entrar na banda, decidi que vou trabalhar no mundo da música. Eu me esforço demais para aprender e fico muito feliz com essas vitórias na vida.”

http://www.diariosp.com.br/mobile/noticia/detalhe/85049/professor-monta-banda-com-alunos-surdos-e-cegos

Estudantes de Psicologia participam de palestra sobre surdo-cegueira

Atividade tem como objetivo mostrar aos estudantes a importância do preparo profissional e os resultados que o atendimento adequado pode gerar aos portadores de necessidades especiais.

Os estudantes da disciplina Psicologia das Necessidades Especiais, do curso de Psicologia da Universidade Católica de Brasília (UCB), tiveram a oportunidade de participar, no dia 28 de outubro, da palestra “Surdo-cegueira: Relatos profissionais”. O evento foi uma realização do curso, em parceria com o Serviço de Orientação Inclusiva (SOI), com objetivo de mostrar para os futuros profissionais a importância do preparo e da dedicação no atendimento aos portadores de necessidades especiais.
“No dia 21 de setembro foi o Dia Nacional das Pessoas com Deficiência, então pensamos que essa palestra poderia ser uma forma de incentivo aos nossos estudantes, a terem uma maior atenção com esse público. Nosso intuito é sensibilizar, além da dimensão técnica, para o papel do psicólogo diante dessas pessoas que tem algum tipo de deficiência. Eles precisam entender que, como futuros profissionais, podem atuar numa perspectiva de desenvolver o potencial dessas pessoas”, explica a professora responsável pela disciplina, Andréa Garzesi.

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Para a coordenadora do Serviço de Orientação Inclusiva, Ellen Moraes, atividades como essa são essenciais para o desenvolvimento dos estudantes. “Conhecer a experiência do surdo-cego é muito interessante para eles como futuros psicólogos. Ter esse conhecimento e essa percepção de trabalho que eles podem estar desenvolvendo durante e após a formação é de extrema importância”, destaca.
A pedagoga Adryana Batista mostrou durante a palestra o desenvolvimento da estudante Geicyanne Pereira Canutto, a qual acompanha há três anos. “O profissional precisa reconhecer que o outro, mesmo tendo alguma deficiência, tem capacidade. Meu trabalho com a Geyciane é mostrar para ela e para as pessoas que estão ao redor, que é possível fazer diferença. O profissional deve se especializar, buscar aprender maneiras de comunicação com pessoas com deficiência, para realizar um atendimento focado e específico, gerando assim, melhores resultados”.
A palestra serviu como um momento de reflexão para os estudantes. “É indispensável para nós que estudamos Psicologia, remar contra maré e desconstruir o que já está construído. O senso comum tende a gerar essa exclusão e o nosso papel é justamente mostrar o contrário, criar métodos e saber lidar com as diferenças”, ressalta o estudante Danilo Aragão.
Para a estudante, Lara Safatle, essa iniciativa foi enriquecedora. “Não conhecia o surdo-cego e não saberia lidar com a situação, tanto como pessoa, quanto como futura psicóloga. Muito importante ter ações como essas para mudar o nosso olhar. Impressionante como alguns educadores simplesmente negligenciam a aprendizagem de uma pessoa com deficiência, mas pessoas como a professora Adryana fazem a diferença na sociedade”.
SOI
O Serviço de Orientação Inclusiva tem como objetivo desenvolver ações de apoio didático-pedagógico acessível, orientações acadêmicas baseadas nos parâmetros da inclusão educacional de pessoas com deficiência, favorecer a implantação e manutenção de uma Política Institucional Inclusiva que possibilite o acesso e a permanência de estudantes e colaboradores com deficiência na Universidade Católica de Brasília.

http://www.surdosol.com.br/estudantes-de-psicologia-participam-de-palestra-sobre-surdo-cegueira/

I JORNADA DE EXPERIÊNCIAS DOS TRADUTORES/INTÉRPRETES DE LIBRAS - RJ



A II Jetils/RJ já tem data marcada. Esse ano teremos um dia só para minicursos.

Acesse nosso site e veja todos os detalhes: http://jetilsrj.wix.com/2015

Dúvidas? Fale com a gente!

Alguma vez pensou como Deus escolhe as mães das crianças especiais?

