RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

domingo, 11 de outubro de 2026

Cefet/RJ Petrópolis oferta oficina de aquarela para pessoas surdas

 


O Cefet/RJ Petrópolis promoverá a “Oficina de Aquarela: encontros interculturais entre surdos e ouvintes” nas duas próximas quartas-feiras (7 e 14 de outubro), das 16h30 às 18h30. A atividade propõe uma experiência artística coletiva, utilizando a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio de interação entre pessoas surdas e ouvintes.

A oficina é voltada para pessoas surdas com 18 anos ou mais. As inscrições serão realizadas presencialmente, no local e no horário da atividade.

Promovida pelo projeto de extensão Caminhos Interculturais: o entrelaçar das culturas surda & ouvinte, a oficina terá carga horária total de quatro horas, distribuídas em dois encontros presenciais. Os participantes terão contato com técnicas básicas de pintura em aquarela, com exploração de cores, misturas, pinceladas e possibilidades de composição artística.

Além do aprendizado de técnicas de pintura, a atividade busca criar um espaço acessível de convivência e troca de experiências, valorizando as diferentes identidades linguísticas e culturais. As orientações e interações serão mediadas pela Libras, favorecendo a comunicação, a colaboração e a aproximação entre participantes surdos e ouvintes.

Libras e acessibilidade

A Língua Brasileira de Sinais é um dos principais instrumentos de acessibilidade para a comunidade surda no Brasil. Reconhecida oficialmente como meio legal de comunicação e expressão, a língua permite que pessoas surdas tenham maior autonomia e participação em diferentes espaços da sociedade, incluindo ambientes educacionais, culturais e de convivência.
Nesse contexto, iniciativas que utilizam a Libras como ferramenta de interação contribuem para ampliar a participação de pessoas surdas em atividades que, muitas vezes, podem apresentar barreiras de comunicação. A oficina do Cefet/RJ Petrópolis busca criar um ambiente em que surdos e ouvintes possam compartilhar uma experiência artística com a comunicação acessível como parte da atividade.

Língua Brasileira de Sinais

Apesar de ser utilizada por meio de gestos e movimentos das mãos, a Libras não é uma simples tradução do português para sinais. Trata-se de uma língua com estrutura gramatical própria, utilizada principalmente pela comunidade surda brasileira e que também envolve expressões faciais e corporais na construção dos significados.

A Libras também está diretamente relacionada à identidade e à cultura da comunidade surda. Por isso, seu uso em espaços de educação, cultura e lazer representa não apenas uma forma de facilitar a comunicação, mas também de reconhecer diferentes formas de expressão e participação social.

Na oficina, a língua será utilizada como meio de interação entre os participantes durante os encontros. A proposta permite que a comunicação faça parte da própria experiência artística, aproximando surdos e ouvintes enquanto eles aprendem técnicas de aquarela e desenvolvem suas próprias produções.

FONTE:

https://www.librasol.com.br/cefet-rj-petropolis-oferta-oficina-de-aquarela-para-pessoas-surdas/

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