RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS

LIBRAS

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"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os sujeitos surdos constituam, então, uma comunidade linguística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

domingo, 11 de outubro de 2026

Aluna surda e haitiana conta sua história em livro em Chapecó

 


A história de Esther Lamour, aluna haitiana e surda do sexto ano da Escola Municipal Rui Barbosa, em Chapecó, ganhou um novo capítulo por meio da educação e da literatura.

Depois de enfrentar desafios de comunicação desde a chegada ao Brasil, Esther passou a acompanhar as aulas, se comunicar em Libras e agora transforma a própria trajetória em um livro autobiográfico. O projeto reúne o trabalho de professores, intérpretes e instrutores de Libras e mostra como a inclusão pode abrir caminhos para o aprendizado, a autonomia e o protagonismo de estudantes imigrantes e surdos. A produção também valoriza a identidade de Esther e permite que outras pessoas conheçam sua história e suas experiências.

FONTE:

https://www.librasol.com.br/aluna-surda-e-haitiana-conta-sua-historia-em-livro-em-chapeco/

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