Outubro 21, 2015
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Recebi ontem um texto, enviado pela Teresa A. (leitora do blogue). Quando o li, sorri, emocionei-me… e lá voltei à realidade. Obrigada Teresa, pela partilha! Agora, cabe a mim partilhar convosco, não sem antes o dedicar a todas as mães.

“Alguma vez pensou como Deus escolhe as mães das crianças especiais?
Eu já… Uma vez vi Deus a pairar sobre a Terra, selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho (…). Enquanto observava, instruía os seus Anjos a tomarem nota num grande livro:
– Para a Beth, um menino. Anjo da Guarda, Matheus.
– Para a Miriam, uma menina. Anjo da Guarda, Cecília.
– Para a Regina, gêmeos. Anjo da Guarda Geraldo, ele já está habituado. Finalmente, Ele passa um nome para o Anjo, sorri e diz:
– Dê a esta mãe uma criança deficiente. O Anjo, cheio de curiosidade, pergunta:
– Porquê ela, Senhor? Ela é tão alegre!
– Exatamente por isso, diz Ele. Como poderia eu dar uma criança a uma mãe que não sabe o valor de um sorriso? Seria cruel…
– Mas será que ela vai ter paciência?
– Eu não quero que ela tenha muita paciência – disse Deus – porque aí ela irá afogar-se no mar da autopiedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passem, ela saberá como conduzir a situação. Eu hoje estive a observá-la. Ela tem aquele forte sentimento de independência. O Anjo retorquiu:
– Mas ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não será fácil. Além do mais, Senhor, acho que ela nem acredita na Sua existência. Deus sorri, e diz:
– Não tem importância. Eu posso dar um “toque” nisso. Ela é perfeita. Possui o egoísmo no ponto certo. O Anjo engasgou-se:
– Egoísmo? E isso é, por acaso, virtude? Deus, acenou que sim e acrescentou:
– Se ela não conseguir separar-se da criança de vez em quando, ela não sobreviverá. Sim, esta é uma mulher que abençoarei com uma criança menos perfeita. Ela ainda não faz idéia, mas será, também, muito invejada. Ela nunca irá admitir uma palavra não dita, nunca considerará um passo como uma coisa comum. Quando a sua criança disser “mãe” pela primeira vez, ela pressentirá que está a presenciar um milagre. Quando ela descrever uma árvore com um pôr-do-sol para o seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra. Eu permitir-lhe-ei ver claramente coisas como ignorância, crueldade, preconceito e ajudarei-a sempre a superar tudo. Eu estarei a seu lado a cada minuto da sua vida, porque ela vai estar a trabalhar comigo.
– Bom – disse o Anjo – e quem o Senhor está a pensar mandar como Anjo da Guarda? Deus, sorriu e disse:
–Dê-lhe um espelho. É o suficiente.”
(Autor desconhecido)

http://www.amaedamaria.com/alguma-vez-pensou-como-deus-escolhe-as-maes-das-criancas-especiais/

“ I ENCONTRO SOBRE PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS PARA ALUNOS SURDOS: QUEM ESTAMOS FORMANDO? ”


Encontro:
“ I ENCONTRO SOBRE PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS PARA ALUNOS SURDOS: QUEM ESTAMOS FORMANDO? ”

Coordenador: Prof. Rafael Dias Silva

Responsável: Prof. Rafael Dias Silva

Email: rafael.dias.silva@usp.br

Local: Escola de Artes, Ciências e Humanidades - Auditório Azul
Data: 14/11/2015 | Sábado
Hora: 7:30h às 13:00h
Inscrição: https://docs.google.com/forms/d/1BOgApJuiQVvkoeekq6x9pqBlxQOiZN71rXfYlXnzqYE/viewform?usp=send_form

(GRATUITO)

Atenção: Os candidatos inscritos serão totalmente responsáveis pelas informações da ficha de inscrição, pois os certificados serão impressos com base nessas informações.
A comissão organizadora não se responsabilizará por erros no preenchimento de tais informações.

Público-alvo: Professores, Estudantes de Licenciatura e Interessados no tema

Objetivo: Promover a discussão sobre as perspectivas educacionais dos alunos surdos, com a apresentação de estratégias didáticas e pedagógicas, Intérpretes educacionais, léxicos específicos, escola bilíngue, adequação curricular e relatos de experiência.

