RYBENINHA

RYBENINHA
SINAL: BEM -VINDOS

DÊ-ME TUA MÃO QUE TE DIREI QUEM ÉS



“Em minha silenciosa escuridão,
Mais claro que o ofuscante sol,
Está tudo que desejarias ocultar de mim.
Mais que palavras,
Tuas mãos me contam tudo que recusavas dizer.
Frementes de ansiedade ou trêmulas de fúria,
Verdadeira amizade ou mentira,
Tudo se revela ao toque de uma mão:
Quem é estranho,
Quem é amigo...
Tudo vejo em minha silenciosa escuridão.
Dê-me tua mão que te direi quem és."


Natacha (vide documentário Borboletas de Zagorski)


SINAL DE "Libras"

SINAL DE "Libras"
"VOCÊ PRECISA SER PARTICIPANTE DESTE MUNDO ONDE MÃOS FALAM E OLHOS ESCUTAM, ONDE O CORPO DÁ A NOTA E O RÍTMO. É UM MUNDO ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS..."

LIBRAS

LIBRAS
" A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma linguagem das mais belas e expressivas, para a qual, no contato entre si é como um meio de alcançar de forma fácil e rápida a mente do surdo, nem a natureza nem a arte proporcionaram um substituto satisfatório." J. Schuyler Long

LIBRAS

LIBRAS
"Se o lugar não está pronto para receber todas as pessoas, então o lugar é deficiente" - Thaís Frota

LIBRAS

LIBRAS
Aprender Libras é respirar a vida por outros ângulos, na voz do silêncio, no turbilhão das águas, no brilho do olhar. Aprender Libras é aprender a falar de longe ou tão de perto que apenas o toque resolve todas as aflições do viver, diante de todos os desafios audíveis. Nem tão poético, nem tão fulgaz.... apenas um Ser livre de preconceitos e voluntário da harmonia do bem viver.” Luiz Albérico B. Falcão

PEDAGOGIA SURDA

PEDAGOGIA SURDA
PROFESSOR BILÍNGUE

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS

QUANDO EU ACEITO A LÍNGUA DE SINAIS
“ A língua de sinais anula a deficiência e permite que os surdos constituam, então, uma comunidade lingüística minoritária diferente e não um desvio da normalidade”. Skliar

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

AMIGOS


LIBRAS É ÍLNGUA (REFORÇANDO)


POR FAVOR...


III CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUEPARA SURDOS DE PERNAMBUCO - LIMOEIRO / PE 22-11-14




Queridos amigos Intérpretes e Interessados por Libras, venho informar que dia 22 de novembro haverá uma Conferência na cidade de Limoeiro-PE que discutirá diversas temáticas sobre a EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS.

Será em um sábado, das 8:00 às 17:30 com entrega de CERTIFICADOS.
Para participar do Evento, é necessário pagar uma taxa simbólica no valor de R$10,00 para custear os gastos com a organização do mesmo.

Espero que todos possamos participar, pois é um evento EXTREMAMENTE importante para nós PROFESSORES, INTÉRPRETES e INTERESSADOS POR LIBRAS.

Quando?

Data: 22 de novembro de 2014
Local: Auditório do Regina Coeli, Limoeiro, PE
com direito a certificado
Valor: 10,00 ( não alunos do Curso de LIBRAS A.P.D.L.)
Entrada grátis para alunos do Curso de LIBRAS A.P.D.L.

Quem?

O público alvo do evento são os Intérpretes e Tradutores de LIBRAS, iniciantes em tradução, estudantes de Letras, Pedagogia, Direito, Relações Internacionais, Turismo, Hotelaria, Secretariado, diretores de escolas e a quem mais interessar.

 https://www.facebook.com/314234952012593/photos/a.314651961970892.1073741828.314234952012593/517463608356392/?type=1&theater

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

I LOVE YOU


VAMOS REFLETIR UM POUCO?