Estamos oferecendo 300 vagas para este encontro

MAIS INFORMAÇÕES E A PROGRAMAÇÃO COMPLETA VIA FACEBOOK: https://www.facebook.com/librasnaciencia

COMO SE INSCREVER:

Para se inscrever, acesse e preencha o formulário através do link: https://docs.google.com/forms/d/1BOgApJuiQVvkoeekq6x9pqBlxQOiZN71rXfYlXnzqYE/viewform?usp=send_form

PERÍODO: 14/10/2015 a 05/11/2015

Na semana prévia do evento iremos enviar um e-mail de confirmação de presença.

Auxiliar de Sorocaba foi a primeira candidata surda do país a fazer prova.

Jovem com deficiência auditiva faz prova on-line inédita para tirar CNH


Profissional especializado em libras ajudou a candidata no exame.

Tradução de prova para libras é considerado um avanço (Foto: Reprodução/TV TEM) 

 Tradução de prova para libras é considerado um avanço (Foto: Reprodução/TV TEM)

Uma auxiliar de produção de Sorocaba (SP) tornou-se a primeira candidata surda do país a fazer, on-line, a prova teórica para tirar a carteira de habilitação. Ela foi auxiliada em tempo real por uma intérprete de libras, a língua de sinais, de São Paulo (SP). 
Com o sistema, o profissional especializado em libras interpreta todas as questões para a candidata, que vai respondendo as perguntas. O sistema é considerado mais adequado para esse grupo, já que eles entendem as frases de uma maneira diferente da convencional e, por isso, acaba sendo reprovado na prova teórica convencional. De acordo com a gerente de escola pública de trânsito do Detran, Rosana Nespoli, a avaliação mudou para atender essas necessidades especiais.

Em julho do ano passado, o G1 mostrou a mobilização de surdos e intérpretes sorocabanos nas redes redes sociais para cobrar das autoridades no trânsito uma maneira de facilitar o entendimento da prova. Em outros estados, a interpretação é gravada, como explica o diretor do Detran, Daniel Annemberg.
"A pessoa agenda a prova, ela diz o dia e a hora, e nós teremos sempre uma pessoa a distância que vai estar esclarecendo as dúvidas, orientando essa pessoa, ajudando, não com as respostas, mas com todos os esclarecimentos para que ela possa fazer a prova assim como qualquer outro cidadão", explica Daniel.
Dielli ficou sabendo que havia sido aprovada pela internet pela intérprete de São Paulo. Ela falou à distância sobre a felicidade de ser aprovada e a tradução também foi on-line. "Eu agradeço a minha carteira e ela agradece a todos os interpretes que salvaram os surdos", diz a assistente técnica Claudia Assis, que traduz o que a candidata falou.

Muitos surdos eram reprovados no exame por não compreenderem as perguntas (Foto: Reprodução/TV TEM) 
Muitos surdos eram reprovados no exame por não compreenderem as perguntas (Foto: Reprodução/TV TEM)
 
http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/10/jovem-com-deficiencia-auditiva-faz-prova-line-inedita-para-tirar-cnh.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

Aplicativos vão traduzir conteúdos

Planejamento e a UFPB disponibilizam versão mobile e plugins para navegadores do Tradutor Libras.

O tradutor Libras em Software Livre (VLibras) versão mobile já está disponível para ser baixado e vai ampliar o acesso das pessoas com deficiência auditiva aos meios digitais. O conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Os softwares desenvolvidos pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) facilitarão a vida de 5,1% da população brasileira, que somam cerca de 10 milhões de pessoas com algum nível de surdez segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O conjunto de ferramentas computacionais já entregue pelo projeto é composto pelo VLibras-Desktop, VLibras-Plugin para os navegadores Chrome, Firefox e Safari e a nova versão do Dicionário de Libras com 7.484 sinais. Para 2016, serão agregados ao projeto a entrega do VLibras-Video e WikiLibras. O dicionário do VLibras também servirá de referência para transmissão de informações nos programas veiculados pelas emissoras de televisão no Brasil.
“É muito compensador estar na equipe de um trabalho assim, capaz de pensar e concretizar um projeto desta grandeza, que vai ajudar muita gente com dificuldade física, ao casar tecnologia e inteligência, gerando igualdade de acesso e de oportunidades a essas pessoas”, disse o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do MP, Cristiano Heckert.
O VLibras versão mobile já está disponível nas lojas da Google Play e na Apple Store. Além da versão para aparelhos móveis e da versão para desktop, a equipe do projeto entrega também plugins para navegadores, que irão permitir a execução do aplicativo VLibras sem precisar instalar diretamente na máquina local.
A fonoaudióloga da Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal (SES/DF), Gabrielle Borges, considera o projeto um avanço no sentido de incluir o surdo na sociedade. “É fundamental divulgar o projeto para as unidades de saúde e escolas, pois muda a vida das pessoas e elas precisam saber que os aplicativos já existem e que já podem ser utilizados gratuitamente”, afirmou.
Processo colaborativo
O projeto é resultado de acordo de cooperação entre o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em seu Centro de Informática por meio do Núcleo de Pesquisa e Extensão do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital, e conta ainda com o apoio do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.
O projeto VLibras permite que colaboradores possam participar do processo de desenvolvimento das ferramentas, seja por meio da adição de novos sinais, edição dos sinais existentes ou de todo o conjunto da Suite VLibras, tornando o desenvolvimento mais produtivo. Todas as ferramentas são de código aberto e estão sendo disponibilizadas no Portal do Software Público.
Assista ao vídeo de demonstração, baixe a versão do VLibras:
http://vlibrasplayer.lavid.ufpb.br/.

http://www.surdosol.com.br/aplicativos-vao-traduzir-conteudos-para-pessoas-com-deficiencia-auditiva/

'Não entendi nada', afirma estudante surda que prestou a prova do Enem

Jovem recebeu auxílio de intérprete, mas tradução foi apenas de palavras.
Profissional diz que surdos precisam entender o contexto das orações.

Orion Pires Do G1 Santos
Natalia vai entregar carta à promotoria de Justiça (Foto: Natalia Carla/Arquivo Pessoal)Natalia vai entregar carta à promotoria de Justiça
(Foto: Natalia Carla/Arquivo Pessoal)
Uma estudante surda de Santos, no litoral de São Paulo, encontrou dificuldades para responder às questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no último fim de semana. Embora uma legislação específica garanta que o candidato com deficiência auditiva receba auxílio de um intérprete em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), as duas profissionais que assistiram Natália Carla, de 19 anos, traduziam apenas palavras, seguindo uma recomendação da coordenadoria regional da prova. A norma dificultou a interpretação do contexto das perguntas e alternativas por parte da jovem, já que LIBRAS não utiliza preposições ou conectivos em textos, como a língua portuguesa. A estudante escreveu uma carta de próprio punho e levará o caso à promotoria de Justiça, sugerindo mudanças.
No documento, ela relata a dificuldade que encontrou durante o exame. “O surdo não entende a estrutura da língua portuguesa. Apenas quem fala português entende o Enem. Os surdos precisam de interpretação do conteúdo de toda a prova. Não entendi nada. Precisamos de Tudo em Libras, por favor”, pede a jovem.
As provas do Enem devem seguir a Recomendação nº 001/2010 do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) que aborda sobre “a aplicação do princípio da acessibilidade à pessoa surda ou com deficiência auditiva em concursos públicos, em igualdade de condições”. Libras foi oficializada como a segunda língua brasileira, após a publicação da Lei nº 10.436/2002. 
Elayne é intérprete de Natalia Carla (Foto: Elyane Kanashiro/Arquivo Pessoal)Elayne é intérprete da jovem Natalia Carla
(Foto: Elayne Kanashiro/Arquivo Pessoal)
A intérprete de Libras e professora do Instituto Federal de São Paulo, Campus Cubatão Elayne Kanashiro, explica que a leitura do surdo é diferente da de quem possui uma audição perfeita. Segundo ela, que é professora da garota mas não a acompanhou durante a prova, os surdos profundos, como são chamados aqueles que não escutam nenhum tipo de som, precisam entender o contexto da frase. "Embora eu não tenha trabalhado na prova, conversei com várias colegas e alunos que me relataram essa dificuldade. O intérprete foi direcionado a traduzir apenas as palavras por recomendação que recebeu dos coordenadores. O problema é que precisamos respeitar o contexto do surdo, com a interpretação das palavras e orações".
Carta de próprio punho foi escrita pela jovem (Foto: Reprodução)Carta de próprio punho foi escrita pela jovem
(Foto: Reprodução)
No entanto, uma recomendação do próprio site do Enem deixa dúvidas. No regulamento consta que, em caso de dúvida nas orações o candidato pode pedir ajuda. "Mas como você só vai traduzir palavras se eles não compreendem somente as palavras soltas?", questiona.
Natalia é aluna de Elayne e relatou a dificuldade à intérprete. Ela pediu ajuda para levar o caso à promotoria de Justiça, pedindo atenção à causa. "Ela ficou desmotivada, porque ninguém traduziu nada, somente palavras e ela não entendeu o contexto. Poucas coisas e isso não adianta. Nem alternativa nem pergunta. A menina saiu sem entender. Ela não conseguiu se concentrar para entender o que estava escrito porque ficou nervosa com a situação", revela.
A jovem finaliza a carta fazendo um apelo: “Eu quero uma intérprete para traduzir tudo e eu entender bem", afirma.
Em nota, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo Enem, afirma que vai aguardar a chegada das atas dos locais e analisar as ocorrências.