II SEMINÁRIO CULTURA SURDA DAS VERTENTES - 21/11/14


Livre estou: Frozen com Natalia Romera

Como conversar com alguém que usa aparelho auditivo



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Essa semana recebi um email muito bacana de uma professora preocupada com os alunos usuários de aparelhos auditivos e que são oralizados, ou seja, que usam a fala como meio de comunicação. As dicas que vou apresentar aqui são baseadas em alguns anos de experiência com pacientes e uma pesquisinha básica na internet é claro ( #aprendendosempre) …
Antes de tudo, gosto de deixar alguns pontos bem claros para meus pacientes…
Aparelho auditivo não é um ouvido novo – pode ser meio óbvio escrever isso mas sempre reforço essa mensagem. Por mais cara e sofisticada que seja uma prótese auditiva,  ela nunca substituirá nossa milagrosa natureza, ou seja, um ouvido normal sempre será melhor que um com aparelho auditivo na maioria das situações. Mas como assim nas maioria das situações? Então há situações em que ouvir com aparelho auditivo é melhor que ter audição normal? Sim! Mas temos que considerar várias coisas: o ambiente deve ser ruidoso, o aparelho auditivo deve ter um microfone direcional ultra-mega-power sofisticado  (e cá entre nós somente os aparelhos auditivos top de linha tem isso) e quem fala deve estar na frente do usuário a menos de 1 metro de distância. Bastante coisa.. então fica a mensagem ouvido normal é melhor que ouvido com aparelho auditivo. Sempre brinco com as palavras: aparelho auditivo é uma prótese e o próprio nome já diz tudo “PRÓTESE” e não é um ouvido biônico.
Pessoas normais olham para a boca do outro quando conversam – sim! Isso é normal e ajuda muito! Faça o teste você mesmo. Comece a conversar com alguém que tenha audição normal e de repente (disfarçadamente) fique numa posição que a sua boca fique encoberta – atrás de um vaso por exemplo. Você vai se divertir vendo a cara da outra pessoa tentando desviar do obstáculo para enxergar sua boca.
Quando estamos cansados ou doentes nosso entendimento piora – essa é uma grande verdade!
Mas vamos ao que interessa! Seguem  algumas dicas:
Solicite a atenção do usuário de aparelho auditivo – Antes de começar a falar chame o usuário pelo nome ou até mesmo toque nele para chamar a atenção para você. Esse gesto simples já prepara a atenção do usuário para a conversa. Ele vai entender que precisa prestar a atenção em você e não vai perder o início da conversa.
Mantenha o contato visual –  Olhe para o usuário e utilize sua expressão facial. Isso vai ajudar no contexto…vai dar pistas se o que você está falando é bom, ruim , sério, triste, etc…
Não cubra seu rosto – Quando você estiver falando mantenha suas mãos longe do rosto. E se você for fumante, nunca fale com o cigarro na boca ou chicletes, isso atrapalha a produção da fala alterando a nitidez. Presença de bigode pode dificultar a nitidez da fala também.Vale a pena dizer que quanto mais iluminado o lugar que você estiver, melhor é claro ( mais pistas ficarão disponíveis)! Agora você percebeu o quanto é difícil falar da sala e querer que o usuário te entenda estando num outro cômodo da casa?
Fale claro e na intensidade normal – Por favor não grite! Isso só atrapalha pois distorce as palavras. Não fale nem muito rápido, nem muito devagar – fale normalmente, no ritmo normal e de frente! O segredo é falar com pausas para dar tempo para que a outra pessoa processe a informação.
Não repita a frase se o usuário de aparelho auditivo não entendeu – Reformule a frase, ou seja, fale de outra maneira. Vai ficar mais fácil para ele entender pois vai pegar algumas pistas da primeira frase e juntar com a segunda frase reformulada.
Fuja do barulho – Tente sempre conversar num local mais silencioso. Desligue o rádio, TV, tudo que estiver competindo com a sua fala. Quando for a um restaurante ou festa, procure ficar distante da área de som, cozinha e bar pois esses ruídos podem atrapalhar. Afinal você não sabe qual a tecnologia do aparelho auditivo do interlocutor e o redutor de ruído pode não ser muito bom ou estar bem regulado…
Pergunte para o usuário se ele tem preferência de lado para você falar – Muitas vezes o paciente tem um ouvido que escuta melhor e prefere que o interlocutor fique daquele lado.
Não mude de assunto de repente – Se você precisa mudar de assunto, faça uma pausa e use uma introdução do tipo… ” Mudando de assunto, blablabla…”. Isso vai garantir que ninguém fique boiando…
Espero que essas dicas sejam bem úteis! 

:)http://cronicasdasurdez.com/como-conversar-com-alguem-que-usa-aparelho-auditivo/

Ouvir X Escutar




A enorme diferença entre dois verbos usados muitas vezes como sinônimos.
 