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/11/nao-entendi-nada-afirma-estudante-surda-que-prestou-prova-do-enem.html

Sancionada lei que cria escola bilíngue para surdos, em Goiânia

O prefeito Paulo Garcia sancionou, na última segunda-feira, a Lei nº 9.681, de 23 de outubro de 2015, que dispõe sobre as diretrizes e parâmetros para a educação bilíngue para surdos, em Goiânia.

A partir do projeto, o município deverá criar uma escola em tempo integral com ensino em libras, para atender a comunidade surda da capital e a Língua Brasileira de Sinais deverá ser ensinada como primeira língua, e o português escrito, como segunda, e ambas serão utilizadas para “o ensino de todas as disciplinas curriculares, em todos os níveis e modalidades da educação básica, na rede municipal de ensino”.
“Esta lei é um grande avanço na educação municipal, de respeito à comunidade surda que luta para ter a Libras como língua materna. Vai proporcionar um ambiente linguisticamente acolhedor”, analisa a psicóloga educacional, Roseane Ramos, do Centro Educacional Elysio Campos, escola que atende basicamente estudantes surdos.

http://www.surdosol.com.br/sancionada-lei-que-cria-escola-bilingue-para-surdos-em-goiania/

ENCONTRO MARANHENSE DE ESTUDANTES DE LETRAS-LIBRAS NA MODALIDADE À DISTÂNCIA



Site: http://primeiroemelli.wix.com/emelli --> INSCRIÇÃO
A confirmação da inscrição se dará depois do envio de comprovante de depósito ou transferência bancária identificada para primeiro.emelli@gmail.com
Banco do Brasil
Agência 2581-X
Cota corrente 32935-5
Valor da inscrição de 01 - 15 de outubro: R$ 60,00
Valor da inscrição de 16 - 30 de outubro: R$ 80,00
— em UFMA.

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V-ENCONTRO DAS ASSOCIAÇÕES DE SURDOS DO NORDESTE


COMPARTILHAR FAVOR PRA CÓPIA INFORMAÇÕES --> INSCRIÇÃO ABERTO SITE: http://www.4easne.com.br/ IV-ENCONTRO DAS ASSOCIAÇÕES DE SURDOS DO NORDESTE - DIA 26 E 27 DE NOVEMBRO DE 2015 - ATENÇÃO --> PROMOÇÃO INSCRIÇÃO R$ 80,00 REAIS APROVEITOR OUTUBRO ATÉ 26 DE NOVEMBRO DE 2015 .

Ensino de Libras em escolas municipais pode ganhar substitutivo geral - PR

A inclusão do ensino de Libras na formação e capacitação dos professores não configura vício de iniciativa. O que extrapola os limites de competência é impor que a carga individual mínima seja de 20 horas por ano.

Em reunião extraordinária, nesta quarta-feira (28/10), a Comissão de Educação, Cultura e Turismo acatou o parecer do vereador Chico do Uberaba (PMN), que apresentou voto em separado para que seja elaborado um substitutivo geral ao projeto de Pier Petruzziello (PTB), que trata do ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas estratégias de formação e capacitação dos diretores, professores e educadores da rede municipal de ensino (005.00150.2015).
Com este parecer, o projeto retorna à Comissão de Legislação, Justiça e Redação para que o colegiado elabore um substitutivo com as adequações sugeridas por Chico do Uberaba. Segundo o vereador, embora seja favorável ao mérito da matéria, o projeto apresenta problemas, como vício de iniciativa e criação de despesas, que são prerrogativas do Executivo.
“A inclusão do ensino de Libras na formação e capacitação dos professores não configura vício de iniciativa. O que extrapola os limites de competência é impor que a carga individual mínima seja de 20 horas por ano”, explica o parecer, que sugere a supressão dos artigos 2º e 3º da proposta de Pier Petruzziello. O projeto depende agora da apreciação de Legislação para seguir o trâmite regimental.
Outros projetos
Foi acatada a proposta de Valdemir Soares (PRB) que institui no calendário oficial da cidade o “Dia Municipal do Obreiro Universal” (005.00162.2015). Também segue tramitação o projeto de Cristiano Santos (PV), que concede o título de cidadania honorária a José Tadeu Carneiro Cardoso (006.00013.2015).
Aprovadas as denominações de logradouros públicos como Mafalda Piratello Kosiak Wallbach, por proposição de Sabino Picolo (009.00020.2015); Ursulina Alves Ferreira (009.00018.2015) e Gilberto Rodrigues Machado – Gilberto do Povo (008.00007.2015), ambas por Aldemir Manfron (PP).
Premiações
Os vereadores acataram ainda 14 indicações para o Prêmio Papa João Paulo II; 14 para o Prêmio Consagração Pública Municipal; 14 para o Prêmio Cidade de Curitiba; 16 do Prêmio Mérito Esportivo; 17 do Prêmio Cultura e Divulgação de Curitiba; e 3 para o Prêmio Mulheres Empreendedoras de Curitiba.
A Comissão é formada pelos vereadores Professor Galdino (PSDB), na presidência, Chico do Uberaba (PMN), Geovane Fernandes (PTB), Mauro Ignacio (PSB) e Tiago Gevert (PSC). A tramitação de todos os projetos pode ser conferida pelo Sistema de Proposições Legislativas (SPL).
Fonte: Câmara Municipal de Curitiba

http://www.surdosol.com.br/ensino-de-libras-em-escolas-municipais-pode-ganhar-substitutivo-geral/

Calendário Libras 2016













http://oficinadelibras.blogspot.com.br/ 


Lei Brasileira de Inclusão (LBI).

Boa tarde, galera!

Neste Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, disponibilizo para vocês a íntegra da Lei Brasileira de Inclusão (LBI). No link, vocês terão acesso, em primeira-mão, a um impresso especial com todo conteúdo da lei. Em breve vocês poderão pegar ele impresso no meu gabinete em Brasília ou no Rio.

Baixe aqui: http://bit.ly/1WdG4G2

Descrição da Imagem #PraCegoVer: sobre um fundo branco, há a imagem de dois livros. Sobre a imagem, está escrito "Lei Brasileira de Inclusão. nº 13.146/2015. Estatuto da Pessoa com Deficiência. Baixe aqui!"
http://www.romario.org/news/all/lei-brasileira-de-inclusao-baixe-aqui/

Seleção de novos polos de apoio presencial dos cursos a distância de Letras Libras

Turmas previsto para o segundo semestre de 2016. Cada polo terá o total de 60 vagas, sendo 30 delas para o Bacharelado e 30 para a Licenciatura.

letras-libras-logoA Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Coordenadoria do Curso de Letras Libras a Distância, publicou o Edital nº01/CGLLEaD/2015 de seleção de três novos polos de apoio ao oferecimento dos cursos de Licenciatura em Língua Brasileira de Sinais e de Bacharelado em Língua Brasileira de Sinais da UFSC.
As instituições públicas de ensino superior de todo o país podem se inscrever e apresentar propostas. Os selecionados firmarão convênio com a UFSC e iniciarão suas atividades, como polo de apoio presencial, a partir do próximo ano, com início das turmas previsto para o segundo semestre de 2016. Cada polo terá o total de 60 vagas, sendo 30 delas para o Bacharelado e 30 para a Licenciatura.
O edital pode ser acessado no Portal Libras da UFSC: http://libras.ufsc.br/ead, onde está disponível o link para o formulário de submissão da proposta.
Recebimento de Propostas: até 28/11/2015 às 23h59min.
Divulgação dos Resultados: até 10/12/2015 às 22h.
Mais informações: (48) 3721-2334 /
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina

http://www.surdosol.com.br/selecao-de-novos-polos-de-apoio-presencial-dos-cursos-a-distancia-de-letras-libras/