É provável que você já tenha lido aqui ou em alguma outra parte que “quem ouve, em última análise, é o cérebro e não os ouvidos”. Entretanto nessa afirmação estamos cometendo um erro comum – a confusão dos significados de ouvir e escutar.
Ouvir é a capacidade de um dos nossos cinco sentidos fundamentais – a audição - e dependente da saúde das nossas orelhas. Quando em bom estado, nossas orelhas nos permitem captar bem os estímulos sonoros, transformar essas ondas sonoras em estímulos neuronais dentro da cóclea e encaminhá-los ao córtex cerebral.
Escutar é algo que vai além. Quando os sinais “ouvidos” chegam ao nosso cérebro eles ainda precisam ser integrados ao nosso sistema cerebral, confrontados com nossas experiências sonoras prévias e servirem então de base para uma ação.
A surdez é uma deficiência da audição e afeta apenas nossa capacidade de ouvir. Aparelhos auditivos e implantes cocleares podem ajudar muito a compensar a surdez mas para escutar bem não se precisa só ouvir mas também estar presente, olhar, prestar atenção, pensar e sentir.
Ouvir é receber os sons, escutar é utilizá-los.

 http://portalotorrino.com.br/ouvir-versus-escutar/

II COLÓQUIO DE SURDOS DO ABC - 29/11/14


26 anos da ASSOCIAÇÃO DOS SURDOS DE CONTAGEM


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Triplica número de deficientes auditivos inscritos no Enem

Em 2014, foram 8.799 inscritos; eles são acompanhados por intérpretes, têm 1 hora a mais de prova e ficam em salas separadas

O número de estudantes surdos ou com deficiência auditiva parcial que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) triplicou nos últimos quatro anos. Em 2014, foram 8.799 inscritos, ante 2.850 que haviam declarado ter a deficiência em 2010. Do ano passado - quando 4.660 se inscreveram - para cá, o aumento foi de 88,8%.
Para atender à demanda, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, reduziu o número de alunos com surdez por sala. No ano passado, eles participaram da avaliação em um ambiente separado, divididos em grupos de oito estudantes; agora, haverá apenas seis. Os alunos continuarão sendo acompanhados por dois intérpretes, que podem ajudar, e terão uma hora a mais para realizar a prova. 
Hélvio Romero/Estadão
O professor Rafael Silva oferece cursinho em Libras para alunos como Katiele, que fará o exame como treineira
Todos os tradutores devem ter certificação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). De acordo com o Inep, eles passam por um processo de capacitação presencial sobre os procedimentos da aplicação do Enem. Neste ano, foram solicitados 4.775 apoiadores - 3.332 para Libras e 1.443 para leitura labial. 
Curso. As adaptações são realizadas para atender à dificuldade que muitos têm na compreensão de algumas expressões e interpretações do enunciado dos exercícios. Pensando no obstáculo, um intérprete em Libras da rede estadual de São Paulo decidiu criar, neste ano, um projeto-piloto de cursinho pré-vestibular feito totalmente na linguagem dos surdos. 
“É um modelo de prova que eles não compreendem, fora o conteúdo que precisa ser adaptado”, explicou Rafael Silva, que oferece a aula gratuitamente desde agosto. O curso é dado aos sábados na Escola Estadual Dom João Marina Ogno, como parte do programa Escola da Família, e tem duração de quatro horas. A equipe tem seis professores, todos sabem Libras. “O diferencial é que não precisa de tradução do português. Já é feito na linguagem deles.” 
Silva, que tem uma empresa que capacita docentes em Libras, diz que falta preparação do aluno para encarar o vestibular. “Sempre vejo essa dificuldade nos alunos, que chegam ao processo sem entender bem como ele é.” A maior dificuldade, segundo ele, é com exercícios da Língua Portuguesa. 
Além das disciplinas regulares, como Matemática e Física, o curso tem aula que ensina a análise de gráficos e tabelas. “O surdo, por natureza, é visual. Apresentamos vídeos, infográficos. Só lousa e giz não são muito funcionais neste caso.” Hoje, as aulas têm 12 alunos; todos farão o Enem pela primeira vez. A ideia do professor é que haja segunda edição do curso em 2015, que deverá começar em maio. 
A estudante Katiele Ferreira, de 18 anos, está no 2.º ano do ensino médio e fará o Enem como treineira. Com auxílio do intérprete, ela contou que tem estudado quatro horas por dia. “Principalmente Biologia, Português e Física.” Katiele quis fazer o cursinho para se preparar melhor e até participou de simulado na última semana. “A maior dificuldade é com o significado das palavras. Também falta tempo para tirar dúvidas.”
Para compensar a dificuldade, a jovem tem focado os estudos em Português. “Vejo todas as regras gramaticais e, quando não entendo, paro e vou atrás.” O sonho dela é trabalhar com recursos humanos. “O cursinho tem sido essencial. Há muitas coisas que a gente não aprende nem acompanha na escola.”

 http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,triplica-numero-de-deficientes-auditivos-inscritos-no-enem,1588579

Enem 2014 - Dúvidas Frequentes - Libras

"OFICINA ARTE LIBRAS - MÃOS A ARTE" COM MINHA TURMA DO 8º PERÍODO DE LETRAS PORTUGUÊS - JANUÁRIA 06/11/14