Homem fica surdo uma semana após confundir cola com remédio

O chines Wan Song, 45 anos, ficou surdo durante uma semana após confundir um frasco de supercola com um remédio de gotas para os ouvidos. Ele se recuperava de uma infecção no ouvido e estava usando um remédio específico.

Esta semana, durante a noite, ele sentiu uma coceira na orelha e pegou o remédio para os ouvindo, despejando gotas da solução em seu canal auditivo. Após fazer uso da suposta medicação ele sentiu seu ouvido queimar e ao verificar o frasco usado por ele percebeu que havia usado, acidentalmente, uma cola instantânea super forte chamada de 502 Glue, em seu ouvido e orelha esquerda.
Song foi até o hospital Hangzhou, que fica na província oriental de Zhejian, na China, ainda usando pijama. Os médicos disseram que as orelhas, rosto e mãos do rapaz ficaram cobertas de uma espessa camada de cola.
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Song relatou no hospital que procurou o caso na internet e viu que uma solução de formaldeído poderia dissolver a cola e perguntou se deveria aplicar o composto. Porém o Dr. Li Yong, umotorrinolaringologista disse que era uma péssia ideia e avisou que ia monitorá-lo por uma semana.
O médico explicou que a  membrana mucosa no ouvido de Song iria segregar fluidos para formar uma camada protetora entre a cola e seu tímpano. Ele advertiu que remover a cola cedo demais poderia causar a ruptura de seu tímpano. Uma semana depois, Song voltou ao hospital, com a cola seca e soltando de seu ouvido. Ele disse aos médicos que havia ficado uma “pilha de nervos” esperando para ver se seria capaz de ouvir novamente.
Os médicos conseguiram remover o pedaço de cola restante com facilidade, usando uma pinça, e Song elogiou a equipe médico pelo tratamento e as recomendações. Ele foi deixado sem ferimentos graves após seu problema.

http://www.surdosol.com.br/homem-fica-surdo-uma-semana-apos-confundir-cola-com-remedio/

Lei torna obrigatório Libras em propaganda oficial do município - RO

Foi publicada no diário oficial a sanção da Lei 8.585/2015 de autoria do vereador Thiago Silva (PMDB), que torna obrigatório à língua brasileira de sinais (libras) em veiculação de propaganda oficial da administração direta e indireta no âmbito do município de Rondonópolis.

RONDÔNIA – Para Thiago Silva, a lei vem para somar em favor da inclusão dos indivíduos portadores de necessidades especiais em Rondonópolis. “Discutir sobre a educação dos surdos e seus direitos a informação, vem sendo uma realidade que por suas necessidades tem sido por muito tempo negligenciada. Com isso, esta lei visa contribuir em favor das pessoas com deficiência auditiva. Postos à margem das questões sociais, culturais, e educacionais os surdos, muitas vezes, não são vistos pela sociedade por suas potencialidades, mas pelas limitações impostas por sua condição”, disse o autor do projeto.
De acordo com o vereador, o Brasil reconheceu a Língua Brasileira de Sinais/ Libras, por meio da Lei nº 10.436/2002, como a Língua das comunidades surdas brasileiras, onde, em seu artigo 4º, dispõe que o sistema educacional federal e sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal, os quais devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, em seus níveis médio e superior, o ensino da Língua Brasileira de Sinais / Libras, sobretudo, para que venha a ter relação por igual com a sociedade.
“Sendo assim, é notório que os Poderes Constituídos devem primar por disseminar a informação pública ao entendimento dessas pessoas, uma vez que, trata-se de um direito de todos, absolutamente de todos, a informação das questões que envolve a sociedade”, concluiu Thiago Silva.

http://www.surdosol.com.br/lei-torna-obrigatorio-libras-em-propaganda-oficial-do-municipio/

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